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GTD (Getting Things Done) é uma metodologia de produtividade criada por David Allen, um simpático senhor norte-americano que, como todos nós, achava que os métodos existentes eram falhos ou muito complicados. Ele queria algo simples, em que pudesse fazer mais com menos esforço. Com o tempo, reunindo diversos aprendizados e técnicas de produtividade ao longo da vida, ele publicou um livro que deu base à metodologia: “Getting Things Done” (Penguim Books) ou “A arte de fazer acontecer” (Campus), em português. Além deste livro, ele publicou mais dois: “Ready for anything” e “Making it all work”, este último publicado em português pela Editora Gente com o título “Fazendo as coisas acontecerem”, já fora de circulação. Há previsão de que todos os títulos sejam publicados em breve por outra editora brasileira, em português.

Imagem: Divulgação / David Allen Co.

Imagem: Divulgação / David Allen Co.

O GTD se baseia em cinco passos para fazer as coisas acontecerem:

  1. Capturar – Tirar da cabeça todas as ideias e lembranças de coisas a fazer e passar para algum lugar mais confiável, como um papel. É bastante comum ver usuários de GTD andando com um bloquinho e caneta por aí.
  2. Esclarecer – Tempo do dia em que você se dedica com foco e atenção para analisar cada uma das coisas que capturou. Existe um fluxograma (que vou colocar mais adiante) que guia todo o processo.
  3. Organizar – Organizar é apenas um dos passos do GTD. Estamos falando de uma metodologia de produtividade, não de organização. 🙂 É importante ter suas listas organizadas para que possa acessá-las na hora certa e no lugar certo.
  4. Refletir – Este é o momento do planejamento no GTD, quando definimos prioridades. Trata-se de uma revisão que fazemos de todo o nosso sistema para não perder nada de vista.
  5. Engajar – É executar com significado. Saber que você está fazendo, naquele momento, a coisa mais importante que deveria estar fazendo – em vez de estar preocupado ou distraído com outro assunto. É a tranquilidade de saber que o que você não está fazendo está sob controle, porque você definiu prioridades.

O GTD se pauta bastante em um conceito chamado mind like water – mente clara como água, em português. Trata-se de uma analogia tirada das artes marciais (busque pelo termo no Google e encontrará dezenas de imagens do Bruce Lee) que faz jus à tranquilidade de ter tudo sob controle. Mas atenção: ter tudo sob controle não significa que sua vida é chata e previsível, mas que você sabe se organizar e se recompôr novamente, caso tudo saia dos trilhos com situações imprevisíveis (que, sabemos, acontecem o tempo todo). Não existe um dia igual ao outro. A analogia da água é interessante porque nem sempre a água está tranquila – em uma tempestade em alto mar, por exemplo. “Porém”, diz o próprio David, “ela sempre volta ao seu estado de tranquilidade original”. Se tivéssemos que definir onde o GTD quer nos levar, certamente é a esse estado de paz mental que, como diz o Daniel, acontece “sem precisar ir a um mosteiro”.

Imagem: The Zen Files

Imagem: The Zen Files

Não existe melhor fonte para aprender o GTD que o livro do David Allen, “A arte de fazer acontecer”. Porém, o que acontece é que o livro tem MUITA informação e pode ser demais para quem estiver começando. O próprio David Allen disse que, quando escreveu o livro, quis colocar TUDO sobre o GTD nele, o que pode ter causado esse excesso. Portanto, vale ler e reler mas, acima de tudo, começar aos poucos, pois há bastante coisa a ser implementada. Eu costumo dizer que o GTD tem o nível de complexidade que você quiser – desde organizar o seu dia a dia, suas tarefas, seus e-mails e seus compromissos, até seus objetivos e valores. Mas, para isso, tem que começar aos poucos. Eu mesma, que já li e reli o livro umas 200 vezes, sempre me pego lendo algo novo que não havia reparado antes. Isso depois de quase nove (!) anos. Trata-se de uma fonte riquíssima de informações, assim como os outros dois livros do David, já mais atualizados.

