ou

Um dos meus projetos atuais é organizar melhor os meus livros e as minhas leituras, porque eu percebi que não só a estrutura física dos livros deve ser organizada mas, com o passar do tempo, aquilo que você leu também precisa. Quero dizer: poxa, eu estudei tanto na faculdade de Jornalismo, na faculdade de Publicidade. Para onde foi esse conhecimento? Eu leio muito e não quero perder as informações legais, frases e trechos inspiradores que eu leio. Por isso, estou com esse projeto para organizar as minhas leituras de maneira geral.

Uma ação relacionada a esse projeto era sentar com calma e definir os critérios para compra de livros, o que eu deveria manter, o que eu compraria apenas em formato de e-book e por aí vai. Eu amo livros físicos mas, com o passar do tempo, foge um pouco da realidade ter muito, mas muitos livros. Quando eu comprar a minha casa, do jeito que eu quero, vou ter espaço para uma estante maravilhosa e gigantesca mas, até lá, preciso me conformar com meu espaço e respeitar o fato de que meu marido não aguenta mais ver livros espalhados pela casa haha. Logo, limites são necessários.

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Seguem abaixo os critérios que eu listei:

O que vale a pena comprar em formato físico

Livros que eu quero manter para sempre, como os clássicos. Biografias de pessoas que eu gosto muito, livros para reler sempre, livros preferidos por quaisquer motivos. Livros de trabalho que sei que vou usar, rabiscar muito ao ler – livros “de manuseio”. Livros que quero levar comigo no dia a dia, facilitando a leitura.

Esse último critério parece meio dúbio, mas faz sentido para mim. Isso teria me feito não comprar a série “Crônicas de gelo e fogo” em formato físico, por exemplo, porque não carrego aquele calhamaço de cada edição quando saio para andar de ônibus.

No geral, minha prateleira de livros físicos já está refletindo um pouco isso, mas tenho muitos livros que não se enquadram nessas categorias e eu acabei comprando. Ou seja, desperdício de espaço e dinheiro. Tudo por falta de critérios, mas não mais!

O que vale a pena comprar em formato e-book

Livros de trabalho ou leituras leves.

Tenho o Kindle e o Kobo.

Meu negócio com o Kindle é que é viciante comprar livros na Amazon. Porém, com que critério? Então estou tentando mantê-lo para livros em inglês, mas nem sempre existem todos os livros que eu quero em português para o Kobo (que era o que eu estava tentando fazer). Inicialmente, eu pensei em manter no Kobo apenas livros em português, mas tem o problema acima que eu comentei. Por outro lado, já comprei livros em inglês que só tinha para Kobo. Portanto, não vou diferenciar aqui, mas provavelmente terei que pensar em algo para indexar esses e-books mais para a frente.

Eu falo que compro e-books sobre trabalho porque na Amazon existe uma infinidade de livros pequenos (em quantidade de páginas) criados por autores amadores que são super úteis para o meu trabalho. Também existem muitos livros que gosto de ter tanto em formato físico quanto digital, para consulta (como o livro do GTD, por exemplo). Livros sobre trabalho que normalmente eu não precisaria manter, porque bastam a leitura e, se eu comprasse físico, eu doaria ou trocaria, eu prefiro comprar em formato e-book, por ser mais barato. Exemplo: “O monge e o executivo”.

Quando falo em leituras leves, eu me refiro à literatura não-clássica e que não se encaixe em livros que eu gosto de ter em formato físico, como biografias de personalidades que eu gosto e por aí vai. Exemplo: Paula Pimenta. Não preciso ter o livro físico, porque é um livro que quero apenas ler, mas depois eu não iria manter na minha estante. Então prefiro comprar a versão digital. Mas eu tenho um livro físico da Paula Pimenta. Por quê? Porque eu não tinha esses critérios!

O que vale a pena manter depois de comprado

Livros clássicos e preferidos. Livros que vou usar muito no dia a dia de trabalho ainda.

