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O David Allen recomendou e disse que está usando um aplicativo chamado Braintoss para captura, então lá fui eu testar e vim aqui comentar com vocês.

Trata-se de um aplicativo onde você cadastra um e-mail e pode tirar foto, gravar vídeo e enviar áudio e, com um único clique, isso vai para o seu e-mail.

E outros recursos que já existem, com Evernote ou a Siri no iPhone? A proposta do Braintoss é ser o aplicativo mais fácil de todos de tirar algo da mente e capturar, sem ter que ficar categorizando ou executando muitos movimentos – você apenas captura e esquece daquilo.

Eu venho testando há algumas semanas e confesso que gosto da rapidez especialmente para fotos e vídeos mais rápidos. Quando preciso digitalizar documentos, por exemplo, uso o próprio Evernote porque a ferramenta de “escanear” do Evernote é excelente.

Conclusão: serve para quem gosta de capturar coisas por e-mail. Para quem já usa outro aplicativo para fazer isso, como o Evernote, pode parecer redundante. Mesmo assim, eu recomendo o teste, pela agilidade do aplicativo.

Alguém já testou? Por favor, deixe um comentário.

Thais Godinho
29/04/2017
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Viver uma vida com tranquilidade é uma arte e, como toda arte, uma habilidade a ser desenvolvida por toda a vida.

O que é o estresse? “Estado gerado pela percepção de estímulos que provocam excitação emocional e, ao perturbarem a homeostasia, levam o organismo a disparar um processo de adaptação caracterizado pelo aumento da secreção de adrenalina, com várias consequências sistêmicas.”

O estresse é sempre ruim? Não necessariamente. Mas, hoje, o que as pessoas vivem é uma situação de estresse constante advinda de coisas como: relacionamentos conturbados, excesso de trabalho, preocupações, filhos com problemas, muitas atividades, pouco sono, alimentação de qualquer jeito, ausência de atividade física e momentos de lazer, além de outros fatores.

Este post traz então um guia prático para você ter menos estresse. Aceita o desafio? Vamos lá!

1. O mundo não coloca limites

Você coloca. E, se não colocar conscientemente, seu corpo vai te forçar a colocar. Só que você não precisa esperar isso acontecer para tomar essa providência. Se você tivesse um infarto hoje e tivesse que ficar de repouso durante um mês, como ficaria o seu trabalho? O que pode ser delegado? O que pode esperar? Se você pudesse trabalhar apenas duas horas por dia, quais seriam as tarefas que você priorizaria? E veja: você não precisa passar por uma situação urgente de saúde como essa para fazer essa seleção. Reflita sobre as perguntas acima e comece já.

2. Você não precisa resolver tudo

Sabe o abraço do afogado? Não adianta você querer salvar o colega que está se afogando ao seu lado se você mesmo não sabe nadar. Ambos vão se afogar. Ajudar os outros é louvável – eu tenho isso como princípio de vida. Mas eu também sei que, para ajudar, preciso estar bem. Não adianta querer ser a mãe do ano amamentando o bebê sem dormir e descansar, pois esse cansaço pode prejudicar outras frentes com o próprio bebê (trocar um remédio, por exemplo). Permita-se deixar algumas coisas de lado e pedir ajuda, ou simplesmente dizer que não tem como ajudar no momento.

3. Nem tudo tem solução no momento

Existe uma máxima budista que diz: “Se as coisas têm solução, não precisa se preocupar. Se não têm, também não precisa.”. Muitas vezes, só precisamos de um tempo e a solução vem sozinha em formato de sonho ou de “clique”. E, se não tiver solução, aceite isso internamente e deixe o sentimento ir. Muitas vezes, algo tem solução mas você não consegue enxergá-la no momento. Será que você precisa de um tempo? Dê-se esse tempo. Chute um pouco o balde. Tomar decisões expressivas com pressa pode gerar arrependimentos. Se não precisa de tempo, será que precisa de mais informações? Busque as informações. E depois dê-se tempo para decidir. Não cobre uma decisão. Se você não consegue decidir, pode simplesmente não ser a hora mesmo de tomar a decisão, e isso é ok!

