Equilíbrio

Não dá para ser organizado se a gente não estiver bem.

08 Oct 2014

Prazo de validade de maquiagens e cosméticos

Imagem: Web Parx

Imagem: Web Parx

Produtos de maquiagem e cosméticos têm data de validade e é importantíssimo respeitá-lo, senão podem causar sérios danos à sua pele. É claro que um produto não estraga de um dia para o outro, mas o prazo de validade diz que, usando depois daquele período, o fabricante não garante mais os resultados ou consequências não muito agradáveis podem resultar para quem estiver usando. Os que têm que pele sensível e alergias devem redobrar os cuidados.

Confira a data de validade média dos principais cosméticos e artigos de maquiagem:

3 meses
Máscara, creme para a região dos olhos

6 meses
Base, cremes hidratantes para o rosto, demaquilantes

8 meses
Corretivo

12 meses
Pó, sombra, gloss, batom, blush (creme), lápis (olho, sobrancelha, lábios), delineador, tônicos de rosto, filtro solar

24 meses
Blush (pó), pó bronzeador

Vale lembrar que produtos artesanais e/ou naturais duram menos que os produtos industrializados, que têm outras formas de conservantes.

Outro ponto de atenção é com relação aos produtos que compramos fora do Brasil. A legislação difere de acordo com o país. Nem em todos os países as marcas são obrigadas a colocar a data de validade no potinho, mas elas colocam outras informações. Os produtos da MAC, por exemplo, têm a validade estimada em meses (“24M” equivale a “24 meses”, ou 2 anos).

Além desses cuidados mais certinhos, tem o cuidado que vem do bom-senso também. Se você comprou um produto novo, ou o produto está dentro do prazo de validade, mas mesmo assim ele te dá algum tipo de reação alérgica ou você sente uma reação não muito legal, pode valer a pena descartar. O mesmo vale para alguns produtos que, na teoria, passaram da validade, mas continuam super bons. Eu procuro ter mais cuidado com os produtos que vão nos olhos, como lápis, cremes e máscaras, e os pós, no geral, costumam durar bem. Isso para produtos de maquiagem! Cremes e cosméticos de tratamento eu sempre considero a data de validade, porque tenho a pele sensível.

Também vale dizer que, mesmo dentro da validade, se armazenar incorretamente, os produtos podem estragar antes do prazo. Não vale deixar produtos cosméticos e maquiagens dentro do banheiro (por causa da umidade) ou em um lugar onde pegue sol, pois eles acabam estragando mais rápido mesmo. Um bom lugar para deixar é naquela penteadeira do quarto (que nunca pega sol) ou dentro do guarda-roupa (se ele não for úmido, claro).

Algumas outras dicas que podem ajudar a aproveitar mais os seus produtos:

  • Procure adquirir produtos secos, sempre que possível, em vez das versões em creme ou líquido. Isso vale para bases, corretivos etc. Os produtos em pó costumam durar mais.
  • Sempre lave seus pincéis de maquiagem, para que não acumulem pele morta e bactérias, passando isso para os produtos ao entrarem em contato com eles durante o uso.
  • Não use maquiagem de outras pessoas e não empreste os seus itens também. Se for testar o produto em uma loja, certifique-se de que eles usam um produto higienizador.
  • Vale mais a pena ter um kit duplicado de maquiagem sempre no trabalho que levar todos os dias uma necéssaire na bolsa. Além de economizar espaço, você garante que os itens não peguem calor no trajeto diário.
  • Talvez valha mais a pena comprar itens menores (em menor quantidade) que aqueles potes com o dobro de quantidade do produto, justamente por causa da validade.
  • Procure não ter produtos duplicados: dois lápis de olho marrons, dois batons iguais abertos etc. Vale mais a pena ter um e usar até o fim que usar dois pela metade e precisar descartar no futuro.

Por fim, vale a pena, uma vez por mês, analisar o seu inventário e descartar o que saiu da validade ou estragou. Não guarde um produto apenas porque foi caro. Da próxima vez, planeje melhor seus gastos e compre somente o que precisa mesmo (ou vai usar muito).

04 Oct 2014

Desculpas que nos damos quando adiamos nossos sonhos (e como contornar cada uma delas)

Tenho pensado muito ultimamente sobre as mudanças que vêm acontecendo na minha vida e como eu poderia escrever sobre elas aqui no blog. Mudanças internas, eu quero dizer. Porque, por mais que a gente mude por fora, significa que existiu uma revolução por dentro. E hoje eu gostaria de comentar sobre as principais desculpas que costumamos nos dar diariamente para não fazermos aquilo que queremos fazer, seja o que for.

