29 Jul 2014

Planejando algo especial para o Dia dos Pais

Eu acredito que datas como o dia das mães e o dia dos pais sejam datas para a família passar junta. A gente já tem um dia a dia tão corrido – apesar de serem datas comerciais, vale a pena fazer um esforcinho para fazer algo juntos nesses dias.

Não costumamos inovar muito nessas ocasiões. Em geral, fazemos um almoço diferente (em casa mesmo, porque os restaurantes ficam lotados), um passeio simples e providenciamos um presente legal. Neste post, vou dar algumas sugestões para você preparar algo especial nesse dia, sem complicar.

Comida

Gosto de preparar um almoço em casa, para evitar sair (estamos no inverno, então pode estar bem frio no dia). Além disso, os restaurantes costumam ficar muito cheios, quando os valores não estão mais altos. Almoçar em casa também é mais intimista e, se você se animar, pode receber mais pessoas (como seus próprios pais, cunhados etc). Se você gosta de cozinhar, pode preparar uma sobremesa no dia anterior e, no domingo, fazer algo bem gostoso, sem complicação. Não faço indicação de receitas porque acho legal fazer os pratos preferidos do papai, e eles variam muito. Se não quiser cozinhar, pode encomendar em algum lugar perto da sua residência (e que você confie) ou contratar alguém para preparar no dia. Claro que tudo isso depende do investimento financeiro que você pode fazer. Se o encontro tiver mais pessoas, você pode inclusive requisitar ajuda para a limpeza depois. Ninguém merece perder a tarde de domingo limpando a cozinha em vez de ficar com a família! Se precisar cuidar dessa parte, tente agilizar ou deixar para mais tarde algumas atividades mais demoradas (como limpar o fogão, por exemplo).

Passeio

Em datas comemorativas, os lugares no geral costumam ficar muito mais cheios. Cinemas, por exemplo, podem ser impossíveis de entrar. Portanto, planeje com antecedência. Se quiser ir a um cinema, teatro ou restaurante (se não almoçar em casa), reserve, compre ingressos antes, dando preferência a cadeiras numeradas (para não precisar pegar filas). Um passeio que gosto bastante de fazer é passear em parques (no calor) e em museus diferentes (no frio). Há muitas opções nas nossas cidades e em cidades vizinhas. Vale a pena pesquisar para fazer algo bacana. Por mais frio que esteja, apenas ficar em casa pode deixar a sensação de deixar a data passar batida. Mesmo um simples cinema pode animar a família, mas tome cuidado para não se estressar com a fila nos estacionamentos do shopping!

Presente

Não recomendo presentes tipo “presente do papai” ou outros que já “vêm prontos” porque passam a impressão de que a gente não precisou ter um cuidado para comprar. Todo presente vale mais quando a gente busca fazer algo especial, personalizado para a pessoa. No caso dos pais, é legal encontrar algo que tenha a ver com seu estilo de vida e dar um presente que deixe a pessoa surpresa de maneira positiva. Algumas ideias:

  • Montar um kit de coisas que ele gosta. Por exemplo, se ele gosta de carros, montar um kit para cuidar do veículo, dentro de uma caixinha charmosa. Se ele gosta de cinema, um box com filmes preferidos e um livro sobre cinema, por exemplo. Se é músico, um DVD da banda que ele gosta ao vivo e um livro sobre o estilo musical favorito. Se ele adora um churrasco, pode ser um jogo de facas legal e um avental divertido. Seja criativa(o)!
  • Se não quiser dar nada específico, monte um kit mais genérico, mas que sempre tem utilidade: um kit com produtos para se barbear. Você pode colocar sabonetes e cremes à base de calêndula, que suavizam os efeitos da lâmina na pele, loções, um pincel melhorzinho, um aparelho etc.
  • Alguns presentes funcionam sempre bem: um livro, um DVD, um CD, moleskines com assuntos (gatos, jardinagem, cinema, livros, restaurantes), uma garrafa de vinho, roupas mais caras, acessórios diversos.