4. Tire o que não for essencial

Dê uma olhada nas suas atividades do dia a dia, projetos, relacionamentos e faça uma seleção sincera daquilo que você realmente precisa manter na sua vida no momento. Pode ser que você precise aguentar os problemas e a desorganização do seu chefe, mas não precise aguentar as fofocas daquele colega de trabalho. Uma coisa você pode cortar, outra não, mas já cortou algo! E uma coisa a menos, junto com outras, fará toda a diferença.

5. Pense a médio e longo prazo

Pare de focar durante um tempo nas atividades do dia a dia, que são muito volumosas. Dê uma olhada em tudo o que já fez até aqui e pense um pouco no que gostaria de fazer nos próximos anos. Ter esse tipo de reflexão ajuda a colocar os pensamentos em ordem, e muitas vezes isso é o suficiente para destralhar e focar no que é mais importante agora.

Caso você queira explorar mais esse assunto, faça nosso curso online: Aprenda a identificar prioridades.

Thais Godinho
28/04/2017
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Este post foi uma sugestão do leitor Rodrigo Cristiano. Obrigada!

A experiênca produtiva dentro do GTD se baseia em termos controle e perspectiva das coisas na nossa vida.

O que seria controle? Dentro do GTD, aplicar os 5 passos (capturar, esclarecer, organizar, refletir e engajar) em todos os diferentes níveis de comprometimento que você tem.

E o que seria perspectiva? A aplicação vertical. É compreender que você tem diferentes níveis de prioridades: calendário/ações, projetos, áreas de foco e responsabilidade, metas e objetivos, visão e propósito.

Ou seja, para você ter uma experiência produtiva que te dê prazer, a vida pode ser uma construção de equilíbrio entre essas duas frentes.

Nós precisamos dos dois para ficar numa boa. Ter controle faz sua vida andar. Ter perspectiva te faz ter motivação para andar. Então é como se um fosse o motor do barco, enquanto o outro é o leme.

Prazos no calendário, as próximas ações que você precisa executar, os telefonemas que precisa dar, as reuniões, o tempo que passa processando e-mails, a lista de compras, esvaziar a mente, fazer sua revisão semanal… tudo isso ajuda a dar controle. Mas, a partir do momento que você pensa no propósito das suas ações, dos seus projetos, das áreas da sua vida, você está “verticalizando” o GTD. Está elevando a perspectiva.

Quando você percebe que uma única ação não vai concluir o que você precisa fazer, e se pergunta “qual o resultado desejado?”, está elevando a perspectiva para o campo de projetos e objetivos. E perguntar “por que” você está fazendo qualquer coisa vai te dar perspectiva elevada imediatamente. A resposta a essa pergunta é o que traz motivação, porque é isso o que a perspectiva faz.

Mas como se obtém isso? Existe um roteirinho?

Não. “A vida acontece enquanto a gente está ocupado fazendo outros planos” – John Lennon. O que o GTD faz é justamente lidar com tudo isso o que chega na nossa vida de uma maneira holística, a fim de fazer a gente se engajar naquilo que faz mais sentido, é o mais correto, prioritário – ou o nome que você quiser dar à sua escolha consciente naquele momento.

Existe um teste de auto-conhecimento no site do GTD (apenas em inglês por enquanto) que se chama GTD-Q. Você pode fazer com a ajuda do Google Tradutor. A ideia é refazer esse teste de tempos em tempos. Ele mostra se você precisa mais de controle ou mais de perspectiva no momento em que está vivendo.

De modo geral, a própria prática do GTD no dia a dia vai te guiando sobre aquilo que chama mais a sua atenção. Lembre-se: o mais legal do GTD é que você não precisa estar em um estado “ideal” para começar – você pode começar de onde estiver.

Thais Godinho
27/04/2017
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