Saúde

12 Jul 2014

Cuide da sua saúde no inverno

Woman Holding Cup of Water and Lemon --- Image by © Royalty-Free/Corbis

Algumas dicas práticas para manter sua saúde bem cuidada nesta estação:

  • Procure manter a temperatura corporal. Se estiver em casa com pouca roupa, agasalhe-se para sair.
  • Consuma bebidas quentes ao longo do dia para manter o corpo aquecido.
  • Tire o pó da casa com uma frequência maior. Evite ficar em ambientes empoeirados.
  • Evite tomar banhos muito quentes para não ressecar a pele.
  • Tenha sempre uma manteiga de cacau ou hidratante labial na bolsa para ir passando ao longo do dia.
  • Coma frutas cítricas para aumentar o consumo de vitamina C.
  • Beba água morna com limão pela manhã.
  • Faça atividade física, mas reforce o aquecimento antes para evitar lesões.
  • Mantenha em casa seu estoque de remédios para males comuns, como alergias, febres e resfriados.
  • Use filtro solar na pele mesmo no inverno. O sol continua queimando do mesmo jeito.
  • Mantenha o horário de sono mesmo nos dias de folga, para não confundir o ritmo do seu corpo.
  • Redobre os cuidados com hidratação da pele.
  • Beba bastante água ao longo do dia.
  • Consuma refeições que fazem uso do alho.
  • Consulte um dermatologista.
  • Encha uma bacia com água fervente e coloque folhas de eucalipto. O aroma é gostoso e o eucalipto é bom para a respiração.
  • Abuse das sopas e caldos quentes nas refeições.
25 Apr 2014

Receitas congeladas e saudáveis para quem é muito ocupado: mito ou realidade?

Temos a impressão (com todos os motivos do mundo) de que toda comida congelada não é lá muito saudável. Isso porque, quando falamos em comidas congeladas, nos lembramos das lasanhas cheias de sódio e empanados feitos com restos de frango. Mas não precisa ser assim. Dá para ter algumas opções congeladas em casa que sejam saudáveis, especialmente porque todos nós passamos por momentos em que precisamos optar por esse recurso. Um pós-parto, uma semana cheia de compromissos e reuniões fora, muitas viagens, quem trabalha e estuda e mil outros motivos – que seja simplesmente querer ter mais praticidade. Pesquisei um pouco sobre o assunto para escrever este post com algumas receitas e espero que seja útil a todos vocês.

Clique na imagem para ir à receita.

Frango à parmeggiana light

Imagem: Projeto Super Saudável

Imagem: Projeto Super Saudável

Risoto verde aos 2 queijos

250414-congelados02

Imagem: GNT

Hambúrguer caseiro com aveia

Imagem: Tem Delícia na Cozinha

Imagem: Tem Delícia na Cozinha

Frango xadrez

Imagem: Projeto Super Saudável

Imagem: Projeto Super Saudável

Salmão ao molho de mostarda light

Imagem: GNT

Imagem: GNT

Sopa de chuchu, cenoura e frango

Imagem: Projeto Super Saudável

Imagem: Projeto Super Saudável

Nuggets super saudáveis

Imagem: Projeto Super Saudável

Imagem: Projeto Super Saudável

Este post foi criado para ser construído de forma coletiva. Portanto, se você tiver alguma receita saudável de comida que possa ser congelada, por favor, deixe nos comentários! Obrigada!

05 Dec 2013

Como a raiva afeta nossa produtividade

Um dos conceitos que mais me fizeram ver a vida de outra forma quando comecei a estudar o budismo foi sobre o controle da raiva. Acredito que a gente deva agradecer imensamente por todos aqueles que nos fazem sentir raiva, porque isso nos dá a chance de sermos pessoas melhores. Quando uma pessoa faz algo que me toca, me ofende ou me deixa com um sentimento ruim, eu tenho a oportunidade de lidar com aquilo e pensar: por que me sinto assim? Tenho a chance de refletir a respeito e exercitar meu lado zen. Isso não aconteceria se não tivesse esse tipo de estímulo no dia a dia.

Como você se sente quando acaba de lavar a louça e alguém deixa um prato sujo dentro da pia?