Quando minha estante em casa tiver apenas esses livros, creio que vou conseguir reduzir o que tenho hoje em uns 40%. Tem muito livro também que eu guardei porque iria mesmo usar mas, com as mudanças da vida, hoje, já não tem por que manter. Exemplo: Eu guardava alguns livros importantes sobre Teoria da Comunicação porque achei que faria um mestrado sobre isso. Hoje, já tenho certeza que não vai acontecer. Foi necessário manter esses livros ao longo dos anos porque eu realmente precisaria deles, mas agora eles estão livres.

Durante muito tempo eu também tinha uma linha espiritual diferente da que eu tenho agora e, com ela, vieram muitos livros. Hoje em dia esses livros não fazem mais sentido para mim, apesar de terem me acompanhado há mais de 15 anos. Então, aos poucos, eles vão indo embora.

Eu me sinto bastante satisfeita vendo a minha estante com livros clássicos (lidos e ainda não lidos) porque se trata de um inventário pessoal. Aos poucos, vou deixando de comprar bobeiras (= livros que não se encaixam nesses critérios que expus aqui).

O que vale a pena dar, doar, trocar depois de lido

Livros que não pretendo reler no geral. Livros que não gostei. Livros que estou substituindo por e-books.

Acontece! Compro um livro achando que ficaria na minha estante e, depois de ler, percebo que não. Tchau! Também ganho livros de presente que acabo não gostando, ou mesmo compro um livro na empolgação e, ao ler, percebo que não tem nada a ver. Esses livros vão embora também.

Alguns livros se encaixam na categoria descrita no critério dos e-books e, com o tempo e as diversas promoções, eu prefiro substituir e me livrar da versão física. Liberar espaço é importante. No geral, costumo dar meus livros de presente, doar para bibliotecas de escolas ou trocar via Skoob.

E é isso! Fiquei feliz por definir esses critérios porque eu adoro comprar livros novos e estava ficando um pouco confusa sem saber o que deveria comprar ou não. Agora, com esses critérios definidos, minha biblioteca está ficando mais organizada.

E você, tem algum critério para comprar, trocar ou vender livros? Como você organiza suas compras para leituras futuras?
Thais Godinho
14/08/2015
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  1. Marcos Queiroz 14/08/2015

    Bom dia, Thais.

    Atualmente só tenho comprado livros que façam parte da minha área técnica. Estou me graduando em Administração em dezembro e acho que preciso manter algumas leituras como referência que adotamos durante o curso. Já tive muitos livros de ficção e percebi que após lidos, não havia interesse em retornar a leitura, apesar de alguns serem muito bons, então acabei doando e montando um projeto junto à minha empresa de biblioteca para colaboradores.

    Bem legal!

    • Thais Godinho respondeu Marcos Queiroz 14/08/2015

      Pode ser interessante para você ter um leitor de e-book então, para livros de ficção. Assim você economiza espaço!

  2. Simone Menezes 14/08/2015

    Oi Thais,

    Quando li o livro da Francine Jay, The Joy of Less, fiz uma revolução aqui em casa e doei muitos livros! Foi muito legal porque eu realmente estava tendo dificuldade em destralhar essa parte, e a casa conseguiu respirar melhor depois disso.
    Então agora meu critério para comprar livros é basicamente: se um vai entrar para a biblioteca, um deve sair! Só esse critério já me ajuda bastante a parar para pensar e avaliar qual seria a melhor opção.
    Estou acompanhando a série Aprenda GTD, colocando em prática e amando!
    E muito obrigada por tudo, sem a sua ajuda eu não sei se teria conseguido! 🙂

    • Thais Godinho respondeu Simone Menezes 14/08/2015

      Obrigada, Simone! Já escrevi o post com a parte 8 – entra segunda no ar. 🙂
      Espero que goste.

      • Sofia respondeu Thais Godinho 14/08/2015

        Iupi!!! Quero tanto aprender mais com Você! Obrigada por essa série sobre GTD! Aguardo ansiosa por novos Posts!

