ou

Não é só a minha casa e todas as minhas coisas que eu venho destralhando ultimamente. As redes sociais são divertidas e, muitas vezes, úteis. Uso principalmente para trabalhar (há anos trabalho com conteúdo para Internet e usar redes sociais faz parte disso), ver o que outras pessoas do mesmo meio estão fazendo, conferir novidades das marcas e ler algumas notícias. Também servem, obviamente, para acompanhar as notícias de familiares e amigos mais distantes. Tudo isso é muito divertido, porém, para ter uma vida mais simples é importante a gente questionar o uso de tantos canais de comunicação.

Você já se sentiu desanimada(o), com raiva ou desconfortável de alguma maneira acessando uma rede social? Então você sabe que nem tudo são flores. O que acontece é que nós nos habituamos a nos comunicar assim – e sim, eu sei que não tem volta. Mas sempre existirão muitos canais diferentes, mil deles. Como em todo o resto, quem cria o filtro é você. Se sentir sobrecarregado(a) com o excesso de informações ou mesmo sentir ansiedade por novas notificações não era para ser uma coisa comum, mas é, e muito. Talvez você se sinta até menos confiante depois de acessar o Instagram ou o Facebook. Já aconteceu?

Se você se reconhece em alguma passagem acima, este post pode ser útil. Vou trazer algumas dicas para que você consiga aproveitar a parte divertida das redes sociais, mas sem pirar tanto. Ou mesmo reduzir o excesso. Lembre-se: não dá para organizar tralha.

Atenção: O post é voltado para quem usa redes sociais apenas para fins pessoais. Se você trabalha com Internet, redes sociais, webmarketing etc, obviamente as dicas não se aplicam a você. Porém, talvez você possa implementar algumas delas em seus perfis pessoais nessas mesmas redes e obter alguns benefícios.

Primeiro passo: Selecione as redes sociais que você utiliza

Facebook, Twitter, Instagram, Snapchat, YouTube etc. Escreva cada uma delas em um papel.

Segundo passo: Faça as seguintes perguntas

Como eu me sinto quando acesso cada uma dessas redes sociais? Feliz? Confiante? Desanimada(o)? Inspirado(a)? Sozinho(a)? Com inveja? Culpada(o) por não atualizar tanto? Pressionado(a) por não postar conteúdo tão interessante ou não ter tantos likes? Medo de não ter likes? Sobrecarregado(a) com a quantidade de novas notificações?

Terceiro passo: Defina um propósito para cada plataforma

Escreva o motivo pelo qual você usa cada rede social. Por exemplo:

Facebook: Me conectar com a família e amigos da época da escola

Twitter: Desabafar e passar o tempo

Instagram: Me inspirar

YouTube: Aprender sobre determinado assunto

Pinterest: Coletar imagens que tenham a ver com o meu estilo

Faça isso para todas que você listou. A ideia aqui é direcionar como, quando e por que usar cada rede.

Quarto passo: Verifique duplicidades e desnecessariedades

Se você utiliza duas redes sociais para o mesmo fim, questione se deveria estar nas duas ou se apenas uma não é o suficiente.

Se uma rede social faz você se sentir mal, qual o propósito de continuar usando? Este é o momento de analisar o que você escreveu até aqui e avaliar se vale a pena manter uma conta lá ou não.

Quinto passo: O que você perderia se deixasse de usar essa rede social?

Pergunte-se o que você perderia se deixasse de usar cada um dos canais que você listou. Se as perdas não forem significativas, pode valer a pena desativar o serviço.

Dicas finais para o bom uso das redes que você decidiu manter

  • Não é porque todo mundo está usando uma ferramenta nova que você também precisa usar. Fuja dessa ansiedade forçada.
  • Você não é obrigada(o) a responder mensagens e comentários nas suas redes sociais. Esquisito é quem se chateia com isso. Não adianta postar avisos, que ninguém lê. O silêncio acaba dizendo mais. Não se culpe. Simplesmente não dá para responder todo mundo e ter uma vida.
  • Você também não precisa compartilhar tudo sobre a sua vida só porque tudo mundo está fazendo. Poste aquilo que se sentir confortável e que faça sentido de acordo com o propósito que você definiu para aquele canal.
  • Filtre quem acessa seus perfis nas redes sociais. Você precisa mesmo adicionar todo mundo?
  • Estabeleça frequências para acessar as redes sociais ao longo do dia ou até mesmo da semana. Isso significa desligar as notificações de novas mensagens, comentários e seguidores. Olhe nas horas vagas, nos intervalos, quando quiser passar o tempo ou simplesmente quando tiver vontade. Se você tem sentimentos ruins quando acessa uma rede social, tente diminuir o número de acessos aos poucos, limitando-se somente ao propósito do seu uso.
  • Não é porque você escreve algo em uma rede social que pode permitir todo tipo de comentário, especialmente se eles te ofenderem de alguma maneira. Delete, bloqueie o usuário. Sem dramas.

