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Lazer

O mercado publieditorial tem sofrido muito com a Internet. As pessoas têm lido menos e consumido menos conteúdo impresso. Blogs e canais no YouTube têm trazido conteúdos tão ou mais ricos que os das revistas, quando não em tempo real, quando se fala em notícias e acontecimentos. Mesmo assim, eu ainda gosto do prazer que é pegar uma revista na mão, desconectada, e aproveitar sua leitura. Muitas delas têm a ver com o tema do blog (organização e produtividade). Por isso, resolvi escrever este post para compartilhar quais são as revistas que eu ainda leio e comentar um pouco sobre os motivos.

Casa & Comida (Ed. Globo)

Esta revista é da família da revista Casa & Jardim, que também gosto bastante, porém é mais focada em decoração. A Casa & Comida fala sobre comer, beber e receber bem. O que eu mais gosto na revista são as novidades para a vida real em termos de gastronomia, conhecer coisas novas e receitas diferentes, tudo com uma diagramação muito bonita e fotos incríveis. Para mim, é a revista nacional mais bem feita atualmente.

Quatro Cinco Um

Essa revista foi um dos melhores achados dos últimos meses. Trata-se de uma publicação praticamente independente sobre literatura, que traz resenhas e reportagens, além da divulgação dos lançamentos nas áreas de humanas, psicologia, educação, teatro, entre outras. Surgiu para fomentar o mercado e trazer textos e entrevistas maravilhosos sobre livros novos e clássicos. Ela não é vendida em bancas, mas você pode assinar pelo site ou comprar em livrarias como a Cultura e a Martins Fontes.

Roadie Crew

Da mesma maneira que eu gosto de acompanhar os lançamentos editoriais, eu também gosto de acompanhar o que acontece no mundo da música ou, mais especificamente, rock e metal. Uma revista que leio há pelo menos 18 anos é a Roadie Crew, que segue firme e forte mês após mês nas bancas e traz sempre reportagens, colunas e entrevistas fantásticas, além de fazer resenhas de discos novos e trabalhos independentes.

Mente e Cérebro (Ed. Segmento)

Uma revista sobre psicologia, psicanálise e neurociência que tinha tudo para ser técnica, mas traz textos que podem ser lidos por quem não é da área também, e são sempre assuntos muito pertinentes, do dia a dia, e que podem nos introduzir a um tema que nos fará ter vontade de pesquisar mais. Vale nem que seja a título de curiosidade para você se conhecer melhor e entender os outros seres humanos ao seu redor.

Você S/A (Ed. Abril)

Apesar de ter mudado muitas vezes de editores ao longo dos últimos anos, a Você S/A ainda é a única revista nacional que trata sobre temas relacionados ao mercado de trabalho com foco na formação profissional de cada um. Os textos não trazem tanto conteúdo inovador quanto antes, mas são sim um bom aglomerado de dicas e de despertar de reflexões que podem ajudar quem está aí batalhando no mercado de trabalho.

Country Living

Saindo um pouco da esfera editorial brasileira, uma das minhas revistas preferidas é a Country Living americana (a inglesa também é ótima). Foco em decoração com ar rústico, traz sempre boas ideias para cuidar da casa. Como é uma publicação antiga, ela precisa estar sempre se reinventando. Como eu trabalho com conteúdo, acho demais acompanhar esse amadurecimento. Não compro a versão física porque é importada e chega no Brasil por um preço muito caro. Leio pelo iPad.

MS Living

Por último mas não menos importante está a revista da Martha Stewart (uma das), MS Living, que traz “coisas boas” a cada edição. Fala sobre cuidados pessoais, comida, receber bem, decoração, saúde e muito mais. Aqui no Brasil a Martha Stewart não é tão reverenciada quanto nos Estados Unidos, mas eu gosto muito da qualidade do trabalho dela, especialmente nessa revista. Também não compro a versão física e apenas leio no iPad.

E você, ainda gosta de ler revistas como eu? Que revistas você lê? Por favor, poste nos comentários!

Thais Godinho
19/07/2017
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Se você for fã da Marie Kondo, personal organizer japonesa e autora do best-seller “A mágica da arrumação” (Ed. Sextante), ficará contente em saber que ela lançará este ano um mangá (!) sobre a sua arte. Isso mesmo, meus amigos: Marie Kondo virou mangá!