Para aprender a usar o GTD, seguem as minhas sugestões:

  1. Ler o livro. Reler. Anotar dúvidas.
  2. Fazer um curso da Call Daniel – única empresa no Brasil certificada pela David Allen Company.
  3. Ler os artigos do blog dentro da macro-categoria GTD.
  4. Participar de grupos de discussão, como o GTD Brasil, no Facebook.
  5. Testar, praticar, se habituar. O GTD é uma habilidade como tocar violino – precisa ter disciplina e dedicação no começo até que vira algo que simplesmente flui e faz da sua vida uma linda melodia.

Em que ferramenta aplicar o GTD?

Existe uma espécie de busca fetichista no mundo GTD que diz respeito à jornada pela melhor ferramenta. Minha sugestão é: não encane com isso. O próprio David Allen disse que qualquer ferramenta que gerencie listas pode rodar o GTD. Logo, é disso o que você precisa. Algumas sugestões que os usuários costumam utilizar:

  • Evernote
  • Todoist
  • Wunderlist
  • Google Tasks / Tarefas
  • Outlook
  • Things
  • Toodledo – esta é a que eu uso
  • Omni Focus
  • Lotus Notes – esta é a que o David usa

Veja os guias do Vida Organizada para aplicar o GTD em algumas ferramentas específicas. Há outros a caminho.

Fluxograma do GTD

fluxograma-gtd-traduzido

Imagem: Call Daniel

O GTD tem um fluxograma que serve como guia para organizar as informações corretamente. Você pode ver acima o fluxograma mais atualizado da David Allen Co. traduzido oficialmente pela Call Daniel. No livro, você encontrará a seguinte versão:

gtd03

Vamos resumir esse negócio para ficar mais claro.

Suponhamos que você esteja trabalhando e, de repente, se lembra de algo que você precisa fazer. Em vez de parar o seu trabalho, você apenas anota em um papel ao seu lado aquela informação e continua concentrado (passo 1: capturar). Mais tarde você lidará com ela (passo 2: esclarecer), mas agora não pode ser interrompido. Ao processar aquela informação, você irá inserí-la em uma lista de coisas a fazer (passo 3: organizar). Uma vez por semana, vai revisar todas as suas listas para definir o que deve priorizar na semana seguinte (passo 4: refletir). A ideia é que, no dia a dia, você não precise pensar (nem perder tempo) com esse planejamento. Você já terá refletido sobre suas prioridades. No dia a dia, basta fazer (passo 5: engajar).

Os dois fluxogramas acima se referem ao que você faz quando vai processar (esclarecer) uma informação capturada e onde deve organizá-la.

Em resumo, você trabalhará com duas perguntas-chave ao processar suas informações: demanda alguma ação? e qual é a próxima ação?.

Demanda alguma ação? Não. Se não demanda qualquer ação, você tem algumas opções:

  • Deletar ou jogar fora – Geralmente spam de e-mails, informações que não são mais relevantes, algo que você achou que precisaria lembrar mas é inútil e qualquer outro tipo parecido.
  • Incubar – Você pode não precisar dessa informação agora, mas ela pode ser útil mais tarde. Ela então vai como lembrete na sua agenda (ou tickler) ou para a sua lista de Algum dia / Talvez (Algum dia / Talvez são coisas que você gostaria de fazer, mas não no momento, como “voar de balão” ou “estrelar um filme”. É uma espécie de lista de desejos).
  • Referência – Basicamente, um simples arquivo por ordem alfabética, onde você guarda tudo aquilo que acredita precisar consultar algum dia. Documentos, certidões, garantias, entre outros.

Demanda alguma ação? Sim! Se demanda ação, a coisa fica divertidíssima:

  • Dá para fazer em menos de 2 minutos? – Faça na hora.
  • Sou a melhor pessoa para fazer isso? – Se não, delegue. Mantenha um registro do que foi delegado para poder cobrar depois.
  • Adie – Se demora mais de 2 minutos mas você precisa fazer o quanto antes, adie para a lista de próximas ações. Existem duas opções:
    • Se tiver um dia específico ou um prazo, coloque uma data atrelada a essa tarefa ou insira na sua agenda (depende do seu gosto pessoal para ferramentas);
    • Se não tiver qualquer data atrelada, insira em sua lista de próximas ações organizada por contextos (situações, como por exemplo quando você está na rua, no trânsito, online ou ao telefone).
  • Demanda mais de um passo para ser concluído? – Se o que você precisa fazer tem duas ou mais etapas, para o GTD isso é considerado um projeto. Um projeto terá um grupo de tarefas, assim como informações de suporte (orçamentos aprovados, pautas de reuniões, apresentações, entre outros). Aí, o que você sempre tem que se perguntar é qual a próxima ação? É isso o que move os projetos no GTD.