A recomendação geral é manter apenas aqueles canais que fazem sentido para você, que tem um propósito de uso, e diminuir a frequência de acesso de modo que tal acesso não seja o buraco negro do seu dia.

E você, tem alguma dica para lidar melhor com as redes sociais?

Thais Godinho
07/01/2016
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  1. Jéssica 07/01/2016

    Disse tudo Thaís. Eu já uso essas dicas faz tempo, me fiz essas perguntas ano passado, e acabei excluindoeu Facebook, era o mais estressante.

    • Gabi respondeu Jéssica 09/01/2016

      Há alguns anos adotei o seguinte hábito: aceito só quem eu de fato interajo na vida real ou tenho interesse em ampliar a interação. Desses, ainda assim dou unfollow em grande parte deles, sigo pouquíssimas pessoas (e isso causa um espanto tremendo quando elas descobrem que não, eu não vi a foto do seu almoço de domingo).

      Da família, só aceito os realmente tenho afinidade meeesmo, sem falsa fraternidade; recentemente dei unfollow nos meus pais,rs, para manter a convivência sadia com eles.

      Na minha time line só aparecem os posts das pessoas que realmente acrescentam algo ( e não tô falando de papo cabeça ou de auto-ajuda, tb tem piada espirituosa, memes do momento,etc. Diversão e leveza é fundamental! ), ou de empresas/perfis que me ajudam no trabalho (trabalho com arte, cultura e educação) com informações, dicas de eventos, posicionamentos (nem sempre com os quais compartilho, mas ainda assim pelos quais me interesso), etc.

      Acho que é como seu a gente tivesse de ser um pouco o próprio curador de posts.

  2. Majo Choinski 07/01/2016

    Foi o que eu fiz no final do ano, abandonei sem dó as redes sociais que não usava (incluindo o Facebook, o que ‘chocou’ todo mundo) e vivo menos estressada, decepcionada e faço mais por mim agora, me sobrou um tempo precioso. E mesmo assim continuo tendo contato com as pessoas e informações necessárias 😀

  3. Rachel 07/01/2016

    Apesar de acompanhar seu blog há muito tempo, nunca tinha comentado antes. Seu blog me ajudou muito a me organizar. Sempre me incomodei com a bagunça, desde a minha infância, mas nunca tive estímulo nem orientação pra me livrar dela. Sempre dividi o quarto com minhas três irmãs, então o quarto vivia sempre uma zona. Depois que casei continuei com a minha desorganização pelo hábito que eu já tinha e por não saber como me organizar. Quando eu descobri seu blog foi como uma luz no fim do tunel: comecei a destralhar e descobri o quanto de coisa inútil se pode juntar ao logo de sete anos de casamento. Finalmente hoje está tudo organizado; cada coisa tem seu lugar e tenho procurado seguir a regra de colocar no lugar tudo o que tirei imediatamente e não sair de um cômodo sem ser com algum objeto que não pertença a ele. Essas tem sido regrinhas de ouro pra manter a ordem mesmo quando eu não tenho ajuda.
    Em relação às redes sociais, percebi que eu gastava muito tempo no facebook, na maioria das vezes vendo coisas inúteis. Li um artigo que contabilizava o tempo médio que as pessoas perdiam por dia nas redes sociais e fiquei espantada ao constatar o tempo que eu estava perdendo com isso. Vivia cansada e não conseguia fazer nada depois que chegava do trabalho, sempre sentia a sensação de que eu tinha tempo de menos. Fora que ficava ansiosa vendo as notificações do face no meu celular. Depois de ler esse artigo me desconectei completamente do facebook por algumas semanas e percebi quanto tempo eu tinha sobrando e não aproveitava para nada útil. Agora quando chego em casa em vez de ir para a internet vou fazer tudo o que eu preciso fazer e depois, quando estou mais cansada e preciso relaxar, aí sim, entro na internet. Hoje consigo tempo para organizar as coisas, brincar com minha filha, ler, estudar e fazer coisas muito mais úteis do que ficar fiscalizando a vida dos outros e lendo besteirol. Acho que todo mundo ganharia destralhando as suas redes sociais.