A primeira desculpa é a velha “eu não tenho tempo”. Todas as pessoas do mundo têm a mesma quantidade de tempo – 24 horas por dia e 168 horas por semana. Precisamos aprender a gerenciar nosso tempo de vida o melhor possível, e para isso existe a organização. É justamente para pararmos algumas vezes ao longo do ano e pensar: “ok, onde eu quero chegar? porque preciso me organizar para chegar até lá”. É só isso. É simples, mas um trabalho que deve ser feito dedicado, ocasionalmente, para que a gente não perca nossos objetivos de vista. Se a gente continuar dizendo que não tem tempo, nunca vai ter mesmo. Ninguém vai chegar até você e dizer: “senhor, você foi contemplado com 30 horas a mais todos os dias para trabalhar em seus sonhos”. Portanto, precisamos aprender a fazer bom uso do tempo que todos nós temos.

A segunda desculpa é “eu não tenho dinheiro”. Geralmente, quando queremos mudar de carreira, de cidade, de país, fazer um mestrado, viajar ou qualquer outro projeto assim, vamos adiando dizendo que não temos dinheiro. Dinheiro é como tempo – a gente não tem, a gente providencia. Precisa gerenciar bem o que ganha, parar de gastar com bobagens e ter metas. Muitas vezes, quando pararmos para listar o quanto precisamos de dinheiro para realizar aquele sonho, percebemos que não é tanto quanto imaginávamos. Só de colocar no papel já ajuda a ter uma visão mais realista do que a gente pretende. E, com isso, vira um objetivo a ser alcançado, e podemos buscar outros meios para chegar até lá (bicos, investimentos e por aí vai).

A terceira desculpa, e a que mais me entristece, por ser tão comum, é “nunca vou conseguir fazer isso”. As pessoas costumam dar esse tipo de desculpa porque nasceram em uma família pobre (de dinheiro), ou porque não concluíram uma faculdade, ou porque nunca saíram do país, ou porque tem filhos e por aí vai. As desculpas vão alimentando umas às outras para chegar à conclusão mental de que nunca conseguirá o que quer. Supere o comodismo e busque soluções. Pare de falar que nunca conseguirá e monte um plano. Qual seria o primeiro passo? Às vezes é necessário apenas agir, colocar as coisas em movimento, que o resto você vai fazendo.

A quarta desculpa é “melhor um pássaro na mão do que dois voando”. Meus amigos, eu fiquei com essa desculpa em mente durante tanto tempo! Até que percebi que o que estava trocando não era um pássaro voando por um na mão, mas dois pássaros na mão por um só. Entenderam a diferença? Toda mudança envolve algum tipo de risco, mas ficar onde está também envolve – especialmente se estivermos falando de sonhos! Diminua os riscos o tanto quanto possível e simplesmente acredite que conseguirá o resultado que deseja, porque é provável que ele ainda supere as suas expectativas.

A quinta desculpa é a simples “eu tenho medo”, que a gente acaba confessando só lá no fundo, pra gente mesmo. É normal ter medo! De verdade. Porém, não deixe que esse medo paralise você. Como eu comentei na desculpa anterior, muitas vezes estamos trocando algo muito melhor pela situação em que nos acomodamos agora. Use o medo como parâmetro para decisões bem pensadas, mas de nada adianta decidir sem agir.

Apenas alguns pitacos sobre essas questões que estavam na minha cabeça e quis passar para vocês.

03 Oct 2014

Algumas coisas que você deve parar de fazer já para melhorar sua produtividade

Ao longo desses oito anos escrevendo e estudando muitos assuntos relacionados a organização e produtividade, eu percebi alguns erros que eu cometia e que vejo muitas pessoas cometendo, prejudicando sua produtividade diária. Veja então uma lista com coisas que você precisa parar de fazer se quiser ser mais produtivo:

Ignorar seu nível de energia ao longo do dia

A partir de uma certa idade, fica bem óbvio para a gente em que momento do dia nos sentimos mais ou menos produtivos. A ideia aqui é reservar o período do dia em que você se sente mais produtivo para investir em atividades que demandem foco total e criatividade, ou mesmo aqueles problemas mais cabeludos que precisamos resolver. Não utilize seu período mais produtivo do dia para fazer reuniões, por exemplo. Reuniões devem ser feitas naquele período em que você está com a energia mais baixa mesmo, porque a interação da reunião é uma maneira natural de manter a mente trabalhando, mesmo que você esteja cansado. Outra coisa que deve ser feita nos períodos de energia mais baixa são as tarefas de rotina, que você já tem no piloto automático e não precisa pensar muito para fazer. Se estiver realmente cansado, deixe para esse momento alguma tarefa rotineira que você realmente goste. No meu caso, eu aproveito para conferir meu Instagram e ler meus feeds.