Como saber o que fazer no dia a dia?

O David sugere que, sempre que estiver pronto para executar, cada um analise primeiro o contexto em que está inserido, depois o tempo disponível e, por último, sua energia e nível de atenção. Por exemplo: se eu tiver 15 minutos antes de entrar em uma reunião, vou analisar em que contexto estou (ex: ao computador), o tempo disponível (15 minutos) e meu nível de energia (fraco, pois estou ansiosa para a reunião). Isso direciona a minha execução. Eu não vou tentar executar tarefas que demorem mais de 15 minutos, porque senão vou ter que parar na metade para ir para a reunião. Também não vou tentar trabalhar em algo que demande foco se eu estou me sentindo péssima emocionalmente.

Assim deve ser feito ao longo do dia, de acordo com o contexto onde você estiver inserido. A ideia dos contextos para as listas é um dos meus recursos preferidos do GTD. Acredito que facilite muito na hora da execução e nos ajude a ter mais foco.

Imagem: Life Hack

Imagem: Life Hack

Tipos de trabalho

É importante saber que cada pessoa (e todas elas) tem três tipos de atividades no dia a dia:

  1. Trabalho não planejado, o que eu costumo chamar de demandas do dia, imprevistos ou urgências. Por mais organizado que a gente seja, essas atividades sempre caem no nosso colo diariamente, então precisamos considerar o que fazer com elas quando isso acontecer. Os critérios para priorizar são seus horizontes de foco (explicados mais adiante).
  2. Atividades pré-definidas, que são as coisas que você já tem na sua agenda (compromissos), nas suas listas de tarefas, projetos etc. Quanto mais alimentado estiver o seu sistema, maior a sua possibilidade de negociar prioridades com o chefe, por exemplo, ou ter controle sobre onde está investindo o seu tempo. Um sistema confiável que tenha tudo o que você precisa saber também dá bastante tranquilidade, porque você não fica com a sensação de que está esquecendo algo.
  3. Definição do seu trabalho, que é basicamente o tempo que você passa processando, organizando suas listas e coletando novas informações. Não há milagre. Para ser produtivo, é necessário investir um tempinho ao longo do dia para fazer essas coisas.

Como você vai distribuir essas atividades ao longo do seu dia de trabalho é muito pessoal e varia de cargo, função e mesmo personalidade. Um gerente, por exemplo, passará mais tempo definindo o seu trabalho que um analista júnior, que atende mais demandas do dia. São particularidades que devem ser observadas para entender até mesmo como pode ser o aproveitamento de tempo do dia de cada um.

Os níveis do GTD

O GTD tem níveis chamados de “horizontes de foco”. Significa que você começa a se organizar a partir de um nível e, aos poucos, vai evoluindo para os outros, através da metodologia. São os seguintes níveis:

  • Pé no chão: São seus compromissos no calendário, lembretes, prazos, e-mails, demandas, tarefas e rotinas. Você primeiro deve colocar essas coisas em ordem.
  • Nível 1: Depois de ter o básico sob controle, você pensará em um nível um pouco mais alto, referente a projetos que estão em andamento no seu cotidiano.
  • Nível 2: Todos nós temos áreas pelas quais somos responsáveis na vida. Eu sou responsável pela minha família, pela minha saúde, pelo meu trabalho, pelos meus estudos, pela minha casa e por aí vai. O David chama este nível de áreas de foco ou accountability – é onde temos que prestar contas.
  • Nível 3: Objetivos de curto prazo (de hoje a dois anos). O David entende que esse é um período preciso para trabalharmos em objetivos e que, acima disso, não dá para ter tanto controle.
  • Nível 4: Justamente por não podermos ter esse controle, o nível 4 é chamado de visão. Afinal, qual a minha visão para daqui a 3, 5 ou 10 anos? Onde eu quero estar? Serve apenas como direcionamento.
  • Nível 5: Qual seu propósito de vida? Para que você existe? Qual a sua missão? Onde você está investindo seu tempo hoje tem a ver com o que você quer? Você está vivendo uma vida coerente com os seus valores?
Imagem: Divulgação / David Allen Company

Imagem: Divulgação / David Allen Co.