O livro será publicado em inglês no dia 27 de junho deste ano e trará o método KonMari dentro de uma narrativa ilustrada. as ilustrações foram feitas por um premiado desenhista de mangá chamado Yuko Uramoto.

De acordo com a editora, Ten Speed Press, “The Life Changing Manga of Tidying Up” conta a história de uma mulher chamada Chiaki – uma jovem janponesa quevive em um apartamento pequeno e lotado de coisas em Tóquio, passando por poucas e boas na vida e nos relacionamentos. . Através do método KonMari, ele transformará sua casa, sua vida e seu trabalho.

Apesar de o livro ser publicado apenas no final de junho, você já pode encomendar o seu na Amazon dos Estados Unidos através deste link.

 

Thais Godinho
25/04/2017
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Eu tinha me programado para tirar férias na última semana de outubro. Venho tirando uma semana de férias a cada três meses desde que comecei a trabalhar de forma autônoma e, apesar de parecer uma boa ideia no começo, com o tempo se mostrou um pouco inviável.

Primeiro, porque nem sempre meu marido e o nosso filho estão de férias também. Isso inviabiliza viagens e passeios com eles, e acabo ficando em casa.

Segundo, porque mesmo de férias do trabalho, eu acabo fazendo coisas em casa que são parte da rotina. Em resumo, não saio de férias.

Então comecei a pensar o que me atraia nas semanas de férias que eu tinha em mente originalmente. E o que me atraía era a possibilidade de viajar, claro, mas também de descansar mais, não usar tanto tecnologia e curtir o ambiente em que eu estivesse. Praia, montanha, novos lugares, o que seja.

Foi quando eu percebi que existem dois tipos de férias: aquelas que você viaja para conhecer um lugar novo e aquelas que você simplesmente dá um tempo para descansar. Então a minha estratégia de uma semana de férias estava falhando nos dois formatos. Eu não conseguia nem viajar nem “dar um tempo”. Eu precisava de uma nova estratégia.

Para viajar, é necessário espaçar mais os dias. Não tem graça ficar pouco tempo, especialmente em viagens de longa distância.

Para descansar, viagens curtinhas servem. Mas, principalmente, o impacto maior está no dia a dia. Em torná-lo uma versão mais leve, de modo que as tais férias para espairecer não sejam tão necessárias.

Vejam, eu amo o que eu faço, mas levo uma rotina pesada. São muitos eventos, viagens. Se eu não tornar essa rotina mais leve, vou querer uma semana de férias sempre, mas dificilmente vou conseguir também, porque são muitos eventos sequenciais.

Eu tomei a decisão, então, desde que mudei, de transformar a minha casa em uma espécie de pousada de férias. O que me atrai nas pousadas? Café-da-manhã gostoso, tomado com calma. O ambiente de hotel, que não tem tantos objetos – só o necessário. Sempre limpo. O ar descompromissado, leve, de que cada dia é uma nova descoberta.

Olho para o meu quarto e me pergunto se ele é aconchegante como um quarto de uma pousada em uma montanha. Olho para o meu banheiro e me pergunto se ele é refrescante como uma tarde de verão depois de voltar de um banho de mar. Pode parecer muita viagem, mas tem funcionado. Esse novo olhar me possibilitou manter menos coisas em casa e a curtir mais o meu dia a dia.

Especialmente, olhar para os ambientes pensando em suas funções e zonas de trabalho. Uma poltrona na sala para fazer um cantinho de leitura? Por que não? Uma cozinha absolutamente funcional, com o mínimo necessário? Sim. Um quarto cujo foco é ser aconchegante? Exatamente.

Já temos oficialmente o melhor lugar da casa? ( ) sim ( ) com certeza

Uma foto publicada por Vida Organizada 🕐 (@blogvidaorganizada) em

Ter menos coisas torna a vida mais leve. Ter menos coisas não só em casa, como na vida. E eu sei que é difícil, mas tudo isso vem do foco correto. Depois que eu percebi que deveria transformar a minha rotina como se eu estivesse de férias todo o tempo, as coisas ficaram infinitamente mais leves.

