16 Jan 2013

O que eu aprendi com Larissa, Lia e Lolla

Eu leio o blog da Larissa há uns bons seis anos. Sua história sempre me inspirou muito – em parte por eu estar sempre lutando contra o peso acima do ideal, como também pelo fato de ser um blog extremamente pessoal, praticamente estilo diário, o que sempre me atraiu mais.

Há cerca de uns dois anos, achei que ela tinha parado de postar “com vontade” no blog. Os posts antes eram enormes, com textos que eu adorava ler, cheios de fotos, e de repente ela passou a postar de forma diferente, com apenas algumas fotos e poucos textos. Mas nunca perdi o interesse no blog. Aliás, sentia muita falta dos seus textos. Vira e mexe, dou uma olhada no arquivo para ler os posts antigos.

Quem tem um blog na Internet sabe como é difícil dar a cara a tapa diariamente, o tempo todo. Não sabemos quem está do outro lado. E eu já tinha lido vários posts da Larissa chateada com comentários que deixaram para ela, que eram realmente pesados. Quando falamos de um assunto tão estereotipado como o corpo feminino, e se expondo de forma tão honesta, é natural que algumas pessoas se aproveitem disso para fazer comentários maldosos. E, no fundo, eu sempre a admirei por ela continuar com o blog mesmo assim, porque ninguém precisa disso, honestamente.

Até que, uma vez, ela escreveu um post sobre o blog no geral. Não me lembro exatamente, mas era sobre essa coisa das críticas, de querer postar o que ela quiser, pois o blog era dela e ela não queria falar só sobre emagrecimento. Que o blog tinha começado sobre isso, mas ela queria falar da vida dela no geral, de outros interesses.

Foi quando eu postei um comentário na melhor das intenções, sugerindo que ela desse um up no blog. Dividisse as categorias, fizesse uma coisa com cara de revista, com seções, série de posts etc. Eu realmente acho que seria muito legal ela fazer isso, pois o blog tem um apelo incrível, trata de um tema bastante buscado etc. Muitas pessoas comentaram no mesmo post dizendo que seria muito legal se ela fizesse o que eu estava sugerindo. A gente acha que sabe o que está fazendo né? =)

Continuei acompanhando o blog, meio despretensiosamente. Ela continuou seguindo seu coração e postando o que quisesse. É claro que ela não tinha o menor interesse em tornar o blog profissional. Nem sei por que eu sugeri aquilo.

E aí, em um belo dia, ela fez um post dizendo que tinha sido mãe!

Sorri sozinha no quarto enquanto lia os meus feeds, pois acompanhei o que aconteceu um tempo antes e, enfim, fiquei muito contente por ela, mesmo sem nunca tê-la conhecido pessoalmente.

Mas o que realmente me chamou a atenção nesse dia foi perceber que ela passou muitos meses postando no blog sem uma única vez sequer citar a gravidez. Ela poderia ter falado sobre o assunto, dado mil dicas, mas manteve em segredo justamente por causa do tribunal da Internet. E eu achei isso o máximo.

Mesmo sem ela saber, passei a admirá-la ainda mais. Passei a gostar ainda mais do blog, pois ela é fiel a si mesma, postando o que lhe dá vontade. Se ela quiser escrever, ela escreve. Se quiser postar só um vídeo, ela posta. Nada de regras. Com certeza muitas pessoas fizeram comentários (como eu mesma fiz, antes) dando dicas para “melhorar” os posts, mas aquilo é o blog dela. Felizmente (ou infelizmente?) ela se tornou uma pessoa pseudo-famosa por causa do blog, onde as pessoas a reconhecem na rua. A audiência de um blog assim é enorme. Então a pressão em cima dela é proporcional.

Ter deixado uma gravidez em segredo e manter-se fiel ao que ela gosta de postar, em vez de se enquadrar no que o blog “deveria” ser, me fez mais fã ainda da Larissa. E essa foi a primeira lição que eu aprendi.

***

A segunda lição foi com o blog da Lia. Certamente, 95% dos leitores do blog sabem de quem eu estou falando.

Uma vez, uma amiga minha disse: “Você por acaso vê a Lia falando de briguinha no blog? Não, porque o blog dela é um espaço sagrado. Ela sabe o que quer passar às leitoras, e é fiel a isso. Ela não vai manchar o blog por pouca coisa.” Isso mudou completamente a minha visão com relação aos meus próprios blogs.

