07 Mar 2013

Como eu me organizei para emagrecer

Imagem retirada do Pinterest (sem fonte)

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Depois de já ter comentado um pouco sobre o meu emagrecimento aqui no blog (status atual: 22kg perdidos), recebi alguns pedidos para que eu falasse sobre como eu me organizei para fazer essa dieta. Como eu acho esse um assunto bem importante, resolvi escrever a respeito.

Na verdade, acredito que a melhor forma de se organizar para fazer uma dieta é pesquisar muito, mas muito mesmo sobre ela, antes de começar a fazer. No meu caso, que resolvi fazer a dieta Atkins, muito mistificada, li os dois livros do médico, além de muitas pesquisas a respeito.

Li alguns trechos do livro da dieta Duncan também (ainda não terminei… pretendo fazer uma resenha dele para o blog quando terminar) que me trouxeram insights incríveis sobre a questão do peso. Acho importante manter a mente aberta, mesmo quando temos convicção que um modo de alimentação é melhor para nós que qualquer outro.

To-do list:

  • Ler livros relacionados à dieta que você gostaria de fazer
  • Pesquisar em fontes confiáveis informações sobre os efeitos dessa dieta
Imagem retirada do Pinterest (sem fonte)

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Também foi importante obter acompanhamento médico durante todo o processo. Antes de começar a dieta, fui a um endocrinologista, a uma nutricionista e a um cardiologista, que me pediu exames de rotina. Por que isso é importante? Porque você precisa comparar os resultados no seu corpo, além do seu emagrecimento. Pouco mais de seis meses após começar a dieta, além de ter emagrecido 20kg, meu colesterol ruim tinha abaixado bastante e o colesterol bom, aumentado. Agora, imagine se o resultado fosse o contrário? Por isso é fundamental ter esse acompanhamento médico.

To-do list:

  • Marcar consultas médicas relacionadas
  • Contar com apoio profissional
  • Fazer uso de vitaminas, se necessário
  • Realizar exames iniciais
Imagem retirada do Pinterest (sem fonte)

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Além disso, conhecendo a dieta, você precisa saber que alimentos pode ingerir e procurar ter em casa somente esses alimentos. Se você mora com outras pessoas, a força de vontade precisa ser ainda maior. O que importa é que, tendo as opções permitidas na sua despensa, a chance de quebrar a dieta é muito menor.

To-do list:

  • Fazer uma lista de compras com os alimentos permitidos
  • Pesquisar receitas permitidas para variar sempre que enjoar de algum alimento
  • Deixe preparados com antecedência os lanches que levará enquanto estiver fora de casa (no trabalho, por exemplo)

O principal, sem dúvida, é ter muita força de vontade. Todos os dias temos oportunidade de sair da dieta. Nesse exato momento, estou morrendo de vontade de comer chocolate (ovo de páscoa de brigadeiro, nhamy). Mas vou comer? Não, nem pensar. Estou há quase um ano fazendo essa dieta e não pretendo jogar todo o meu esforço fora em detrimento de um alimento que eu já comi muito a minha vida inteira e sei que gosto tem. O crime não compensa. o principal item na sua to-do list, então, deve ser ter muita força de vontade! Mas, para se organizar, acredito que os três passos acima descrevam bem como eu fiz e continuo fazendo.

Outros passos incluem agendar uma rotina de exercícios físicos na agenda como se fossem compromissos (e são! com o seu corpo), sessões de estética para quem gosta e até mesmo a inscrição em algum grupo de estímulo à perda de peso específico. Ter apoio é bacana, pois a troca de informações com quem passa pelo mesmo que você sempre é enriquecedora.

E você, como se organiza para fazer uma dieta?

06 Mar 2013

Novidades de março no blog

novidades-marco

Todo mês eu posto no blog sobre as novidades que eu vou colocando por aqui. Desta vez, foram poucas modificações, mas achei importante postar aqui pois nem todo mundo pode ter reparado.

#1 Os posts de colaboradores passaram a ser guest posts, ou seja, posts de convidados. Dessa forma, não é necessário ser um colaborador fixo para participar – se você tiver vontade de publicar um texto aqui no blog, basta me mandar pelo formulário de contato que eu vou avaliar e, se for bacana, vou publicar. =) Gostaria apenas de dizer que recebo muitos textos de leitores (obrigada!), mas muitos acabam não entrando por já serem sobre temas abordados no blog ou em outros, exaustivamente. Então peço que não fiquem chateados caso o seu texto não seja publicado. O envio do texto não significa que o mesmo será publicado aqui obrigatoriamente, ok?

