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Este é o segundo post da série O que eu aprendi sobre produtividade com Tim Ferriss, esse cara incrível com dicas tão bacanas sobre a vida. Você pode conferir o primeiro post clicando aqui.

“O diferente é melhor quando é mais eficiente ou mais divertido.”

Desta vez, eu gostaria de falar sobre desafiar as regras que o mundo nos impôe. Parece clichê? Vejam o que o Tim nos diz:

Regra nº 1: O objetivo é se aposentar um dia e curtir a vida
Desconstrução da regra: A aposentadoria como plano B

Nós costumamos ver a aposentadoria como algo inevitável, que acontecerá quando formos idosos, depois de trabalharmos a vida inteira e poder finalmente dedicar os anos restantes a viagens, jogos de cartas e bailes dançantes. O que o Tim nos propôe, no entanto, é que a aposentadoria seja encarada como um seguro de vida – algo para usarmos caso a gente realmente precise, se a gente não tiver mais condições de trabalhar e ganhar dinheiro.

Por que ter a aposentadoria como um desejo é esquisito?

Primeiro, porque parte do pressuposto que odiamos o que fazemos. Que queremos nos ver livre do trabalho e que só então poderemos fazer coisas legais e divertidas. Ou seja: a época em que a gente tem mais vigor físico, saúde, disposição e vontade de fazer as coisas, a gente está jogando fora se matando de trabalhar por um futuro que talvez nem chegue. E, se chegar, em que condições estaremos? Terá valido a pena fazer desse jeito, desperdiçando tantos anos? Em que condições estaremos para viver o que desejamos viver agora?

Segundo, porque quem conhece alguém que tenha se aposentado, sabe dizer que a maioria não se aposenta mantendo o padrão de vida que tinha antes. Se a pessoa economizou dinheiro a vida toda e fez um fundo de previdência privada ou tem realmente bastante dinheiro, isso nunca foi um problema para ela. Porém, mesmo nos casos de previdência privada, você não terá tanta renda quanto antes, com raríssimas exceções. Mesmo que seja, sua fonte esgotou e agora você está apenas gastando, e tomara que viva ainda muitos anos, certo? Ou você calculou para receber somente alguns poucos anos? O cenário comum é a gente estar bem velhinho e diminuindo bastante o nosso padrão de vida, apenas pagando contas. Então, tudo aquilo que a gente sonhava – viajar, conhecer o mundo, curtir a vida -, cadê? Não dá para fazer porque o dinheiro da aposentadoria mal dá para os remédios e o plano de saúde extremamente necessário.

Terceiro, se você conseguiu juntar muito dinheiro para se aposentar, pode ser que você seja daquelas pessoas que amam trabalhar e que nunca vão conseguir parar de vez, sempre exercendo uma ou outra atividade remunerada, mesmo depois da aposentadoria “oficial”. Isso faz cair por terra a ideia de esperar até parar na aposentadoria.

É bom ter um fundo de pensão com quantia suficiente para se manter caso algo de ruim aconteça? Claro! Mas isso não significa que você deva ter a aposentadoria como objetivo – apenas como um plano B.

Regra nº 2: Trabalhar agora para descansar depois
Desconstrução da regra: Precisamos alternar trabalho e descanso

Se nós dormirmos oito horas todas as noites e trabalhamos dez, isso significa que dormimos 2920 horas por ano e trabalhamos 3250 (estou contando os finais de semana, porque fazemos coisas em casa também). Será que, em vez de dormir oito e trabalhar dez todos os dias, a gente poderia dormir essas 2920 horas seguidas (121 dias) e depois trabalhar as outras 3250 (135 dias) direto, sem parar? Claro que não. É uma conta até ridícula. Isso só mostra que precisamos alternar nossas atividades, sejam quais forem. Usei sono e trabalho porque é o que quero mostrar aqui: precisamos alternar descanso e trabalho.

Se achamos a sugestão acima tão absurda, então por que fazemos isso com a nossa vida? Por que trabalhamos durante 30 ou 40 anos para achar que conseguiremos descansar quando nos aposentarmos?

O que o Tim sugere é que a gente distribua “mini aposentadorias” ao longo da vida, em vez de deixar tudo para o final – assim como fazemos diariamente. O livro inteiro dele é sobre como ter um estilo de vida que proporcione autonomia e mobilidade a fim de que você consiga fazer isso.