A Lia e eu somos da mesma geração de blogueiros e eu acompanho seu blog desde 2002, mais ou menos… E vi toda a evolução que foi quando ela começou a postar despretensiosamente fotos das decoração de Natal de todos os shoppings de São Paulo, fotos de look do dia e a postar no blog da revista teen mais famosa do Brasil. Ela ganhou fama e credibilidade, mas porque sempre soube fazer bem o que fazia.

Por isso, sempre tive um olhinho no seu blog, acompanhando o que ela estava fazendo. Quando ela largou um ótimo emprego para viver do blog, achei demais! Sempre torci muito por ela pois, apesar de também não conhecê-la pessoalmente, acompanho sua vida pelo blog há muito tempo.

E acho impressionante como uma pessoa assim consegue manter as pessoas afastadas de sua vida pessoal. Talvez eu devesse falar menos de mim aqui no blog também, não citar meu marido e filho. Talvez fosse melhor não expôr tanto a minha família. Eu não sei, fico um pouco dividida quanto a isso. Mas o blog da Lia é um excelente exemplo de como mesclar o pessoal com o profissional, sem expôr demais a própria vida. Então eu gostaria de encontrar esse equilíbrio também.

***

O blog da Lolla pode não ser tão conhecido para alguns, apesar de eu achar que ele é mais conhecido do que parece. Além das fotos lindas e do humor sensacional, ela escreve maravilhosamente bem. E o que mais me chama atenção é que o blog dela é das antigas. É estilo diário, um blog dela, com seus pensamentos, “como um blog deve ser”.

Não tem um tema, não está preso a um assunto. É sobre ela e as coisas que ela gosta. E essa foi a minha terceira lição definitivamente: um blog deve ter “a sua cara” (brega, eu sei, mas enfim, na falta de um termo melhor). Deve ter coisinhas sobre a sua vida, seu cotidiano, sem a menor obrigação de agradar ninguém, a não ser ela mesma.

A Lolla já deletou um, dois, dez blogs que teve, justamente porque ter um blog durante mais de dez anos é isso mesmo: você fica entediado(a), quer dar um tempo, simplesmente. Todo mundo que tem blog sabe que é difícil lidar com a exposição e o alto nível de julgamento que vem junto.

***

Então é isso! As três grandes lições que eu aprendi com essas blogueiras fofas foram as seguintes:

  1. Manter seu blog como o lugar onde você posta o que você quiser e o que você gosta, porque ele é seu. As pessoas acessam porque gostam, ou deixam de acessar porque não gostam. Não importa. O importante é ter um espaço para se expressar da forma que quiser.
  2. Falar menos da vida pessoal e expôr em nível zero as pessoas que fazem parte da sua vida. Ninguém realmente precisa saber da sua vida. O blog pode ter um toque pessoal sem expôr você demais, além das pessoas que você ama, e não tem nada de mais em ter um toque profissa também.
  3. Um blog não “precisa” ser nada. O legal é postar porque gosta, porque praticamente não consegue viver sem escrever e compartilhar o que quer que seja. E não tem problema algum se você deixar de postar um dia, uma semana ou um mês. O blog é seu.

Eu não escrevi este post sobre nenhum acontecimento em especial, mas porque eu venho refletindo há tempos sobre isso.

O blog é meu. Sim, ele tem um tema, mas é basicamente sobre a minha vida. Se fosse um blog somente sobre dicas de organização, eu montaria um portal sobre isso. Mas eu nunca quis. Quis o formato de blog porque eu amo ter um blog. Sempre tive, e finalmente encontrei “meu formato”, meu jeito de escrever, entre outras coisas.

Porém, pela primeira vez, comecei a achar que talvez o nome do blog esteja atrapalhando o que eu esteja querendo dizer. Talvez, pelo fato de ser um blog sobre organização, isso confunda as pessoas. Eu quero falar sobre organização sim, mas sobre a minha vida organizada. E isso vale para tudo o que eu faço – não só dicas de organização, mas dicas de leituras, filmes, músicas, enfim, coisas que fazem parte da minha vida. Descobrir coisas, compartilhar dicas que eu tenha gostado, mesmo que simples, mas que eu tenha achado legal. O blog é o “meu cantinho”. Adoro o relacionamento com os leitores que, apesar de alguns contratempos, sempre agradeço por não ter nada maldoso comparado à enchente de comentários esquisitos que os três blogs acima recebem. Ter um blog definitivamente não é para os fracos.