Quantas vezes estávamos super bem e, quando chegamos ao trabalho, algum colega fez um comentário desnecessário e nos tirou de nosso equilíbrio? Ou então, estávamos limpando a casa cantando uma música do Led Zeppelin bem alto, chega nosso companheiro ou companheira e faz um comentário chato. Muitas vezes, e dependendo da pessoa, aquilo faz com que o dia acabe e tudo fique horroroso. Nem conseguimos fazer nada direito. Assim como tem muitas vezes que o clima está péssimo mas nós estamos bem, então tudo fica bem.

Isso acontece porque o segredo de tudo está em controlar a nossa mente. E isso não é fácil! Aliás, pode ser um objetivo de vida mesmo, como vocês podem imaginar. E isso vale para quem trabalha em casa, trabalha fora, só estuda, só fica em casa. Vale para todo mundo.

Com relação à raiva, ela é um sentimento importante de comentar porque nos afeta e prejudica outras pessoas, além de nós mesmos. Levante a mão quem já sentiu raiva, falou o que não precisava e depois se arrependeu muito? Eu já fiz isso inúmeras vezes. Todo mundo já fez. Quando a gente se deixa levar pela raiva, não é a outra pessoa a principal prejudicada, mas a gente mesmo. Aquilo gera uma sensação de mal-estar tremenda na gente e tira toda a nossa concentração. E quem consegue trabalhar ou fazer qualquer outra atividade se sentindo assim?

E como lidar com a raiva no dia a dia?

Minha sugestão é: identifique aquilo que faz você sentir raiva – aquilo que te tira do eixo sempre. E tente evitar. Isso já vai diminuir muito os seus problemas com relação a esse assunto.

Se não puder evitar e a situação simplesmente explodir na sua frente, conte até 10, 30, 100, até a raiva passar. Não pense que está sendo “café com leite” ou “levando desaforo para casa”. Esses são sentimentos ligados ao nosso ego, que não trazem benefício algum para nós. Podemos sim lidar com as injustiças e responder ou até mesmo discutir de forma adequada, educada e com respeito, mas isso não é algo que conseguimos fazer quando estamos com raiva. Não nos controlamos quando estamos com raiva, é físico isso. Nosso corpo reage. Portanto, quando chegar esse momento, afaste-se. E, quando tiver pensado a respeito, converse para resolver o problema.

Sentir raiva não é bom. Não é normal, apesar de o nosso mundo hoje pregar como se fosse.

Saber lidar com a raiva aumenta nossa produtividade porque não nos deixa cair em armadilhas do dia a dia – no trabalho, com a família, com os amigos, em todo lugar. E, quando estamos tranquilos, conseguimos produzir bem.

Para exemplificar, trouxe um trecho de uma conversa com o Dalai Lama, onde ele fala um pouco sobre os efeitos da raiva e por que ela não é um sentimento bom. Espero que gostem.

Que benefício a raiva pode trazer? Às vezes pensamos que ela vem em nosso socorro: em uma situação trágica, a raiva parece nos dar mais coragem e energia. Sob essa perspectiva, seria algo que nos ajudaria a superar uma situação difícil.

Mas a energia que vem da raiva é cega, não tem nenhuma sabedoria, e traz o potencial de fazer com que você se auto-destrua. A raiva bloqueia nossa capacidade de discernimento, e cega nossa inteligência.

Por exemplo: às vezes perdemos a cabeça e dizemos palavras absurdas, depois nos sentimos envergonhados, temos vergonha do que dissemos, de nossas palavras impensadas. No momento em que a raiva tomou conta, perdemos a capacidade de pensar e de discernir.

A raiva também não faz bem a nossa saúde. Algumas vezes, quando queremos atingir um inimigo, deixamos a raiva nos guiar. Não é certo que conseguiremos atingir o inimigo, mas uma coisa é certa: prejudicaremos a nós mesmos.

Se temos um inimigo que resolve nos perturbar, quando reagimos estamos deixando que a situação continue a se desenvolver. E, mesmo depois que terminou, continuamos a sentir raiva — deixando que a situação nos perturbe mesmo depois de terminada. Se, no entanto, temos paciência, a situação irá acabar por si mesma.

A raiva causa dor de estômago, mal estar, em nós. E o inimigo pode até se regozijar com isso.

Temos que tomar atitudes de uma maneira pensada, sem perder a paz de espírito. Aqueles que tem alguma prática de compaixão e tolerância conseguem fazê-lo muito bem. Paciência e a tolerância são importantes. Elas não são fraquezas, e sim um sinal de fortaleza interior.

