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Encontrando motivação para os estudos

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Quando converso com alguns leitores sobre estudar para um concurso, fazer uma faculdade ou aprender um novo idioma, sempre ouço algo como: “Thais, eu sei da importância de tudo isso e gostaria de voltar a estudar, mas não consigo encontrar motivação”. Por esse motivo, resolvi escrever este texto com algumas reflexões que fiz sobre o assunto e espero que ajude quem estiver passando por esse momento de indecisão.

A motivação é algo extremamente pessoal. Significa exatamente isso: um motivo para a ação. Esse motivo não vem de fora – não adianta o chefe tentar te convencer que é necessário aprender espanhol se você, lá no fundo, achar que não vale a pena. Assim como para qualquer outra iniciativa, se você não tiver uma motivação real, você não conseguirá ter estímulo suficiente para agir.

Toda vez que você tiver uma ideia ou se pegar pensando em algo que deveria fazer, especialmente relacionado aos estudos, pergunte-se:

  • Qual o propósito disso? Por que eu quero fazer uma faculdade, passar em um concurso ou aprender esse novo idioma? O “por que” é essencial. Sem ele, não tem sentido fazer nada.
  • Onde eu quero chegar? Como eu me imagino depois de estar fluente nesse idioma, ter passado no concurso ou ter concluído a faculdade? O que isso vai me trazer de resultados na vida? Isso é uma certeza ou apenas suposição? Conversei com outras pessoas experientes nesse assunto para ter uma noção mais realista do que pode acontecer?
  • O que acontecerá comigo se eu não fizer isso que eu estou me propondo? Como será o cenário se eu não fizer essa faculdade, não estudar para esse concurso ou não aprender esse idioma?

São algumas questões para você refletir sempre que tiver em mente iniciar um novo projetos de estudos (não só de estudos, mas de qualquer projeto). Faça o teste. Pense nas respostas e talvez você descubra porque não tem motivação ou, pelo contrário: que a motivação é real e consistente, e não há dúvidas de por onde começar.

Aqui no blog há uma categoria inteirinha sobre motivação, que pode inspirá-lo/a com outras ideias. Boa sorte. 🙂

Como eu me organizo: Alexandre Meirelles

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Hoje é a vez de um novo capítulo da série Como eu me organizo, em que eu pretendo entrevistar pessoas legais que possam trazer dicas sobre produtividade e inspirar o leitor a viver uma vida mais significativa. Esta série foi idealizada a partir da série How I Work, do blog Life Hacker.

Como o tema do mês de fevereiro é Aprenda, convidei para participar uma das maiores inspirações dos estudantes e concurseiros no Brasil: o grande mestre Alexandre Meirelles. Alexandre é palestrante, orientador de concurseiros e autor do best-seller “Como estudar para concursos” (Ed. Método). Ficou famoso por ter passado em dois dos mais difíceis fiscos do Brasil: AFRFB (auditor fiscal da Receita Federal do Brasil) e AFR-SP (agente fiscal de rendas do estado de São Paulo) através de um método fantástico de estudos, que compartilha em seu livro e outros artigos na Internet. Em 2014, ele lançou um novo livro, “Concursos fiscais”, onde fala sobre a carreira nos fiscos brasileiros. Confira a sua participação nesta série:

01/07/2011 MATERIA CONCURSO PUBLICO,ALEXANDRE MEIRELLES.FOTO.CLAUDIO GATTI

Nome: Alexandre Meirelles
Onde mora: Moro em Jundiaí/SP, mas sou carioca da Ilha do Governador, apesar de não morar no Rio há 20 anos.

Uma palavra que descreva seu estilo de organização:

Anotar tudo no papel.

O que você faz?

Trabalho há 8 anos como Fiscal da Secretaria da Fazenda do Estado de SP. Fora do horário de trabalho, escrevo e coordeno livros e sou palestrante na área de concursos públicos, nas quais abordo técnicas de estudo.

Meus hobbies são filmes, livros e, principalmente, viajar. De um ano para cá, cuidar do meu filho tornou-se meu maior “hobby”. Mas sempre que ele deixa, corro para os livros e filmes, só viajar para longe que não dá mais, por causa dele.

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Modelo de celular que usa atualmente

iPhone e Galaxy.