  4. Marcelo 07/01/2016

    As redes sociais realmente viciam as pessoas. Minha esposa mesmo é está viciada mas não quer admitir e se falo algo ainda tomo bronca.
    No Facebook eu deixei de Seguir praticamente todos meus amigos e páginas. Sigo apenas os que são realmente interessantes para mim.
    É muita informação, muita coisa desnecessária, muita repetição. É perda de tempo sem tamanho !!!

  5. Paula 07/01/2016

    OI Thais!
    tudo bom?!
    Muito boa as dicas, e esse lance de fazer a lista.
    Eu tenho algumas redes sociais – facebook, twitter e instagram. Finalidades diferentes de uso, e cada uma tem sua característica né?!
    No final do ano me deu bode, e resolvi “sair” do facebook, não via nada de bom ali e consumia muito meu tempo, e meu lado criativo sabe? Exercitar o cérebro com outras coisas, assuntos, torná-lo mais produtivo. Fiquei quase 1 semana sem mexer, mas pensei melhor…lá tenho contato, como você citou, com pessoas de outros países, de escola e faculdade, e claro, a família…Ah, sim sim, e atores, que muitas vezes postam conteúdos interativos, e bacanas, que não postam no twitter, ou Insta, por exemplo.
    Mas agora eu entro, dou uma checada nas notificações (que são todas desativadas, só aparecem mesmo quando entro na rede social), e saio. Se me der vontade, mais tarde entro de novo e por aí vai….Pra falar a verdade, no facebook, uso mesmo para o bate-papo, e só entro em computador, no celular não tenho hehehehe

    beijãozão *

  6. Jess 07/01/2016

    meta para 2015: comentar mais nesse blog maravilhoso. <3

    Thais essa reflexão é emergencial e mais do que necessária. Ano passado eu fiz um detox profundo de redes sociais quando decidi por me retirar quase que completamente do facebook. Eu fiz esse segundo passo e cheguei a conclusão que o facebook despertava o pior de mim:
    1. revolta (mas não aquela canalizada e proposital, aquela que nos consome e não tem fruto algum).
    2. intolerância (porque né… é difícil).
    3. agressividade (em geral sou uma pessoa muito doce. Mas lá, eu as vezes era muito agressiva).
    4. narcisismo (sempre gostei de coisas bonitas, fotos bacanas. Mas quando mando para o pinterest é inspiração, para o facebook sempre rolava aquele sentimento de competição de likes e etc.
    Entre muitas outras coisas que eu poderia pontuar aqui. Me fazia muito mal. Então eu fui desapegando aos poucos. primeiro eu parei de seguir as pessoas, saí de grupos e etc. Depois eu parei de postar. E quando vi, não sentia mais nenhuma falta. Dai eu deletei minha conta. Simples assim, sem drama. Eu perdia muito tempo nessa rede, hoje eu nem mesmo faço questão.
    (contei um pouco desse processo aqui: http://www.caoscriativo.com/reduzindo-o-facebook-em-minha-vida/)

    Porém como trabalho com coisas de internet e tbm tenho um blog, sabemos o quando a rede do tio mark é importante né? por isso criei um perfil pessoal novo, mas sem amigo,onde eu não tenho nenhuma notificação, nem sigo ninguém. Serve apenas para administrar minhas páginas e verificar atualizações e páginas quando eu preciso. Nem entro todo dia e quando entro, não fico nem 10 minutos.
    É uma coisa que melhorou em MUITO minha qualidade de vida, pois estou mais serena, profunda e tolerante.

    Sobre as outras redes sociais, mantenho o twitter (porque as vezes é legal desabafar), pinterest (que me traz motivação, e nunca me deixa estressada ou deprimida) e o insta, que uso para ver e postar fotos bonitas (uma coisa que eu realmente me encanta). tentei usar o snapchat, mas não vi utilidade nenhuma naquilo e achei extremamente "sobrecarregante", se é que existe essa conjugação. risos
    Acho o snap mais intrometido do que o facebook. respeito quem usa e gosta, mas optei por não ter, porque desperta em mim outro lado que eu não gosto, porque alimenta uma curiosidade sobre a vida do outro que honestamente, acho nociva.