Se você pratica a compaixão, eventualmente você pode até desenvolver algum grau de gratidão pelo seu inimigo, porque só através da prática da tolerância e paciência se manifesta a compaixão.

E para praticar a paciência e a tolerância você tem que enfrentar situações difíceis. Como praticar tolerância diante de um Buda? Para aprender tolerância e paciência temos que exerce-las. Portanto, o inimigo é o seu mestre, e o ajuda a desenvolver essas qualidades.

Algumas vezes temos a noção de que a prática da paciência e tolerância significa nos curvarmos diante dos outros, mas não é isso. Estou falando de não deixarmos a raiva nos dominar, não de submissão.

Para se desenvolver a compaixão inamovível e sem preconceitos, é fundamental ter uma atitude correta frente aos inimigos. Assim, os budistas adotam a seguinte estratégia para desenvolver a compaixão sem preconceitos: Recuam.

Recue você também. Recue da proximidade dos sentimentos, da proximidade dos amigos e da distância dos inimigos. Adote a equanimidade. O apego aos amigos e o desagrado dos inimigos são um entrave.

Quando se olha com equanimidade, vemos que todos os seres querem a felicidade, querem se livrar do sofrimento. E quando percebemos isso, podemos chegar à compaixão.

Alguns dizem que a natureza básica do ser humano é agressiva, outros dizem que é gentil. Ambos têm certo grau de razão, mas entendo que a natureza básica do ser humano é gentil, porque todo mundo quer alegria, não sofrimento.

– Dalai Lama

Toda vez que você se deparar em casa, na rua, no trabalho, na escola, enfim, em qualquer lugar, com alguma situação que te deixe com raiva, pense! Pare, pense, tente se afastar, reflita sobre por que aquilo está te deixando alterado(a) desse jeito. Somente assim você conseguirá refletir sobre os seus atos e se preparar para se controlar melhor da próxima vez. E, assim, ter uma vida mais tranquila e proporcionar paz às pessoas ao ser redor.

18 Sep 2013

A importância de dormir bem para conseguir fazer tudo no dia a dia

Há cerca de três semanas, eu viajei a trabalho e foi bastante intenso, pois não descansei direito e acabei ficando meio mal de saúde. Nesta semana, estou fazendo um curso no exterior (com fuso horário diferente) e tem sido bem complicado lidar com a questão do bem-estar, porque o curso é das 8 às 19h, já bem cansativo naturalmente, e ainda tem todo o outro lado do fuso.

Por isso, o que eu tenho feito é priorizar o meu descanso. E só depois daquela semana que eu tive há um tempo atrás é que eu percebi como descansar bem faz toda a diferença. Talvez seja coisa da idade…

Eu sei que muitas vezes temos fases na vida em que é simplesmente difícil descansar. Lembro de quando eu fazia estágio e estudava à noite, que eu chegava em casa meia-noite e precisava acordar às 6h, mas ainda tinha que tomar banho, arrumar minhas coisas para o dia seguinte e pegar no sono (demoro para dormir). Com isso, eu facilmente dormia apenas de 4 a 5 horas por noite, e o resultado foi ter tido uma crise de labirintite e engordado uns 10kg.

Depois da semana passada, quando passei mal, eu decidi que meu descanso é mais importante que o trabalho. Simples assim. Então, se eu estiver cansada, dou um jeito de descansar e compensar depois. Tiro um cochilo na hora do almoço, durmo 1h em casa antes de voltar ao trabalho e atitudes do tipo. Aqui no curso, tenho dormido um pouco na hora do almoço e isso tem feito toda a diferença para aguentar o restante das horas no período da tarde.

Portanto, pode parecer que saúde não tem nada a ver com organização, mas tem sim! Se eu não estiver bem e descansada, não consigo fazer 50% das coisas que eu teria que fazer no dia em questão. Priorizar o descanso é tão importante quanto trabalhar e fazer todas as outras coisas que você tem para fazer, então tenha esse compromisso com você mesmo(a)!

Por exemplo, dormir de 10 a 20 minutos já dá outra carga de energia para aguentar o restante do dia. Algumas empresas inclusive estão investindo nessa horinha da soneca depois do almoço, ao redor do mundo (tomara que a moda pegue!). Quem consegue dormir entre 1h e 1h30 fica bem, mas deve evitar, caso tenha problemas para adormecer à noite. A experiência tem me mostrado que o sono de 20 minutos já é bastante revitalizante, e vale a pena.

