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10 May 2013

Conciliando maternidade e carreira: reflexões atuais

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Meu filho sendo lindo #mãecoruja

Meu filho recém completou três anos de idade, e acho que agora é um bom momento para fazer uma nova reflexão sobre a sempre tão discutida questão: maternidade X carreira.

Vou tentar não divagar muito aqui, ok? Minha impressão atual não mudou tanto assim desde quando voltei a trabalhar fora. Toda mãe que trabalha fora de casa sente um aperto no peito enorme por não estar com o filho, isso é certo. No meu caso, trabalho por necessidade. Se não fosse por isso, trabalharia somente com o blog, por exemplo, e teria uma rotina muito mais flexível. Ele continuaria frequentando a escola durante meio período, que considero suficiente, e eu me organizaria para fazer tudo o que preciso fazer com maior concentração enquanto ele está fora ou depois que ele dorme. Já é um período bastante bom para dar conta de tudo. No resto do tempo, faria atividades em casa junto com ele, iríamos passear e brincar muito. Dou um suspiro mais comprido só de pensar.

Infelizmente, essa não é a realidade, e acredito que não seja a realidade de muitas mães que trabalham fora. Também gostaria de defender aqui as mães que não precisam, mas trabalham fora mesmo assim. Apesar de não ser uma escolha que eu faria, defendo até o fim o direito dessas mães de fazê-lo. Eu achei que a Marissa Mayer (presidente do Yahoo) pagaria a língua falando todas aquelas coisas antes de o filho dela nascer, mas ela não só as cumpriu como continua seguindo o mesmo modelo de antes de ser mãe. Se ela está certa ou errada, ninguém tem sequer o direito de julgar. Uma coisa que eu aprendi com a maternidade é que os problemas de cada mãe são extremamente particulares, assim como as suas motivações. E palpite de gente de fora é tudo o que mais tem e tudo o que uma mãe menos precisa.

Depois que eu li o livro Não sei como ela consegue, identifiquei alguns pontos que podem ser comuns às mães que trabalham fora porque gostam do emprego, como o fato de simplesmente querer continuar investindo na carreira que deram duro até então, por satisfação pessoal, para se distrair, para conversar com outras pessoas que não sobre filhos, para sentirem que têm uma vida. E a grande verdade é que homens são pais e trabalham desde sempre, e não deveríamos ter qualquer tipo de cobrança sobre mulheres que fazem essa escolha. É a mesma coisa. E não me digam que não é porque já superamos isso.

Aqui em casa, nossa dinâmica é a seguinte: eu trabalho e sustento a família, meu marido cuida da casa e do nosso filho em conjunto comigo (mas ele faz MUITO mais do que eu). Não é por ser homem ou por ser mulher, mas porque fizemos um acordo dessa forma. Eu tenho um trabalho que me paga o suficiente para permití-lo ficar em casa e cuidar do nosso filho com mais atenção do que deixá-lo o dia inteiro na escolinha, que é algo que nós não gostamos. Ele é autônomo (músico), tem sua profissão, mas quem tem o salário fixo sou eu. Mas minha gente, o que eu já ouvi de comentário maldoso por causa disso não está escrito. Pessoas próximas, amigos mais chegados, já falaram para mim que “homem nenhum aguenta isso durante muito tempo” ou “o homem precisa se sentir no comando senão o casamento vai por água abaixo”. E poxa vida, para nós tem dado certo já há muito tempo. Entendo que para algumas pessoas o formato possa não funcionar, mas não vemos nada de extraordinário na nossa situação. Funciona para nós. E sinceramente? Ainda bem. Fico imaginando como seria se meu marido não pensasse da mesma forma que eu. Acho que sequer teríamos ficado juntos…

Conciliar minha vida profissional com a minha família fica justamente mais “fácil” porque existe um trabalho feito em time aqui. Se meu marido não colaborasse, eu estaria totalmente estressada cuidando de tudo, sem poder me dedicar ao blog ou aos meus estudos, por exemplo, que são as coisas que eu mais gosto de fazer.

Hoje eu tenho meu emprego fixo, das 8 às 17, e diversas outras atividades paralelas. Todo o tempo disponível que tenho para ficar com o meu filho, no entanto, eu fico. Sei que é pouco tempo, mas é um tempo de qualidade. Procuro ser a melhor mãe possível dentro de todas as condições que nós vivemos, e é claro que isso não é fácil. Nem sempre eu tenho pique para levantar em um domingo cedo e levá-lo ao parquinho, por exemplo, mas são coisas que eu faço porque sei que, para ele, são importantes. E quero estar com ele nesses momentos. Gosto de dar o jantar para ele, ler um livro, conversar sobre a escolinha, fazer cócegas, brincar de pega-pega, agarrar muito! Tudo isso faz parte do nosso dia a dia, independente da quantidade de tempo que temos.