    Enfim, desculpa o textão mais uma vez. Mas o artigo está maravilhoso e já compartilhei.
    obrigada por escreve-lo para nós 🙂

    • Thais Godinho respondeu Jess 08/01/2016

      Seus comentários são sempre muito ricos e acrescentam muito ao conteúdo do próprio post. Muito obrigada! <3

    • Daniela Dantas respondeu Jess 11/05/2016

      Jess,
      aderi ao Snapchat e em 1 semana fugi completamente. Senti o mesmo que vc mencionou. Melhor não alimentar o dragão.

  7. Char 07/01/2016

    Isso sem contar o custo de usar redes sociais o tempo todo né Thais? Em tempos de crise com as companhias de telefone restringindo os pacotes de dados quem não fica o dia todo no Wi-Fi também precisa lembrar que dados também tem um custo.

    Meu pacote de internet não durava uma semana e não era pequeno. Aí eu gastava 6 reais por dia para ter mais dados. Restringi algumas redes sociais somente para momentos que estou em casa ou em algum lugar no Wi-Fi. Além de ganhar tempo livre durante o dia, deixei de gastar dinheiro com isso.

  8. Amanda E. 07/01/2016

    Por incrível que pareça, o que mais tem me feito mal é o Whatsapp. E não posso deixar de usar, pois minha turma se comunica por lá. Aqueles grupos… Não aguento mais! Já silenciei, mas acabo precisando checar sempre. Aff

  9. Fabíola Kobayashi 07/01/2016

    No facebook é possível ocultar publicações de determinadas fanpages, é só clicar na setinha que aparece no post acima à direita e escolher a opção. Também dá para criar listas de amigos (como família, por exemplo) e direcionar as pastagens apenas para estas pessoas, ou criar listas de pessoas restritas e na postagem marcar que estas pessoas não podem ver.

  10. Poli Lopes 07/01/2016

    Oi Thais! Adorei seu post!
    Falei sobre o Facebook hoje mesmo num post no medium, pois antes da virada do ano optei por desativar a minha conta. Não exclui a conta, pois há vários contatos que tenho somente nela e, quando preciso, acesso pra consultar algo. Mas saber que as pessoas não me deixam mais recados lá, pois desativar é como “morrer” na rede social, então ninguém te acha. desde então sinto minha vida mais leve, com menos pensamentos negativos (sim, porque ficava com muita raiva de certos posts que via por lá). Sigo no Twitter \o/ e no Instagram e não sinto falta da ~outra rede~.

  11. Pedro T. 07/01/2016

    Oi, Thais! Sempre leio os artigos e comentários do seu blog, embora raramente escreva. Dessa vez vi esse post como oportuno para refletir o quanto as redes sociais nos consomem (o espírito e tb o nosso tempo). O Facebook mesmo já exclui a conta uma vez, mas anos depois decidi criar uma nova conta. Confesso que continuo tendo os mesmos sentimentos negativos (angústia, tristeza, mas principalmente inveja). É preciso admitir que a inveja é um defeito difícil de ser trabalhado. Quantos não se atormentam em ver familiares, amigos e conhecidos postando fotos de belos lugares enquanto temos poucas experiências, fatos e lugares para registrar? Me pergunto várias vezes: qual o interesse em revelar opiniões sobre os fatos e dos lugares que visitei para diferentes pessoas, ainda que seja da nossa própria família? Não seria mais uma disputa de egos e vaidades? Precisamos de popularidade nas redes sociais ou precisamos cativar as pessoas no dia a dia? As redes sociais não estão cada vez nos distanciando, ao invés de nos aproximar? Enfim, são reflexões que precisamos fazer.

    No mais, parabéns pelo seu trabalho.
    Abraços.

  12. Graciela 07/01/2016

    Muito legal! Recentemente eu saí do SnapChat, justamente depois dessa análise e estou pensando em me desligar do Twiter também.

    Abraços!!

  13. Rafael 07/01/2016

    FACEBOOK nunca, nunca, nunca, nunca será uma plataforma que iriei utilizar! Banal, exibicionista, tosca!