Mais importante que o presente em si, é o cartão que você pode escrever. Se for seu marido e vocês tiverem filhos, faça algo especial junto com as crianças. Dependendo da idade, dá para ter ideias. Se for um bebê, você pode fazer uma marquinha com o pezinho dele e tinta guache não-tóxica, por exemplo. Se for criança, pode desenhar ou escrever “eu te amo”. Essas coisas são clichês, mas fazem parte, e todo pai se emociona. Se você for adulto(a) e for seu pai, escreva uma carta amorosa, falando sobre a sua vida, ou escreva um poema, se fizer o tipo dele. Escrever algo à mão sempre é mais pessoal e uma lembrança bacana de ser guardada.

Não precisamos complicar para fazer do Dia dos Pais algo significativo. Com um pouco de antecedência, dá para preparar um dia que seu marido ou pai vai se lembrar, e você também. Esses momentos deixam a nossa vida mais feliz.

28 Jul 2014

O que eu aprendi sobre produtividade com Tim Ferris: parte 2

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Este é o segundo post da série O que eu aprendi sobre produtividade com Tim Ferriss, esse cara incrível com dicas tão bacanas sobre a vida. Você pode conferir o primeiro post clicando aqui.

“O diferente é melhor quando é mais eficiente ou mais divertido.”

Desta vez, eu gostaria de falar sobre desafiar as regras que o mundo nos impôe. Parece clichê? Vejam o que o Tim nos diz:

Regra nº 1: O objetivo é se aposentar um dia e curtir a vida
Desconstrução da regra: A aposentadoria como plano B

Nós costumamos ver a aposentadoria como algo inevitável, que acontecerá quando formos idosos, depois de trabalharmos a vida inteira e poder finalmente dedicar os anos restantes a viagens, jogos de cartas e bailes dançantes. O que o Tim nos propôe, no entanto, é que a aposentadoria seja encarada como um seguro de vida – algo para usarmos caso a gente realmente precise, se a gente não tiver mais condições de trabalhar e ganhar dinheiro.

Por que ter a aposentadoria como um desejo é esquisito?

Primeiro, porque parte do pressuposto que odiamos o que fazemos. Que queremos nos ver livre do trabalho e que só então poderemos fazer coisas legais e divertidas. Ou seja: a época em que a gente tem mais vigor físico, saúde, disposição e vontade de fazer as coisas, a gente está jogando fora se matando de trabalhar por um futuro que talvez nem chegue. E, se chegar, em que condições estaremos? Terá valido a pena fazer desse jeito, desperdiçando tantos anos? Em que condições estaremos para viver o que desejamos viver agora?

Segundo, porque quem conhece alguém que tenha se aposentado, sabe dizer que a maioria não se aposenta mantendo o padrão de vida que tinha antes. Se a pessoa economizou dinheiro a vida toda e fez um fundo de previdência privada ou tem realmente bastante dinheiro, isso nunca foi um problema para ela. Porém, mesmo nos casos de previdência privada, você não terá tanta renda quanto antes, com raríssimas exceções. Mesmo que seja, sua fonte esgotou e agora você está apenas gastando, e tomara que viva ainda muitos anos, certo? Ou você calculou para receber somente alguns poucos anos? O cenário comum é a gente estar bem velhinho e diminuindo bastante o nosso padrão de vida, apenas pagando contas. Então, tudo aquilo que a gente sonhava – viajar, conhecer o mundo, curtir a vida -, cadê? Não dá para fazer porque o dinheiro da aposentadoria mal dá para os remédios e o plano de saúde extremamente necessário.

Terceiro, se você conseguiu juntar muito dinheiro para se aposentar, pode ser que você seja daquelas pessoas que amam trabalhar e que nunca vão conseguir parar de vez, sempre exercendo uma ou outra atividade remunerada, mesmo depois da aposentadoria “oficial”. Isso faz cair por terra a ideia de esperar até parar na aposentadoria.

É bom ter um fundo de pensão com quantia suficiente para se manter caso algo de ruim aconteça? Claro! Mas isso não significa que você deva ter a aposentadoria como objetivo – apenas como um plano B.

