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Este é um exercício que tenho feito ultimamente e que gostaria de compartilhar com vocês.

Destralhar a minha casa tem sido uma constante ao longo dos anos. Sempre tem coisa para tirar, o que não deixa de ser impressionante.

Atualmente, tenho sido ainda mais criteriosa com tudo o que fica. Procuro manter o que o David Allen (autor do método GTD) recomenda como “coisas que normalmente têm seu lugar na casa”: referência, equipamentos, decoração e suprimentos. Mas, mesmo entre esses, tenho feito o interessante exercício de pensar: e se me chamassem para trabalhar em outro continente e eu precisasse me mudar em um mês? Eu levaria este objeto?

Pode parecer besteira, mas eu funciono bem com esse tipo de raciocínio.

O resultado é que tenho me desapegado de muito mais coisas, se pensar no trabalhão que seria me mudar com elas para outro lugar tão distante. E tenho ficado cada vez mais apenas com o essencial.

Mesmo as quatro categorias citadas lá em cima me fazem pensar na vida, porque todas elas podem ser digitalizadas (referência), vendidas (equipamentos, decoração) ou doadas (suprimentos).

Eu acredito que o fato de ter passado por muitas mudanças nos últimos anos me deixou assim. Acabei começando a gostar das mudanças, porque elas me dão a oportunidade de reavaliar tudo sempre. Mas você não precisa passar por uma mudança de casa real para fazer esse destralhe – fica a dica então para, como eu, tentar pensar assim no dia a dia.

Me conte nos comentários como foi.

Thais Godinho
28/01/2017
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