Minha vida

Saiba mais sobre a minha vida como blogueira, nosso apartamento e outras coisinhas.

09 Sep 2014

Como tem funcionado a minha capacitação como instrutora da Call Daniel

Desde que comentei que uma das minhas atividades atuais é ministrar treinamentos sobre o GTD na Call Daniel, alguns leitores têm me pedido para escrever um pouco sobre como tem sido o meu processo de capacitação, pois postei bastante sobre isso nas minhas redes sociais. No geral, funciona assim: para ser instrutor GTD, o processo é longo e super bem organizado, porque o foco é total na qualidade. O que aconteceu no meu caso é que eu já utilizo o GTD há muitos anos (oito, para ser mais exata) e também já trabalhava como professora e palestrante, o que ajuda em termos de experiência. Porém, foi tudo muito intenso e, agora que já estou “formada” (mas sempre aprendendo, claro), perguntei para o Daniel se eu poderia falar sobre a capacitação aqui no blog e ele disse que sim (tinha um pouco de receio de expôr algum processo interno da empresa, mas ele achou ótima a ideia, pois assim mostra como uma pessoa se torna instrutora da Call Daniel).

Como começou

Inicialmente, eu precisei assistir muitos treinamentos, com todos os instrutores já consagrados. O legal da Call Daniel é que as empresas que contratam a gente são empresas que querem melhorar a qualidade de vida dos funcionários, ensinando-os a serem produtivos, então todas elas já têm programas muito legais de aprendizado, de integração e outras para formar bem cada colaborador. Há empresas gigantescas, com espaços voltados ao aprendizado, assim como empresas menores, que não se limitam para fazer acontecer. Em todas elas, a sensação de participar do treinamento é emocionante, de verdade. Algumas pessoas já são organizadas, outras nunca ouviram falar em método algum, mas tem pré-disposição a se organizarem, enquanto outras sofrem com a falta de organização e usam o treinamento para aprenderem a equilibrar todos os projetos da vida. Não é raro termos depoimentos que nos comovem ao final de cada treinamento, porque quando a gente se organiza, consegue diminuir muito o estresse e ter mais qualidade de vida.

O mais interessante de assistir diversos treinamentos é você conhecer não só a cultura de cada empresa, como a forma de transmitir o conhecimento de cada instrutor. Ver o Daniel em ação é sempre bacana, aprendo muito. O Márcio envolve a turma. A Renata é uma mãezona, sabe citar exemplos pessoais como ninguém e aproxima todos os participantes. A Joice é super didática e pontual. O Jacques parece aquele amigo batendo um papo com você, enquanto te ensina a fazer tudo da melhor forma possível. Dá para se sentir parte de uma família, e acho que é mesmo. Enquanto assistia esses treinamentos, me perguntava muitas vezes como seria o meu estilo como instrutora. Será que alguém já sabe me dizer?

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Ser palestrante, se comunicar com um público, é uma atividade maravilhosa. Toda vez que eu vou ministrar um treinamento ou fazer uma palestra, fico um pouco nervosa antes. Basta entrar e me apresentar, contar minha história e ver os sorrisos no rosto das pessoas, eu passo a fazer parte daquele grupo, de igual para igual. É uma sinergia que só quem já deu aula sabe. E chegar ao final de um treinamento sabendo que eu ajudei pelo menos uma pessoa a se organizar melhor é algo que me deixa imensamente satisfeita.

A preparação

Mas então, depois de assistir os treinamentos (e gravar o áudio, o vídeo, fazer muuuitas anotações), eu deveria montar o meu script. O script é uma espécie de roteiro com tudo o que eu vou falar no treinamento. O Daniel trabalha com ilhas de conteúdos, ou blocos, então eu deveria montar uma proposta de script com base nesses blocos de assuntos e ir treinando em cima deles. Ao mesmo tempo, eu também deveria gravar alguns vídeos, para que o Daniel pudesse avalisar postura, dicção, gestos e outros detalhes. Isso foi um grande aprendizado para mim. Gravar os vídeos foi a parte mais trabalhosa de todo o processo, especialmente porque eu estava de mudança na época, mas deu tudo certo. Hoje, já faço tudo muito diferente do que gravei, pois aperfeiçoei meu script, mas os gestos continuam os mesmos. Foi bem importante essa etapa.