Acho que, no final das contas, o que mais influencia realmente é o cansaço. Além disso, compromissos que preciso cumprir. Muitas vezes eu preciso trabalhar um pouco aos finais de semana, por exemplo, e não tenho como esperar a hora de ele ir dormir. Então tento compensar ficando todo o resto do tempo com ele, passeando em algum lugar muito legal, enfim, criando lembranças.

Se eu pudesse, hoje, eu largaria sim meu trabalho para ficar com ele. Adoro trabalhar, mas amo meu filho mais. Se eu tivesse a possibilidade, certamente o faria. Isso não significaria deixar de trabalhar, porque sempre terei mil projetinhos e ideias para desenvolver, mas me refiro ao emprego fixo, de segunda a sexta, aquela coisa. Porém, não acho que isso seja o modelo ideal de nenhuma mãe não. Existem mães que simplesmente não se imaginam sem trabalhar. Outro dia comecei a reassistir Desperate Housewives desde o começo (e já tenho um post em mente sobre isso) e vi uma cena em que a Lynette (minha personagem preferida da série) reencontra uma ex-colega de trabalho que diz: “todos na empresa falam que, se você não tivesse saído para cuidar dos filhos, agora seria presidente”. Puxa vida, e isso foi um baque nela né? Mas foi uma escolha que ela fez, e seguiu em frente. Mas pode ter certeza que, se a pessoa curtia a sua vida profissional, aquele comentário vai ficar martelando na cabeça até o ponto em que ela não aguentará mais e explodirá. E isso nunca é legal para ninguém. Esse sentimento, essa vontade, nunca devem ser ignorados.

Lynette Scavo, Desperate Housewives

Lynette Scavo, Desperate Housewives

Acho que uma das maiores evoluções para a mulher hoje em dia é realmente o poder de escolha. Julgamentos ainda existem, infelizmente, mas a mulher hoje pode ser mais confiante e simplesmente ignorar todo mundo e fazer o que quiser. Essa é uma diferença cultural enorme no ocidente, pelo menos em grande parte dos países, dentre os quais o Brasil se inclui. A mulher pode ser julgada mas, se ela ignorar e for determinada, nada a abalará. Por viver nessa época, eu fico contente.

Quando escuto as pessoas falando sobre conciliar maternidade com carreira, fico me perguntando se isso realmente existe. Não consigo imaginar uma mãe (e um pai…) trabalhando fora e simplesmente desligando o botãozinho “filho” da cabeça assim que entra no ambiente de trabalho. Reuniões escolares acontecem, consultas médicas também, emergências idem. As empresas precisam analisar essa questão com mais carinho para entender que, da mesma forma que um profissional pode levar um relatório para estudar em casa, ele pode usar o horário comercial para conversar com o filho ao telefone ou assistir a apresentação de um seminário muito importante na sua escola. Isso é qualidade de vida. As empresas que não identificarem isso e implementarem algo semelhante no seu sistema de gestão de recursos humanos estará fatalmente fadada a criar uma mutirão de profissionais insatisfeitos e quiçá deprimidos, que cedo ou tarde deixarão a empresa por uma oportunidade melhor. Já vemos acontecendo – quantas pessoas não largam seus empregos para ganhar menos, mas vivendo de forma mais flexível? Eu conheço um monte.

Conciliar maternidade/paternidade com carreira é um esforço de todos nós e precisamos lutar por essa qualidade de vida que tanto desejamos. Isso não significa deixar de ser um excelente profissional, muito menos de ser o melhor pai ou mãe possível – significa simplesmente entender que o mundo mudou, os papéis se dividiram e hoje somos um pouquinho mais conscientes do que antes. Todos estão ocupados – pais, mães e filhos. Ficar se culpando não levará a lugar nenhum – que tal começarmos a pensar em soluções?

05 Apr 2013

Organizando três festinhas de aniversário para o meu filho

Imagem: 100layercakelet.com

Imagem: 100layercakelet.com

Nós moramos em uma cidade diferente da nossa família atualmente. Nossos amigos moram lá também. por esse motivo, por mais que tenhamos salão de festas no condomínio onde moramos, não compensa para a gente fazer a festa de aniversário do nosso filho lá, pois muitas pessoas não poderiam vir.

Para piorar, a família do meu marido mora no outro extremo da cidade, o que transforma o transporte em uma viagem. Enfim, por esses e outros motivos, nos dois últimos aniversários do nosso filho, nós fizemos duas festinhas simples, uma na casa de cada avó – e quem quisesse ir às duas, ficava à vontade. Neste ano, não será diferente, e faremos duas festas. Como ele está na escolinha, terá uma festinha lá também.