    Agora uma coisa sobre o youtube que vale tbm as dicas que vc disse sobre quais canais se inscrever. Em alguns deles o “youtuber” é tão megalomaniaco e egocentrico que ao final dos videos agente se sente menor por nao ter/ser/fazer etc…. o mesmo. Então esses nao mais

    • Majo Choinski respondeu Rafael 07/01/2016

      Acho que isso do ‘youtuber megalomaníaco’ acontece em todas as redes sociais, por isso é tudo tão intoxicante, exatamente igual você disse, as pessoas se sentem inconscientemente menos por não ter/ser/fazer… As pessoas conseguem tornar tudo um ambiente de exibicionismo rs

  14. Vanessa 07/01/2016

    Gostei!

  15. Edna Loureiro 07/01/2016

    Muito bom este texto. Muito do que eu penso também.
    Fiz uma limpeza num dos últimos dias do ano passado e eliminei três redes sociais, uma delas o Facebook. E até agora, nunca me senti com uma sensação de liberdade tão grande como tenho sentido até hoje, depois de ter desactivado aquela rede social.

  16. Trícia 07/01/2016

    Que post fantástico!!! Comprei ontem um livro sobre isso e descobri o grupo DELETE que estuda essa dependência das redes sociais, no site deles tem 4 testes para verificar o nível dessa dependência.

    http://www.institutodelete.com/

    Muito bom!

    • Thais Godinho respondeu Trícia 08/01/2016

      Muito interessante. Obrigada por compartilhar.

  17. Charliana 07/01/2016

    Uhuuuuu. Ganhei o dia com esse post: Me justifica. Há alguns meses exclui meu Facebook e fiz outro somente para curtir páginas e participar de grupo uteis, exclui what’s e criei outro estritamente para familiares e amigos muito muito chegados, tenho um IG pessoal(que quase não vejo) , um de estudo para concurso (inativado por enquanto) e um de inspiration para artesanato (o que mais uso no momento) as pessoas me julgam por ter sumido.
    Concordo tbm que não somos obrigado a respondes mensagens e comentarios.
    Adorei Thais!

  18. Lais 08/01/2016

    Olá Thaís. Ótimo post, muitas coisas eu já coloco em prática por uma questão de saúde mental mesmo! Notificações desativadas e chega uma certa hora da noite e eu simplesmente desligo o celular pra relaxar a cabeça.
    Sobre as redes sociais, o Facebook era a pior de todas pra mim, então em 2014 eu exclui minha conta e nunca olhei pra trás rs Gosto do Twitter, acho divertido mas uso com parcimônia. Instagram é o que eu mais gosto de acessar, principalmente depois de fazer uma limpa e parar de seguir perfis que me deixavam mal. Porque, pra mim, o principal problema do Instagram é que as pessoas passam a imagem de vida perfeita, e isso invariavelmente causa inveja e frustração. O Whatsapp se tornou muito útil, ainda mais depois de sair do Facebook, porque assim posso manter contato com minha família, já que mudei de cidade. O único problema, pra mim, são os malditos grupos. No fim do ano saí de dois sem dó! E se me colocarem de novo, eu saio de novo hahaha… Acho péssimo que não haja uma solicitação pra vc aceitar ou não entrar no grupo.

    Beijos!

  19. Patricia 08/01/2016

    Hehe, muito legal ver aqui que outras pessoas também excluíram seu Facebook. Eu achava que eu era a “diferentona” rs.
    Há mais de um ano que o exclui. Que alívio! Vivo muito mais leve. E olha que moro na Noruega. Teria motivos óbvios para manter a conta. Mas dei um basta. Tenho email, whatsapp, instagram e telefone!

    E tenho pensando em deixar o instagram. Fico me sentindo mal por ter 200 seguidores e seguir apenas 30. Sendo que a maioria destes que sigo sao de desconhecidos. Sao contas que tem algo a me dizer…

  20. Camila Soares 08/01/2016

    Oi, Thaís! Esse post veio na hora certa.
    Uma das minhas resoluções de ano novo é dedicar mais tempo a coisas que preciso e que gosto de fazer. As redes sociais são parte do meu trabalho, mas tento passar o mínimo de tempo possível deixando postagens programadas. Uso mais o Twitter que o Facebook, ambos tem me deixado cansada nos últimos tempos. Além do mais, tenho monografia pra fazer e quero estudar para um concurso que me inscrevi. Desde agosto do ano passado desliguei todas as notificações de redes sociais e hoje já estou acostumada, não sinto falta.
    Obrigada pela sensibilidade em trazer esse assunto à tona.
    Beijos aqui de Fortaleza!