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Também aconteciam “relâmpagos”, que é como a equipe chama algumas webconferences que fazemos via Skype com o Daniel e mais um instrutor, a fim de avaliar a performance do instrutor em formação. Então eu, por exemplo, entrava no meu relâmpago e deveria ministrar meu treinamento ao vivo durante alguns minutos. Eles ouviam e, se tivessem alguma correção, toque ou comentário, bastava falar. Eu fiz alguns pares de relâmpagos e gostei muito do resultado. O que eu mais gostei da capacitação é que não havia ponto sem nó – cada etapa foi muito bem planejada e tinha sua função. O Daniel corrigiu muitos detalhes importantes durante esses relâmpagos, especialmente com relação ao script. Ele me deu toques preciosos como “valorize mais a sua história” ou “cuidado para não passar a parte conceitual muito rápida, pois você já usa o GTD há muitos anos, mas a maioria das pessoas nunca ouviu falar nisso”.

Enquanto tudo isso acontecia, eu refinava meu script para que ele ficasse cada vez mais adequado (afinal, existe uma certificação a zelar – a Call Daniel é a única certificada pela David Allen Company a ministrar treinamentos sobre o GTD no Brasil), mas sem perder a minha cara, o meu estilo.

Meu primeiro treinamento

Depois desse processo inicial, foi agendado o meu primeiro treinamento: eu ministraria a parte da manhã (o treinamento, no geral, tem oito horas de duração) e um outro instrutor, a parte da tarde. Acredito que tenha me saído bem, mas ainda faltava bastante conteúdo a ser aperfeiçoado, especialmente na parte técnica da ferramenta utilizada (Outlook). Portanto, o treinamento ao vivo foi essencial para eu ver onde deveria focar meus esforços. Até comprei um Office 2013 para o meu novo PC, que comprei exclusivamente para trabalhar melhor em casa e me adaptar à ferramenta.

Meu segundo treinamento aconteceu algum tempo depois e já seria de um dia inteiro. O treinamento de um dia inteiro era um pouco mais complicado porque implica em (vejam só) gerenciamento preciso do tempo. Não dá para correr com os assuntos, assim como não dá para ir muito devagar, senão corre-se o risco de chegar ao final do dia sem conseguir passar todo o conteúdo! Para ajudar, um instrutor me acompanhou e fez muitas anotações ao longo do dia, para que tudo corresse bem – o que aconteceu, felizmente. Aliás, uma das particularidades da Call Daniel que eu mais gosto é essa coisa de sempre ter mais de um instrutor em sala (sempre tem pelo menos mais uma pessoa da equipe). Isso permite que a turma toda receba atenção (por exemplo, se o instrutor está atendendo alguém, a outra pessoa da equipe pode ajudar outra pessoa com dúvidas), além de sempre aperfeiçoar os treinamentos, pois a pessoa que dá suporte também faz anotações, registra ocorrências e compartilha suas percepções. Isso é muito rico!

Por fim, depois desse segundo treinamento, eu ministrei três seguidos que deram muito certo. Algo que me ajuda muito é estudar o perfil da turma um tempo antes e repassar o script de acordo com as suas necessidades, fazendo pequenas modificações, se necessário. Por exemplo, uma turma de gestores tem um perfil (e necessidades) diferente(s) de uma turma de analistas jr, e essas necessidades não podem ser ignoradas. Repassar o script também me deixa calma, segura para ministrar o treinamento. Então tem dado muito certo, porque procuro seguir rigorosamente o tempo para cada bloco e envolver bastante os participantes ao longo do curso.

