Este post talvez tenha a ver com simplicidade voluntária. Ou não. Talvez seja sobre mente plena. Ou viver com significado. Não sei, mas quis escrever sobre algumas coisas simples que tenho feito e que têm deixado minha vida mais legal ultimamente. Só para compartilhar.

  • Conversar mais com as minhas melhores amigas, estar mais presente. Perguntar como estão, trocar ideias sobre trabalho, família. Não precisa sair para jantar, fazer nenhum evento juntas – apenas mandar uma mensagem, telefonar para conversar, encontrar para dar um abraço.
  • Estudar o Lamrim, que é o caminho budista para a iluminação dentro da NKT, escola budista que sigo. Isso me ajuda a focar nas meditações e a viver uma vida mais significativa.
  • Respeitar os ritmos do meu corpo, descansando quando me sinto cansada, não ficando acordada até tarde, não comendo coisas que sei que me fazem mal. Descansar a mente e ficar sem fazer nada quando sinto que passei o dia todo lendo, estudando, escrevendo ou trabalhando concentrada em projetos.
  • Andar a pé pelo bairro.
  • Usar checklists.
  • Dormir sempre oito horas. No máximo seis, quando acordo muito cedo (5h) para fazer algum treinamento e não consigo dormir antes das 23h, mas é exceção. Eu compenso no dia seguinte, se conseguir. A verdade é que estou tão habituada a uma rotina de acordar no mesmo horário que mesmo quando posso acordar mais tarde, meu corpo desperta no horário de costume.
  • Fazer o mundo esperar porque só eu conheço meu ritmo e não vou ficar doente por causa de nada ou ninguém.
  • Beber mais água. Ir mais ao banheiro, sem ficar segurando xixi, sabem? Sempre faço mais pausas durante um dia de trabalho.
  • Ver mais o mar. Ficar mais em contato com a natureza.
  • Viajar mais. A cada três meses, fazer uma viagem curta para desligar do mundo, desconectar, descansar.
  • Parar de discutir sobre coisas aleatórias que não fazem qualquer diferença na minha vida.
  • Deletar comentários ofensivos no meu perfil no Facebook, no blog e outros, simplesmente porque eu não sou obrigada.
  • Desapegar emocionalmente de algumas coisas. Não me achar “dona” de nada.
  • Ficar mais ao ar livre.
  • Não tirar fotos nem postar sobre momentos bons do meu dia a dia. Não preciso de exposição. Uso a Internet para divulgar o meu trabalho e não preciso provar nada para ninguém.
  • Voltar a beber café – uma xícara por dia.
  • Consumir menos, especialmente roupas. A análise de cores, os workshops com a Ana, o armário-cápsula e todo um processo rolando me deixaram mais consciente e a fim de pensar nas compras que eu faço.
  • Doar meus livros e substituir muitos deles por e-books. Ainda mantenho os que prefiro manusear em papel.
  • Focar mais naquilo que realmente precisa ser feito, uma coisa de cada vez.
  • Parar de investir tempo e energia em pessoas e iniciativas que não compensam.
  • Aceitar meu corpo como ele é e gostar muito dele assim.

16 Comentários

  1. Parabens pela conscientização de seus propositos e por em pratica os mesmos. Um exemplo a ser seguido , inclusive por mim. Parabens

  2. Fiquei feliz de saber que que estás te cuidando. Deixando para trás comentários maldosos e inúteis. A verdadeira felicidade anda junto com a simplicidade. Bjs
    Rosane

  3. Meu maior problema tbm é “organizar” meu sono. Eu chego em casa tarde, não gosto de ir dormir sem deixar algumas coisas prontas pra não me enrolar no dia seguinte, e qdo vejo já é de madrugada… O tempo passa e eu nem percebo. Outra coisa difícil é aceitar me corpo como ele é. Fica sempre aquela culpa por achar que sou eu que não estou fazendo as coisas direito pra que meu corpo seja diferente…

    Que bom que todo o seu processo te levou a tantas coisas boas. Eu espero chegar lá tbm! =)

  4. Adorei tudo e vou “roubar” várias das suas coisas pra minha vida, posso???
    Fiquei triste ao ler o primeiro tópico e confesso que não tenho conseguido estar com minhas amigas sem que elas estejam presas ao celular quando estão comigo…e isso me faz não querer mais estar com elas…. 🙁

  5. Oi Thais, amei o post.

    Alguns itens eu já sigo, mas outros me fizeram abrir os olhos.

    Esse ano passei por vários momentos difíceis relacionados à saúde da minha mãe e entendi muito o sentido das coisas que você escreveu.

    Muita coisa perde o valor quando não se tem saúde.

    Uma frase que eu li na internet e hoje em dia levo pra vida: Nenhum CNPJ vale um AVC. Ou seja, temos que nos preocupar menos com as COISAS e dar mais valor aquilo que realmente nos dá sentido: família, amigos, nós mesmos.

    Espero que a sua saúde esteja recuperada. O susto foi grande né?

    Um grande beijo dessa sua leitora que te acompanha há anos sem quase nunca comentar (mas vou mudar rsrsrs),

    Marcela

    • Eu adoro essa frase também.

      Amo meu trabalho, mas amo as outras áreas da minha vida também.

      Obrigada por comentar.

  6. Thais, você sempre tão coerente em tudo que escreve…
    Fazia tempo que eu não entrava aqui, nesse segundo semestre foi bem corrido no meu trabalho, nem dava pra ler os blogs que eu gosto…
    Mas agora estou de férias e vim saborear um pouquinho das suas palavras, pois acredito que aqui sempre tem uma palavra reconfortante e adequada para a situação que estamos vivendo.
    Amei esse post, ideal para uma reflexão de final de ano.
    Ontem, mesmo estava conversando com o meu marido sobre o uso excessivo do celular e pedi para que nos policiássemos ao menos quando estivermos juntos. São coisas básicas, mas que muitas vezes nos passa batido.
    Obrigada mais uma vez por cumprir tão bem a sua missão pessoal.
    Feliz 2016, que ele te traga o dobro das alegrias de 2015!!
    Bjus
    Ju

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