Regra nº 2: Trabalhar agora para descansar depois
Desconstrução da regra: Precisamos alternar trabalho e descanso

Se nós dormirmos oito horas todas as noites e trabalhamos dez, isso significa que dormimos 2920 horas por ano e trabalhamos 3250 (estou contando os finais de semana, porque fazemos coisas em casa também). Será que, em vez de dormir oito e trabalhar dez todos os dias, a gente poderia dormir essas 2920 horas seguidas (121 dias) e depois trabalhar as outras 3250 (135 dias) direto, sem parar? Claro que não. É uma conta até ridícula. Isso só mostra que precisamos alternar nossas atividades, sejam quais forem. Usei sono e trabalho porque é o que quero mostrar aqui: precisamos alternar descanso e trabalho.

Se achamos a sugestão acima tão absurda, então por que fazemos isso com a nossa vida? Por que trabalhamos durante 30 ou 40 anos para achar que conseguiremos descansar quando nos aposentarmos?

O que o Tim sugere é que a gente distribua “mini aposentadorias” ao longo da vida, em vez de deixar tudo para o final – assim como fazemos diariamente. O livro inteiro dele é sobre como ter um estilo de vida que proporcione autonomia e mobilidade a fim de que você consiga fazer isso.

Regra nº 3: Tem que mostrar serviço!
Desconstrução da regra: Querer trabalhar menos não significa preguiça

Não! Significa que queremos 1) gostar do que fazemos, 2) fazer o necessário, e não se manter ocupado apenas para provar algo para a sociedade e 3) dedicar nosso tempo a outras atividades que também gostamos. Isso não é ser preguiçoso, mas saber aproveitar o tempo. Ele inclusive escreve uma frase que uso muito desde que eu li, que é: “foque-se em ser produtivo em vez de focar-se em estar ocupado”.

Não é verdade? Quantas vezes não nos pegamos fazendo atividades irrelevantes e, ao final do dia, percebemos que não fizemos nada do que tínhamos para fazer? Muitas vezes, ficamos apenas apagando incêndios e trabalhando em cima de demandas de última hora, e o único resultado disso tudo é se manter ocupado e deixar a vida passar. Ser produtivo significa investir seu tempo naquilo que é realmente importante.

Acho muito engraçado como algumas pessoas ainda têm a cultura de achar que, porque fazem hora extra, estão “mostrando serviço” para a empresa onde trabalham. Para mim, o que elas estão mostrando é que não sabem administrar o tempo que têm! E não sou só eu que penso assim. Além da imagem que passam, também fica a frustração de estarem ocupando espaço da família, da vida pessoal, com mais trabalho, além das outras horas já dedicadas a isso. A pessoa tem que tomar uma atitude e sair dessa, senão a vida passa e ela não faz nada!

Regra nº 4: Ouça o que estão te dizendo antes de tomar decisões
Desconstrução da regra: Não peça permissão – peça perdão

Essa recomendação é libertadora, minha gente. Você já teve que tomar uma decisão que envolvia outras pessoas? Ou, pelo menos, ficou com receio de como as pessoas ao seu redor (chefe, família, amigos) reagiriam? Bom, o que o Tim diz é: se sua decisão não for devastar todo mundo ao seu redor, faça o que precisa ser feito e depois se justifique. Por quê? Porque a maioria das pessoas tem medo de mudanças. Todos nós somos treinados para ficar na situação mais confortável, mais fácil, pela lei do menor esforço, com mais benefícios. Se algo ameaçar essa ordem, a reação natural será dizer não e desencorajar, mesmo sem querer.

Mais para a frente no livro ele pergunta assim: o que de pior pode acontecer caso você faça aquilo que quer fazer? Pense no pior cenário. Se realmente for prejudicar intensamente as pessoas que dependem de você ou que estão ao seu redor, repense, busque alternativas. Porém, se for tudo contornável, não peça permissão – faça e peça perdão, se precisar.