Como são três festinhas, não vemos sentido em gastar muito dinheiro em cada uma delas. São sempre festinhas simples, mas divertidas, com as pessoas que amamos. Eu acredito que seja o suficiente. Apesar de a minha mãe ser decoradora de festas infantis, não gosto muito do efeito disneylândia-anos-80 das festas com enfeites gigantescos e muitos balões.

Também cheguei a cogitar valores de buffets há cerca de oito meses, e estavam na faixa de R$2000 ou R$2500 para uma festa para 60 pessoas. Não se trate sequer da questão de ter ou não dinheiro para pagar, porque poderíamos economizar ao longo do ano, mas acho um valor muito alto para uma festa que ele não aproveitará muito, já que há poucas crianças.

Então minha ideia é, no ano que vem, fazer uma festinha para chamar seus colegas da escola, o que vai ser mais legal para ele. E, em São Paulo, faremos o tradicional bolinho na casa de cada avó. Ainda estou pensando nisso, mas acredito que a gente acabe fazendo assim mesmo.

O dia do aniversário dele cai em uma segunda-feira neste ano, e será o dia em que ele fará a festa na escola. A escola dele tem regras a serem seguidas com relação a aniversários, que já recebemos logo quando fizemos a matrícula. Não precisamos levar nada de copinhos e embalagens, pois eles pedem já no material, no início do ano. Precisamos levar somente o bolo e, se quisermos, lembrancinhas para os coleguinhas. Então estou na fase de escolher as lembrancinhas e definir se levarei o bolo inteiro (para eles cantarem parabéns) ou os pedaços já embalados em papel alumínio.

Para as festinhas na casa das avós, ambas serão muito simples. As duas festas terão um bolo, bexigas, salgadinhos, docinhos, bebidas (nada alcóolico), lembrancinhas e alguma decoração. Para uma das festas a minha mãe está fazendo um enfeite com muitas letrinhas e, para a outra, faremos enfeites com números (que ele adora).

Com relação a comes e bebes, todas as avós e tias fizeram questão de colaborar, então tudo o que precisaremos fazer é pagar pelos ingredientes em alguns casos! Em uma festinha teremos sanduichinhos de carne maluca, enquanto na outra teremos mini-hot-dogs. De doces, somente brigadeiro e beijinho. E o bolo, é claro.

Meu marido vai para São Paulo dois dias antes (pois fará shows lá) e vai aproveitar para já comprar as bebidas. Eu irei um dia antes para acordar bem cedo e cuidar da montagem dos enfeites, encher as bexigas etc.

Quanto às compras, não tem muito segredo. Temos a rua 25 de Março, em São Paulo, que tem tudo, e a rua José Paulino, aqui em Campinas, com uma boa variedade de lojas. Também há opções pela Internet, apesar de eu nunca ter usado. Pretendo produzir algumas coisas eu mesma também.

Não sou muito fã de preparar festas caras, pois me importo mais com as lembranças. Quando ele for maior e puder aproveitar mais, subir e descer naqueles brinquedos legais de buffet, talvez a gente acabe fazendo dessa forma, pelo custo-benefício geral. Mas, por enquanto, ele está completando três anos e não vemos essa necessidade. Além do que, voltaremos para Campinas no mesmo dia (uma festa será no sábado e outra será no domingo).

Para me organizar, nada muito complicado: fiz uma lista do que precisaria para cada festa e comecei a providenciar. A ideia é estar com tudo pronto a uma semana das festas. O bolo da escolinha eu mesma farei no sábado anterior.

E é isso. =) Quando tiver mais novidades, eu postarei por aqui.

23 Mar 2013

Cuidando da rotina de sono do bebê (e de crianças mais velhas)

Quando meu filho nasceu, eu estava bastante envolvida com o método da Tracy Hogg (a famosa “Encantadora de Bebês”), e segui bastante o que ela ensinava nos livros. basicamente, a conhecer seu filho e ficar atenta às suas necessidades, para que nunca nada lhe faltasse nada.

Muitas pessoas não gostam do método da Encantadora por acharem-no rígido demais, o que não concordo, mas respeito. Também concordo que, para quem amamenta em livre demanda, pode parecer confuso. Vou explicar um pouco como eu fazia, sem me ater muito ao método em si, mas à minha experiência pessoal.

diario-rotina-bebe

Eu tinha um caderninho que servia como uma espécie de diário na época, onde eu anotava tudo relacionado ao dia a dia do nosso filho. Eu não “impus” nenhuma rotina ao meu filho, cabe explicar. Não se pode impôr nada a um bebê que acorda com fome, obviamente, ou porque está assustado, com frio, com medo, com saudade etc. A ideia da rotina é anotar o que o bebê faz, no ritmo dele. Então, se ele acordava às 7h, eu escrevia: “07h00 – Acordou e mamou”. É só um registro.