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Depois dessa maratona, eu já fazia parte oficialmente da turma de instrutores e estava apta a ministrar os treinamentos. Vale citar que toda turma recebe uma avaliação do curso (que envolve avaliação do professor) e felizmente minhas notas foram sempre boas. Isso motiva muito e toda a equipe celebra esses resultados com todos os instrutores. São todos muito apaixonados pelo que fazem.

A rotina

Todo instrutor também tem um kit para usar nos treinamentos. Eu deixo o meu dentro de uma maleta personalizada (que foi presente de uma leitora) e contém cabo, adaptadores de tomada e VGA, carregadores, laser pointer (caneta de passar slides e apontar coisas na tela com laser), fita crepe (para pendurar folhas do flipchart) e canetas pilot reservas. É muito útil deixar tudo separadinho e organizado para acessar facilmente quando, como diz o Jacques, é “dia de treinamento“. :)

Quinzenalmente, é realizada uma reunião da equipe de Learning, onde todos discutimos os projetos em andamento, falamos sobre as necessidades das turmas, identificamos possíveis mudanças e melhorias, além de definir que instrutor vai em cada treinamento. A cada semana, a Call Daniel realiza muitos treinamentos, muitos mesmo. Portanto, não dá para definir os instrutores com uma antecedência maior do que essa (a não ser que sejam casos muito específicos), pois as situações mudam muito. Por exemplo, se a Renata vai dar um treinamento no Rio de Janeiro e for marcado outro para o dia seguinte, claro que compensa mais ela ficar por lá e fazer os dois. Pode parecer óbvio mas, no dia a dia, com tantos agendamentos, pode confundir. Então nos reunimos quinzenalmente para fazer o tetris com a agenda de todos e definir quem ministrará cada treinamento. No geral, cada instrutor faz, em média, dois treinamentos por semana. O Daniel é muito preocupado com a qualidade e não quer sobrecarregar ninguém.

Minha rotina de aprendizado nunca termina. Quando não é dia de treinamento, eu sempre gosto de dar uma ensaiadinha em algum ponto do meu script, para não esquecer. Também pesquiso muito sobre pedagogia empresarial, educação para adultos, psicologia de grupos, técnicas de oratória, entre outros assuntos relacionados, para sempre me aperfeiçoar. Hoje, ministrar treinamentos, workshops e palestras é o meu negócio principal, então eu preciso me dedicar bastante. Gosto de ver palestras no YouTube e do TED, para me inspirar e tirar ideias. E estou sempre relendo os livros do David Allen porque – incrível – sempre que releio aprendo alguma coisa nova. Esse cara é o cara.

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E é isso. É bastante trabalhoso, mas é um trabalho que traz muitas realizações. Como minha missão é inspirar as pessoas a serem organizadas, procuro viver uma vida coerente com ela e buscar atividades que me ajudem a fazer do que faço um verdadeiro legado. Espero estar conseguindo. Estou muito feliz.

08 Sep 2014

Gerenciamento do tempo hoje (o que é para fazer todo dia e toda semana) – GTD

Eu costumo postar aqui no blog regularmente um texto explicando como estou me organizando atualmente, para mostrar para vocês e quem sabe servir como referência. Atualmente, tenho organizado todo o meu sistema dentro do Evernote e apenas a agenda no Google Calendar, pois compartilho com meu marido e ele já está acostumado com essa plataforma (eu também prefiro ter a minha agenda lá). Para quem está chegando no blog agora e não me conhece, eu utilizo um método chamado GTD para me organizar.