Acordar cada dia em um horário diferente

Esse hábito, para mim, é terrível. Eu venho de longos anos aprendendo a dormir tarde aos finais de semana, porque meu marido faz shows e fui acompanhá-lo muitas vezes. Porém, comumente, hoje em dia, tenho reuniões no sábado bem cedo, ou treinamentos na segunda-feira (e preciso acordar 5 horas da manhã, ou até antes). Se eu ficar brincando com o meu metabolismo, o resultado será um dia péssimo, em que meu corpo irá reclamar e minha mente não vai funcionar direito. Isso eu estou dizendo por experiência própria, apesar de já ter lido algumas pesquisas científicas a respeito. Eu não acordo 5 horas da manhã em casa quando não tenho treinamento, mas quero chegar lá. O que eu sei é que não dá para pegar “o dia do descanso” e acordar 11 horas da manhã, por exemplo, a não ser que tenha acontecido alguma exceção no dia anterior. Às vezes, quando passo por uma semana bem ocupada, eu sinto que preciso pegar um dia para acordar mais tarde e descansar. Porém, o segredo está em dormir muito mais cedo, não mudar o horário em que acordo. Quando acordo tarde nesse dia, fico me sentindo letárgica o dia todo, além de perder horas preciosas. Portanto, eu acho fundamental parar de acordar cada dia em um horário diferente e acordar em uma média de horário mesmo aos finais de semana. O que faz meu corpo ficar bem não é dormir mais, mas ter essa rotina igual todos os dias.

 Checar as redes sociais o tempo todo

Bom, essa dica é comum, mas não poderia deixar de aparecer aqui. Como eu trabalho com Internet, não tenho como não acessar as redes sociais, pois elas são parte do que eu faço. Porém, eu estabeleci algumas regrinhas que facilitam. Por exemplo, eu utilizo uma ferramenta para agendamento de postagens no Facebook e no Twitter. Uma vez por semana, agendo as postagens em todos os meus canais e, ao longo da semana, vou agendando novas publicações. Eu não preciso entrar nas redes sociais para fazer isso – administro de uma outra plataforma. Uma vez por dia, em horários determinados, acesso meus canais para responder dúvidas e comentários, ver a repercussão das postagens, e isso basta. Sequer considero, hoje em dia, entrar em qualquer rede social sem ter trabalhado bastante nas minhas metas diárias, porque senão a tendência é perder minutos (ou horas) preciosos ali mesmo.

Dizer “sim” para tudo o que aparece

Agora que estou trabalhando como autônoma, considero muito difícil dizer “não” para propostas de trabalho. De verdade! Rola uma preocupação enorme com o fechamento das contas no final do mês e a vontade é a de sair abraçando o mundo para conseguir fazer tudo o que deseja. Em pouco mais de dois meses vivendo assim, eu estou tentando pegar leve hoje em dia. Como diz o Christian Barbosa, a gente deve dizer “sim” para atividades de equilíbrio e de resultado, e esse é o meu foco atual. Ontem mesmo fiz uma análise das minhas atividades profissionais e as separei em três grupos: o que está me dando dinheiro agora, o que vai me dar dinheiro em breve e o que não está me rendendo nada. Minha agenda deve priorizar o primeiro grupo e encaixar o segundo somente depois de ter feito essa priorização. O terceiro grupo de coisas, eu só encaixo se realmente sobrar tempo. Isso para atividades profissionais, viu gente? Não estou falando de vida pessoal aqui. Essa priorização tem me ajudado a tomar decisões no dia a dia e a dizer mais “não” quando eu tenho que dizer.

Fazer tudo sozinha

Depois de ler o livro do Tim Ferriss (“Trabalhe 4 horas por semana”), eu percebi como estava sendo cabeça dura por querer fazer tudo sozinha. É claro que, para delegar, ou você tem uma equipe, ou precisa ter dinheiro para pagar para as pessoas fazerem algo para você. Porém, mesmo em casa, passei a delegar mais coisas para o meu marido fazer – tarefas do dia a dia mesmo, como ir ao correio ou ao banco, por exemplo. Ele não se importa e eu tiro uma carga enorme das minhas costas com pequenas coisas que, queira ou não, demandam tempo. Veja: não é para abusar das pessoas hein? No nível profissional, é para pagar alguém mesmo. Em casa, não vejo mais qual o problema em contratar uma faxineira diarista para fazer o trabalho pesado uma vez por semana ou a cada quinze dias. O Tim Ferriss me deu a lição mais importante, que vou comentar a seguir.

Não ter noção do quanto vale a sua hora de trabalho

O Tim Ferriss fala uma coisa muito importante (fundamental, eu diria) em seu livro, que é sobre quanto custa a sua hora de trabalho. Bem, faça as contas de quanto você ganha por mês, dividindo entre as suas horas de trabalho, e você terá a sua conta. Para que serve isso? Para tomar decisões. Então, por exemplo: se minha hora vale 50 reais, quanto estarei “pagando” para perder meu sábado inteiro fazendo faxina, em vez de passear com o meu filho? Se a diária de uma faxineira custa 100 reais, isso não é um gasto, mas um investimento de tempo enorme que faço em coisas mais importantes. Da mesma maneira, se trabalhamos 8 horas por dia e recebemos 20 reais por hora, um emprego que nos pague 40 reais por hora, mas demande meio período de trabalho, é mais vantajoso. Por quê? Porque o tempo é o bem mais precioso que a gente tem. Podemos usar o tempo disponível para investir no que é realmente importante para a gente. Use o valor da sua área de trabalho para tomar decisões profissionais (mudar de emprego, aceitar um trabalho freelancer). Não aceite nada abaixo do que vale sua hora de trabalho. Tente sempre melhorá-la um pouco e ir subindo seu patamar. Essa é a ideia.