Regra nº 5: Trabalhe os seus pontos fracos
Desconstrução da regra: Pare de focar tantos nos seus pontos fracos e utilize seus pontos fortes a seu favor

Por que a gente passa a vida inteira tentando ser menos gordo(a) em vez de enfatizar os pontos fortes da nossa aparência? Por que passamos anos tentando aperfeiçoar o nosso inglês em vez de estudar mais a nossa língua materna? Existem milhões de coisas a se fazer e habilidades para aprender no mundo, assim como existem muitos defeitos e muitas qualidades. Por que em vez de investirmos tanto esforço tentando mudar quem nós somos, nós não fazemos isso para potencializar o que temos de melhor?

O que temos de mais forte, se desenvolvido, tem potencial gigantesco e pode ser o nosso grande diferencial. O que temos de mais fraco, se focarmos no seu desenvolvimento, além de chamarmos a atenção para o problema, conseguiremos ser apenas medíocres nas melhorias.

Ninguém está dizendo para deixar um ponto fraco de lado, mas apenas para investir esforço maior naquilo que você faz de melhor, não de pior. Às vezes a gente deixa de lado algo que é legal, que é bom para a gente, onde nos damos bem, apenas para melhorar algo que não é. O resultado disso é desânimo, frustração e sensação de incapacidade.

Regra nº 6: Bom mesmo é ficar sem fazer nada
Desconstrução da regra: Cuidado com os excessos

O Tim não propôe todo o sistema de produtividade dele para a gente ficar com o tempo livre. Excesso de tempo livre é tão chato quanto excesso de ocupações. O que ele propôe é um bom uso do tempo, seja para trabalhar, para descansar ou para fazer qualquer outra coisa que quiser. O objetivo não é ficar sem fazer nada.

Regra nº 7: O importante é ganhar dinheiro
Desconstrução da regra: Saia da roda do dinheiro

Estamos presos a uma roda do dinheiro. Trabalhamos para pagar contas ou juntar dinheiro para comprar coisas, pagar impostos e arcar com imprevistos. Além disso, usamos o dinheiro como desculpa para a maioria das nossas decisões. “Ah, eu faria isso se tivesse mais dinheiro”. A maioria das coisas que queremos fazer depende menos de dinheiro do que a gente imagina. No geral, queremos viver uma vida de riqueza financeira e, quando paramos para pensar no que realmente queremos, são coisas que não demandam tanto dinheiro assim. “Gostaria de trabalhar em casa” ou “queria estar em uma vila da Bahia pescando e dormindo na rede”.

No geral, passamos a vida nos preocupando com o dinheiro. Como podemos mudar isso? Usando nosso tempo de maneira produtiva. Isso significa usá-lo bem e deixar de dar desculpas que envolvam dinheiro para não fazê-lo. Por exemplo, talvez você diga que não faz exercício físico porque não tem dinheiro para pagar uma academia mas, se parasse de perder tempo embaralhando pastas de e-mails todos os dias de manhã, talvez conseguisse correr um pouco no parque antes de ir trabalhar.

Regra nº 8: Aumentar o salário e economizar dinheiro com o que puder
Desconstrução da regra: Comece a pensar em sua renda relativa

É comum a gente pensar: “ganho um salário de R$5.000″. Bem, se você ganha cinco mil reais por mês e trabalha dez horas por dia, isso significa que você ganha 25 reais por hora. Parece muito? E quando você faz hora extra e não é remunerado por isso, então? Compensa? Compensa trocar uma hora do seu dia por 25 reais a mais no seu salário? E quando nem recebe essa hora? Nossa…

Passe a ver seu tempo a partir dessa perspectiva. Cada vez que você perde uma hora de trabalho, está perdendo 25 reais. Ou então, se precisar decidir o que fazer com a sua próxima hora, analise o que vale esses 25.

Esse é o motivo pelo qual muitas pessoas estão deixando seus empregos enlouquecedores para ganharem menos (teoricamente) e trabalharem menos horas por dia. Muitas vezes, ganha-se mais por hora do que estaria se estivesse trabalhando mais tempo. A grande questão é: o que você faz com o tempo restante?

Também gosto de usar essa reflexão para tomar decisões na minha vida. Se eu recebo 25 reais por hora de trabalho, quanto terei gasto se perder oito horas do meu sábado fazendo faxina na casa? 200 reais. Quanto custa uma diarista? 100? Pois bem, então se eu pagar uma diarista, é como se eu estivesse economizando 100 reais e ainda teria essas oito horas para ficar com a minha família e fazer outras coisas que eu gosto. Entendeu a conta?