Todos esses níveis conversam uns com os outros e são trabalhados no GTD, mas é importante ir com calma e começar do primeiro (pé no chão). O David diz que é muito legal fazer o caminho inverso (começar do propósito e ir para as tarefas), mas que isso pode causar muita ansiedade. Afinal, qual a utilidade de saber qual é a nossa missão se não conseguimos sequer domar nossos e-mails na caixa de entrada? Por isso, comece se organizando a partir da base.

Revisões

Por fim, o GTD propôe que seu sistema seja revisado da seguinte forma:

  • Agenda ou calendário – Toda vez que precisar saber “o que tem pra hoje”. É claro que a agenda vai sendo alimentada aos poucos por você A ideia é que ela seja confiável. Geralmente: uma vez por dia.
  • Lista de próximas ações por contextos – Quando tiver tempo para ver “o que pode ser feito agora”. Geralmente: ao longo do dia.
  • Lista de projetos – Toda vez que precisar revisar seus comprometimentos de curto prazo. No que está trabalhando? Qual o status disso? Geralmente: uma vez por semana.
  • Áreas de foco – Toda vez que sentir que precisa conciliar as diversas áreas da sua vida. Geralmente: uma vez por mês.
  • Objetivos – Quando precisar verificar que está no caminho certo com relação ao que eu quer para a sua vida. Geralmente: uma vez a cada quatro meses.
  • Visão – Sempre que precisar de inspiração para seguir adiante. Geralmente: uma vez por ano.
  • Propósito – Quando tiver grandes decisões a tomar. Geralmente: uma vez por ano.

Parece bastante coisa (e é), mas a ideia é que você implemente muito aos pouquinhos, obtendo controle em cada um dos níveis, até que tudo esteja acontecendo de maneira fluida. O David Allen costuma dizer que a pessoa que tem todo o seu sistema sob controle, consegue definir prioridades e tem essa visão sobre todos os níveis, está na posição do “capitão e comandante” do navio. A pior prática possível com relação à nossa produtividade é se organizar e ter a sensação de que “espero que esteja tudo ok!”. Isso dá muita insegurança! Como podemos nos concentrar e trabalhar em ideias se nossa cabeça está cheia de preocupações? Não é possível. Portanto, o estado de mente tranquila que estou buscando é justamente aquele por saber que meu inventário de ações está completo e atualizado, e todos os meus horizontes de foco estão integrados. Posso trabalhar nas minhas melhores ideias, prestar atenção à minha intuição e tomar decisões com a mente relaxada. Quem não quer isso? Isso é o GTD.

Para saber mais:

Thais Godinho
11/02/2015
Veja mais sobre:
60
Checklist de agosto 2012
Guia definitivo do Vida Organizada para usar o GTD no Evernote – Parte 1 – Referência geral
Lidando com e-mails

 

  1. Jess 11/02/2015

    achei o post mais explicativo.

    Embora eu ache que os novos nomes tenham muito mais a ver (em essencial) com os processos, acho que os nomes anteriores (coletar, processar, executar) eram mais objetivos e claros para quem está começando.

    E ainda não acredito que nunca li esse livro. Preciso para ontem.

    • Thais Godinho respondeu Jess 11/02/2015

      Também pensava assim, Jess. Quando conversei com o David lá em Amsterdam, perguntei por que ele mudou. Ele disse que os termos antigos (processar, revisar, executar) eram muito mecânicos e operacionais, e ele queria que os termos refletissem um controle mental maior. Depois disso, acabei aceitando haha.