Muitas pessoas ficam um pouco confusas sobre a ordem de hierarquia de execução no GTD, diária e semanalmente, então fiz um desenho para postar aqui, porque achei mais simpático que fazer inteiro digital:Novo Documento 63

Todo dia

A ideia é a seguinte: diariamente, eu olho as seguintes coisas, na seguinte ordem:

  1. Minha agenda no Google, para ter ideia dos meus compromissos e afazeres que demandam mais tempo. Sim, eu também coloco tarefas na agenda, desde que elas demorem mais de uma hora para serem feitas. Eu penso que, se uma tarefa demora de 10 a 30 minutos, eu posso deixá-la fora da agenda, pois vou encontrando tempo no meu dia a dia para encaixá-la. Agora, se ela demora mais tempo, se eu não colocar na agenda, vai ser muito difícil eu encontrar uma brecha ao longo da semana para executá-la. Por isso, quando monto meu planejamento semanal, já faço essa priorização. A ordem de execução é a seguinte, então: começar pelo que está na minha agenda.
  2. O tickler. Se você não sabe o que é um tickler, por favor, veja aqui e aqui. Depois de executar o que eu tinha programado para o meu dia na agenda, passo para o tickler. Vale lembrar que algo só deve estar na agenda ou no tickler se for extremamente essencial estar ali. Não é uma lista de desejos, mas prazos reais. Por fim, mesmo que eu consiga terminar tudo o que tinha na agenda e no tickler para o dia em questão, se sobrar um tempinho, antes de ir para as próximas ações, eu tento adiantar algo dos outros dias. Isso é bom porque, se uma tarefa tinha como prazo amanhã, hoje já consigo adiantar e deixo meu tempo amanhã livre para outras atividades (a seguir).
  3. Minhas listas de próximas ações, que organizo por prioridade, contexto e tempo disponível. Eu costumo olhar primeiro as de prioridade alta, que são as ações que eu tenho que concluir ainda esta semana. Dentro delas, filtro pelo contextos em que estou e pelo tempo disponível para trabalhar naquele contexto. Se eu já fiz as tarefas do dia, adiantei algumas da semana e ainda consigo executar algumas aqui, considero meu dia muito produtivo.
  4. Minhas caixas de e-mails. Tenho três. Nunca acesso e-mails quando começo a trabalhar, pois isso mata a minha produtividade (a chance de ficar só respondendo e-mails e não “trabalhar de verdade” é enorme). Portanto, gosto de trabalhar em algumas tarefas do dia antes de abrir meus e-mails. Geralmente, das 8h30 às 11h eu consigo resolver MUITA coisa, para só então ver e-mails. Claro que, se você precisa ver seus e-mails com uma frequência maior, você deve fazê-lo. Estou apenas contando como funciona para mim. Por fim, abro meus e-mails pela primeira vez no dia (então tem mais e-mails do que terá à tarde, por exemplo), e levo cerca de uma hora para processar as três caixas de entrada. Lembrando que processar significa: deletar o que é lixo, arquivar o que é referência, jogar para listas o que for ação e responder o que demandar menos de dois minutos. Por fim, uso o período de checagem da tarde para responder e-mails maiores e mais demorados.

Ao longo do dia, eu fico coletando ideias que me vêm à mente, envio coisas para a caixa de entrada do Evernote, os e-mails continuam entrando na caixa de entrada. Também processo toda essa “stuff” que chega, em espacinhos ao longo do dia. E também gosto de pelo menos uma vez por dia digitalizar os papéis que chegam, pois a experiência de deixar acumular para digitalizar uma vez por semana não funciona para mim (fico com preguiça de investir um tempão apenas para essa atividade).