Fazer essas anotações me permitiu compreender e prever acontecimentos. Eu sabia, por exemplo, que meu filho não ficava mais de três horas e meia sem mamar. Então, a cada três horas, eu o amamentava. Basicamente isso. Eu não esperava ele chegar ao limite dele de fome. Também sabia que, aos três meses, ele não aguentava ficar acordado mais de uma hora e quinze minutos, pois isso o estimulava demais e o deixava irritado, então, depois de uma hora acordado, eu iniciava a rotininha para colocá-lo para dormir. Esse é o método da Encantadora, em poucas palavras. Conhecer seu filho, observar sua rotina, para criar uma de acordo com as necessidades dele.

Se for o seu caso agora, eu sugiro que você tenha uma espécie de diário também e anote as atividades: quando acorda, quando mama, quando faz xixi, quando faz cocô. É até bom para a saúde dele você ter esse controle, pois pode perceber que ele fez, não sei, oito cocôs em um dia, quando na verdade ele costuma fazer uns três. Ou então percebe que já se passaram três horas desde a última vez que você trocou a fralda, essas coisas.

Depois de alguns dias anotando, você pode verificar alguns padrões e tendências no dia a dia do seu bebê: quando ele está com fome, quanto tempo aguenta acordado, quanto tempo dura uma soneca e por aí vai.

Claro que, só nesse parágrafo acima, já entram conhecimentos sobre n coisas. Por exemplo, saber que um bebê precisa dormir X horas durante o dia, para não ficar acordando à noite. Você sabia que um bebê que não dorme de dia pode ter o sono noturno perturbado? Que, se ele não dorme à tarde, pode dormir menos de noite porque está estimulado? Bebês não aguentam ficar acordados muito tempo. Logo, se o seu bebê não dorme de dia, não é porque ele não quer, mas porque o seu ritual de colocá-lo para dormir pode não estar adequado, ou você pode fazer cada vez uma coisa diferente. Repetição é a chave. Significa que, quando você fizer uma coisa sempre igual, o bebê já saberá o que esperar e seu corpo já reagirá inconsciente àquela movimentação.

Além dos livros da Encantadora (indico todos, muito), um livro que gostei bastante de ler na época foi o seguinte:

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A doutora Elizabeth Pantley é especialista em sono infantil e o livro é muito amigável. Ela também é favorável à cama compartilhada. Nesse livro, ela traz algumas informações sobre a quantidade de horas que um bebê deve dormir, a saber:

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Essas tabelas para mim foram (e continuam sendo) essenciais e sinceramente não entendo como há bebês e crianças que não dormem o suficiente, pois isso é extremamente prejudicial à sua rotina. Se nós, quando dormimos mal, mas entendemos o fato, ficamos “um caco”, imagine um bebê ou uma criança que não consegue ainda entender seu corpo e seus sentimentos? Nosso filho, até hoje, se dorme pouco, dorme super mal, ficando bastante enjoado no dia seguinte. Nada que uma soneca não resolva, mas ter a rotina deixa a vida dele bem melhor. Atualmente, ele está com quase três anos e seguindo a média dessa tabela acima (11 horas de sono noturno e uma soneca de 1h30 à tarde).

Além do padrão de sono e da rotina de cada bebê, é importante atentar para os saltos de desenvolvimento e os picos de crescimento, a saber:

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A explicação acima é bem didática e diz o que ocorre toda vez que a criança passa por um pico de crescimento ou salto de desenvolvimento. Essa informação é importante porque muitas mães e pais se desesperam quando um bebê que dormia bem de repente muda e passa a acordar à noite, e pode ser simplesmente uma dessas fases. A recomendação da Encantadora nesses casos é manter a rotina e esperar passar. Tem que ter perspectiva e saber que passa, não alterar nada, senão só piorará a situação.

Muitas mães e pais se perguntam quando o bebê passará a dormir a noite inteira, pois estão cansados. Meus amigos, eu passei por isso e sei muito bem como é. Para piorar, eu sou daquelas pessoas que demoram para pegar no sono então, mesmo cansada, eu não conseguia dormir logo. Foi bem difícil. Porém, eu fui firme com as orientações da Tracy e, aos três meses, ele já dormia a noite toda sem acordar (com uma “mamada dos sonhos” de madrugada) e, aos seis meses, sem mamar de madrugada.