      Leia! 🙂

      • Valéria Vieira respondeu Thais Godinho 01/03/2015

        Thais, vc diz na resposta que o D. Allen “mudou” alguns nomes do GTD. Vc saberia dizer se já há alguma publicação atualizada, em português, com essa nova nomenclatura? Pergunto porque o livro do GTD caiu na minha mão e estou adorando, mas no meio da leitura lembrei desse teu post. aí fiquei na dúvida se não estou estudando “material antigo”….

        • Thais Godinho respondeu Valéria Vieira 02/03/2015

          Oi Valéria,
          O material é o mesmo, não se preocupe que não está desatualizado. Mudam somente as nomenclaturas.
          Não há publicação em português com as novas ainda, mas em breve os livros serão publicados no Brasil por outra editora.
          O primeiro livro, o livro-base, não deve ser alterado de qualquer maneira.
          Abs

  2. Erika Silva 11/02/2015

    Excelente post Thaís!! Obrigada!
    Agora vai!! Estou lendo o livro do GTD e acho que comecei pelos projetos e coisas mais difíceis. Parece que esse post foi pra mim haha

  3. Bruna Eloise 11/02/2015

    OI, Thais!

    Adorei este post!
    Adorei ainda mais saber que eu praticamente já aplico o GTD no meu dia a dia sem saber que existia um nome específico ehehe

    Thais, tenho 23 anos e eu e meu namorado planejamos morar fora do Brasil em até 1 ano e meio. No entanto, é muito difícil nos organizar pra fazer isso acontecer definitivamente, porque não queremos ter que guardar todo nosso salário do mês durante esse um ano e meio e ter que ficar sem aproveitar os finais de semana. Como você faria neste quesito? 🙁

    Obrigada desde já!

    • Thais Godinho respondeu Bruna Eloise 11/02/2015

      Faria programas mais baratos ou de graça.
      Bem legal a iniciativa de vocês. Boa sorte!

    • Ana respondeu Bruna Eloise 11/02/2015

      Oi Bruna,

      Sei exatamente do que voce esta falando, pois aconteceu comigo e meu marido. So que tivemos um pouco mais de tempo de planejamento: nos mudamos para o Canada em 2014 e comecamos a preparacao (estudo de idioma, mercado de trabalho, economia, etc) em 2010. Foi bastante frustrante ter que ficar todo esse tempo no limbo, sem poder gastar esperando que la na frente talvez valesse a pena – porque afinal era uma aposta, certo, nao tinhamos certeza do sucesso. Hoje posso te dizer que valeu muito a pena todo o esforco que fizemos, mas claro, eu faria algumas coisas diferentes (nao deixaria de gastar com coisas que me fizessem sentir bem ao longo da espera). Se estiver interessada, nos compartilhamos um pouco dessa espera, da nossa mudanca e da nossa vida aqui nesse espaco: http://www.esperandoavez.tumblr.com Abraco!

      • Elison respondeu Ana 20/03/2016

        Pede uma senha. Como faço para acessar?

  4. Ana Carolina Souto Maior Bernini 11/02/2015

    Excelente post! Parabéns!

    Impossível alguém ler isso e não achar o GTD apaixonante.

    E, que lindo ficou esse novo fluxograma. Amei!

  5. Stephanie 11/02/2015

    Esse post ficou super completo, Thais! Muito obrigada pelo trabalho de explicar como funciona o GTD. Adorei! 🙂

  6. Ana 11/02/2015

    Excelente post Thais. Eu estou namorando o GTD ha algum tempo, mas ainda nao consegui parar para estudar justamente porque parece excesso de informacao e quero estar com a cabeca tranquila para absorver tudo. Mas e ironico ne, estou sem tempo pra ler uma coisa que vai me ajudar a ser mais organizada e portanto ter mais tempo 🙂

  7. Rafaela 11/02/2015

    Depois de ler o post resolvi ler o livro do David. Antes achava que o método podia burocratizar um pouco as coisas, mas outro dia em vi numa situação em que pensei que ele teria me ajudado a não esquecer as cosias.
    Quando fui comprar o livro, o site da Americanas.com me sugeriu o seu!! Adorei! Mas já tenho né?
    Bje e obrigada pela preocupação em nos esclarecer. Foi um dos melhores posts, pra mim que sou leiga.