#2 Fiz algumas mudanças nas categorias ali em cima. Algumas pessoas notaram que o menu mudou, ficou estático um tempo, mas agora ele voltou a ser dropdown – ou seja, quando você passa o mouse por cima, ele mostra as outras opções. Por enquanto, tem sido a melhor maneira de dispor as categorias. Porém, saibam que eu estou estudando melhorias.

#3 Existe uma categoria nova no menu, chamada Você. A ideia é inserir ali o cantinho do leitor: textos enviados, fotos, dicas, antes e depois, responder dúvidas etc. Não sei se o nome é o melhor, mas por enquanto deixarei assim, está bem? Aceito sugestões de vocês. =) Essa categoria ainda está sendo construída, então há poucas subcategorias por enquanto. À medida que eu tiver um tempinho, vou categorizando os posts que já existem dentro dela.

#4 Algumas categorias tiveram seus nomes alterados. Organização virou Organize-se, Comece a se organizar virou Comece agora! e Simplicidade voluntária virou Simplifique! Pretendo fazer novas alterações, com o único objetivo de aproximar os temas da praticidade do dia a dia e para melhorar a navegação de vocês.

#5 Sobre os temas mensais, eles continuam, mas de forma mais sutil. O tema de fevereiro, Volta às aulas, trouxe uma enxurrada de posts sobre o assunto, o que acabou sobrecarregando o blog com um tema só. Com isso eu aprendi a usar os temas apenas para nortear o meu planejamento de posts, mas sem deixar claro aos leitores qual será. Os temas já estão definidos para o ano inteiro, mas vou procurar variar bastante os posts para que ninguém enjoe de determinados assuntos. O que é importante vocês saberem: para definir os temas, eu fiz uma pesquisa sobre épocas, estações, comportamento humano, entre outros fatores, para definir o que seria mais importante abordar em cada mês (relacionado a organização), de forma que os posts sejam intuitivamente sobre tais assuntos. Por exemplo, é claro que, em dezembro, vou falar sobre Natal, festas de fim de ano, planejamento para o ano seguinte, férias, porque é por isso que a maioria de nós passa nessa época. Também tentarei adequar o conteúdo, sempre que possível, aos nossos amigos do hemisfério norte, que vivem com estações ao contrário das nossas, para que ninguém fique de fora. Então um post sobre volta às aulas em setembro poderia ficar fora de contexto para nós brasileiros, mas fazer todo o sentido para quem mora nos Estados Unidos, por exemplo. Em junho, quando é nosso inverno, eu abordarei mais temas que envolvam atividades internas, pois ficamos mais em casa, nos abrigando. Enfim, são esses pequenos detalhes que eu utilizo para definir os temas.

Espero que tenham gostado das novidades.

06 Mar 2013

Faça você mesmo(a): porta-controles e porta-celulares

Oi, Thaís, tudo bem?
Meu nome é Luiz C. F. Pode me chamar apenas de Luiz. Sou professor de inglês e português, sou psicólogo e nas horas vagas faço artesanato. Bem, uma das minhas qualidades é ser organizado, gostar das coisas arrumadas. Afinal de contas, na bagunça perdemos tempo e qualidade de vida. Vi o seu blog no face de uma amiga. Acessei-o e fiquei ‘viciado’. Não chego aos seus pés quanto à organização e ideias. Tenho divulgado muito o seu blog e depois que comecei a visitá-lo fui tomado por um cuidado maior em querer ser melhor, mais organizado, ter mais qualidade de vida. À luz das suas ideias, lembrei que perdia – na própria sala de minha casa (risos tímidos) os controles da TV e do DVD, bem como os meus celulares. Assim, peguei a caixa do celular e fiz um porta-celular com folhas de scrapbook. Também fiz um porta-controle-remoto usando uma caixa de perfume. Apenas fiz uma modificação no interior da caixa para ficar mais alta e os controles ficarem visíveis. Anexei as fotos! Mesmo se não for selecionado para o blog, já fico feliz com esse contato e em estar trocando ideias e figurinhas com você. Ótimo fim de semana.
bjs

Antes

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Depois

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Oi Luiz,

Adorei o que você fez! Tenho certeza que todos os leitores do blog também vão se inspirar. O mais bacana desses “faça você mesmo(a)” é justamente mostrar como podemos aproveitar o que já temos em casa, que muitas vezes vai para o lixo, como uma ferramenta de organização. Parabéns e obrigada por ter participado. =)

Quer participar do Vida Organizada enviando uma dica, foto do seu cantinho ou outra sugestão? Entre em contato.