      • Simone Menezes respondeu Thais Godinho 17/08/2015

        Perfeito! <3
        Obrigada mil vezes!!! 🙂

  3. Assino embaixo de tudo o que você disse!
    Tive parceria com uma certa editora por um tempo (e já faz um tempinho, também). Eram milhares de lançamentos por mês e eles mandavam TODOS. Muitos eram romances mais levezinhos que eu detessto! Nesses últimos meses doei vários livros de parceria. Deixei uma pilha enorme de livros no terminal central de ônibus daqui, já que lá tem uns “armarinhos” para doar livros e, no entanto, costumam deixar apenas livros didáticos – sempre fico frustrada ao ver isso.
    Outros, que não de parceria, eu vendi no sebo. É um valor bem mais ou menos, mas consegui adquirir com isso 5 livros que eu realmente quero ter.
    Ainda tenho vários livros não lidos mais “passatempo”. Muitos eu pretendo ler, por isso mantive; mas sei que depois da leitura vou passar para frente também. Alguns ainda estão sob avaliação hahaha

    Mas, realmente muito obrigada por sua postagem. Deu uma chacoalhada em mim. Quer dizer, eu estou me “livrando” de livros que eu considero mais bobinhos e/ou desnecessários, lidos (ou não) e que não tem uma mensagem muito consistente para reler, consultar e tudo mais. Porém, apesar de minha wishlist estar predominantemente preenchida por livros mais “sólidos”, tem alguns que realmente não há nenhuma necessidade – faz mais sentido ler o e-book, de fato. Vou revê-la 🙂

    • Eu adoro deixar livros no metrô! Mas muitas vezes as pessoas correm atrás de mim para me devolver achando que eu esqueci! Então fico com vergonha.

      Fico feliz por ter ajudado de alguma maneira!

      • Aline Rodrigues respondeu Thais Godinho 19/08/2015

        Eu agora deixo livro no ônibus vazio exatamente por isso: quem vê sai correndo atrás de mim pra devolver o livro 😀

  4. Evelyne 14/08/2015

    Estou pensando em criar uma lojinha no mercado livre ou no livronauta (caso não seja muito burocrático para criar e manter, ainda estou vendo isso) para passar pra frente os meus livros.

    • Fabíola de Andrade Borges respondeu Evelyne 14/08/2015

      Acho que no Enjoei também é tranquilo! Só não sei com quantos % eles ficam…

      • Evelyne respondeu Fabíola de Andrade Borges 16/08/2015

        O que eu vejo, Fabíola, é que o “perfil” dos livros e do pessoal que frequenta esse site, sabe? Eu vejo que são romances, geralmente mais leves, mais jovem e adulto e um pessoal mais novo frequenta também.
        Eu pretendo comprar uns livros diferentes desse perfil, aí acho que os outros dois podem ser mais interessantes.

        • Fabíola de Andrade Borges respondeu Evelyne 18/08/2015

          Então! Você quer adquirir livros de outro estilo, mas os que quer vender são como? 😛
          Tinha pensado na possibilidade de você colocar os livros lá e divulgar o seu link em grupos e etc. (no facebook existem vários a respeito de literatura, então seria uma boa opção) para vender os que não quer mais, mesmo. Você não precisa comprar os livros no “perfil do site”.
          Aí as compras aconteceriam em outro lugar. Vendi vários livros no sebo, por exemplo, e comprei livros que eu queria, na Saraiva, com esse dinheiro…
          (Dá para trocar no Skoob também, mas aí vai muito da vontade de alguém querer os livros e acaba demorando um pouco mais.)