Regra nº 3: Tem que mostrar serviço!
Desconstrução da regra: Querer trabalhar menos não significa preguiça

Não! Significa que queremos 1) gostar do que fazemos, 2) fazer o necessário, e não se manter ocupado apenas para provar algo para a sociedade e 3) dedicar nosso tempo a outras atividades que também gostamos. Isso não é ser preguiçoso, mas saber aproveitar o tempo. Ele inclusive escreve uma frase que uso muito desde que eu li, que é: “foque-se em ser produtivo em vez de focar-se em estar ocupado”.

Não é verdade? Quantas vezes não nos pegamos fazendo atividades irrelevantes e, ao final do dia, percebemos que não fizemos nada do que tínhamos para fazer? Muitas vezes, ficamos apenas apagando incêndios e trabalhando em cima de demandas de última hora, e o único resultado disso tudo é se manter ocupado e deixar a vida passar. Ser produtivo significa investir seu tempo naquilo que é realmente importante.

Acho muito engraçado como algumas pessoas ainda têm a cultura de achar que, porque fazem hora extra, estão “mostrando serviço” para a empresa onde trabalham. Para mim, o que elas estão mostrando é que não sabem administrar o tempo que têm! E não sou só eu que penso assim. Além da imagem que passam, também fica a frustração de estarem ocupando espaço da família, da vida pessoal, com mais trabalho, além das outras horas já dedicadas a isso. A pessoa tem que tomar uma atitude e sair dessa, senão a vida passa e ela não faz nada!

Regra nº 4: Ouça o que estão te dizendo antes de tomar decisões
Desconstrução da regra: Não peça permissão – peça perdão

Essa recomendação é libertadora, minha gente. Você já teve que tomar uma decisão que envolvia outras pessoas? Ou, pelo menos, ficou com receio de como as pessoas ao seu redor (chefe, família, amigos) reagiriam? Bom, o que o Tim diz é: se sua decisão não for devastar todo mundo ao seu redor, faça o que precisa ser feito e depois se justifique. Por quê? Porque a maioria das pessoas tem medo de mudanças. Todos nós somos treinados para ficar na situação mais confortável, mais fácil, pela lei do menor esforço, com mais benefícios. Se algo ameaçar essa ordem, a reação natural será dizer não e desencorajar, mesmo sem querer.

Mais para a frente no livro ele pergunta assim: o que de pior pode acontecer caso você faça aquilo que quer fazer? Pense no pior cenário. Se realmente for prejudicar intensamente as pessoas que dependem de você ou que estão ao seu redor, repense, busque alternativas. Porém, se for tudo contornável, não peça permissão – faça e peça perdão, se precisar.

Regra nº 5: Trabalhe os seus pontos fracos
Desconstrução da regra: Pare de focar tantos nos seus pontos fracos e utilize seus pontos fortes a seu favor

Por que a gente passa a vida inteira tentando ser menos gordo(a) em vez de enfatizar os pontos fortes da nossa aparência? Por que passamos anos tentando aperfeiçoar o nosso inglês em vez de estudar mais a nossa língua materna? Existem milhões de coisas a se fazer e habilidades para aprender no mundo, assim como existem muitos defeitos e muitas qualidades. Por que em vez de investirmos tanto esforço tentando mudar quem nós somos, nós não fazemos isso para potencializar o que temos de melhor?

O que temos de mais forte, se desenvolvido, tem potencial gigantesco e pode ser o nosso grande diferencial. O que temos de mais fraco, se focarmos no seu desenvolvimento, além de chamarmos a atenção para o problema, conseguiremos ser apenas medíocres nas melhorias.

Ninguém está dizendo para deixar um ponto fraco de lado, mas apenas para investir esforço maior naquilo que você faz de melhor, não de pior. Às vezes a gente deixa de lado algo que é legal, que é bom para a gente, onde nos damos bem, apenas para melhorar algo que não é. O resultado disso é desânimo, frustração e sensação de incapacidade.