05 Mar 2013

Como se organizar para estudar em outra cidade

Este texto foi enviado pela leitora Anna Kuhl, do blog Creyssa Phyna.

Pensei em falar um pouco da minha experiência quando passei no vestibular e fui estudar em outra cidade, pois sei que muitos dos leitores do blog estão passando ou vão passar por este momento. As dicas também valem para quem já passou por esta fase, mas entrou em algum programa de pós-graduação, mestrado, doutorado, concursos, etc, em uma cidade diferente da que mora.

Trata-se de uma época de muitas escolhas e indecisão geral. Além de precisar administrar toda sua nova rotina de organização para os estudos, esta nova situação – estudar em outra cidade –  pode trazer vários novos rituais de organização diários, principalmente se você está morando sozinho pela primeira vez.

1. Informe-se

Quem está passando por esta situação precisa buscar reunir o máximo de informações possíveis, e existem muitos canais para isso. As redes sociais são o canal mais óbvio, mas este é o momento de não ter vergonha de escrever ou ligar pedindo ajuda pra qualquer parente-primo-cunhado-devigésimo grau possível, algum conhecido que já more na mesma cidade ou estude no mesmo lugar. Muitas vezes os próprios veteranos costumam preparar uma acolhida para os calouros, com informações e dicas para orientar os recém-chegados. Muitas universidades distribuem o chamado “kit-bixo”, um manual ou guia dos diretórios acadêmicos com várias informações úteis.

Pesquise também sobre a cidade, além dos limites da universidade.  Conheça possíveis pontos turísticos e lugares bacanas, mas também procure saber sobre hospitais, postos de saúde, delegacias, bibliotecas, postos de serviços públicos que você talvez possa precisar um dia, para tirar algum documento, por exemplo. Eu particularmente adoro conhecer os calçadões e centros da cidades, e saber exatamente onde posso encontrar vários tipos de produtos, como tecido, utensílios domésticos, artesanato, etc.

2. Onde e como morar

Esta talvez seja a questão que mais preocupa os recém chegados. Para quem vai pleitear a moradia universitária, recomendo ficar super atento à papelada e burocracia dos processos de seleção, que costumam não ser tão ágeis,  embora muitas universidades tenham programas de “adoção” de bixos, que cuidam para que ninguém fique sem teto nestas primeiras semanas.

Se você está disposto a morar sozinho e arcar com os custos, cuidado com as imobiliárias, leia e estude muito bem o contrato, principalmente quanto à questão do fiador ou seguro fiança. Existe ainda as opções de morar em locais parecidos com flats, em que você tem um quarto próprio mas divide áreas comuns como cozinha e sala.

Minha experiência foi morando em república, dividindo uma casa com até 8 pessoas, com muitas emoções, claro, mas sem grandes traumas. Acho que a principal dica se você quer dividir a casa com outras pessoas é procurar por perfis semelhantes ao seu, o que nem sempre significa colegas de curso. Não tenha medo de perguntar sobre a rotina da casa, sobre como fazem a limpeza, se dividem ou não o saco de arroz, se todo mundo paga junto o telefone ou cada um anota suas ligações e paga separado. É muito importante que você se sinta em casa e tenha liberdade de definir como as coisas são feitas ou pagas, afinal, esta será a sua casa também. Não precisa fazer um “roommate agreement” como o Sheldon Cooper, mas um bom acordo de convivência onde as regras são claras para todo mundo é o ideal.

NUNCA tome a decisão de onde morar por impulso, não fique desesperado achando que não vai ter onde morar, estude com calma as opções. Se você não tem certeza, fique “adotado” em alguma república  ou more em uma pensão até decidir, não assuma nenhum compromisso caso não tenha certeza, você corre o risco de se ver atado a um contrato de 1 ano em um apartamento que não curte, ou ainda em uma república com pessoas que não tem nada a ver com você.

Na hora de escolher a moradia, considere fatores como a sua segurança, às vezes um local parece lindo e seguro durante o dia, cheio de estudantes, mas quando você voltar para casa à noite do estágio é super ermo, por exemplo. Também pese a questão da logística do transporte, nem sempre o lugar mais perto da faculdade é o lugar mais conveniente para você, pesquise se há supermercados, farmácias, assim como ônibus ou possível sistema de caronas. Às vezes vale a pena morar em um lugar um pouco mais longe, que talvez saia mais barato, e pode ser mais perto da casa de outros colegas com quem você fará trabalhos até tarde, perto de possíveis estágios, ou mesmo mais perto da vida urbana da cidade, não deixando você isolado no campus, que muitas vezes costuma ficar bem longe do centro das cidades.