Essa “mamada dos sonhos” nada mais é do que você amamentar seu filho sem acordá-lo – ele mama dormindo. Eu não pude fazer desde o começo porque ele tinha refluxo mas, assim que passou, eu comecei a fazer e deu certo. A ideia é mostrar para ele que não precisa acordar chorando quando estiver com fome – ele não ficará com fome. Aos poucos, essa mamada da madrugada vai sendo estendida (eu comecei dando às 3h, depois 3h30, 4h etc, até chegar às 6h), quando é hora de acordar. Geralmente essa fase bate com a introdução de alimentos sólidos na dieta do bebê, então você sabe que ele não ficará com fome de noite porque os alimentos sólidos demoram mais para digerir e dar fome. E, mais uma vez, aos poucos, esse horário vai sendo estendido também.

É muito particular esse tempo do bebê dormir a noite inteira e depende de n fatores. Eu não poderia explicar melhor que a doutora Elizabeth Pantley e a Tracy Hogg, então recomendo fortemente os seus livros. Eu li todos e consultei inúmeras vezes enquanto nosso filho era um bebê e me ajudou muito. Não é possível resumir em poucas palavras “o que fazer”, por isso recomendo a leitura completa. Para o bem do seu filho, faça esse esforcinho, mesmo se você não gosta muito de ler. Garanto que não irá se arrepender. Mesmo que não siga o método, terá contato com informações importantes a respeito da qualidade de vida do bebê, e isso sem dúvida poderá ser implementado na sua vida.

Construir uma rotina para um bebê não é impôr nada, mas observá-lo e ver como ele age. É entender o seu filho e sempre fazer o melhor por ele, sem deixar que ele passe necessidades. Para a gente, funcionou muito bem.

A Tracy Hogg tem três livros no mercado brasileiro e, a doutora Elizabeth Pantley, dois (que eu saiba). Eu tenho todos, são excelentes. Como sempre me perguntam qual a diferença entre eles, vou fazer um guia rápido aqui:

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Livros da Tracy Hogg:

  • Livro azul: explica o método e pode ser lido quando você estiver grávida, para entender. Mas não necessariamente – pode ler depois que o bebê nasceu também. Ele traz a raiz do método. Recomendo que comece por ele, não o pule, pois senão o seu conhecimento do método ficará “banguela”;
  • Livro rosa: voltado para a parte mais prática, trazendo soluções para os problemas mais comuns entre os três e os 18 meses do bebê. Serve como guia de consulta;
  • Livro verde: o livro verde é para bebês de um a três anos. Fala da parte do desfralde, dos primeiros passos, das birras etc. É o complemento dos outros dois.

Livros da doutora Elizabeth Pantley:

  • Soluções para noites sem choro: livro excelente sobre todas as suas considerações sobre o sono dos bebês. Indispensável, para ler antes do outro. Especialmente recomendado para mães e pais de bebês até um ano de idade;
  • Soluções para noites sem choro para crianças de um a seis anos: como o próprio livro diz, é para crianças maiores de um ano de idade. Livro muito completo que fala sobre todos os temores das crianças à medida que crescem, além de trazer soluções.

Enfim. Cuidar do sono de um bebê dá muito trabalho sim, não vou mentir. Mas, se você tiver conhecimento e um direcionamento, tudo fica mais fácil. Você acha mais fácil fazer um bolo de cabeça ou seguindo uma receita, mesmo que a modifique colocando os ingredientes que quiser? É basicamente isso. Tem quem combine mais com um tipo que com o outro, mas eu, pessoalmente, jamais descartaria ao menos obter mais informações sobre algo que poderia melhorar a vida do meu filho, mesmo que eu não utilizasse depois.

Bons sonhos. =)

04 Mar 2013

Ideias da Martha Stewart para jantares que as crianças gostem

Veja algumas ideias de pratos para fazer para a criançada. Eu gostei tanto que precisei compartilhar com vocês. <3

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Pedacinhos de peito de frango cortados em tiras e empanados em casa podem ser comidos até mesmo com as mãos, junto com legumes selecionados.

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Espaguete com almôndegas é campeão lá em casa. Na sua casa também?

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Hambúrgueres caseiros e menores são perfeitos para crianças pequenas que ainda não conseguem segurar um sanduíche muito grande. faça o hambúrguer em casa! Você só precisa de carne moída e sal a gosto.

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Macarrão com bastante queijo!

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Mini-pizzas de espinafre com queijo. Você também pode usar mini-pão sírio para a massa.

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Arroz de forno com frango e legumes.

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Qualquer torta bem apetitosa agrada sempre qualquer paladar.

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Franguinho à parmeggiana com penne e brócolis. Hmm!

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Coxinhas da asa de frango assadas, para comer com a mão mesmo.

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Burritos com recheios variados!

Para fazer todos esses pratos, não é necessário ter receita, pois são bastante simples. Caso você tenha alguma dúvida mesmo assim, basta buscar no Google qualquer receita em questão que aparecerão diversas páginas com receitas diversas. Isso também é muito bom para buscar novas ideias. =)

21 Feb 2013

Dúvida da leitora: qual o melhor horário para fazer a lição de casa com os filhos?