O blog faz parte da minha vida e, sinceramente, não me “dá trabalho”. Eu adoraria viver dele, mas não tenho como. Tenho meu trabalho, que gosto muito, e uma família para sustentar. No momento, a ideia de ser autônoma não me agrada, pois gosto de ter segurança – especialmente depois que o meu filho nasceu. O que eu preciso fazer é realmente desencanar um pouco dele, sabem? Parar de achar que “preciso” fazer coisas de determinado jeito, porque ele não pode ser uma obrigação.

Já até pensei em criar outro blog, mas não queria isso, de verdade. Quero continuar falando sobre organização, mas quero sentir que tenho a liberdade de falar também sobre outros assuntos que eu quiser, mesmo que muitas vezes nada tenha a ver com organização. Porque é sobre mim. Não é sobre organização, mas sobre a minha vida. organizada.

E eu sinceramente espero que vocês me entendam. <3

PS – Este post não precisa de links, pois os três blogs são famosos. Quem não souber quem são elas, uma pesquisa rápida no Google trará as respostas em poucos segundos. =)

15 Jan 2013

3 perguntas e respostas sobre organização

Imagem: Pinterest

Imagem: Pinterest

Três simples perguntas e respostas sobre organização:

1. Qual a importância de se ter uma vida organizada?

Não se trata de importância, mas de praticidade. Existem muitas pessoas que gostam de dizer que “se encontram em sua própria bagunça”. Essa frase esconde uma coisa: que, por mais que haja bagunça, em determinado ponto, há um método de organização. De alguma maneira, essa pessoa encontra as suas coisas e se lembra do que precisa fazer. A pessoa assim não precisa se rebelar contra a organização, pois não são conceitos opostos. O objetivo de ser uma pessoa organizada é somente facilitar os processos no dia a dia. Ninguém precisa se tornar um organizador profissional e mudar seu estilo de vida radicalmente. Todo mundo tem suas baguncinhas – a organização serve somente para otimizar seu tempo. Quanto mais “desencanado” for seu estilo de organização, mais fácil será adaptar-se a ele e ir se organizando de pouco em pouco.

2. O que uma pessoa ganha se organizando?

Principalmente tempo! Uma pessoa que consegue se organizar minimamente consegue correr atrás de seus objetivos sem perder tempo na vida, consegue arranjar dinheiro e tempo para fazer um curso, por exemplo, ou cuidar melhor da casa, cozinhar em vez de comer fora etc. Eu poderia estender enormemente este parágrafo citando exemplos, porque tudo em nossas vidas pode ser facilitado quando nos organizamos um pouco.

Queria dizer que considero a organização também uma forma de respeito. Quando você é organizada(o), você mostra que se preocupa com os outros e com você mesma(o). Seu filho nunca ficará sem uniforme ou lanche para a escola. Sua luz nunca será cortada por falta de pagamento. Seu chefe nunca ficará desapontado porque você não chegou no horário. Quando você se organiza, todos ao seu redor se beneficiam, mesmo que eles não sejam organizados.

3. Ficar obcecada(o) por organização é ruim? Como saber qual o nível “ideal” de organização?

Qualquer excesso é ruim. Eu acredito que a organização deva nos servir, não o contrário. Se você estiver perdendo tempo demais se organizando e fazendo menos coisas, pode ter algo errado aí. Quando eu comecei a ler mais sobre organização, peguei mania, fiquei viciada mesmo. Isso só me atrapalhou, porque estava mais preocupada com o processo de organizar que com o objeto que estava organizando. Perdia mais tempo revisando listas de limpeza que limpando a casa. Então quando vocé perceber que está se preocupando mais com o processo de organizar que o cumprimento das tarefas, é porque passou do seu limite.

E você, gostaria de fazer alguma pergunta sobre organização? Deixe nos comentários!

14 Jan 2013

Usar menos a tecnologia: será que dá? será que precisa?