Toda semana

O GTD tem um processo chamado Revisão semanal, quando montamos nosso planejamento para a semana em questão (se for segunda) ou para a semana seguinte (se for sexta ou outro dia). Uma vez por semana, eu faço o seguinte:

  1. Analiso a minha agenda e já verifico os compromissos agendados. Muitas vezes, preciso tomar algumas providências. Faço o mesmo com a semana seguinte e o espaço de um mês, pois posso ter eventos que demandem minha atenção desde já (por exemplo, uma viagem internacional daqui a três semanas). Ao planejar a minha agenda, vejo as do meu filho e do meu marido também (que estão compartilhadas comigo) para me programar. Gosto de deixar um respiro de duas horas durante o horário comercial, para atender imprevistos, e também insiro os tempos de deslocamento, almoço e outros, pois eles me ajudam a ter uma noção melhor de quanto tempo tenho para realizar minhas atividades.
  2. Analiso minha lista de projetos em andamento, para garantir que todos estejam com uma próxima ação definida. Já verifico se há ações relacionadas que demandem mais tempo, de forma que possa ir inserindo na minha agenda, se necessário. Percebam que a agenda vai se preenchendo sozinha, praticamente, só com as demandas da semana mesmo.
  3. Dou uma olhada na minha lista de objetivos para 1 a 2 anos, para garantir que meus projetos estejam caminhando em direção a eles. Pode ser que algum projeto tenha que ser adiado e outro, priorizado. Este é o momento de fazer essa reflexão.
  4. Vejo minha lista de Algum dia / Talvez, que são todos os projetos ou tarefas que quero fazer, mas não eram prioridade até semana passada. O que acontece com essa lista: à medida que a gente vai executando outros projetos e alcançando objetivos, começamos a abrir espaço na nossa vida para atividades que não eram prioritárias, mas queríamos muito fazer (por exemplo, um curso de italiano). É assim que a gente vai inserindo novos projetos, especialmente ligados a hobbies, na nossa vida. Mas também pode acontecer de eu ter tantos projetos que passo mais de uma semana sem adicionar nada do que está aqui. Tudo bem, pois não é o meu foco atual. O importante é revisitá-la semanalmente para garantir que tudo esteja sob controle.
  5. Analiso a minha lista de tarefas avulsas para verificar se alguma delas mudou de prioridade e deve ser feita esta semana. Mais uma vez, se alguma que demandar bastante tempo tiver que virar prioridade, eu a coloco na minha agenda.
  6. Zero a minha caixa de entrada. Isso significa que eu resolvo todos os meus e-mails pendentes até o final daquela semana (se eles tinham essa prioridade). O importante é deixar a caixa de entrada vazia, ou seja: o que tinha para resolver esta semana, eu resolvi. O que demanda ação para depois, processei nas minhas listas. O que tinha que ser arquivado, foi arquivado. E por aí vai.

Gosto de fazer minha revisão semanal na sexta-feira de manhã, pois aproveito o período da tarde para zerar minhas tarefas para aquela semana e também as minhas caixas de entrada de e-mails.

Para checar o que preciso fazer todos os dias, gasto um minuto ao ligar o computador para bater os olhos no meu dia e ver o que está planejado para ele e vou executando com a agenda aberta. Não uso alertas, pois me atrapalham. Com a agenda aberta, consigo controlar bem. Ao final do dia, dou uma olhada no meu dia seguinte para ver se preciso antecipar algo ainda de noite (separar uma roupa porque vou ter uma reunião externa logo cedo, por exemplo).

Na revisão semanal, costumo levar de uma hora a uma hora e meia, mas porque eu tenho muitos projetos. No geral, leva-se de meia hora a uma hora no máximo para fazer esse planejamento. Se estiver demorando mais, a não ser que você tenha muitos projetos (mais de 60), deve ser porque você está executando coisas em vez de planejar.

E é assim que eu tenho me organizado atualmente. Tem sido muito bom e produtivo.

16 Aug 2014

Nosso apartamento novo

Eu gostaria de esperar o apartamento estar arrumadinho para mostrar para vocês, mas tirei algumas fotos para o Instagram no dia da mudança e pode ser que vocês gostem de ver o “antes” (e também porque pode ser que eu demore para fazer um tour completo, visto que quero fazer quando ele estiver organizado do meu jeito). Faz pouco mais de uma semana que nos mudamos mas, como viajei a trabalho por quase quatro dias, só agora estou conseguindo curtir um pouco o apartamento e pensar no que quero fazer em cada cômodo.