  21. Cintia 08/01/2016

    Oi Thaís! E eu achando que era um e.t.? Nunca ,Nunca tive Facebook , exatamente por achar que é só exibicionismo e competição.Todos que me rodeiam tem conta e rola uma cobrança prá que eu faça também, ás vezes me pergunto até se sou anormal,mas esse post veio prá reforçar minha convicção. Não possuo nenhuma rede , somente whattsapp , e já me basta prá comunicar com parentes distantes e amigos do passado (e presente).Obrigada pela ajuda e inspiração de todos os dias! Bjks, Sua fã, Cintia.

  22. Érica Minchin 08/01/2016

    excelente, Thaís!

    Sugiro o “newsfeed eradicator” pra quem usa o facebook pra trabalho. Só roda no chrome, mas já é uma boa ajuda. 🙂

  23. Tiago 09/01/2016

    Na linha da simplificação e minimalismo, resolvi abrir mão de várias coisas que não agregavam muito a minha vida. Uma delas: Facebook. Sinto falta de alguns grupos, especialmente os de livros e sobre GTD, mas nada que me incomode demais. Decidi ficar só com o Twitter (como microblog) e o G+ (para grupos). De certa forma, sem saber, segui os passos entregues pela Thais e não me arrependo nem um pouco.

  24. Cris 09/01/2016

    Simplesmente BÁRBARO o post…li todos os comentários e interessante ver como os leitores do VO são sensatos, gostaria muito de dar o meu lado da história para registro aqui também, já que concordo e muita das vezes já passei por todos os sentimentos aqui registrados no post e pelos comentários.

    Redes sociais…ah esse é meu fraco na Internet, tenho: Facebook, Instagram, Twitter (apesar de achar chato), LinkedIn (sim esse tb é uma rede social), Pinterest, Whatsap, SnapChat, YouTube e acho que é só…e sigo inúmeros blogs também! E posso até estar enganada se eu disser que não sou viciada, ou melhor, eu já estive viciada. Tenho vários blogs que não são blogs para divulgação, são blogs de conteúdo pessoal e encaro mais como hobby e nada como trabalho, acompanho diversos blogs de diferentes assuntos, são inspirações e fontes inesgotáveis de conhecimento. Ou seja, a Internet como um todo me fascina e uma grande ferramenta quando sabemos usar, de fato a sensação e sentimentos ruins que sentimos quando estamos presos na INTERNET era o que mais me incomodava, digo Internet, porque não é somente as redes sociais que trazem essa sensação ruim, porque muitas vezes me via em blogs e até mesmo no VIDA ORGANIZADA, por horas e quando terminava de ler um certo post, ficava triste, deprimida, angustiada, porque muita das vezes não conseguia dar conta das tarefas que tinha que fazer, ou quando via que não conseguia ser tão produtiva o quanto eu gostaria e quantas vezes deixei de fazer uma tarefa no trabalho ou em casa, para ficar lendo os posts.

    Então porque toda essa introdução, por que na minha opinião de nada adianta EXCLUI DAS REDES SOCIAIS e continuar vagando pela INTERNET sem propósito algum, que compensação é essa que vc sai das redes sociais, mas continua navegando sem um propósito, ou seja num site de notícias, num blog interessante… Eu até poderia dizer que há um tempo atrás que era sim uma viciada, se eu fui…realmente hoje é totalmente diferente, porque aprendi que é de extrema importância nessa vida é ter FOCO. Tenho ainda todas as redes sociais acima citadas, porém hoje eu tenho foco para utilizá-las, só utilizo quando realmente posso, depois de todas as PRIORIDADES REALIZADAS.

    O detox das redes sociais é necessário sim, para ter essa maturidade de saber quando utilizar e para quê utilizar as redes, se você gosta e é importante para você, ok! Mas saiba usar, como tudo na vida…que legal seria se pudéssemos deletar tudo o que nos faz mal, que maravilha hein! Mas não é bem assim acredito muito mais no poder interno que temos para definir o que nos faz mal do que é necessário, o problema é que as pessoas em sua grande maioria hoje não tem FOCO e não sabem PRIORIZAR

  25. Bruno de Castro 10/01/2016

    Postagem muito coerente. Eu fui bem radical no meu “detox” pois acho essas umas das “drogas da nova geração”. Vc pode até pensar que está no controle, mas a rede não envolve só vc. E cada vez que vc passa em uma das suas redes para dar uma “olhadinha”; lá se foram minutos ou horas preciosas desperdiçadas. Eu já estou sem facebook há 2 anos e sem Instagram há 1. Sou artista e sei que isso restringe o acesso até mim e meu trabalho, mas decidi viver de verdade, com mais qualidade e verdade. Chega de ver “personagens virtuais” e “vidas cheias de filtros”. Uma amiga decidiu sair do facebook quando fez uma constatação que acho interessante:
    “Eu percebi que todos os meus amigos que não tinham rede social tinham uma vida social bem mais interessante que a minha”
    #ficaadica