Querer ser perfeita

Essa eu já abandonei faz tempo – provavelmente, quando o meu filho nasceu. Não quero ter uma casa perfeitamente limpa, uma comida perfeitamente preparada, uma roupa perfeitamente passada, um dia perfeitamente produtivo. Hoje eu quero o suficientemente organizado e produtivo, e só. Eu tinha um chefe que dizia que o ótimo é inimigo do bom, e eu finalmente entendi essa frase quando parei de querer fazer tudo perfeitamente. O que acontece é que, quando a gente é perfeccionista (e eu sou, MUITO), a gente demora mais para fazer as coisas, porque tem que ficar perfeito. Ou então, a gente fica com dificuldade de delegar. Ou pior ainda: fica postergando aquilo porque, se não for para fazer de forma perfeita, melhor nem começar! Quando eu percebi que ser perfeccionista estava atrapalhando a minha vida, eu resolvi tomar a sábia decisão de parar com isso e simplesmente fazer o que tem que ser feito. É uma eterna luta, mas extremamente necessária.

Viver uma vida ocupada

Aqui a gente volta um pouco na questão do aprender a dizer “não”. Descansar é importante. Ter tempo livre, também. Ter uma agenda super ocupada não leva a nada, somente à morte mais cedo ou doenças como estresse, dores de estômago, estafa etc. Não é porque a gente tem um tempo livre na agenda que ele deve ser ocupado. Esses respiros são importantes no nosso dia a dia. O segredo é colocar na agenda somente o que deve ser feito naquele dia, sem “lista de desejos”, sem “encaixar” coisas que “acho que dá”, porque são essas pequenas coisas que tornam o nosso dia a dia cansativo e estressante. Vamos fazer um movimento para parar com a glorificação do “estar ocupado” e focar mais em ter uma mente tranquila, com prioridades bem definidas e projetos bem encaminhados. Se a gente deixar, a vida passa, a gente estando ocupado ou não.

30 Sep 2014

10 coisas para se fazer no avião e aproveitar melhor o tempo de vôo

Estou escrevendo este post do aeroporto, mas venho pensando nele já há alguns dias. Eu sou aquele tipo de pessoa que tem bastante dificuldade para dormir, então nunca consigo dormir em vôos, mesmo os noturno e longos. Se eu conseguir tirar um cochilo rápido, me considero vitoriosa! Porém, para fazer um vôo passar mais rápido, eu tenho sempre uma listinha de coisas para fazer e hoje eu compartilho algumas ideias com vocês:

  1. Ler um livro novo. Para o desafio do horror literário de outubro, estou lendo a biografia do Stephen King. É um livro grandinho, então não corro o risco de acabar a leitura e ficar sem nada para ler. Quem não gosta do livro físico pode levar o Kindle (ou aparelho similar). Também pretendo reler o livro do David Allen, “Making all work”.
  2. Estudar inglês ou outro idioma. Estar em um vôo para outro país dá uma excelente oportunidade de estudar o idioma, especialmente a escuta. Ouça os comissários de bordo conversando, escute a pronúncia, assista filmes sem legendas, leia um livro no idioma desejado, estude em um livro ou apostila, escute aulas em áudio e por aí vai.
  3. Fazer palavras-cruzadas ou outros passatempos. Levante a mão quem tem tempo para fazer esse tipo de coisa no dia a dia? Eu só consigo fazer no avião. Desta vez, comprei um livrinho da Coquetel com 350 passatempos em inglês (vende em banca de jornal).
  4. Escrever. Eu gosto muito de escrever, então chega um determinado momento do vôo que acho legal abrir meu computador ou escrever em um caderno mesmo sobre como estão as coisas, meus sentimentos ou outras ideias que porventura posso ter em mente.
  5. Ler os textos que guardei na pasta “ler/revisar”. Quem usa o método GTD sabe que existe um compartimento X onde guardamos todos os artigos, documentos e outros textos que precisamos ler ou revisar. O período offline durante o vôo é muito propício a isso. Não costumo carregar uma pasta com papéis mais, mas utilizo o Evernote para digitalizar e manter ali, para ler quando puder.
  6. Ver um filme. Quem viaja em avião com TV ou leva o notebook pode assistir um filminho e ganhar pelo menos 1h30 do tempo com algo divertido ou que entretenha de alguma maneira. Eu não trouxe nenhum DVD, mas espero conseguir assistir algum no avião (pesquisei o modelo do avião antes para saber se teria essa possibilidade ou não).
  7. Escrever textos para o blog ou para o meu próximo livro. Ter um notebook com o Evernote possibilita fazer isso.
  8. Pensar na vida. Nada como aproveitar o tempo livre para pensar na vida, nos meus sonhos, no que estou fazendo, nas minhas relações sociais, nas minhas finanças e em tudo aquilo que não tenho muito tempo para refletir de verdade no dia a dia.
  9. Meditar. Estar em um vôo escuro e com pessoas dormindo ao seu redor é uma excelente oportunidade de meditar durante alguns minutos sem que ninguém te considere meio maluco por fazer mudras, por exemplo. Quem não fizer isso, pode meditar simplesmente fechando os olhos e prestando atenção ä própria respiração.
  10. Analisar documentos e planilhas, escrever docs, montar ppts. Sempre temos muitos dados para analisar, especialmente quem é empreendedor. Se for o seu caso, aproveite esse momento para fazer aquelas análises que você não tinha conseguido focar até agora. Também gosto de montar apresentações para palestras futuras.