  8. Samantha 11/02/2015

    Oi Thais! Obrigada pelo post super bem explicado. Esse post me fez entender porque as pessoas usam o GTD e me fez criar coragem pra começar. Vou procurar o livro agora mesmo!

  9. Valerie 11/02/2015

    Quando leio sobre as altitude dos voos do GTD me sinto como aqueles aviãozinhos que ficam subindo e descendo nos jogos de video game (meu filho tem um assim no celular, não sei o nome).

    Ainda estou com os pés no chão, tentando decolar para 10.000 pés voltando para o chão. Mas um dia eu chego lá, meu voo vai ser alto”! rsrs

    David Allen é um querido no seu livro. Talvez seja a maneira como ele escreve, a maneira como o descrevem ou mesmo suas fotos, parecendo o espelho d’agua que ele usa como analogia.

    Só tenho que agradecer a vc que me proporcionou conhecer o método.

  10. Aline Molleri 11/02/2015

    Sabe Thais, acompanho seu blog há 1 ano e sempre “meio que acabo pulando” os tópicos sobre GTD pois sempre achei complicadíssimo. Hoje confesso que abriu um pouco mais a minha mente e fiquei interessada em ler o livro, obrigada pelas dicas 😉

    Abraços!

  11. Adriana 11/02/2015

    Excelente post!
    Acabei de ler o livro do David Allen nesta semana. O livro é ótimo e motivador!
    Estou encantada com tudo e me organizando para fazer a captura de toda tralha que ainda se encontra em minha vida (pretendo aproveitar o carnaval, rs).

  12. Simone 11/02/2015

    Oi Thaís, tudo bem?

    Sei que o post fala pra justamente não encanar com a ferramenta, mas eu tenho utilizado o Todoist para gerenciamento de tarefas e a minha experiência tem sido muito boa. Adoro a interface extremamente simples dele e, usando as etiquetas para os contextos, o (pelo menos “meu”) GTD funciona muito bem.
    Sem contar que o app para iPhone funciona de um jeito muito simples: demoro segundos para adicionar uma tarefa. Além disso, ele permite vc escrever @email para taggear, então sabendo os atalhos a ferramenta flui ainda mais.

    Adorei a post de hoje! =)

  13. Nivia 12/02/2015

    Adorei sua explicação. Já li seu livro e agora estou lendo o livro do David. Posso dizer que tem revolucionado minha vida e, com toda certeza: vc inspira pessoas. Grande abç.

  14. Fernanda Guerra 12/02/2015

    Adorei o post!! Imprimi, mandei pro meu email e pro EN. Em fevereiro acabei relaxando na implantação/utilização do GTD, mas agora no Carnaval espero voltar com força total no meu projeto de organização e seu texto vai ser de grande ajuda. Obrigada!!

  15. Alice 12/02/2015

    Thais,
    Ja acompanho o seu blog ha anos e super me identifico com sua paixão por organização. Ao contrario de muita gente que chega aqui procurando uma solução para uma situação caotica, eu cheguei por me identificar com o tema, e gostar mesmo de ler sobre organização e produtividade. Seus argumentos a favor do GTD me convenceram desde o inicio e ja aplico o método ha uns dois anos, com as minhas adaptações pessoais. E, olha… tem sido incrivel! As maiores e melhores conquistas da minha vida foram graças a ele. Ja alcancei objetivos de médio prazo muito desejados e isso so me estimula para continuar. Ainda sou jovem (26 anos) e tenho a impressão de que, continuando com o GTD, estou indo mesmo rumo à realização pessoal. Obrigada por compartilhar seu conhecimento com a gente!

    • Thais Godinho respondeu Alice 18/02/2015

      Que legal, Alice! Como você, eu já gostava de organização quando conheci o GTD. Foi um up na minha organização pessoal! Não saberia mais viver sem a metodologia.
      Obrigada por comentar.

  16. Viviani 12/02/2015

    Muito bom !! Continue nos ajudando a implantar o gtd .
    Obrigada

  17. Na 13/02/2015

    Nossa, este foi o melhor post sobre GTD de todos os tempos! Que delícia refrescar o essencial e o atual do GTD em um só texto! Com certeza vou relê-lo muitas vezes!
    Obrigada, mais uma vez!!!