Se você for morar em um prédio, conheça as regras do condomínio, que podem ser super restritas quanto à mudança – alguns prédios não permitem que você se mude em dias da semana, por exemplo. Se morar em casa, conheça seus vizinhos, que nem sempre serão universitários como você, e podem dar informações sobre o bairro, principalmente sobre segurança.

Para mobiliar sua casa, os usados podem são uma ótima opção. Muitos formandos costumam vender suas peças em bom estado de conservação, o que pode sair bem mais barato que comprar na loja de usados, e são geralmente divulgadas em cartazes pelo campus ou nas redes sociais, não é difícil de achar. Em cidades universitárias, as lojas de móveis usados costumam às vezes superfaturar os preços no começo do ano, mesmo se a qualidade do móvel-objeto não estiver tão boa, fique atento. Em alguns casos, vale a pena sim comprar móveis novos, que você poderá doar ou vender quando se formar, pesquise bem as opções antes de comprar usado ou novo. Aqui também vale o acordo dentro da república: vocês podem todos dividir os valores dos móveis, ou cada um compra um, sempre bem combinado para não haver brigas na hora de desmanchar a casa.

3. Aproveite, interaja com a cidade!

Para concluir, acho que uma coisa bacana é assumir uma postura de interação com a cidade. Muitas pessoas costumam se fechar e passar o mínimo de tempo possível durante os 4 ou 5 anos da graduação se envolvendo com a cidade. No começo pode ser assustador, mas com alguma informação e companhia, desbravar sua nova cidade pode ser muito prazeroso. Conheça o centro, praças, pontos turísticos. Convide seus novos colegas de curso para se juntar a você.

Dependendo do seu curso, pode ser que surja tempo livre para administrar nos primeiros semestres – enquanto não começam os estágios, iniciação cientifica, etc. Que tal aproveitar este tempo para descobrir um novo hobbie: andar de bicicleta pela cidade, que talvez seja mais pacata que a sua de origem … Fazer um curso de corte e costura, conhecer a biblioteca, desvendar a piscina do campus, começar a treinar ou entrar nos times esportivos, participar de cursos, grupos de atividades culturais como coral, teatro, fotografia.

Muitas cidades do Brasil tem unidades do SESI ou do SESC, onde você pode se inscrever como usuário, participar de cursos, assistir à sessões de cinema ou peças de teatro, sempre com preços muito amigos. Muitas cidades universitárias tem uma vida cultural muito agitada, com shows, cineclubes, teatro, encontros ao ar livre, e não necessariamente só baladas. Muita gente volta quase todo final de semana para casa, por conta de visitar família ou namorado/a, que tal inverter e convidá-los a conhecer sua nova cidade ?

E vocês, que dicas tem sobre o assunto ? Quem já passou ou está passando por esta situação, compartilhe com a gente nos comentários!

04 Mar 2013

Ideias da Martha Stewart para jantares que as crianças gostem

Veja algumas ideias de pratos para fazer para a criançada. Eu gostei tanto que precisei compartilhar com vocês. <3

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Pedacinhos de peito de frango cortados em tiras e empanados em casa podem ser comidos até mesmo com as mãos, junto com legumes selecionados.

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Espaguete com almôndegas é campeão lá em casa. Na sua casa também?

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Hambúrgueres caseiros e menores são perfeitos para crianças pequenas que ainda não conseguem segurar um sanduíche muito grande. faça o hambúrguer em casa! Você só precisa de carne moída e sal a gosto.

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Macarrão com bastante queijo!

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Mini-pizzas de espinafre com queijo. Você também pode usar mini-pão sírio para a massa.

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Arroz de forno com frango e legumes.

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Qualquer torta bem apetitosa agrada sempre qualquer paladar.

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Franguinho à parmeggiana com penne e brócolis. Hmm!

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Coxinhas da asa de frango assadas, para comer com a mão mesmo.

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Burritos com recheios variados!

Para fazer todos esses pratos, não é necessário ter receita, pois são bastante simples. Caso você tenha alguma dúvida mesmo assim, basta buscar no Google qualquer receita em questão que aparecerão diversas páginas com receitas diversas. Isso também é muito bom para buscar novas ideias. =)