          • Evelyne respondeu Fabíola de Andrade Borges 27/09/2015

            Ai, Fabíola, como eu sou tapada, só vi seu comentário agora! 😛
            Queria ter visto e respondido antes, desculpa!
            Quando eu falei comprar quis dizer vender (a dislexia, tsc, tsc, tsc). Amei sua dica dos grupos de facebook, abandonei-o um tempo atrás, mas essa oportunidade de divulgação é mesmo boa vou pensar seriamente em voltar pra lá e dar uma pesquisada.
            Comecei trocando livros no skoob. Troquei 3, mas a oferta dos livros que eu queria realmente era bem baixa, e rola aquela burocracia dos créditos (não confio muito em trocar fora do sistema plus) então abandonei, e também o fato de que eu tenho livros marcados, e lá não pega muito bem (eu não ligo, mas o pessoal dá muito valor ao livro como novo :/)
            Você vendeu os livros em sebo físico?? Queria muito ter essa chance, mas por onde moro não tem nenhum…

  5. Amanda 14/08/2015

    Oi Thais,
    deixa eu te perguntar… você assina o Kindle Unlimited? Acha que compensa?
    Bjos!

    • Thais Godinho respondeu Amanda 14/08/2015

      Assinei e parei. Não acho que compense porque leio vários livros ao mesmo tempo e você tem limites para alugar.

  6. Brunna Dantas 14/08/2015

    Ameeei este post, porque me fez pensar que eu não tenho um critério, vou no impulso, mesmo sabendo que é errado! Agora com sua experiência posso montar um critério para mim também! Obrigada por abrir meus olhos pra isso! Só tenho um problema com leitura em aparelhos, pdf, etc.. Não consigo me adaptar sem papel! Isso é um problema, ou falta de hábito?..rs
    Obrigada, acompanho seu blog a um tempo e nunca tinha feito um comentário assim! *-*

  7. Lorrene 14/08/2015

    Eu estava tentando ter em ebook os livros que possuem esse formato mas desisti pois amo visitar livrarias e aí fica impossível não levar um livro impresso, além que tem livros como este que é lindo impresso.

    Minha conta no kindle é americana, por outros serviços da amazon, prefiro manter a conta americana mas já comprei ebooks em português que encontrei lá. Pensei em ter o kobo para ebooks em português, ainda estou avaliando mas não estou muito afim de ter dois ereaders, pela questão da portabilidade. Por enquanto livros que a impressão justifica ter ele impresso e livros em português que não encontro na loja americana do kindle estão são comprados impressos.

    Eu estou mais exigente com conteúdo de livros de ficção e não sou muito de ler best-sellers de ficção, procuro saber bem do enredo para ver se é do meu agrado para comprar.

  8. Rogéria 14/08/2015

    Muito bom, Thais!
    Organizei os meus livros há pouco tempo, mantive somente aqueles relacionados às minhas pesquisas e a literatura que eu realmente amo. Doei vários e vendi alguns livros acadêmicos que já não eram úteis aos meus estudos. Atualmente só compro livros em formato físico se são acadêmicos e estão relacionados a minha pesquisa de doutorado. Quanto à literatura fiquei mais criteriosa, compro em formato físico só aqueles autores de quem gosto muito. Os demais livros, de interesses diversos, são comprados em formato digital. Mas o duro mesmo é passar pelas feiras de livros sem levar nada…

  9. Thais, como uma leitora compulsiva, adorei seu relato, apesar de vc focar mto na questão de livros técnicos, meu ponto de vista acaba sendo pelos livros de ficção e aventura e uma coisa que eu digo é: os leitores gostam de sentir o cheiro do livro e ter aquele exemplar (ainda mais se a capa for linda na estante) e infelizmente os ebooks/leitores digitais ainda não pegaram no BR. Sempre tento falar no blog sobre o desapego dos livros, mas antes de tudo, as pessoas precisam ter esse pensamento de que tem livros demais/pouco espaço e precisam fazer a limpa.