Bom dia, Thaís! Tudo bem?
Adorei a novidade dos temas por mês. Gostaria de sugerir um post para orientar as mães de filhos que estão começando a levar lição para casa. Esse é o meu caso. A minha filha está entrando no 1º ano do ensino fundamental e a partir de agora trará lições de casa todos os dias. Ela estuda à tarde, porém às terças e quintas tem que ir para a escola no período da manhã também.
Sempre achei que fazer lições de casa à noite não seria muito produtivo pois as crianças costumam chegar cansadas, sem contar que a rotina noturna é corrida. Jantar, banho, e quando vemos já são 20h00. Super tarde para as lições de casa, concorda?
Além disso, os médicos indicam atividades físicas para as crianças pelo menos 3 vezes por dia o que todos nós sabemos que é importante e muito saudável. Ou seja, que tempo sobra para as lições e estudos em casa para uma criança de 6 anos em diante?
Sei que o seu filhinho ainda não está nessa fase, mas você vai ver que dilema é esse, Thaís. Uma loucura!
Beijinhos e muito obrigada por tudo o que você tem feito de bom na minha vida e na de tantos leitores do seu blog.

Queria leitora,

Nossa vida é uma correria, não é mesmo?

A pergunta é: pela manhã, você está disponível para ficar com ela? Se sim, certamente esse horário é o melhor para fazer as lições. Quando ela tiver aula pela manhã, excepcionalmente será necessário fazer as lições à noite. Cheguem em casa, tomem um banho e, logo após o jantar, façam a lição. Mas explique direitinho para ela como as coisas funcionarão. Já viu aquele quadro de rotina da Supernanny? Talvez seja uma boa ter um desses em casa. Eu sou louca para fazer, mas meu filho ainda não entende.

Será cansativo fazer a lição à noite? Sim, mas são dias excepcionais. Nunca, nunca tome situação que são exceção como regra geral para pensamentos e preocupações na sua família. Existirá uma regra geral, que é fazer a lição pela manhã e, quando não for possível, e somente se houver lição, esta será feita à noite.

Quanto à atividade física, ela já não faz aulas na escola? Em muitos casos, essas aulas são suficientes. Se não, talvez seja o caso de fazer algo de curta duração pela manhã – mas tente não complicar!

Certamente outros leitores ficarão muito contentes em te dar mais sugestões pelos comentários. =)

Obrigada por ter escrito.

19 Feb 2013

Sugestões e dicas para o lanche das crianças na escola

Nesse mês de volta às aulas, recebi muitos pedidos de mães e pais para postar sobre o lanche das crianças. Para fazer isso com uma certa autoridade, eu conversei com uma amiga minha nutricionista, que elaborou o excelente texto abaixo, que compartilho com vocês.

O nome dela é Roberta Medeiros e seu telefone para contato e atendimentos é:
(11) 99377-9144.

Todos sabem dos benefícios de uma alimentação saudável, mas poucos ingerem os alimentos recomendados. Devemos o quanto antes adquirir hábitos saudáveis para que no futuro sejamos adultos saudáveis. Problemas cardíacos e outras patologias estão acometendo cada vez mais jovens e crianças .

A criança não deve ficar muito tempo sem se alimentar entre as refeições, ou não se alimentar adequadamente, pois ela pode perder peso, ter cansaço e até sentir totura atrapalhando o aprendizado. O ideál é se alimentar de três em três horas

Alimentos gordurosos, como coxinha, risoles e outras frituras,refrigerantes e alimentos que estragam fácil (e fazem muito mal) não devem estar na lancheira. Evitar também chicletes, chocolate em excesso e balas.

Além da lancheira térmica existe outra forma de manter o lanche sempre fresquinho: pode-se usar o papel alumínio para embalar lanches e frutas. Outra dica é preparar o lanche logo cedo, pouco tempo antes de a criança sair.

Quanto mais completo o lanche mais saudável e de qualidade será a refeição. É necessário ter na lancheira alimentos de todos os grupos: energéticos, reguladores e construtores. Energéticos são os pães, bolachas, barrinha de cereal, entre outros. Reguladores são as frutas e sucos; e construtores são os leites e derivados, requeijão, manteiga, presunto, peito de peru.

