
Quando nós estávamos de mudança, eu recebi de presente o livro ”Estamos de mudança: um guia para famílias em mudança de casa, de cidade, de país”, da autora Alicia Macedo, e ele caiu como uma luva para o momento em que estávamos vivendo.
O que eu mais gostei do livro é que ele não é um livro com dicas práticas. Sim, elas estão presentes, mas o livro fala mais sobre o processo de mudança e o que isso causa nas nossas vidas. Nos prepara para essa transição, especialmente para quem muda de cidade ou de país, e esse é um assunto que não vemos sendo abordado de forma tão comum por aí, apesar da importância.
Dizem que uma mudança é um evento tão traumático na vida da pessoa quanto a morte de um ente querido, e só passando por isso para entender como essa afirmação é verdadeira. Mas como saberíamos, sem nunca ter passado por situação semelhante? Então o livro toca nesse assunto delicado e propôe alguns direcionamentos.
O texto flui de forma fácil e a leitura é rápida. Voltado para a mudança feita por famílias, a autora foca muito na importância da mãe como equilíbrio durante todo o processo. E nunca tira de vista o equilíbrio familiar como um todo, o que pode ser um alívio para quem estiver passando pela mesma transição.
“Apesar do trabalho e do estresse envolvidos, a transição da mudança pode ser um tempo bom para a família. Entretanto, para que isso aconteça, os filhos devem tem prioridade em termos de planejamento e envolvimento. A mudança pode ser uma oportunidade ímpar para a família se unir, reavaliar a dinâmica da vida, olhar para trás e rever as boas memórias, bem como olhar para frente com expectativa e esperança”
Este e outros trechos do livro podem ser lidos neste link. Para saber mais informações, visite a página do livro no site da Editora Ultimato.
Este post é um publieditorial.


Olá,
Adorei a dica do livro!
Qdo me mudei, chorei sem motivo (estava feliz por morar sozinha mas ao mesmo tempo triste por deixar a casa anterior)
Mudei por causa do trabalho (perdia muito tempo no trânsito). De repente, eu tinha tempo sobrando e não sabia o q fazer c/ele – rs.
Depois de alguns meses, percebi q ao anoitecer meu rosto esquentava e ficava vermelho (imagine estar num shopping/supermercado c/o rosto pegando fogo? É incômodo!)
Fui no dermatologista q além de receitar uma pomada, sugeriu q eu fosse mais vezes lá, q eu precisava conversar, fugir da solidão (êpa! então a tal alergia tinha fundo psicólogico? sim, sim e sim – rs)
Bjos,
Como uma pessoa que passou pelas duas situações, acredito que a comparação da autora sobre a mudança ser tão traumática quanto a morte de um ente querido é uma comparação muito infeliz. Não tenho filhos, o que elimina uma parte do desespero, e concordo sim que seja taumático, mas é um trauma que ajuda as pessoas a se conhecerem melhor e que o desespero, os choros, a raiva e tudo de ruim passa muito rápido depois que está tudo em seu lugar, fica só a saudade que vai diminuindo conforme a relação com aqueles que ficaram pra trás vai se ajustando… mas com a morte da minha mãe posso dizer que, poutz, não tem comparação. Essa citação me fez desistir de comprar o livro, mesmo passando novamente pelo processo de mudança.
Thais, estou realmente ansiosa e ao mesmo tempo ansiosa para me mudar de cidade, de vida solteira para casada, mudar de trabalho (localização). Este livro pode ser a minha saída para que eu possa me tranquilizar e me adaptar melhor, afinal será uma mudança e tanto na minha vida! Obrigada pela dica! Vou comprar! Beijos, Erika/SP