E isso não quer dizer que eu trabalhe menos, por exemplo. Muito pelo contrário – tenho trabalhado muito. Mas eu estou alternando mais os tipos de atividades e, da mesma maneira que ler e-mails é importante, ler uma revista na hora do almoço também é. Tomar um chá no final da tarde lendo um texto para o trabalho, sentada na minha poltrona favorita. Acordar mais cedo, aproveitar o dia. Não é por que estou em uma cidade praiana a trabalho que vou responder meus e-mails no lobby do hotel.

Fazendo a minha revisão semanal com boa perspectiva. Doing my weekly review with good perspective. #gettingthingsdone #vidaorganizada

Uma foto publicada por Vida Organizada 🕐 (@blogvidaorganizada) em

Cada vez mais eu acredito que, se a gente fizer da nossa vida uma vida legal, não precisa fazer pequenas pausas para fugir dela apenas para descansar. É um desafio diário, mas extremamente compensador. E também não tem problema nenhum fazer isso. O que eu quero dizer é que a gente não precisa depender apenas desses momentos para ter uma vida mais tranquila e descansada.

E ah, não estou falando sobre viajar. Viajar é outra coisa. Ficam para outro post as resoluções tomadas aqui. 🙂

Thais Godinho
05/10/2016
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Uma das coisas mais legais quando você viaja para um lugar diferente é conhecer a comida do lugar. A cultura de cada região ou de cada país diz TUDO sobre o lugar em si, e quando você se envolve naquilo, você está realmente entendendo como as pessoas daquele lugar vivem, de onde vêm os alimentos, como preparam, enfim, comida é cultura.

Eu não viajei para tantos países assim. Até agora, só fui para os Estados Unidos e para a Holanda, o que é maravilhoso de qualquer maneira, mas mesmo dentro do Brasil temos a chance de conhecer comidas diferentes. Quando vou para o sul é totalmente diferente de quando vou para o nordeste – mesmo quando vou para Minas Gerais é uma experiência diversa, sendo na mesma região de onde eu moro (São Paulo). Então eu fiquei pensando em quais seriam dicas legais para trazer aqui para o blog sobre esse assunto. Será que dá para comer bem, conhecer a cultura de comida local sem gastar tanto dinheiro e comer em restaurantes caros? E dá sim. Seguem três dicas pontuais.

comida-rua

Dica 1: Vá ao mercado municipal, aos mercados ou feiras de rua

Toda cidade tem os seus. É lá que você vai encontrar as comidas mais baratas porém típicas do lugar. Ok, nos Estados Unidos você vai encontrar hot-dog e batata-frita, faz parte! Mas na Holanda eu encontrei arenque cru com cebola, hello? Stroopwafell, já comeram essa perdição? É uma espécie de bolacha achatada recheada com doce de leite, não dá para descrever sem comer. Aqui no Brasil, você encontra o tradicional “queijo de minas”, pimentas em João Pessoa e acarajé em Salvador. E é esse tipo de comida legal de comer, que você não vai gastar tanto quanto em um restaurante, vai te manter alimentado ao longo do dia e vai te permitir conhecer toda a cultura local enquanto você observa a galera passeando (e você faz o mesmo).

Dica 2: Foursquare, Trip Advisor e afins

Use a tecnologia a seu favor. Apesar de eu sempre ouvir a tradicional dica “peça indicações ao pessoal que mora lá”, putz, isso nem sempre é fácil. Primeiro, que você pode não conhecer ninguém. Segundo, que as pessoas que você conhece podem não ter (e provavelmente não têm) o mesmo gosto que você. Então o mais seguro é ver o que o pessoal diz nesses aplicativos e sites com resenhas de lugares, listas dos Top 10. Você pode não ir todos os dias em um restaurante legal ou mais chique, mas pode querer escolher UM para conhecer, ou pode descobrir um cantinho escondido graças a uma dessas indicações. Vale a pena explorar. Esses sites e aplicativos são uma versão turbinada dos livros guias de viagens, que também são bons mas não são gratuitos (e aqui estamos falando sobre economizar).