    • Raquel Pedruzzi respondeu Andréia Bittencourt 16/08/2015

      Eu tbm sou dessas viciadas que ama o cheiro, o toque, o barulho das folhas… Amo as capas lindas tbm! O objeto-livro pra mim ainda tem muito valor… Acho que dificilmente ficaria só no ebook como fez meu esposo. Ele desistiu de todos e admiro muito esse desprendimento dele. Mas eu, por enquanto só insisto em destralhar e repassar…

  10. Ana Luíza 14/08/2015

    Excelente Post Thais!
    Apesar de que definitivamente não consigo ler e-books (não gosto de ler em telas, me dá dor nos olhos), o que tenho feito é quase isso, porém ao invés de comprar em e-book se é um livro que eu provavelmente não vou guardar,peço emprestado para algum amigo, o que tem funcionado bastante. Me desfiz de bastante coisa no ano passado, a maioria do que ficou são livros que já li e leria novamente (algumas edições que eram da minha mãe), livros que ainda não li (que ganhei de presente ou que comprei e ainda não pude ler) e livros da área de educação e história da educação (que são relativamente caros, então sou obrigada a pensar duas vezes antes de comprar).

    • Thais Godinho respondeu Ana Luíza 15/08/2015

      Os e-readers são produzidos justamente para simular a leitura em papel, então não fazem os olhos doerem. Ler é tablet é ruim mesmo.

  11. Luciana 14/08/2015

    Bom, como viciada em livros, essa classificação também não é fácil para mim…
    Quando me mudei para o apartamento, limitei meus livros a uma unica estante, na sala. Achei que seria definitiva, mas… em poucos meses, já estava desesperada. Levei os livros de trabalho ou estudo para o serviço, e continuei comprando literatura. Dois anos depois, a estante já está super lotada de novo. Coloquei prateleiras no closet, no meu quarto… e ainda assim a coleção nao para de crescer. Ganhei do meu marido um e-reader da saraiva para ver se diminuia um pouco a minha compulsão, mas só piorou: livros digitais são mais baratos, mas a sensação de ler no e-reader não é igual a ter o volume na mão. Fora que, se eu gostar mesmo do livro, acabo comprando os dois: e-livro e normal.
    Enfim, estou me mudando para uma casa maior, acho que terei mais espaço para os meus livros. Mas encaixotar tudo pela 5ª vez (é a quinta mudança que faço em 10 anos) me fez pensar que está na hora de diminuir o volume de compras.
    Comecei separando os livros que não gostei e que não fazem mais sentido para mim e levei para um sebo, mas sai decepcionada pelo pouco valor que deram aos livros que levei… e como outros livros na mão.
    Já doei para a biblioteca do meu serviço, para biblioteca de escolas de amigas professoras, já deixei em pontos de onibus (com a idéia mágica que pode ser exatamente o que alguém está precisando ler)… mas ainda me dói bastante quando tenho que doar algum livro.
    Por enquanto, o critério que estou usando é o seguinte: só compro se não encontrar o e-book. Se encontrar o e-book, leio primeiro digitalmente, e só se a história for realmente boa compro o físico.

  12. Oi, Thais! Legal essa reflexão, eu nunca tinha pensado por esse ângulo. Eu tenho critérios bem “soltos”, vamos dizer assim: se é pra trabalho, ler e sublinhar, é físico. Se é só pra ler, é Kindle. Acho que vale a pena ter mais critérios mesmo, como você.

    E, para organizar os livros virtuais, o melhor programa que achei até hoje é o Calibre. Ele mantém uma biblioteca dos seus livros e sabe o que está “instalado” em qual dispositivo. Pense num iTunes para seus livros! Além disso ele converte formatos de arquivos para poder ler nos seus dispositivos, é fantástico.

    Um abraço e obrigado pelas dicas!