No geral, o apartamento está muito bem cuidado. É um apartamento não tão novo, provavelmente da década de 1980 mas, por isso mesmo, grande para os padrões atuais (87m). Nós nos apaixonamos assim que o vimos pela primeira vez! O condomínio é muito gostoso, cheio de plantas e vovozinhos passando para lá e para cá, funcionários solícitos e ambiente limpo. O apartamento tem quartos pequenos, mas a sala e a cozinha são grandes, e isso foi um importante fator de decisão (queria uma cozinha quadrada).

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A sala tem dois ambientes mas, como a cozinha é grande e nossa mesa de jantar cabe lá, optamos por criar um ambiente de “estar” maior, que ainda estamos trabalhando. Como já é a nossa terceira mudança e já temos praticamente tudo o que precisamos para a nossa casa, pudemos fazer escolhas e substituições. Para a sala, compramos um sofá maior de três lugares, daqueles reclináveis, e não vejo a hora de chegar. Acho que vai ser meu lugar preferido para descansar e ver um filme.

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A cozinha é grande o suficiente para comportar nossa mesa de 1,60m, fogão, geladeira, tudo. Nada de cozinha-corredor, obrigada! Talvez no futuro eu consiga encarar uma cozinha pequena novamente, mas com um marido aspirante a chef e uma blogueira que fala sobre coisas do dia a dia, a gente precisava de um espaço maior. Chegamos até a pensar em investir em um daqueles balcões centrais, mas gostamos da mesa como ficou. Ah, e esqueci de contar que uma das coisas que eu mais gosto na cozinha é que ela tem despensa. Tão vendo aquela porta de fundo? É a porta de serviço. Ao lado dela, tem um armário que vai até o teto, para ser usado como despensa. Nunca tive isso e eu adorei quando vi.

Para a cozinha, nosso presente foi um fogão novo, que deve chegar nos próximos dias.

Junto à cozinha fica a área de serviço, que é pequena, porém suficiente. Também tem um banheiro pequeno anexo.

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No geral, o apartamento tem três banheiros +_+ – um na área de serviço, o social e o banheiro da suíte. O bom do banheiro social é que ele tem bastante armários. O da suíte, apesar de ser o mais bonito (o primeiro da foto acima), não tem gabinete e precisaremos comprar.

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Com relação aos quartos, não há muito o que falar – são quartos pequenos, onde cabe o básico. O primeiro da foto acima é o nosso, com spots no teto. O do meio é o do Paul. O terceiro, meu escritório. Não dá nem para tirar fotos direito, de tão pequenos que eles são. Porém, como eu falei: como a sala e a cozinha são grandes, para mim compensa todo o resto.

É isso, pessoal! Espero que essa tenha sido a nossa última mudança por muito tempo ainda. Adoramos este apartamento, estamos perto da nossa família e, agora, sem pressa para decorar e deixar do jeito que queremos. Não quero fazer comprar erradas como fiz algumas vezes e quero montar tudo direitinho e com boa qualidade.

Obrigada por tudo, pessoal.

05 Aug 2014

Pré-venda do livro Vida Organizada

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Oi pessoal! Passei apenas para compartilhar que o livro Vida Organizada já está em pré-venda no site da Livraria Cultura! Para comprar, clique aqui.

Uma leitora também comentou que comprou o livro na loja física também. Vou tentar passar em uma loja amanhã para ver se encontro!