Essa é a minha programação para hoje. E você, o que costuma fazer enquanto está no avião?

29 Sep 2014

O que significa ter um blog profissional

Eu amo blogs. Sei que eles têm um tom pessoal e são, na maioria das vezes, trabalhos autorais. Um blog, no geral, tem a cara do blogueiro que escreve, portanto todos os blogs podem ser considerados blogs de lifestyle (estilo de vida), mesmo que não deixem clara essa abordagem. Meu blog, apesar de ser sobre organização, diz muito sobre mim, minhas atividades, meus gostos, minhas preferências. O macro-tema, organização, está presente em todos os posts. Além dele, há seis temas que afunilam ainda mais os textos por aqui: produtividade, casa, família, finanças, lazer e bem-estar. Para chegar a esses temas, foram anos de estudo. Eu fiz o TCC da minha pós-graduação (em Gestão da Comunicação de Mídias Digitais) sobre a profissionalização do blog. Naquele momento, foi uma imersão gigantesca em tudo o que envolvia estudo de cores, design, formas, comportamento do consumidor e muitos outros assuntos relacionados. Isso foi em 2012. O blog, no entanto, existe desde 2006. Eu, Thais, tenho blogs pessoais desde 2001. Faz MUITO tempo. De lá para cá, vi muitas mudanças acontecerem, mas ninguém pode tirar a experiência que tenho como blogueira, que foi construída desde o primeiro dia em que resolvi criar um endereço para blogar.

Sei que muitos leitores gostam do blog e vibram com cada conquista minha. O blog delineou minha vida profissional de alguns anos para cá e, em 2014, muita coisa aconteceu. Ele virou definitivamente a minha ocupação principal, o que não significa que seja a mais lucrativa ou a única. Tenho outras responsabilidades. No entanto, o blog está no centro de todas elas. Assim como sei que tem leitores que acompanham e gostam do meu trabalho, há leitores que entram de vez em quando, durante 5 minutos, lêem o post do dia e vão embora. Há públicos e públicos. Cada um oferece o tempo que considera ser prioritário para cada atividade na vida. Graças ao blog, hoje posso me dedicar integralmente à minha vocação de ajudar as pessoas a se organizarem. Sou blogueira, faço palestras, ministro treinamentos sobre o método GTD, escrevi um livro sobre o assunto, vou à conferência do Evernote em San Francisco a convite deles (como reconhecimento pelo trabalho que venho fazendo) e há muitas outras coisas por vir, ainda bem! Mas há leitores que criticam esses acontecimentos porque o blog deixou de ser o que era antes. A mensagem que eu gostaria de passar é que este blog deixa de ser quem ele era antes todos os dias. Todos os dias eu aprendo alguma coisa nova, a minha vida muda, conheço novas situações. A essência dele, no entanto, não mudou nunca, nesses últimos anos, que é trazer para o blog assuntos que estão presentes em minha vida, através de reflexões sobre a gestão do tempo e dicas de organização.

Eu quis escrever um pouquinho sobre esse assunto porque, ultimamente, algumas ideias têm passado pela minha cabeça. Tirar férias do blog, fechar os comentários, postar menos… e então comecei um reflexão que não termina neste post, mas continua após a redação dele. Queria falar sobre blogs profissionais.

Os blogs hoje são canais midiáticos que chamam a atenção das marcas. Mesmo os blogs que nunca realizam ações comerciais são contatados (para não dizer assediados) porque o trabalho que o blogueiro faz é bom e atinge os leitores. As pessoas gostam do que o blogueiro fala e esse é um relacionamento que poucas marcas têm com seus consumidores. Para começar, a marca não tem uma cara – o blogueiro, sim. Marca não tem essa pessoalidade e essa identificação que os leitores acabam tendo com os blogueiros. Logo, é natural que os blogs tenham essa viabilidade de receber um retorno financeiro em troca do conteúdo gerado. A marca se aproxima do leitor, o leitor continua tendo seus posts de graça e o blogueiro é reconhecido pelo seu trabalho. Na teoria, todos saem ganhando. Não é?