  13. Carol 14/08/2015

    Já faz um tempinho que decidi não ter mais uma estante abarrotada de livros e desde então me desfiz de muitos livros através do Skoob Plus ou Bookcrossing. Eu não releio meus livros então não tinha muito sentido mantê-los comigo só pela posse do objeto. Fiquei apenas com os que gosto muito e/ou tem valor sentimental. Atualmente tento comprar o mínimo possível para, além de economizar, ficar na leitura dos livros que já tenho e não li. Confesso que as promoções da Amazon me tentam demais e por isso vez ou outro acabo comprando livros físico e principalmente ebooks por lá.
    Meu critério atual é comprar tudo que não seja livro técnico em e-book. Exceções apenas para livros de coleções que já tinha iniciado ou para os caso em que o livro em papel está mais barato que o ebook.
    Continuo trocando pelo Skoob e repassando quando não consigo trocar.
    Bjocas

  14. Selma 14/08/2015

    Oi, Thais

    Eu também senti essa necessidade há um tempinho. Doamos mais da metade de nossos livros aqui em casa. E o critério foi bem parecido. Doamos os livros de domínio público, os romances, os técnicos já desatualizados e o que não tínhamos mais interesse em reler. Agora compramos apenas os que queremos ler e reler, os técnicos necessários para algum estudo ou trabalho, e também aqueles que várias pessoas da família tem interesse em ler. Os demais compramos em formato digital. A escolha aqui foi pelo Kindle. Espero que eles implementem em breve uma funcionalidade para empréstimo ou compartilhamento. Sinto muita falta.

    • Thais Godinho respondeu Selma 15/08/2015

      Já existe o Kindle Unlimited para empréstimos, pode ser uma boa.

  15. Fernanda 14/08/2015

    Gostei dos critérios. Acho que os e-books são maravilhosos. Onde moro é pequeno, então só compro livro físico se for um que quero muito ler.

    https://www.youtube.com/channel/UCXYZhMFvIjTGBr8D8Xs-9hQ

  16. Denise Castro 14/08/2015

    Tenho um critério bem semelhante, porém utilizo somente um tablet para acessar os e-books. Tenho sempre que rever os meus livros, pois após morar junto com o meu marido no “apertamento”, deixei meus livros na “biblioteca” que tenho na casa dos meus pais. Aos poucos fui trazendo aqueles com os quais eu tinha mais afinidade, comprando outros e doando outros. Como não acho certo ocupar o espaço da casa deles com livros parados, sempre que vou lá, dou destino a um ou outro. Semana passada dei meus três livros do Eragon para o filho de uma amiga. Agora tenho um bebê. Como ele fica no nosso quarto, os livros perderam ainda mais espaço. Se o bebê gostar de livros também, ferrou.

  17. Marcelle Palhete 14/08/2015

    Thais, sou mais econômica nas minhas aquisições por falta de verba mesmo.
    Baixo muito livro em sites de graça, além de pegar emprestados livros com amigos, principalmente os romances do momento.
    Depois publica umas fotos da organização da sua estante e quem sabe faz um vídeo com os livros que serão doados e/ou vendidos.

    • Thais Godinho respondeu Marcelle Palhete 15/08/2015

      Pretendo fazer um tour pela estante assim que conseguir.

      Sobre baixar livros de graça, garanta apenas que sejam de domínio público, para não incentivar pirataria. Sou autora e sei como é.

      Bjo

  18. Valéria 15/08/2015

    Nossa, tb tenho muitos livros que vieram comigo qdo casei. Meu marido tb adquiriu alguns depois das duas pós que fez e neste momento eu estou fazendo graduação. O resultado são prateleiras com cerca de uns 4metros de livros enfileirados! Sempre vi bibliotecas como fonte de conhecimento, desde bem menina, pois minha mãe tb tinha a sua.
    Hj meus critérios são definidos para comprar livros, até pela falta iminente de espaço: só livros da facul, ou de um assunto Q eu gosto muito, teologia (e aí, são livros de qualidade indubitável) e algum livro Q eu realmente precise dele no formato físico, pq depois de adquirir o Kindle, adoro a mobilidade e conforto Q ele me traz! Aliás, nisso vc tem parte, pois me ajudou a decidir sobre ele, e aproveito pra agradecer! Acho Q foi minha melhor aquisição do ano!
    fora Q comprar livros anda se tornando tão caro….
    Só falta a amazon aceitar o vale-cultura, aí fica beleza! 😉