A lancheira pode conter:

  • Pães integrais (pode alternar os pães integrais com bisnaguinhas, pão círio, pães de leite e torradas, mas devemos preferir os pães mais saudáveis). Para rechear os pães devemos preferir queijo branco, manteiga, requeijão e peito de peru ou presunto magro, observando sempre a data de validade pois são muito perecíveis;
  • Bolos simples caseiros;
  • Sucos naturais ou de caixinha (néctar);
  • Conservação dos sucos: as vitaminas da frutas, em especial a vitamina C, sofre oxidação em contato com o oxigênio e vai perdendo sua eficiência. A perda ocorre aproximadamente após 4 horas de exposição (suco pronto). Mesmo com essa perda podemos utilizar outras frutas na lancheira e em forma de suco como por exemplo suco de acerola, abacaxi, maracujá e melão, pois estas sofrem menos o efeito da oxidação;
  • Água de coco;
  • Achocolatado;
  • Iogurtes naturais ou danoninho (só não devem ficar muito tempo sem consumir, então o ideal é consumir o quanto antes);
  • Biscoitos de preferência sem recheio, como por exemplo bolachas água e sal com geléia (sem adição de açúcar é melhor);
  • Bolacha maisena com requeijão;
  • Frutas cortadas em cubos pequenos (não são todas as frutas que ficam boas quando descascadas. A maioria delas perde vitaminas e ficam escuras. O kiwi, não. Apesar de perder um pouco de vitamina C até a hora do intervalo, ele tem fibras e outros nutrientes). Uma boa dica de frutas são as que não escurecem como mamão, melancia, melão, morango. Outra boa pedida também são as saladas de frutas.
  • Uma boa opção são as cenouras aperitivo (especiais para lanche);
  • Polenguinhos;
  • Tomate cereja;
  • Ovos de codorna.

Como armazenar

Lanches devem ser embalados em papel filme e leites e os sucos, armazenados em garrafas térmicas.

Outra boa dica é armazenar os sucos em garrafas bem vedadas e escuras, de preferência pequenas, pois ocorre menos oxidação.

Higiene

É importante também fazer todo dia a higienização da lancheira com álcool e água e sabão.

Sugestão de lanches saudáveis para a semana inteira

É muito importante o consumo de legumes, verduras e frutas e devemos evitar açúcar, gorduras saturadas e excesso de sal presentes nos alimentos industrializados. De certo há praticitade nos alimentos industrializados, mas devemos evita-los para ter uma vida saudável no futuro. Então, seguem sugestões e dicas de lanches saudaveis para os pequeninos:

Segunda-feira

1 caixinha de suco de soja (200 ml)
1 bisnaguinha com manteiga
1 fruta em cubinhos

Terça-feira

Suco natural de laranja
1 sanduíche de pão integral com 1 colher de sobremesa rasa de requeijão

Quarta-feira

3 bolachas água e sal com geléia de morango
1 unidade de queijo tipo Polenguinho
1 banana
Leite fermentado

Quinta-feira

Iogurte integral
1 barrinha de cereais
Mini cenouras

Sexta-feira

1 fatia pequena de bolo caseiro e simples
Água de coco
Melancia fatiada

Sugestão 2

Segunda-feira

1 pote de salada de frutas
Bolacha maisena com requeijão

Terça-feira

Suco natural de maracujá
1 fatia de bolo caseiro

Quarta-feira

2 torradas com geléia
Tomate cereja
Leite fermentado

Quinta-feira

Achocolatado
Pão de forma com queijo branco
Melão cortado em cubinhos

Sexta-feira

Iogurte
Pão de miho
Cenoura fatiada

E então, gostaram das sugestões da Roberta? Eu adorei! Na escola do meu filho, eles que fornecem o lanche, então eu não preciso me preocupar com isso, pois eles já utilizam alimentos mais saudáveis. No entanto, para quem não tem essa opção, ficam as dicas da nutricionista e sugestões para duas semanas de lanches. Não tem como os pequenos não gostarem!

Nutricionista: Roberta Medeiros
Telefone para contato: (11) 99377-9144

18 Feb 2013

Volta às aulas sim! E agora, como voltar à rotina?

Group of schoolchildren (6-7) playing in classroom

Este post foi enviado pela organizadora profissional Fernanda Graeff, da Armonizzare Ambientes.

Os dias de dormir até mais tarde, almoçar lanche, olhar TV até de madrugada, computador liberado estão com seus dias contados ou já   estão em um lugar da memória das crianças e adolescentes do Brasil!  (no Rio Grande do Sul as aulas começam somente após o Carnaval…. em outros estados do Brasil, no começo de fevereiro).

É tempo de retomar a rotina de estudos. Pensando em ajudar as famílias a passar por este momento, elaborei algumas dicas que podem ajudar! Sou ex-professora, mãe de duas meninas e mesmo com minha atividade de organizadora profissional reconheço que não é uma tarefa fácil. Mas não  é impossível. É de conhecimento popular, que para mudar um hábito são necessários 21 dias e muito empenho! Então vamos às dicas:

- Faça uma mudança gradativa nas permissões que seu filho tinha nas férias. Para evitar “combates”  diários, vá reduzindo os horários que ele tinha permissão parar dormir, ver TV, usar o computador.  Cortar tudo de uma vez só,  vai fazer seu filho ficar frustrado e identificar a volta às aulas como um castigo.

