ou

Este é um exercício que tenho feito ultimamente e que gostaria de compartilhar com vocês.

Destralhar a minha casa tem sido uma constante ao longo dos anos. Sempre tem coisa para tirar, o que não deixa de ser impressionante.

Atualmente, tenho sido ainda mais criteriosa com tudo o que fica. Procuro manter o que o David Allen (autor do método GTD) recomenda como “coisas que normalmente têm seu lugar na casa”: referência, equipamentos, decoração e suprimentos. Mas, mesmo entre esses, tenho feito o interessante exercício de pensar: e se me chamassem para trabalhar em outro continente e eu precisasse me mudar em um mês? Eu levaria este objeto?

Pode parecer besteira, mas eu funciono bem com esse tipo de raciocínio.

O resultado é que tenho me desapegado de muito mais coisas, se pensar no trabalhão que seria me mudar com elas para outro lugar tão distante. E tenho ficado cada vez mais apenas com o essencial.

Mesmo as quatro categorias citadas lá em cima me fazem pensar na vida, porque todas elas podem ser digitalizadas (referência), vendidas (equipamentos, decoração) ou doadas (suprimentos).

Eu acredito que o fato de ter passado por muitas mudanças nos últimos anos me deixou assim. Acabei começando a gostar das mudanças, porque elas me dão a oportunidade de reavaliar tudo sempre. Mas você não precisa passar por uma mudança de casa real para fazer esse destralhe – fica a dica então para, como eu, tentar pensar assim no dia a dia.

Me conte nos comentários como foi.

Thais Godinho
28/01/2017
Veja mais sobre:
15 minutos, Destralhar, Em casa
6
Acabe com os potes inúteis!
Qual a diferença de uma coleção legal para coisa de doido?
Regra 90/90 para destralhar

 

  1. Sabrina Mix 30/01/2017

    Thaís, nem precisei ir tão longe…

    Passei 6 meses morando na casa da minha mãe por conta de uma reforma no meu apartamento. Ao voltar, me vi envolta em caixas e mais caixas de coisas que eu simplesmente não sentia mais a necessidade de manter.

    Ainda estou no processo de destralhamento (comecei tem uma semana), mas já adiantei muita coisa.

    Beijos e sucesso!!!

  2. Milena Fittipaldi 31/01/2017

    Olá, este ano completo 10 anos de casa e forawm até agora 4 mudanças. Quando olho para traz vejo uma grande evolução, me desfiz de várias coisas, doei a maior parte delas, e hoje sou mais leve, mais prática e mais organizada. Aprendi no Vida Organizada a ter um lugar para cada coisa e que antes para comprar algo novo ele já precisa ter seu espaço e sua função determinada. A mudança não me assusta mais. Beijos e muita prosperidade !

  3. Michelly 06/02/2017

    Essa situação se apresentou na minha vida esse ano. A ideia é que eu mudasse pra Europa em um mês, mas felizmente o prazo foi prorrogado um tempinho. Pensando no que levaria nas malas, me dei conta de quantas coisas tenho e já comecei a doar e descartar várias.

  4. […] neste ela propõe um exercício muito interessante que pode ajudar bastante na hora de identificar o que é essencial e/ou prioritário na nossa vida para fazer o declutter nosso de cada dia; […]

  5. Tatiana 07/02/2017

    Oi Thais. Posso dar o meu depoimento, pois acabei de fato de me mudar de continente… Não tinha ideia de quanta tralha eu tinha em casa, e só pude constatar quando tive que reduzir as minhas coisas à seis malas de viagem… Um caos. Uma canseira imensa pra arrumar e selecionar só o essencial. Passei as duas últimas noites no Brasil praticamente sem dormir pra conseguir.. O que posso te dizer é que, ao longo da vida, vamos juntando muita coisa supérflua. Ficou a lição: nunca mais vou ter tanta coisa, pois não é necessário. Não mesmo! Beijo grande, Tati.

  6. FM 15/02/2017

    Já venho pensando de tal forma há algum tempo, já que provavelmente na metade de meu curso da faculdade tentarei um intercâmbio para o Japão. Não será uma mudança definitiva, mas é bom já ir me organizando. Essa postagem apenas me incentivou ainda mais. Muito obrigada!