Regra nº 6: Bom mesmo é ficar sem fazer nada
Desconstrução da regra: Cuidado com os excessos

O Tim não propôe todo o sistema de produtividade dele para a gente ficar com o tempo livre. Excesso de tempo livre é tão chato quanto excesso de ocupações. O que ele propôe é um bom uso do tempo, seja para trabalhar, para descansar ou para fazer qualquer outra coisa que quiser. O objetivo não é ficar sem fazer nada.

Regra nº 7: O importante é ganhar dinheiro
Desconstrução da regra: Saia da roda do dinheiro

Estamos presos a uma roda do dinheiro. Trabalhamos para pagar contas ou juntar dinheiro para comprar coisas, pagar impostos e arcar com imprevistos. Além disso, usamos o dinheiro como desculpa para a maioria das nossas decisões. “Ah, eu faria isso se tivesse mais dinheiro”. A maioria das coisas que queremos fazer depende menos de dinheiro do que a gente imagina. No geral, queremos viver uma vida de riqueza financeira e, quando paramos para pensar no que realmente queremos, são coisas que não demandam tanto dinheiro assim. “Gostaria de trabalhar em casa” ou “queria estar em uma vila da Bahia pescando e dormindo na rede”.

No geral, passamos a vida nos preocupando com o dinheiro. Como podemos mudar isso? Usando nosso tempo de maneira produtiva. Isso significa usá-lo bem e deixar de dar desculpas que envolvam dinheiro para não fazê-lo. Por exemplo, talvez você diga que não faz exercício físico porque não tem dinheiro para pagar uma academia mas, se parasse de perder tempo embaralhando pastas de e-mails todos os dias de manhã, talvez conseguisse correr um pouco no parque antes de ir trabalhar.

Regra nº 8: Aumentar o salário e economizar dinheiro com o que puder
Desconstrução da regra: Comece a pensar em sua renda relativa

É comum a gente pensar: “ganho um salário de R$5.000”. Bem, se você ganha cinco mil reais por mês e trabalha dez horas por dia, isso significa que você ganha 25 reais por hora. Parece muito? E quando você faz hora extra e não é remunerado por isso, então? Compensa? Compensa trocar uma hora do seu dia por 25 reais a mais no seu salário? E quando nem recebe essa hora? Nossa…

Passe a ver seu tempo a partir dessa perspectiva. Cada vez que você perde uma hora de trabalho, está perdendo 25 reais. Ou então, se precisar decidir o que fazer com a sua próxima hora, analise o que vale esses 25.

Esse é o motivo pelo qual muitas pessoas estão deixando seus empregos enlouquecedores para ganharem menos (teoricamente) e trabalharem menos horas por dia. Muitas vezes, ganha-se mais por hora do que estaria se estivesse trabalhando mais tempo. A grande questão é: o que você faz com o tempo restante?

Também gosto de usar essa reflexão para tomar decisões na minha vida. Se eu recebo 25 reais por hora de trabalho, quanto terei gasto se perder oito horas do meu sábado fazendo faxina na casa? 200 reais. Quanto custa uma diarista? 100? Pois bem, então se eu pagar uma diarista, é como se eu estivesse economizando 100 reais e ainda teria essas oito horas para ficar com a minha família e fazer outras coisas que eu gosto. Entendeu a conta?

Faça a sua agora: calcule quanto vale a sua hora de trabalho de acordo com os seus ganhos mensais. Depois, divida pelas suas horas trabalhadas (se você trabalha em uma empresa, calcule pelo seu horário oficial – não conte as horas de trabalho em casa, por exemplo). O total que você ganha por hora trabalhada é o que deve servir como fator de decisão para você investir seu tempo de agora em diante. O exemplo da diarista foi apenas um, mas pode ser aplicado a qualquer outro. Faça o teste!

E o legal é usar isso como parâmetro para buscar melhorias. Se você ganha 25 reais por hora, por exemplo, sabe que, se conseguir um trabalho ganhando 30 reais por hora, mesmo que trabalhe menos horas por dia, compensará mais do que ficar onde está, pois o restante do tempo poderá seu usado a seu favor.

Regra nº 9: Estresse é uma coisa ruim
Desconstrução da regra: Aprenda a diferenciar os tipos de estresse

Existe o estresse bom e o estresse ruim. O estresse ruim é aquele que deixa a gente fraco(a), desanimado(a), se sentindo menos confiante e menos capaz. Um trabalho desestimulante, um chefe que faz críticas destrutivas, pisa na bola, prazos absurdos e brigas no trabalho causam estresse. Nós devemos evitar esse estresse ruim.