- Mesmo que nas primeiras semanas de aulas, alunos e professores estejam se conhecendo e estabelecendo regras, aproveite este momento para estender estas regras para sua casa.  Em conjunto estabeleçam o que funciona para a sua família em termos de horários, onde se encaixa o momento de estudo. Ele deve ser diário, mesmo que seja para rever conteúdos, organizar o material, agendas, mochilas. A famosa frase “mas eu não tenho tema” nem sempre é verdadeira, o que acontece é que ele pode ter tema sim e está deixando para última hora.

- Elabore com seu filho um cronograma semanal, onde se destaque tanto os compromissos com a escola, quanto os momentos de lazer. Assim ele aprende a valorizar a organização e ver que é algo que o beneficia, e não somente serve como “punição”  e para coisas “chatas” .  Faça de acordo com a faixa etária, estando nos primeiros anos do Ensino Fundamental faça um cartaz bem colorido, se estiver em outra fase, apele para os recursos multimídia, fazendo planilhas ou até mesmo uma fã page, blog onde seu filho adolescente pode compartilhar sua rotina com os colegas da escola e com a família,  tudo que está fazendo de legal na semana!

- Use uma pasta sanfonada, ou fichário com plásticos para que seu filho vá acrescentando as atividades que fizer na escola, por matéria ou área, assim na hora de procurar um conteúdo para estudar para uma prova fica mais fácil.

- Privilegie um local da casa livre de distrações para os momentos de estudo! Tudo com muita luz, silêncio, uma boa mesa e cadeira que proteja a postura. Mas comece cedo, se seu filho nunca fez isto desde que entrou no 1º ano, dificilmente ele irá procurar um local assim para estudar com 15 anos.

- Acompanhe a rotina de seu filho, mostre que você se importa! No tempo que fui professora observei a diferença que a atenção dos pais fazem no resultado escolar.

Vamos ver a aula com toda positividade que ela traz! Retomar os estudos! Retomar as amizades! Com organização e boa vontade sobre tempo para tudo! Estudos e lazer! Boa volta a todos!

16 Feb 2013

Inspiração: entrada organizada para receber as crianças quando chegam da escola

Imagem retirada do Pinterest (sem fonte)

Imagem retirada do Pinterest (sem fonte)

Gostei muito da entrada dessa casa porque ela é prática, fácil de copiar, barata e sem foco na decoração, mas sim na praticidade.

Embaixo, temos ganchinhos nas paredes para as mochilas e lancheiras dos dois filhos. Basta deixar a mochila ali quando chegar da escola e, na noite anterior, os pais deixam tudo pronto para a hora da saída.

Em cima, uma caixa de entrada para a papelada, um quadrinho para escrever recados (que poderia ser uma lousinha também) e um quadro grande para papéis diversos, onde foram colocados os trabalhos da escola.

Todos esses materiais podem ser facilmente encontrados em papelarias e grandes lojas do ramo, como a Kalunga.

15 Feb 2013

Maneira fácil e prática de organizar a papelada escolar dos filhos

papelada-filhos

Porta-revistas podem ser encontrados em qualquer papelaria e são uma excelente ferramenta para você organizar a papelada dos filhos que chega da escola diariamente. Se tiver mais de um filho, pode usar um porta-revistas de cada cor para cada um deles. Basta fazer uma etiqueta com o nome de cada filho e ir arquivando ali. Se quiser ir além, coloque uma pasta de plástico em L para cada mês do ano dentro do porta-revistas.

Esse sistema também pode ser usado por estudantes em outras faixas etárias. Você pode separar seu material por ano (um porta-revistas para cada ano letivo) ou por disciplina (dependendo do curso que fizer).

12 Feb 2013

Como guardar uniformes escolares

Se você precisa usar uniforme no dia a dia ou tem filhos que estejam nessa fase, pode ser interessante separar uma prateleira (ou gaveta) do guarda-roupa especialmente para colocar os uniformes. Aqui em casa, eu usei a prateleira que fica na altura dos meus ombros, que é a prateleira de mais fácil acesso. Como são as roupas que você vai mexer todos os dias, precisam ficar acessíveis.

Se seus filhos já se vestem sozinhos, a ideia é colocar as roupas em uma prateleira que seja acessível para eles, claro. Não se esqueça de colocar um espelho de corpo inteiro no quarto também!

Se você tem mais de um filho, pode usar uma coluna para cada um, etiquetando embaixo, na prateleira. Ou pode usar armários com nichos, assim:

uniformes01

A outra alternativa é separar por dias, mas para isso você precisa de mais espaço:

Imagem: The Gunny Sack

Imagem: The Gunny Sack