Faça a sua agora: calcule quanto vale a sua hora de trabalho de acordo com os seus ganhos mensais. Depois, divida pelas suas horas trabalhadas (se você trabalha em uma empresa, calcule pelo seu horário oficial – não conte as horas de trabalho em casa, por exemplo). O total que você ganha por hora trabalhada é o que deve servir como fator de decisão para você investir seu tempo de agora em diante. O exemplo da diarista foi apenas um, mas pode ser aplicado a qualquer outro. Faça o teste!

E o legal é usar isso como parâmetro para buscar melhorias. Se você ganha 25 reais por hora, por exemplo, sabe que, se conseguir um trabalho ganhando 30 reais por hora, mesmo que trabalhe menos horas por dia, compensará mais do que ficar onde está, pois o restante do tempo poderá seu usado a seu favor.

Regra nº 9: Estresse é uma coisa ruim
Desconstrução da regra: Aprenda a diferenciar os tipos de estresse

Existe o estresse bom e o estresse ruim. O estresse ruim é aquele que deixa a gente fraco(a), desanimado(a), se sentindo menos confiante e menos capaz. Um trabalho desestimulante, um chefe que faz críticas destrutivas, pisa na bola, prazos absurdos e brigas no trabalho causam estresse. Nós devemos evitar esse estresse ruim.

O estresse bom, no entanto, é aquele momento de “rush” que passamos de vez em quando. Trabalhamos sob pressão, mas nossa adrenalina vai a mil. Ou então, o trabalho pode ser cansativo, mas você sabe que ele é necessário para você chegar em determinado ponto. Quando brigamos com o nosso chefe por algo que consideramos certo (e diferente do que ele está fazendo), por exemplo. Ou quando acordamos cedo no inverno para ir malhar na academia. Esse é o tipo de estresse bom, que não devemos evitar. Ele, aliás, é inevitável e fundamental para o nosso crescimento em todos os aspectos.

E aí, estão gostando da série? Adoro como o Tim nos ensina a desconstruir nossas regras e a pensar de maneira diferente, mais efetiva, mais produtiva! O que vocês acham dessas regras que ele desconstrói?

Até o próximo post.

27 Jul 2014

Instagram da semana {8}

Sei que estava um pouco atrasada com o Instagram da Semana, mas tive um motivo: estava sem celular! Fui trocar minha linha de Campinas de pós para pré-paga e a operadora se confundiu, cancelando a linha de vez. Fiquei sem celular até conseguir normalizar (com uma nova linha) e essa semana pude voltar a postar normalmente. Acompanhe!

instagram-semana-8

As últimas semanas vêm sendo bem corridas porque ainda não nos mudamos e toda a nossa rotina já está em São Paulo, especialmente meu trabalho. Na semana passada, eu comecei com uma reunião na editora sobre detalhes do lançamento do livro. Depois, tive um ensaio do meu treinamento junto com a equipe da Call Daniel. Venho me dedicando MUITO a isso! Também passei um único diazinho em Campinas, quando aproveitei para tomar o delicioso sorvete de ninho trufado da sorveteria Sergel, do qual sentirei saudades. No mesmo dia, levamos o filhote na Fnac Pinheiros para um show da banda All You Need Is Love, cover dos Beatles. Ele amou! Está bem frio e tem sido divertido vestí-los com roupas coloridas e touquinhas variadas.

No dia seguinte, participei de um evento da editora para livreiros e fiz uma palestra com algumas dicas de organização e conversei com eles sobre o meu livro. Fiquei super, super gripada (ainda em recuperação) e sem voz depois disso (ainda bem que foi depois!) e, além de trabalhar em um lugar que eu adoro (Santo Bolo, no Sumaré), encaixotei mais algumas coisas para a mudança! Ufa!

E a próxima semana promete bastante agitação também! Nos vemos no próximo Instagram da semana! Se quiser acompanhar em tempo real, clique aqui e me siga por lá!

Boa semana para vocês!