Mais ou menos. Já escrevi uma vez um texto falando sobre a questão dos publieditoriais e não gostaria de me aprofundar nesse assunto novamente. O que eu gostaria de falar é um pouco sobre como é o meu trabalho como blogueira. Se você não se interessa por esse assunto, recomendo que não leia o restante do post, pois não há nenhuma “dica do dia” hoje aqui. Este post é dedicado aos leitores que acompanham e gostam do meu trabalho e se preocupam com a coerência que há por trás do trabalho de todos os blogs que eles gostam. Achei que seria interessante mostrar um pouco como é a minha vida como blogueira, que é diferente da vida de outros blogueiros. Cada um tem a sua realidade.

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O blog Vida Organizada surgiu como um hobby, em 2006. O fato de ter surgido como um hobby não significa que eu o tratava de qualquer jeito. Não! Organização sempre foi um assunto pelo qual eu sou apaixonada e produzir qualquer tipo de conteúdo não depende só de achismo, mas de muita leitura, pesquisa, investimentos em livros, aplicativos, cursos, certificações e outras fontes. Para quem não sabe, eu sou publicitária e, desde cedo, eu escolhi o marketing digital para trabalhar. Sempre estudei (e apliquei no meu trabalho) o meu conhecimento sobre blogs e redes sociais. Cheguei a ser coordenadora de projetos e de mídias sociais em agências durante mais de cinco anos. Trabalhei do lado do cliente, do lado do blogueiro (sempre tive blogs ao longo desses anos) e do lado do leitor, pois também tenho meus blogs preferidos. É claro que isso não me dá uma visão de TUDO (seria impossível), mas não posso negar que me deu grande experiência.

O blog completa oito anos no final de outubro. Durante muito tempo, eu produzi conteúdo de graça. Ou seja: ninguém me paga para produzir conteúdo. Ainda hoje, não há qualquer tipo de cobrança por qualquer conteúdo disponibilizado aqui no blog. Quem paga, quando isso acontece, são as marcas. O leitor paga também, com o seu tempo. O seu clique, o seu like. Um trabalho irrisório se compararmos com grandes investimentos de dinheiro que as marcas fazem e, mais ainda, o tempo que o blogueiro dedica a produzir todo esse conteúdo para os seus leitores. É a velha história do ganha-ganha, boa para todos.

Posso falar por mim: até junho deste ano, eu levava todo o trabalho que tenho com o blog em paralelo com meus empregos convencionais. Ou seja: além de trabalhar das 8 às 18h todos os dias (quando não mais), eu ainda chegava em casa e trabalhava mais 4 ou 6h em função do blog. Era um tempo que eu tirava da minha família, do meu descanso e das minhas horas de lazer. Isso tudo só foi possível porque ajudar as pessoas através do blog foi algo que sempre me guiou mesmo nos dias mais difíceis. Durante anos, todos os dias, aconteça o que acontecer, tinha post novo no blog. Mas aí, com o crescimento do blog, vieram coisas não tão legais, como os comentários diários com tom desnecessariamente agressivo e algumas críticas que foram escritas da pior maneira possível. Nada disso se compara ao retorno positivo que sempre tenho dos leitores, que é o que me faz estar aqui até hoje. Não me entendam mal: não estou reclamando. Estou apenas citando uma característica comum em todos os blogs grandes hoje em dia. Todos os blogueiros estão falando sobre isso, porque não tem sido fácil lidar com a opinião anônima na Internet. Tem que ser muito forte mesmo.

“Ah, mas tem blog porque quer”. Visita porque quer também, não é? Mas, se o blogueiro disser isso, é condenado. É bruto, irresponsável, não deveria ter blog. A sinceridade só pode se for unilateral na relação entre leitor e blogueiro. Do contrário, não pode, é errada. E o resultado disso é que muitos blogueiros estão delegando a tarefa de responder comentários a outras pessoas, deletando comentários no geral, deixando de responder para não ter que ler absurdos ou simplesmente deixando de blogar. Já falei demais sobre isso e também não quero focar nessa infeliz situação que permeia a vida de todos os blogueiros. Quero contar um pouco sobre como é a minha rotina com o blog.

A imagem ali em cima foi postada no meu Instagram há poucos dias. Eu tive uma reunião de trabalho com um parceiro e, durante a reunião, ele me pediu para resumir em poucas palavras o que o blog era. Eu fiz esse rápido brainstorm no papel com tudo o que achei relevante considerar, e falei para ele. O blog tem uma missão. Sabiam? É a minha missão pessoal: inspirar as pessoas a se organizarem para terem mais qualidade de vida e transformarem seus sonhos em objetivos. De onde veio essa missão, veio do nada? Não, eu fiquei muito tempo refletindo sobre ela. Muito tempo significa MESES. Até ela simplesmente sair, tal qual um chamado, e se encaixou perfeitamente em tudo o que eu acredito que seja o certo a ser feito não só no blog – o blog é parte dessa missão. O fato de o blog existir desde 2006 significa que, há quase oito anos, todos os dias eu tenho me dedicado ao meu blog – pensado nele, criado conteúdo, me relacionado com as pessoas a respeito. Tem casamento que dura menos. Meu filho tem metade dessa idade. Oito anos é muito tempo. Imaginem-se em uma mesma situação, dia a dia, durante oito anos. Só gostando muito do que faz para continuar fazendo.