Dica 3: Ande pela cidade e siga sua intuição

Uma coisa que gosto de fazer quando saio do país é reservar um dia (ou um período) sem programação alguma para simplesmente caminhar pela cidade e “descobrir” o que existe nela. Se algum café, bar, restaurante, barraquinha chamar minha atenção e eu estiver com fome, paro, entro e como alguma coisa. Isso é muito legal porque me permite conhecer algo que, do contrário, eu não teria conhecido porque ninguém teria me indicado. E isso dá um gostinho de aventura, de descoberta, que tem tudo a ver com o espírito de quem está viajando.

Uma dica final, de teor mais prático, é com relação ao orçamento. Eu gosto muito de levar o equivalente à moeda local o que eu gasto aqui no Brasil para comer. Por exemplo, se aqui no Brasil, quando eu como em um restaurante, eu gasto 50 reais por refeição, eu calculo que vou gastar isso (na moeda local, convertendo) se comer em um restaurante, e esse é meu orçamento. Se eu gasto 25 reais em um lanche, esse é meu orçamento para lanche. Etc. E assim eu calculo quanto vou gastar por dia. Em média, eu vejo qual será minha programação (se estarei o dia todo em um evento ou andando na rua) e calculo com base nos tipos de refeições que farei. Dá super certo!

Espero que o post tenha ajudado!

Thais Godinho
08/08/2016
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Minha área de atuação não é moda, mas eu uso roupas, oras. E, nos últimos anos, tenho vivido um processo de mudanças no corpo que acabou se tornando um grande aprendizado. Perdi peso, ganhei peso e estou em processo de emagrecimento, e recebo muitos comentários de leitoras me pedindo dicas sobre como lidar com essa fase. O que comprar? O que vestir? Como lidar com um guarda-roupa com uma variação tão grande de numerações?

E, apesar de não ser especialista em moda, ter convivido com a Ana nos últimos meses por conta do nosso amado workshop de organização do guarda-roupa (que vai ter edição nova em julho em São Paulo 💙) me fez ter diversos insights preciosos com relação ao que devo investir nesse momento e o que devo esperar para comprar mais para a frente.

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Porque, de certa maneira, penso que todo mundo esteja passando por um momento de conscientização e gastando menos com roupas. Não penso que seja nem só por causa da crise não. É um movimento meio global. Já compramos muito. Estamos querendo usar mais o que já temos, curtir mais, aproveitar mais mesmo.

Eu estou vendo meu guarda-roupa hoje em dia como um inventário de peças mesmo, e fazendo investimentos que quero que durem, senão a vida toda, bastante tempo – ou até eu ficar meio de saco cheio desses itens, porque não fazem mais parte de quem eu sou. Por isso, sequer me lembro qual foi a última vez que eu comprei uma peça de roupa. Faz tempo mesmo. Como comentei outro dia, estou um pouco exigente também.

Que peças comprar?

Essa é uma boa pergunta. Eu tenho uma variação de peso esquisita e detesto roupas apertadas. Por isso – e as consultoras de estilo podem me dar sugestões e até me corrigir se eu estiver falando besteira – o que eu tenho feito é evitar comprar peças de alfaiataria ou que dependam muito de um bom corte, mesmo porque: 1) se, de boa qualidade, serão investimentos mais caros, o que não compensa em um processo de emagrecimento, porque você perderá a médio prazo, e 2) não dá para reformar em uma costureira ou alfaiate caso emagreça muito, pois o corte certamente se perderá.

Se for para comprar peças, invista em dois tipos:

  • Aquelas que poderá reformar, “dar um ponto”, como minha sogra diz, como saias longas, saias mais curtas, calças pantalonas, calças de malha, blusas, vestidos mais soltinhos.
  • Aquelas que vestem bem tanto justinhas quanto larguinhas, como blusas, suéteres, cardigans, alguns tipos de calças, camisetas e por aí vai.

No geral, a qualidade das peças adquiridas vai mais pelo tecido que pelo corte, então invista nisso: seda, algodão, linho, lã, viscose – bons tecidos, de preferência naturais e fluidos (nada de couro, por exemplo, que cai na questão do corte).

roupas-emagrecimento01

Na prática, funciona assim: no inverno, em vez de comprar um blazer, invista em suéteres, blusas de lã grandonas e outras peças desse tipo.