Computador que usa atualmente

PC e macbook.

Que ferramentas ou aplicativos de organização você não consegue viver sem?

Somente o Excel e o Word, não uso nenhum aplicativo de organização, mas sei que deveria usar. Tenho o Evernote instalado, mas ainda não o uso.

Como é o seu local de trabalho?

Em casa tenho um escritório no qual colo alguns cartazes e lembretes nas paredes. Nele tem meu PC e meus livros.

Antiga mesa de estudos:

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Qual sua melhor dica para otimizar o tempo?

Saber priorizar as diferentes atividades do dia a dia. Isso é o mais difícil, mas é imprescindível.

Qual sua maneira preferida de organizar tarefas?

Anoto as mais imediatas na parte de lembretes do celular e mantenho uma agenda em papel, daquelas antigas, que não vivo sem. Já tentei usar a agenda do celular, mas ficava com preguiça de anotar, então voltei à de papel.

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Tirando o celular e o computador, qual sua ferramenta de organização que você não vive sem?

Agenda em papel. Uma pequena, porque se for grande, eu não vou carregá-la sempre. E um caderno, no qual anoto tudo que tenho para fazer em relação a cada assunto. Por exemplo, se estou escrevendo um livro, mantenho um caderno só para ele com todas as ideias que surgem, referências, tarefas a escrever e a fazer relativas ao livro etc.

O que você acha que faz em termos de organização que é um passo à frente do que vê as outras pessoas fazendo? O que te diferencia, em termos de organização, das outras pessoas?

No dia a dia não sou muito diferente do normal. Eu fui mais organizado que a média quando precisei estudar para concurso, aí sim tenho a certeza de que esse foi o meu maior diferencial em relação aos demais candidatos, porque os métodos de organização que criei e utilizei se mostraram muito eficientes, tanto é que eles que me tornaram conhecido na área dos concursos. Criei formas de organizar o estudo que há anos milhares de concurseiros utilizam, tais como o ciclo de estudos, o quadro de controle de horas, calendário mensal de estudo pós-edital etc., os quais explico no meu livro “Como Estudar para Concursos”.

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O que você gosta de ouvir enquanto está trabalhando?

Alguma música calma, preferencialmente Pink Floyd, Sade, clássica etc. Quando é agitada, desconcentra-me. Mas quando estou escrevendo um texto, prefiro o silêncio.

Como é a sua rotina de sono?

Durmo de 6h a 7h30 por dia sem muitos problemas com o sono. Geralmente vou dormir lá pela 1h e acordo às 7h30. Agora, com um bebê de um ano, isso bagunçou bastante, mas assim que ele deixar, voltarei à minha rotina. Nunca fui de dormir antes das 23h, sempre produzi melhor tanto nos estudos quanto no trabalho após as 21h.

O que você faz no dia a dia que melhora muito sua produtividade?

Confesso que ainda preciso melhorar bastante em alguns pontos, como parar de perder tempo navegando pelo e-mail e Facebook a toda hora, mas procuro me manter fiel à agenda e às prioridades.

Não sou um exemplo perfeito de pessoa muito organizada no dia a dia, considero-me na média. Eu sou organizado mesmo é com a forma de escrever meus livros, com as minhas coleções de DVDs e CDs e quando estudo. Nisso sou bem acima da média. Tenho amigos que riram de mim quando contei o que faço. Por exemplo, eu anoto o nome de todo filme a que assisto em um caderno próprio, com a data em que o assisti e ainda dou uma nota de 0 a 10. Faço isso também com os livros que leio, mas para esses eu não dou nota, só anoto o nome e o ano em que li. Para exemplificar, inseri uma foto da minha coleção de uns 1.500 DVDs, todos organizados em ordem alfabética.

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Você prefere trabalhar em casa ou em outro lugar?

Depende. Se for o meu trabalho como fiscal, prefiro no próprio ambiente de trabalho, porque em casa a família toda hora me interrompe. Já como escritor e revisor de livros, prefiro no meu escritório, à noite, sozinho.

Qual o melhor conselho para a vida que você já recebeu?

Foram vários, não saberia destacar o melhor deles. Já li muitos livros de autoajuda e sempre fui rodeado de bons parentes e amigos, então já recebi muitos conselhos bons. Um que eu me lembro agora é não esperar que as pessoas tomem as decisões que eu acho que tomaria no lugar delas. É uma forma de eu me decepcionar menos com quem me rodeia.