O blog tem, hoje, uma linha editorial definida e que é estudada anualmente. Agora, no início de setembro, eu comecei meus estudos para fechar a linha editorial de 2015. Ou seja: eu dedico boa parte do meu dia para estudar o que posso trazer de conteúdo relevante para os leitores no ano que vem, sem repetir temas, trazendo novidades e assuntos legais. Isso envolve consumir muito conteúdo, ler demais, estudar, fazer cursos, comprar livros, conversar com pessoas, fazer reuniões, revisar arquivos antigos, reler os mais de 1.000 textos já postados aqui, planejar um banco de imagens, entre uma série de outras coisas. Essa linha editorial deve estar fechada até o final de outubro, quando por fim começará a produção dos primeiros posts de 2015.

Após a finalização dessa linha editorial, vem o fechamento do calendário editorial, que é planejado em cima de três parâmetros: sazonalidades (estações do ano), datas comerciais (Natal, Dia das Mães etc) e tendências (falta de água em São Paulo, eleições, greve de professores, entre tantas). Cada mês tem um macro-tema a ser trabalhado e, dele, saem os outros. Todos devem obedecer a linha editorial, que tem como único objetivo trazer conteúdo relevante e de qualidade para o leitor. Em uma semana, o blog tem, hoje, uma média de 10 a 12 posts. Nas redes sociais, a média chega a 30 por dia (Facebook, Twitter, Pinterest etc). Eu não tenho colaboradores no blog. Tentei trazer outras pessoas, especialistas em suas áreas, e os leitores não gostaram. Eu ouvi os leitores e voltei a produzir sozinha o conteúdo (o teste durou apenas um mês). Isso significa, então, que eu produzo uma média de 40 a 48 textos INÉDITOS por mês no blog, além de mais de 900 inserções de conteúdos nas redes sociais. Estou falando apenas da produção de textos aqui. Não cheguei na parte em que recebo mais de 80 e-mails diários de leitores pedindo ajuda para se organizarem, as mais de 40 mensagens diárias nas redes sociais e os comentários no blog (que vêm em seus mais de 1.000 textos indexados no Google e que trazem leitores a qualquer ponto do blog). Também não estou falando na produção de vídeos e imagens, coisa que gostaria de poder fazer mais, se não tivesse que cuidar de outras atividades fora-blog que são as que sustentam hoje a minha família.

Todo esse “trabalho” dito até aqui é feito para o leitor. Blogs que realizam ações com marcas escrevem muitos e-mails, a gente troca muitas mensagens, tem toda uma demanda com prazos rígidos para atender, enviar texto, aprovar, modificar, criar imagem, editar, aprovar, fazer reuniões, ir até o outro lado da cidade fazer reunião, participar de um evento, cobrir no Instagram, tirar fotos, fazer vídeos, editar. Gerar relatório de mensuração para a marca, manter o relacionamento, dar continuidade nas ações, encaixar datas, ter o cuidado de não encher o blog com propagandas, gerenciar pagamentos (sim, muitas marcas dão o cano nos blogueiros se não ficar em cima), atender telefonemas.

Cuidar da casa, cuidar da família, ficar com o filho, ficar com o marido, fazer sobrancelha, preparar a comida, preparar o lanchinho do filho para a escola, participar de reunião de pais, comprar uniforme, fazer feira, mercado, farmácia, comprar, lavar, passar roupas, limpar chão, limpar teto, limpar parede, tirar pó, limpar banheiro, trocar roupa de cama e por aí vai. Não preciso entrar no mérito de atividades em casa, pois todo mundo que acompanha o blog sabe como é. Mas não pode esquecer que blogueiro faz tudo isso também.

Além do blog, em si, eu tenho outras atividades remuneradas que preciso dar atenção, que são os meus treinamentos da Call Daniel, os acompanhamentos desses treinamentos (converso com as pessoas para tirar dúvidas sobre o GTD), minhas palestras, meus workshops, conteúdos que produzo para materiais de cursos e outros, aulas (precisei parar de dar aulas na pós-graduação para priorizar outras coisas), meus livros, eventos de divulgação do livro, as atividades de administração da minha empresa e meu trabalho como consultoria. Como tudo está caminhando em uma mesma direção (vide a minha missão, lá em cima), isso me satisfaz muito e os meus estudos são sempre voltados para os mesmos assuntos. Eu respiro produtividade, organização e gestão do tempo. Por amar esse assunto e amar ajudar outras pessoas, que faço tudo o que faço. E é maravilhoso poder viver do que se ama. De verdade. Mas estou trabalhando como nunca e conseguindo (felizmente) equilibrar com meus relacionamentos pessoais e meus momentos de lazer, para não despirocar de vez. Isso tem que existir para a vida ser saudável, e não é algo que quero perder.