  19. Vania Lacerda 15/08/2015

    Muito interessante o post. Ando precisando pensar nisso…

  20. Mônica 15/08/2015

    Depois que descobri o Kindle só tenho um critério: não compro mais livros físicos! Tudo agora é digital. Se ganho algum livro e amo muito, guardo na estante. Se não amo, passo adiante! E viva os espaços vazios 😍😍😍😍

  21. Fábio Fortkamp 15/08/2015

    Nem sempre é possível, mas tendo a favorecer sempre os livros Kindle (ou mesmo PDFs — comprados! — , no caso de livros técnicos), por causa de um detalhe: busca. A possibilidade de fazer buscas nem livro digital, para mim, supera qualquer “apego” que eu possa ter por livros físicos. Além disso, no caso do Kindle, é possível exportar todas as anotações para um arquivo texto e processá-las a partir daí.

    • Thais Godinho respondeu Fábio Fortkamp 16/08/2015

      Isso é imbatível mesmo.

    • Valéria respondeu Fábio Fortkamp 16/08/2015

      nossa, Fábio. penso a mesma coisa. um “ctrl+f” para pesquisar num pdf é a melhor coisa do mundo!
      🙂

    • CamilaP respondeu Fábio Fortkamp 19/08/2015

      O Fábio falou tudo, exportar anotações do Kindle!
      Eu sou zero apegada aos livros de papel e depois que aprendi a exportar as anotações percebi que o kindle seria mesmo a minha solução.
      Os dois últimos livros que comprei em papel, justamente pra poder anotar e estudar, desisti no meio.
      Não funciona mais pra mim.

  22. Andrea Almeida 15/08/2015

    Olá Thais eu li o post e juro que fiquei um pouco triste, sou uma devoradora de livros e revistas e confesso que não gosto de me desfazer deles, mesmo tendo alguns e-books. O que mais me deixa possessa na vida é quando empresto meus livros e a pessoa não me devolve, fico muito chateada, triste, até cobro, mas não devolvem. Me ajuda. O que eu posso fazer pra conseguir me dispor dos livros que tenho certeza que não vou mais ler alem de tentar seguir os seus critérios? Acho que devo fazer uma terapia pra isso.

    • Thais Godinho respondeu Andrea Almeida 16/08/2015

      Eu já fui mais apegada… Hoje, faço assim: só empresto se meio que já tiver em mente dar o livro de presente para a pessoa. Se for livro com notas pessoais, ou um desses livros que quero manter, não empresto, numa boa.

      Não sei se é caso de terapia não… tente pensar em uns critérios assim também.

      Bjo

  23. Bruna Diniz 17/08/2015

    Oi Thais! 🙂
    Eu estou num caminho próximo ao seu. Aqui em casa também temos bastante livros físicos e sempre que queremos um novo, eu e meu marido analisamos se vale a pena ser físico ou e-book. Os que compro para mim são 99% Kindle, porque acho mais cômodo de ter tudo a mão. 😀 Nossa nova aquisição, que ainda está em andamento, são os quadrinhos em capa dura do Starwars – e vou te contar que para caber eles, precisamos tirar alguns livros que já não íamos mais ler.

  24. Maria Carolina Urizzi 17/08/2015

    Não é bonito de dizer, mas confesso meu apego… só doo mesmo se eu não gostar do livro… eu acho q ainda vou reler tudo o q tenho! :/

  25. Bruno Pinna 19/08/2015

    obrigadoooo super bom Thais :))))))))

  26. […] fruto da abertura do nosso mercado para livros digitais. Eu até cheguei a postar aqui no blog um texto sobre critérios que tenho usado para a compra de livros, e hoje quero aprofundar aquela ideia falando sobre biblioteca pessoal. Porque, afinal, quais são […]