  18. Abe Gomes 13/02/2015

    Obrigada pelo post, Thais!
    Vai me ajudar muito!
    Beijos

  19. Ricardo 15/02/2015

    Olá Thais, muito obrigado pelo post.
    Tenho uma dúvida sobre a execução.
    Quando tenho um projeto devo colocar logo todas as ações que tarei que fazer para executa-lo deixando somente a primeira como Next ou coloco apenas a primeira e a medida que executa-la vou acrescentando as coisas?

    • Thais Godinho respondeu Ricardo 18/02/2015

      Nesse caso, é uma questão de planejamento (não de execução).

      O David Allen pauta toda a magia dos projetos no conceito de definição da próxima ação. Se você define uma próxima ação, seu projeto está em andamento.

      Porém, ele propôe no livro um modelo natural de planejamento, que pode ajudar.

      Em resumo, é importante conhecer o propósito do seu projeto e qual sua visão de sucesso. Se vai destrinchar todas as ações ou ir de ação em ação, fica a seu critério.

      Espero ter ajudado!

  20. Beatriz Lopes 23/02/2015

    Uau!
    Finalmente consegui sentar e organizar minha vida junto com o GTD.
    Porém, o fiz no Excel, o que você acha Thais?

    Beijos e sucesso!

  21. Cristiane Meloni 01/03/2015

    Olaá Thais, por incentivo do blog VO comprei o livro do David. A arte de fazer acontecer e iniciei a leitura neste final de semana. Achei bem interessante e intenso o processo. O seu post veio a calhar e o novo lay out do mapa também. Como acompanho seu blog a algum tempo, ja tenho as pastas. O resto vai aos poucos. Bjs
    cristiane meloni

  22. Malu Ribeiro 05/03/2015

    Thais você poderia fazer um post dos erros que as pessoas cometem usando o GTD e por esse motivo elas recomeçam do zero muitas vezes. Ou você já fez? 🙂

  23. Olá Thais,

    Já visitei esse artigo no mínimo umas 8 vezes, passando aqui para dizer que seu blog foi e é muito importante em meu processo em ser uma pessoa mais organizada (ainda tentando).

    Mais você poderia gravar um vídeo mostrando seu atual processo de organização, vai nos ajudar muito.

    Fique com Deus e continue com esse excelente trabalho!!

    • Olá Everson, tudo bem?

      Estou participando mensalmente de uma série de hang-outs do grupo GTD Express (link no post), onde a cada edição um participante mostra o seu sistema. Eu mostrarei em um dos próximos.

      Eu gostaria de gravar mais vídeos, mas sou um pouco ruim com edição. 🙁

      Obrigada por comentar.

  24. Anielle 28/05/2015

    Nossa achei otimo esse post! Sempre ficava perdida não sabendo por onde começar e quantas vezes eu tinha q revisar cada coisas, agora deu uma boa clareada na mente! Adoro seu site! bjão

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  34. Sofia Morais 30/05/2016

    Olá Thais! Então, no seu livro você disse que com 14 anos começou a se organizar por causa das provas, então, estou nesse mesmo processo, e como você foca mais em trabalho e coisas de adultos no blog, queria saber o que eu posso fazer para me organizar, acho difícil o método GTD me parece muito complexo para o que preciso, gostaria de saber se devo insistir ou usar métodos mais simples (bullet journal, não sei) Beijos! 🙂

  35. […] Há ótimos sites com informações bem detalhadas sobre esse método, alguns dos quais gostei muito são: http://www.calldaniel.com.br e http://vidaorganizada.com/gtd-getting-things-done-ou-a-melhor-metodologia-de-produtividade-que-exist… […]

  36. […] GTD (Getting Things Done) – ou a melhor metodologia de produtividade que existe […]

  37. […] deixar as janelas das redes sociais abertas no navegador ou usar técnicas de produtividade como Getting Things Done ou Pomodoro, que restringe os momentos de procrastinação e de falta de foco a pequenos […]

  38. […] minha dica para evitar essa mal é a metodologia publicada no livro Getting Things Done por David Allen, ou em português, A Arte de Fazer Acontecer, publicado pela Campus. Essa […]