  26. Lelii Martins 11/01/2016

    É engraçado como em certos aspectos precisamos que alguém de fora aponte as falhas para podermos enxergá-las. Seu post me deu um alívio enoooorme! HAHA. Tenho um blog, mas estou longe de ser viciada em redes sociais, às vezes até esqueço delas. No entanto, meu facebook pessoal me causa angústia e eu só fui perceber/refletir sobre isso agora. Lendo o seu post. Ainda não sei a causa da angústia, talvez seja porque todo mundo parece/quer parecer sabichão por lá.

    Não importa. A partir de agora vou reduzir bastante o meu uso. Já comecei deixando de seguir pessoas que me incomodam.
    Obrigada.

  27. Mayara 12/01/2016

    Deixei de usar facebook há umas 2 semanas, e foi a melhor coisa que fiz! Menos ansiedade, menos incomodação e o melhor: MAIOR produtividade!

  28. susany oliveira 17/01/2016

    Faz uma semana que sai de duas redes socias minhas o Face e o insta, estava me sentindo prejudicada e resolvi passar um tempo longe.

  29. Carla 31/01/2016

    Parabéns pelo resumo do mês de janeiro, pois senão esse post teria passado sem eu ter lido. O conteúdo é riquíssimo e me dá mais ainda a certeza de que estou no caminho certo nas minhas escolhas quanto as redes sociais.

  30. […] 3. Detox de redes sociais: Tenho lido e ouvido muitos comentários sobre a ideia de que as redes sociais ultrapassaram o singelo motivo de falar com os coleguinhas de perto e de longe e mostrar para o mundo o quão legal alguns achados são. Então, na verdade é bem simples. Não te faz bem, aliás, está fugindo do seu controle? Reassuma as rédeas e taca-lhe detox.  […]

  31. Kelly Sirqueira 30/11/2016

    Eu fiz uma limpa no meu facebook e parei de seguir todo mundo. Aquele ‘seguir’ que aparece o que as pessoas compartilham e postam. Mantenho alguns famíliares e amigos(amigos realmente), mas as vezes não me sinto confortável vendo toda aquela poluição de fotos e etc. Se eu quero ver algo sobre alguém, vou até o perfil da pessoa e vejo, o que também é algo que não costumo fazer. Ou seja, na minha timeline só aparecem notificações de páginas que eu quero e umas 5-6 pessoas. Fica bem clean e ajuda a diminuir o hábito de ficar entrando no facebook para ver coisas que as pessoas falam.

  32. Taynara 26/04/2017

    Eu não sei o que tá acontecendo comigo. Eu usava Facebook, desde o comecinho, do fim do falecido Orkut. Então só tinha essa rede, depois que surgiu o Instagram me apaixonei. Foi então que fui perdendo o interesse pelo o Facebook, que logo me deu vontade de excluir de vez. Exclui e não voltei mais, então só usava Instagram, pois o que me interessa mesmo sempre foi fotos, e não aquelas publicações toscas. Nunca usei Snapchat, já tentei e já criei algumas contas mas não gostei. Então o que tá acontecendo é que do nada me deu vontade de excluir o Instagram pois estou totalmente enjoada. Então só uso mesmo WhatsApp, no qual só tenho contato de pessoas próximas. Sei lá, tem gente que não entende, mas eu me sinto melhor, eu sempre fui das redes sociais, mas acabou a graça e a vontade. Tá tudo coisado!

  33. Ana Paula França Asseituno 23/05/2017

    Thaís, conhece o aplicativo Quality Time? Pra quem tem dificuldades de se afastar do celular / redes sociais, ele ajuda muito! Ele passa um relatório diário do que foi acessado, por quanto tempo, quantas vezes o celular foi desbloqueado, etc. Depois que comecei a usar vi o quanto era viciada, tem me ajudado muito! 🙂

    • Thais Godinho respondeu Ana Paula França Asseituno 23/05/2017

      Não uso. Obrigada pela dica. Tenho certeza que pode ajudar outros leitores.