O problema é encontrar lugar para dormir quando se trabalha fora, não é mesmo? Se você tem carro, pode tirar uma soneca lá dentro. Algumas pessoas procuram lugares mais tranquilos da empresa onde trabalham para fazer isso (tinha um amigo que dormia no banheiro!). Eu certamente acho que as empresas deveriam providenciar um cantinho assim para as pessoas descansarem um pouco.

Como funciona na sua empresa? Você tem algum lugar para descansar? O que você pensa sobre esse assunto?

12 Aug 2013

Como proteger bebês da ação das bactérias

Acho que é preocupação de toda mãe proteger seus filhos contra as bactérias, especialmente quando são bebês. Quando meu filho era pequeno, eu tomava algumas precauções básicas com relação à higiene pessoal e dos objetos – especialmente brinquedos que ele manuseava. Mesmo assim, a preocupação era grande, pois eu sabia que não tinha nenhum produto no mercado que fosse muito eficiente.

Os brinquedos são laváveis, em sua maioria, e devem ser higienizados com frequência a fim de garantir a saúde e segurança do bebê. A melhor maneira de fazer essa higienização é limpar a superfície com um pano limpo umedecido com álcool, e era assim que eu fazia. Itens menores, como chupetas, podem ser colocados de molho em uma mistura de água morna com detergente e em seguida lavados em água corrente. Você também pode ter um esterilizador de chupetas, muito útil para viagens. Eu tinha um aquecedor de mamadeiras que fervia a água rapidamente, e também usava para esterilizar as chupetas.

O problema das bactérias é que elas são micro-organismos que se proliferam com facilidade e nem sempre conseguimos nos livrar delas completamente. Portanto, higienizar brinquedos e outros objetos que entram em contato com o bebê é o mínimo do mínimo que a gente pode fazer. Cuidar da higiene é cuidar da saúde, e com bebês esse cuidado é fundamental.

Não existe uma frequência correta para fazer essa higienização. Quando meu filho era bebê, eu costumava esterilizar alguns objetos todos os dias, como chupetas. Brinquedos de banho, por exemplo, eu higienizava somente uma vez por semana.

Utilizar álcool bactericida é uma forma de garantir a proteção de crianças pequenas contra contaminações

Cooperalcool Bacfree

O Coperalcool Bacfree, da CNA – Companhia Nacional de Álcool, garante a eliminação de 99,9% das bactérias onde o álcool for aplicado. Dessa forma, você pode higienizar de modo eficaz os objetos que fazem parte do universo do bebê.

Importante: o Coperalcool Bacfree também é testado dermatologicamente. Ou seja, nada de fazer mal para a pele. A fórmula do álcool consegue exterminar os micro-organismos e, assim, proteger aqueles que entram em contato com ele. Ele também tem tampa de proteção para crianças.

A diferença do Coperalcool Bacfree para o álcool comum

Boa parte das pessoas acredita que qualquer álcool consegue fazer o trabalho de eliminação de bactérias. Eu mesma, sempre usei álcool para limpar os brinquedos do nosso filho. No entanto, esta higienização completa não é feita pelos produtos comuns. Apenas o Coperalcool Bacfree possui em sua fórmula um agente bactericida, que extermina 99,999999% das bactérias onde for aplicado. Isso é bastante. Na verdade, o álcool convencional apenas “aquece” as bactérias, ou seja, não as elimina e mantém os usuários em perigo de contaminação. +_+

Outro fator positivo do Coperalcool Bacfree é o aroma. Quem o utiliza não precisa deixar a casa ou o apartamento com o famoso cheiro de limpeza. A linha de álcool líquido da CNA possui três aromas especiais e exclusivos: lavanda oriental, mimo (perfume de bebê) e eucalipto.

Eu recebi o contato do pessoal da Coperalcool Bacfree e achei importante divulgar a linha de produtos deles aqui no blog, pois bem que eu gostaria de tê-los conhecido quando meu filho era menor. De qualquer forma, já é um produto que está na minha wishlist para trazer para casa. Eu sempre limpo os brinquedos de plástico e borracha do meu filho com álcool, mas sei que não é o suficiente. Se ele fosse bebê ainda, eu sequer pensaria duas vezes.

Este post é um publieditorial. Entenda como funciona.