Que itens comprar?

Aqui a abordagem é diferente, porque eu gostaria de distinguir entre roupas, sapatos e acessórios.

Eu acho que o processo de emagrecimento é um bom momento para investir em acessórios bacanas, se você quiser.

Um lenço bonito, uma bolsa, um bom par de óculos, relógios, colares, braceletes. Tudo aquilo que você talvez não se permitisse comprar antes porque gastava muito dinheiro com roupas em si. Pelo menos é o que eu venho fazendo.

Não que eu tenha comprado um cachecol da Burberry, mas eu chego lá <3

Não que eu tenha comprado um cachecol da Burberry, mas eu chego lá <3

Mesmo sapatos eu não compraria gastando tanto dinheiro porque, dependendo do volume de peso que você perder, pode ser que diminua até mesmo sua numeração e perca alguns pares.

A última peça que eu comprei foi um par de óculos estilo art deco, um lenço da minha cartela de cores e uma carteira, para vocês terem uma ideia. Então é nesse tipo de coisa que tenho investido no meu guarda-roupa e tem funcionado muito bem para atualizar as peças que eu já tenho e ainda comprar coisas legais e de qualidade.

Aproveite para destralhar

Aproveite o processo de emagrecimento para se desfazer de peças que já deram o que tinham que dar e você não quer usar nunca mais, como roupas puídas, que você não gosta ou que não te favorecem. Doe para alguém que fará melhor proveito.

Leia o post: Como destralhar seu guarda-roupa por categorias.

Espero que este post tenha funcionado para inspirar quem esteja passando por esse processo, nem que seja para direcionar algumas decisões de compra no dia a dia.

Thais Godinho
16/06/2016
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Sem mais delongas, segue minha seleção pessoal de filmes para assistir hoje, amanhã e nos próximos dias curtindo uma boa companhia.

Filme 1: Cartas para Julieta

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É um filme que dá um chacoalhão. Um casal de noivos (que não usam alianças) vai passar uma pré lua-de-mel na Itália e acaba fazendo um monte de programas separado, porque um deles está tão apaixonado pela sua profissão que acaba deixando o outro meio de lado. Mas o outro acaba descobrindo uma coisa fantástica, que leva a outra e outra… É um filme bonito, emocionante, pra assistir namorando, sozinho(a)…

Filme 2: Orgulho e preconceito

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Ok, vamos de clássicos… Orgulho e preconceito é uma história que você precisa simplesmente conhecer para saber por que tanta gente fala desse tal de Mr. Darcy e da tão atrevida Elizabeth. E, se você já assistiu, o Dia dos Namorados é a época perfeita para assistir de novo. Só isso mesmo.

Filme 3: A delicadeza do amor

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Audrey Tatou, mais conhecida como Amelie Poulain para sempre, interpreta aqui o papel de uma moça que é casada com um cara lindo, que a conhece super bem, formando um casal fofo, incrível, de verdade. Mas ele morre (não é spoiler – tá no trailer). E aí ela fica num luto eterno, completamente desnorteada para sempre, até que vai construindo um relacionamento completamente inusitado com um cara do trabalho, “feio” para os olhos da sociedade, e ninguém aceita muito bem isso. O filme mostra como o cara é super sensível, assim como seu ex-marido era, e como ela sempre só viu isso nele. É maravilhoso.

Filme 4: Mesmo se nada der certo

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Eu não gostava muito da Keira Knightley até assistir esse filme, que conta a história de um produtor musical falido, porém extremamente talentoso, e de uma moça que é compositora e que acabou de ser traída pelo seu namorado de anos (também músico, que acabou de chegar ao estrelato). A união inusitada desses dois, com seus corações partidos, é um filme sensível – uma homenagem ao processo criativo e à amizade, com limite tênue ao amor. Recomendo de olhos fechados para quem gosta de música.

Filme 5: Escrito nas estrelas

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Eu sei que tem filmes que parecem bobos, bobos de dar dó, mas são tão lindinhos. É exatamente o caso deste! O que eu mais gosto nesse filme é como eles se reencontram e, se vocês assistirem, vão saber porque eu gostei tanto. 🙂

Boa noite. <3

Thais Godinho
11/06/2016
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