Obrigada por tudo! Estou muito feliz. :)

22 Jul 2014

Projetos em andamento – Julho 2014

Estamos passando por grandes mudanças de um mês para cá. Saí do meu trabalho convencional para me dedicar ao meu negócio de organização e, com isso, tivemos que abraçar novos projetos – alguns tiveram que ser adiantados. Estamos em um momento de transição e eu não vejo a hora de reestabelecer a nossa rotina para que tudo possa ficar um pouco mais sob controle. Atualmente, esses são os projetos em andamento:

Capacitação como instrutora

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Certamente, o que tem me tomado mais tempo é a capacitação final como instrutora da Call Daniel. Apesar de eu já ter experiência como professora e palestrante, o formato é diferente. O curso é de um dia inteiro (oito horas levantando uma sala de aula é um grande desafio!), com dinâmica, empostamento de voz e, muito importante: seguir um script que deve se adequar às exigências da David Allen Company nos Estados Unidos. Apesar de eu ter ampla experiência com o GTD (e ser um dos meus assuntos preferidos), tem muitas adequações necessárias e isso me obrigada a escrever, ensaiar, gravar vídeos e fazer correções. Tem sido um aprendizado intenso e maravilhoso, mas que demanda grande investimento de tempo. Nesse momento de transição, preciso focar em algumas prioridades e agora é a hora de priorizar minha capacitação.

Além de ser instrutora, eu também sou responsável, junto com a Cris, pela parte de webmarketing e todo o conteúdo do blog da Call Daniel, produção de e-books, envio de e-mails e outras ações.

Livro Vida Organizada

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Igualmente importante, finalizei a revisão final do meu livro (Vida Organizada, que será lançado em agosto 2014) e, agora, estou acertando detalhes com a editora. Descobri que haverá mudanças na data do lançamento, mas ainda não divulguei aqui porque não temos data certa. Na Bienal, haverá o pré-lançamento, na verdade, e o lançamento acontecerá em setembro. No dia 22, abertura da Bienal, haverá um evento da editora para profissionais da área (livreiros, autores) e esse é o dia que eu estou me programando para fazer comprinhas no evento. Vou receber um crachá de autor! <3 No dia 23, haverá uma palestra para blogueiros e tarde de autógrafos na sequência. No dia 24, haverá uma palestra focada no tema “Família”, também com autógrafos na sequência. O livro já será vendido, mas o lançamento mesmo, que é uma ocasião festiva para o autor, será realizado nas semanas seguintes, em data e livraria a combinar. Quando eu tiver essas informações, eu divulgo aqui! Sei que haverá um evento em São Paulo e outro em Campinas e que, para ter em outras cidades, a livraria local precisa organizar e entrar em contato comigo.

Na próxima quinta, farei uma palestra especial para os livreiros sobre o meu livro e também participarei de um evento da editora para conhecer os lançamentos do segundo semestre de 2014 (o meu livro incluso!). Estou trabalhando nessa palestra hoje!

Mudança para São Paulo

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Nós pensamos que conseguiríamos permanecer em Campinas pelo menos até o final do ano, mas o primeiro mês de trabalho novo me mostrou como isso será impossível. Por isso, estamos organizando uma mudança de cidade em tempo recorde! Hoje o rapaz da empresa de mudança veio em casa fazer o orçamento e trazer algumas caixas. Temos poucos dias para encaixotar tudo, mas é a minha parte preferida! Amanhã vou na Kalunga comprar papéis coloridos para montar meu esquema de mudança e aí ficará legal de organizar. A boa notícia é que vou organizar a mudança inteira no Evernote, e pretendo falar mais sobre isso daqui para a frente.

Mudar de cidade envolve um monte de outras coisas que não só a mudança de residência, mas também pesquisar uma nova escola para o filhote, transferir a faculdade do meu marido, as contas do banco, caixa postal do correio, cancelar contas que não tenham serviço em São Paulo e por aí vai. Além de todo o resto que conhecemos, como decorar o apartamento novo, mudar endereço em todos os serviços etc. Tem muita coisa a ser feita, e estamos nesse processo.

Espero que estejam tendo uma boa semana. Obrigada por tudo, pessoal.