No entanto, eu tenho a impressão de que às vezes sou vista apenas como uma maquininha de escrever posts e responder comentários. Eu simplesmente não consigo responder todos os e-mails que recebo de leitores em um prazo curto. Também não quero colocar alguém para responder para mim, entendem? Porque valorizo esse contato. E, às vezes, escrevo 30 posts em uma mesma semana, como às vezes não tenho vontade de escrever nada. Quando escrevo os 30 posts, às vezes sequer há comentários. Mas, se fico um dia sem postar, recebo críticas (!) e um monte de pedidos de posts. Sei que o leitor faz isso porque gosta do blog e sente falta das postagens, mas é necessário ter respeito pelo blogueiro, além de empatia. Também pode ser legal comentar ou curtir quando ele posta coisas, como é o padrão, e não chamar a atenção quando ele não posta, sejam quais forem os motivos. Às vezes a gente cansa mesmo. Texto tem que vir de inspiração. Se não vier a inspiração, melhor não escrever e encher linguiça. Pelo menos eu penso assim. Acompanhei o caso de pelo menos três blogueiros amigos meus que estavam passando por problemas pessoais graves (alguns de saúde) e, se ficavam um dia sem postar, não havia qualquer preocupação por parte dos leitores, mas apenas cobranças. Esses mesmos leitores depois não apareciam para comentar nos posts novos, e sei que o blogueiro teve que sair do hospital para postar. Esse tipo de coisa demonstra a consideração ou a falta dela todos os dias. São meus “colegas de trabalho” e a minha profissão, então eu me preocupo com o andar da carruagem SIM e quero falar sobre isso aqui.

Eu também sou fã de diversos blogueiros e acompanho o trabalho de muitos, então sei como é gostar de um blog e ele, por qualquer motivo, não atender as minhas expectativas. Mas isso é muito diferente de cobrar qualquer tipo de atitude ou de conteúdo de um blogueiro, porque o blogueiro não tem obrigação nenhuma de atender ninguém. Falo por mim: eu ouço (e leio) tudo o que os leitores dizem, mas as opiniões MUITAS vezes se contradizem também. Enquanto um diz que não gosta de vídeos, o outro pede mais vídeos. Enquanto um diz que os textos são muitos longos, o outro diz que não gosta de textos curtos. A conclusão que eu tirei depois de sofrer muito tentando agradar todo mundo é que o blog é um trabalho AUTORAL e que deve refletir quem eu sou, e que os leitores que se identificarem comigo gostarão. Os que não se identificarem, não gostarão e partirão para seguir outro blogueiro. E gente, super normal isso. Eu já deixei de seguir muito blog que eu gostava antes. Ainda bem que a vida é um eterno ciclo de mudanças, não?

Um blog profissional não é aquele blog que deixa de ter um tom pessoal nas postagens, mas aquele blog que tem um sentido, uma razão de ser. Existe todo um cuidado do blogueiro para produzir conteúdo, lidar com os leitores, construir um relacionamento, gerenciar o seu negócio, porque é isso o que um blog acaba virando. Todo blogueiro que monetiza seu blog acaba tendo que abrir empresa para gerenciá-lo, para fazer as coisas do jeito certo. Os blogs acabam tendo mais conteúdo que uma revista, sendo que uma revista tem uma equipe gigantesca tomando conta. O blogueiro faz sozinho o trabalho de umas 30 pessoas. É claro que há limitações, deficiências e nada é perfeito (nem mesmo as revistas…), então por que a cobrança é diferente?

Eu sei que vira e mexe eu trago esse mesmo assunto à tona aqui no blog, mas é porque se trata de uma realidade. Acho legal contar para os leitores como é um pouco a minha rotina como blogueira e tudo o que envolve, principalmente em termos de investimento de tempo e sanidade. Por isso, se você gosta do meu trabalho, me companha há anos (como sei que muitos leitores o fazem), retribua! Deixe um comentário, curta um post, compartilhe, curta a fan page no Facebook, siga no Twitter, dê like no vídeo. Tudo isso ajuda a divulgar o trabalho do blogueiro que você gosta, além de fazê-lo ser reconhecido para as outras pessoas. Se essa troca é feita, como eu disse antes, todos saem ganhando.

Lembrem-se: um blogueiro não é perfeito. Sua relação com o blog é construída diariamente e ele está aprendendo também. O blog reflete quem o blogueiro é e a sua experiência com relação ao assunto que ele está tratando. Se você gosta desse trabalho e quer mostrar que se importa, faça isso! Demonstre! Muitas vezes, essa pequena atitude é o que vai fazer diferença na vida do blogueiro e pode inspirá-lo a escrever muito mais para você e para outras pessoas. A relação tem que ser uma troca, senão vira um monólogo, e todo monólogo é chato.

Obrigada por tudo, pessoal, e desculpem a pequena intervenção no blog para falar sobre o nosso ofício. Ela se faz necessária, às vezes, e é importante para que todos nós acabemos nos conhecendo mais.