Imagem: Pinterest

Imagem: Pinterest

Eu sei que a tecnologia está aí para nos ajudar. Sei que otimiza demais o nosso dia a dia e permite que a gente diminua a quantidade de papel utilizado, por exemplo, além de outras funções práticas que nos tornam até um pouco dependentes dessas ferramentas. Será que conseguimos viver sem tudo isso? O que você acha?

Celular, por exemplo. Eu tenho um plano pós-pago e de Internet 3G, mas vou cancelar este mês. Eu uso bastante, mas prefiro utilizar meu dinheiro de outra forma. Se eu tivesse um celular simples, que apenas realizasse ligações, minha vida seria mais simples? Creio que não. Ficar sem celular nenhum, no entanto, tem seus prós e contras. Eu não sou escrava do celular e não atendo quando não posso ou estou ocupada. Não sinto o menor remorso de não atender um telefonema se não posso falar naquele momento. Muitas vezes, saio de casa até sem celular. A única preocupação – e o motivo que me faz ter um celular – é precisar dele em alguma emergência. Acho que, como mãe, é impossível ficar sem um celular. Além do que, posso precisar fazer alguma ligação de urgência no dia a dia. Enfim, o celular é útil, mas pagar caro por planos e Internet, não.

Redes sociais. Eu trabalho com isso, então para mim é até inadmissível pensar em deixá-las. No entanto, confesso que me bate a vontade frequentemente de deixar Facebook, Twitter, tudo. Ter uma conta gera uma obrigação, pois você quer entrar, responder as mensagens que os amigos enviam a você, conferir as novidades de parentes que moram longe. O que eu tenho feito agora é acessar muito, mas muito menos – coisa de uma vez por dia. E não ficar mais do que 15 minutos lá.

Tablets. Uso muito para os meus estudos (não imprimo absolutamente mais nada) e em viagens a trabalho. Meu filho também brinca com os aplicativos e meu marido usa para tirar música. Também gosto de ler meus feeds ali, antes de dormir. Dá para viver sem? Claro que dá, mas algumas coisas ficariam bem mais complicadas.

Computadores. Eu vejo hoje meu computador como uma ferramenta de trabalho. A coisa de sentar para perder tempo vendo outras coisas não existe mais para mim. Trabalho o dia todo diante do computador e, de noite, em casa, procuro evitar ao máximo para não pirar muito. Quando preciso fazer algo (atualizar o blog, por exemplo), eu estimo um pequeno prazo e fico pouco tempo fazendo o que preciso fazer. Isso tem me garantido mais descanso, especialmente visual.

TV. Eu praticamente não assisto TV. Agora assinamos o Netflix e, nos momentos de lazer, gosto de assistir um ou outro capítulo de algumas séries. Meu filho também assiste desenhos e Chaves. Meu marido assiste praticamente só filmes. Estamos pensando em cancelar a tv a cabo.

Dropbox. Abri um tópico separado porque acho que é uma categoria a parte mesmo. Citei o Dropbox mas pode ser o Evernote, o Google Drive etc. Poder arquivar tudo na nuvem e diminuir a quantidade de papel é muito bom. Isso aumenta a capacidade de espaço, diminui a tralha e centraliza tudo para você ter acesso através de qualquer dispositivo conectado à Internet.

Conclusão

Ficar sem tecnologia é possível, mas será que nos interessa? A tecnologia em si não é nenhuma vilã. Podemos utilizá-la tanto “para o bem” quanto “para o mal”. Precisamos ficar atentos para pequenas atitudes no dia a dia que demonstram que nos importamos com isso, como por exemplo:

  • Pare com a mania de deixar o celular em cima da mesa do restaurante quando está almoçando com alguém. Guarde na bolsa, esqueça durante um tempo. Concentre-se na sua comida, na sua companhia. Além de demonstrar dependência tecnológica, é falta de educação ficar olhando o celular em uma mesa de restaurante, em companhia de outra pessoa!
  • Na dúvida, mexa no dispositivo somente quando estiver sozinha(o).
  • Parar com a sensação de necessidade de atender o celular a todo momento. Antigamente, ninguém tinha celular. Se alguém quisesse falar com você e você estivesse ocupada(o), deixaria um recado para que você retornasse quando pudesse. Exercite isso, até mesmo para não acostumar mal as pessoas.
  • O mesmo vale para os seus e-mails. Estabeleça uma hora do dia para respondê-los em vez de interromper o que está fazendo a cada minuto que receber uma mensagem.
  • Pare de baixar todo aplicativo que vir pela frente. Além de encher o seu gadget de tralha, você está gastando dinheiro. Pesquise sobre os aplicativos e adquira somente aqueles que você realmente queira ou precise.
  • Tire os aparelhos tecnológicos de dentro do quarto para ter um sono mais tranquilo, especialmente computadores e TVs. Celular não tem muito jeito, já que usamos como despertador. =/

E você, acha que está precisando fazer um detox tecnológico? Como você acha que seria a melhor maneira de fazer isso?