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Existe mais alguma informação que você gostaria de compartilhar com quem estiver lendo?

Mesmo com a correria do dia a dia, raramente eu deixo de reservar um tempo diário para ler um livro ou assistir a um filme. São coisas tão importantes para mim que todo dia 1º de janeiro eu anoto em um papel tudo que quero fazer naquele ano, e nele incluo uma meta de número de filmes e livros. Também incluo um ou dois grandes projetos, como livros, quilos a perder até determinada data, quantidade de dias de atividade física etc. Muda de ano para ano. Digito tudo, imprimo e colo na parede da minha frente no escritório.

Outra coisa que também faço é inserir imagens numa folha do Word que representam meus maiores sonhos ainda a realizar e também imprimo-a e colo na mesma parede. É o meu Mapa dos Sonhos. Nele eu colo uma foto de um carro que pretendo um dia ter, um programa de TV no qual gostaria de ser entrevistado (há três anos é o Jô, já apareci até no Fantástico, mas meu sonho mesmo é ir ao Jô rs), uma cidade onde pretendo visitar etc. Esse mapa não necessariamente é o que tenho que fazer no próximo ano, pois a maioria das fotos são coisas a realizar a médio prazo ou que não dependem tanto de mim (como ser chamado pro Jô). Já a relação de metas é relativa a aquele ano mesmo. Como meu aniversário é justamente no dia que divide o ano ao meio (02/07), para mim fica fácil dividir  as metas a cumprir pela metade até o meio do ano das que são até o final do ano, como livros a ler. Se eu não tiver essa forma de me organizar, se eu não anotar tudo que tenho a fazer, seja para o dia seguinte, seja para o próximo ano, eu não cumpro minhas metas.

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Termino agradecendo a oportunidade e dizendo que a base de tudo é a leitura. Qualquer uma. Nunca deixe de ler. Como dica que deixo para adquirir esse hábito, para aumentar a quantidade de livros a ler durante o ano, no ano-novo anote uma meta de livros a serem lidos durante o ano e sempre mantenha a leitura de uns três livros em paralelo, de gêneros diferentes. Assim, dependendo da vontade do momento, irá querer ler mais um livro que outro. E depois de novembro não comece nenhum livro novo, cobre-se a terminar os que deixou pela metade durante o ano, a não ser que não tenha gostado mesmo do livro e resolva abandoná-lo de vez. Enfim, estabeleça um número de livros a serem lidos e anote-os em algum lugar conforme for terminando-os. Isso gerará uma cobrança e aumentará sua motivação para ler mais. E a cada ano aumente esse número. Ainda quero chegar aos 60 livros anuais, estou correndo rumo aos 40, mesmo com tudo que tenho feito em paralelo. Quanto a filmes, eu passo dos 200 anuais (se achou muito, é só parar de ver quase tudo que tem na TV que você atingirá esse número, adquirindo muito mais cultura, vendo coisas agradáveis, que o relaxarão, e não as desgraças dos noticiários que só nos deprimem e estressam).

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Eu adoraria ver participando desta série: (Alexandre não indicou ninguém).

Todas as imagens deste post foram cedidas pelo Alexandre, de seu acervo pessoal.

Como integrar o Toodledo ao Evernote (e outros serviços)

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Muitas pessoas vêm me pedindo para escrever um post sobre integrar o Toodledo a outras ferramentas, como o Evernote. Pois bem, há duas maneiras.

A primeira maneira, para quem tem conta free, é inserir, na observação de cada tarefa, os links para os arquivos correspondentes. Mais ou menos assim:

nota-tarefa-link

Você pode inserir quantos links quiser, o que pode ser bastante útil em projetos e arquivos de suporte a projetos, por exemplo, mas mesmo para tarefas. Para copiar e colar o link de algum arquivo, clique com o botão direito em cima dele e selecione uma opção parecida com “copiar URL”. Cada programa (Evernote, Dropbox, seu computador) tem um nome específico, mas são todos semelhantes a isso. Depois, clique no cantinho direito da nota, onde se vê um ícone de folha de papel. Vai abrir um campo de texto, semelhante à imagem acima. Então, basta colar o link.