O estresse bom, no entanto, é aquele momento de “rush” que passamos de vez em quando. Trabalhamos sob pressão, mas nossa adrenalina vai a mil. Ou então, o trabalho pode ser cansativo, mas você sabe que ele é necessário para você chegar em determinado ponto. Quando brigamos com o nosso chefe por algo que consideramos certo (e diferente do que ele está fazendo), por exemplo. Ou quando acordamos cedo no inverno para ir malhar na academia. Esse é o tipo de estresse bom, que não devemos evitar. Ele, aliás, é inevitável e fundamental para o nosso crescimento em todos os aspectos.

E aí, estão gostando da série? Adoro como o Tim nos ensina a desconstruir nossas regras e a pensar de maneira diferente, mais efetiva, mais produtiva! O que vocês acham dessas regras que ele desconstrói?

Até o próximo post.

Thais Godinho
28/07/2014
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  1. Viviane 28/07/2014

    Sabias palavras Thais. Amei este e o primeiro post da série. A regra número três mesmo vou até mostrar pro meu esposo. Também acho que quando se faz hora extra alguma coisa está errada. Ou a pessoa não se organiza ou ela não dá conta do tem para fazer, tipo assumiu muitas responsabilidades. Deu até vontade de ler os textos dele. Tem livros em português dele?

    • Thais Godinho respondeu Viviane 28/07/2014

      Tem sim, Viviane. Tem o “Trabalhe 4 horas por semana” e o “4 horas para o corpo”. Ambos são maravilhosos e recomendo muito. 🙂

      Obrigada por comentar.

  2. Claudia Barroso 28/07/2014

    Oi Thaís

    minha cabeça está à mil após ler as duas partes, porque é isso mesmo que acontece comigo e com a grande maioria das pessoas, vivemos em busca de mais ganhos que mal dão para pagar as contas e vivemos em um cansaço absurdo, ao ponto do meu filho de quatro anos me chamar insistentemente para brincar e eu raramente conseguir, já que tenho tantas outras tarefas a fazer em casa, além de trabalhar fora. Repensando a vida a partir de agora. Amei o post! Obrigada!!!

  3. nina 28/07/2014

    gostei muito mais desse post que do anterior. Sei que era uma introdução, mas aquele me pareceu sem objetivo…

    obrigada por mostrar as ideias do autor pra gente.

    abraço

  4. Samanta 28/07/2014

    Esse lance de trabalhar e se aposentar no final da vida chega a ser triste, nunca consegui aceitar isto muito bem e concordo quando ele fala das “mini aposentadorias” ao longo da vida, é um jeito muito mais justo de aproveitar a vida enquanto ainda temos bastante energia pra isso!

    A questão 4 eu tbm achei libertadora. Porque se pedimos toda hora opinião nunca sairemos do lugar pq as pessoas sempre colocarão obstáculos, assim é mais fácil agir como realmente queremos e se tudo der errado, justificar pode ser a solução!

    Esse livro eh fantástico, uma quebra de paradigmas, tbm super recomendo!

    Beijos
    http://vestidasdeluz.com.br

  5. Raquel 28/07/2014

    Bom dia, Thais!
    Estou gostando muito dessa série sobre o Tim! Gosto muito de livros que me fazem “acordar para a vida” e que me obrigam a repensar certas crenças que, de tão difundidas, são aceitas sem muitas críticas. Já coloquei o livro na minha listinha de aquisições.. um verdadeiro investimento.

    Faz tempo que vc não escreve sobre moda, seu planejamento de compras, dicas de finanças etc. Por favor, anota essas sugestões. ^^

    Estou sentido falta dos posts diários, espero que vocês se mudem logo e tudo ocorra bem (para a felicidade de todos, inclusive a nossa!rs)

    =*

  6. Cristiane Meloni 28/07/2014

    Olá Thais…. Este segundo post mexe mais ainda com nossa vontade de mudar e de desconstruir de forma sábia as regras…
    Difícil saber qual a regra mais importante… Na dúvida praticamos (ou tentamos) praticar todas.
    Um grande abraço e boa semana!