13 Jan 2013

Linkagem de domingo {34}

Toda semana eu separo links que gostei e que seriam interessantes para os leitores do blog. Os desta semana são:

Boa semana!

12 Jan 2013

Resumo da minha semana

Essa semana eu:

#1 Continuei estudando bastante (média de 3h por dia) e adquiri novos livros. Sem querer fazer propaganda, mas o melhor lugar para comprar livros é o Extra.com! Já é a terceira vez que eu compro lá e, além de poder parcelar em até 12x sem juros, a entrega é MUITO rápida! Meu último lote de livros foi comprado no domingo e, apesar de o prazo ser de seis dias úteis, na terça-feira chegaram em casa! Estou postando aqui somente para compartilhar com vocês porque, quando o serviço é bom, precisamos divulgar.

#2 Continuei organizando meus projetos no trabalho para 2013. Pude revisar com calma todos os meus cronogramas e fazer pesquisas de referência. Acho fundamental conseguir fazer isso no trabalho, especialmente se você coordena alguma área ou tem muitos projetos.

#3 Comprei algumas coisas para a casa na liquidação da Etna, como um novo rack (o nosso tinha envergado com a tv antiga, pesada, e estava rachando), um quadro grande para a sala (ainda não penduramos), uma luminária para o escritório e a melhor aquisição de todos os tempos: um travesseiro comprido, para dormir abraçado. Vou falar sobre cada um dos itens! O rack mede 1,80m de largura, cobrindo praticamente toda a parede da tv. Ele é ótimo porque tem uma estrutura melhor do que o nosso e, além disso, tem gavetas, onde finalmente meu marido conseguirá guardar seus DVDs. A montagem está prevista somente para daqui a uns 10 dias. Em fevereiro, mais ou menos, eu fui passear na etna e me deparei com um quadro enorme de New York, que acabei não levando por não poder gastar dinheiro na época. Mas eu fiquei tão apaixonada pelo quadro que, dois dias depois, voltei à loja para comprá-lo. O problema é que ele não estava mais lá! Bom, eu fiquei chateada porque nunca mais o encontrei (nem no site tinha para vender). Qual foi a minha surpresa ao ir até a loja essa semana e me deparar com o bendito? Muito provavelmente os funcionários da loja tinham guardado os quadros no estoque e deixado lá todos esses meses. #fail, Etna! Mas desta vez eu não vacilei e trouxe pra casa. Ele tem 1,40m de largura! A luminária do escritório é simples, preta e foi muito barata (luminárias geralmente são bem caras). Como tenho usado muito a minha mesa de estudos, estava fazendo falta. Excelente. Mas a aquisição do ano mesmo foi o travesseiro comprido para dormir apoiando o corpo! Eu gosto de dormir agarrando um travesseiro, e ultimamente estava fazendo um rolinho com o cobertor e dormindo abraçada com ele. Enfim, na minha primeira noite com esse travesseiro comprido, acordei do mesmo jeito que eu deitei, descansadíssima! E sem dores nas costas! O melhor investimento com certeza, e meu marido nem ficou com ciúmes.

#4 Mudei os móveis do escritório de lugar. Basicamente, a mesa está com sua lateral encostada na parede da janela, fazendo com que eu fique de frente para a porta do quarto do meu filho. Isso é muito bom porque posso ficar de olho nele de noite enquanto estou estudando. O fato aflitivo do dia foi ter descoberto que meu marido, ao montar a escrivaninha, colocou a parte de trás ao contrário. +_+  Agora preciso pegar um dia de extrema disposição para desmontar a mesa e montá-la novamente. =)

#5 Estou reformulando meu escritório de modo geral. Em breve postarei fotos de como ficou. Todo o meu sistema de arquivos está sendo reorganizado.

E a sua semana, como foi em termos de organização?