A segunda maneira é para quem pode investir 29,90 dólares por ano para ter a assinatura da conta Gold, que dá direito ao upload de arquivos. Aí sim a coisa fica divertida, porque você pode integrar o Toodledo a diversos programas, tais como Dropbox, Flickr, Instagram, Facebook, Google Drive e sim, ele, o Evernote.

integracao-toodledo

É engraçado porque eu assinei o plano Gold no ano passado apenas para testar e ver se valia a pena (antes eu tinha o Silver, que atende perfeitamente bem). Porém, com essa funcionalidade, estou pensando seriamente em continuar assinado o plano Gold (30 dólares por ano dá menos de 3 dólares por mês e, como eu uso muito, para mim vale bastante a pena).

Veja como fica uma tarefa quando você anexa um arquivo a ela:

tarefa-com-anexo

No cantinho direito, dá para ver o ícone do anexo. Ao clicar nele, aparece assim:

anexos-tarefa-toodledo

Percebam que 1) dá para colocar vários anexos por tarefa e 2) além de arquivos, dá para anexar notas na seção de notes, outlines e lists.

Depois ninguém entende porque eu amo o Toodledo. 🙂

Certamente, ainda não é a melhor maneira de gerenciar anexos! Poderia ser mais fácil. Porém, a ferramenta é completa. Fico me perguntando o que mais falta eles inventarem (eu sei: uma visualização das notas por calendário em tela cheia – aí eu substituiria a agenda do Google facilmente).

O que acharam? Ficou mais fácil de integrar conhecendo essas duas maneiras? Postem suas dúvidas nos comentários.

GTD (Getting Things Done) – ou a melhor metodologia de produtividade que existe

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GTD (Getting Things Done) é uma metodologia de produtividade criada por David Allen, um simpático senhor norte-americano que, como todos nós, achava que os métodos existentes eram falhos ou muito complicados. Ele queria algo simples, em que pudesse fazer mais com menos esforço. Com o tempo, reunindo diversos aprendizados e técnicas de produtividade ao longo da vida, ele publicou um livro que deu base à metodologia: “Getting Things Done” (Penguim Books) ou “A arte de fazer acontecer” (Campus), em português. Além deste livro, ele publicou mais dois: “Ready for anything” e “Making it all work”, este último publicado em português pela Editora Gente com o título “Fazendo as coisas acontecerem”, já fora de circulação. Há previsão de que todos os títulos sejam publicados em breve por outra editora brasileira, em português.

Imagem: Divulgação / David Allen Co.
Imagem: Divulgação / David Allen Co.

Como organizar: Estudos de um idioma sem pressa

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É comum encontrarmos artigos na Internet com dicas para aprender um idioma rápido, como ficar fluente em pouco tempo para uma viagem ou o vocabulário corporativo mais utilizado para reuniões de negócios em outra língua. O que vejo pouco por aí é sobre o estudo de idiomas pelo simples prazer de aprendê-los, ou pelo menos com um pouco mais de tempo, sem uma finalidade específica.

Eu estudo dois idiomas atualmente.

Inglês, como não poderia deixar de ser, para fins profissionais. Apesar de conseguir me virar bem com o inglês, a fluência sempre tem a melhorar, além de aspectos gramaticais. Como não falo inglês no meu dia a dia (moro no Brasil, afinal), se eu não praticar, nunca vou melhorar e, pelo contrário – posso até ir deteriorando o que eu já aprendi.

Italiano, que é o meu idioma preferido no mundo inteiro. Não tenho uma finalidade específica além de estudar como hobby, por ter família italiana, por querer conversar em italiano com outras pessoas que também falem.

Percebo que o meu estudo para ambos os idiomas são bastante diferentes. Eu venho estudando inglês desde a adolescência, mas passei a me dedicar mais seriamente quando passei a utilizar no meu meio profissional. Uma coisa era ler artigos – outra era viajar para os Estados Unidos para fazer um curso em inglês ou ministrar uma palestra nessa outra língua. Além do que, é fácil entender inglês quando é um inglês ou um (vá lá) americano falando. Tente entender o inglês que outras pessoas com fluência tão insuficiente quanto a sua falam, ou com sotaques diferentes! Portanto, quanto mais conhecimento e fluência você tiver, melhor. Por isso, há cerca de dois ou três anos, eu comecei a fazer um curso de inglês online (até comentei no blog – clique aqui para ler). Foi excelente. Treinei essencialmente minha conversação e pontos gramaticais específicos, direcionados. Tinha parado há algum tempo de fazer, mas resolvi retomar. Continuo fazendo online, que prefiro. Gosto mais da dinâmica e também considero mais ace$$ível, além da flexibilidade de horários.