12 Jan 2013

Dúvida da leitora: organizar as roupas a passar

 

Imagem: Getty Images

Imagem: Getty Images

Olá Thais,

Parabéns pelo seu trabalho. Estou acompanhando seu blog há um tempo e não vi nenhum post sobre roupa para passar que é onde mais me enrolo. Pesquisei no blog como roupa para passar e apareceram vários posts, mas sem nexo com o assunto.

Tipo se bobeio, a roupa vira uma montanha. Gostaria de dicas de como guardar a roupa para passar (enquanto não olho para ela), como ser mais produtiva nisso, pois parece que minha vida gira em torno disso, não consigo fazer outras coisas importantes. Faxina e organização tudo bem, mas a roupa para passar, nossa……. e olha que as camisas do meu marido mando para lavanderia, mas mesmo assim, tá difícil.

Grande abraço, alías passei o reveillon em Campinas, minha cunhada mora lá, mas sou de São Paulo.

R. C. G. M.

Querida leitora,

Obrigada pelo seu e-mail. Espero que tenha gostado de passar o revéillon em Campinas. Eu fiquei por aqui também. =)

No meu apartamento, há um varão na área de serviço, embaixo do armário alto, onde eu coloco essas roupas. Costumo passar somente uma vez por semana, quando necessário. Eu não gosto de comprar roupas que precisam ser passadas, pois odeio passar roupa. Geralmente compro peças com aqueles tecidos molinhos que não amassam. De qualquer forma, tenho calças, camisas e outros itens que precisam ser passados. Assim, passo uma vez por semana, geralmente aos finais de semana.

Depende muito do espaço que você tem na sua casa. Você pode disponibilizar um cesto grande somente para colocar essas roupas, mas eu sinceramente costumo chamá-lo de “montanha da depressão”. É muita roupa acumulada e só de olhar já bate um desânimo. Então o que você pode fazer é guardar essas roupas no armário, cada uma em seu departamento (calça com calça, camiseta com camiseta) e, quando for passar, pegar de pouquinho em pouquinho e ir passando. Pelo menos elas não ficam à vista.

11 Jan 2013

Organizando um orçamento mensal para roupas

Imagem: Moda para usar

Imagem: Moda para usar

Já comentei um pouco aqui sobre a minha planilha de controle de roupas que resolvi fazer depois que perdi muito peso e me vi com um guarda-roupa praticamente vazio. O grande problema era: como ter dinheiro para comprar roupas, sendo que eu precisava de tantas? Foi então que eu resolvi criar um orçamento mensal para não ter que comprar as roupas parceladas, e vem dado certo já há alguns meses.

Em uma pesquisa que fiz na época, vi que era recomendado o gasto de 3% a 8% do salário com roupas. Como eu preciso de roupas, mas também não posso gastar muito, estipulei um orçamento mensal de R$250 a R$300 por mês para roupas novas. Eu acho esse valor mais que satisfatório e, sinceramente, mais de uma vez eu não o alcancei, para economizar mais. Significa apenas que eu reservo essa quantia todo mês para comprar algumas roupas, não que eu vou gastá-la integralmente.

Como eu tenho uma planilha de controle, todo mês analiso o que seria adequado comprar para a época, o que estou precisando mais, o que tem mais a ver com a estação, e vou às compras com esse foco. Se eu encontrar algum item que esteja na planilha mas não era o planejado, mas eu gostar muito, acabo comprando.

Isso também faz com que eu veja o melhor custo-benefício das roupas, procurando gastar menos, mas sem perder a qualidade.

Em janeiro, minhas aquisições foram:

  • uma calça social branca (R$79,90, Renner)
  • uma calça social bege escuro (R$79,90, Renner)
  • uma camiseta preta com decote canoa (R$35,90, Renner)
  • uma camiseta marinho com decote em V (R$35,90, Renner)

Eu gosto muito de comprar roupas na Renner pois já conheço o caimento e, no caso das calças, sequer preciso experimentar. Eles têm um modelo cropped que é ideal para mim, pois sou baixinha e não preciso fazer a barra. Se eu tivesse como, compraria diversas calças desse modelo apenas para garantir, pois elas são ótimas.

Ainda sobrou algum dinheiro do orçamento, e usarei para comprar roupas íntimas.

Este método tem dado certo para mim. Como você faz?