Editorial: Aprenda

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É engraçado escrever o editorial nesse momento. O tema do mês de fevereiro, Aprenda, diz respeito a tudo o que aprendemos ao longo da vida. É natural focar em estudos porque, quando pensamos em aprendizados, pensamos em estudar. Porém, os aprendizados vão além dos estudos formais ou informais – todos os dias aprendemos alguma coisa, assim como às vezes passamos por momentos de enorme aprendizado, que chegam até a mudar nossa vida.

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Essa semana, como comentei em um aviso anterior, estou sem Internet (obrigada, NET! já faz quase 10 dias e sem previsão). Contratei um outro serviço, que será instalado (em teoria) na próxima segunda e, até lá, preciso ir me virando como dá. Eu poderia trabalhar em um espaço de coworking ou outro que tenha wifi, mas tenho coisas para resolver em casa. Não dá para sair e ficar o dia inteiro fora trabalhando. Tivemos que providenciar nossa mudança em uma semana, tempo recorde e quase desumano. Meu marido e eu dormimos duas horas por noite essa semana, em média. Está muito difícil. O imóvel novo, para o qual nos mudamos, acabou de ser reformado e, como tal, tem tantas coisas para resolver que eu preciso respirar e fazer aos poucos para não me desequilibrar. É chuveiro sem registro, janela bloqueada por rejunte, estante que quebrou na mudança, varal para instalar, fogão para converter – e por aí vai. Fora que, em casa, não tem armários (quarto, banheiro, cozinha) – gastos inesperados e que tivemos que arcar com essa mudança repentina. Estou me sentindo a Dorothy com a casa no meio do furacão.

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Não sei se já tenho discernimento para ver que aprendizado posso tirar dessa mudança, porque tem muita coisa acontecendo. Quando mudamos de Campinas para São Paulo, escolhemos nosso apartamento novo com tanto carinho! Foi difícil de encontrar e, em menos de duas semanas, não encontraríamos outro. Minha vida tem sido um furacão de incertezas sobre a casa desde o momento que recebemos a notícia que precisaríamos sair. É difícil a adaptação não só ao ambiente, mas às condições diferentes.

Peço um pouco de paciência porque tenho muita coisa legal preparada para este mês, mas os imprevistos acontecem. O mesmo vale para grupos no Facebook, e-mails e respostas a comentários. Fatalmente, sem Internet, o blog acabará ficando um pouco mais devagar este mês. Peço a compreensão de todos.

Desejo um excelente fevereiro para todo mundo e espero estar de volta 100% em breve. Obrigada!

Checklist de fevereiro 2015

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Vocês já pararam para pensar como a chegada de fevereiro nos dá um choque? É algo tipo: “minha nossa, o ano mal começou e já acabou janeiro!”. Isso é bom porque serve para nos mostrar que, se a gente não aproveitar a vida, a passagem do tempo não perdoa! Portanto, eis uma sugestão de checklist para você aproveitar bem o seu mês de fevereiro:

  1. Revisar seus objetivos e como eles evoluíram (ou não) em janeiro
  2. Participar do desafio de organização de fevereiro aqui no blog
  3. Procurar um passeio bem legal para fazer com os filhos
  4. Organizar a rotina de volta às aulas em casa
  5. Providenciar a fantasia de Carnaval do seu filho
  6. Aproveitar o feriado de Carnaval para descansar
  7. Guardar os artefatos de verão que talvez você não use mais este ano
  8. Instalar uma caixa d’água e economizar ainda mais água
  9. Fazer o workshop “Organize seus estudos” no próximo sábado <3
  10. Colocar as contas do início de ano em ordem
  11. Agendar consultas médicas de rotina para um check-up anual
  12. Começar a organizar os documentos para a declaração do imposto de renda deste ano

O que você pretende fazer em fevereiro?

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