  7. Carolina 28/07/2014

    Estou adorando a série!
    Confesso que sou bem preconceituosa com auto-ajuda, mas estou pensando em ler Tim Ferriss agora. O que me deixa mais feliz é que muito do que leio está de acordo com minha forma de pensar, então acredito que não virá tanto como mudança de vida ou de pensamento, mais como algo a acrescentar em meu estilo de vida mesmo.

  8. Diana Santos 28/07/2014

    Este texto vale a reflexão. Obrigada.

  9. Wellington Duarte 28/07/2014

    Olá, Thais!
    Que post rico, hein?
    Não conhecia o rapaz, mas o pensamento dele me lembrou de Karl Marx, sabe? Acho que no futuro quando olharmos para trás iremos ver uma sociedade acumulativa e focada em planos e não em ideais. Acho que passamos por décadas de sonhos frustrados onde a mídia manda nas nossas escolhas. Eu nunca concordei muito com esse meio empresarial atual. Você estuda centenas de coisas e termina fazendo uma função ‘tapa-buraco’ para uma pessoa ‘jurídica’ que mal explora seu potencial. Acho que sim, devemos encontrar nosso lugar ao sol. É incrível como aceitamos o ‘mal’ invés do ‘bom’ com facilidade. Acho que desrespeitamos nossa juventude quando somos frenéticos no processo de nos tornar ‘alguém’. E quando passamos dos 40, a sociedade apenas nos diz como a nossa vida acabou. Acho que hoje somos mais jovens do que um dia seremos e se vivermos o tempo todo preocupados com as lacunas que devemos cumprir na vida acabaremos na sarjeta emocional e também acho que isso é uma afronta a Deus e a nossa natureza. O que costumo dizer é que Jesus morreu para que tenhamos uma vida ótima, mas na maioria das vezes nós apenas não nos permitimos viver assim, pois o medo é maior, ele sempre é .

    Hehe, saí do blog com uma mensagem, olha que construtivo. Acordei inspirado hoje e descontei em você.

    Beijos!

    • Thais Godinho respondeu Wellington Duarte 28/07/2014

      Adorei. Pode continuar descontando. 🙂
      Obrigada por comentar.

  10. Eliane 28/07/2014

    Oi Thais, muito bom ler sobre esse assunto, sempre questionei e ainda questiono o atual mundo corporativo, parece que estou sempre “correndo atrás do rabo”, e o que mais sonho é um dia sentir-me um pouco mais livre dessa estrutura.
    Suas anotações são inspiradoras!
    Obrigada por compartilhar.

  11. Eliane 28/07/2014

    Oi Thais, muito bom ler sobre esse assunto, sempre questionei e ainda questiono o atual mundo corporativo, parece que estou sempre “correndo atrás do rabo”, e o que mais sonho é um dia sentir-me um pouco mais livre dessa estrutura.
    Suas anotações são inspiradoras!
    Obrigada por compartilhar.

  12. Débora Santos 28/07/2014

    Olá Thais, tenho amado seus post, principalmente esses sobre Produtividade com Tim Ferris. Li o primeiro já estava ansiosa pelo segundo… e que beleza, tem me inspirado muito. Tem um tempinho que venho me questionando sobre algumas coisas na vida e aos pouco venho obtendo respostas… enfim, aqui tem sido inspirador!

  13. Marta Chan 28/07/2014

    Penso que hoje em dia as pessoas estao de tal forma formatadas que ja nem pensam por elas proprias, os midia passaram a ser a “biblia”.
    Parece me que as pessoas nao valorizam o que realmente importa que e o se u tempo livre e estar com a familia e amigos, agora so querem e trabalhar e quanto mais melhor, para que? Estao se a destruir fisica e psicologicamente, depois esse dinheiro que se matam a trabalhar vai para remedios, medicos e psicologos, vale a pena? Gostei muito do post, tas a vontade para postares mais!

  14. Pri 28/07/2014

    É engraçado como estar sempre ocupado virou um status. As pessoas adoram falar que não têm tempo e valorizam muito falar que se matam de trabalhar. Já trabalhei em uma empresa que fazer hora extra era super valorizado. Eu saia no horário e cansei de ver cara feia da chefe, mesmo com o meu trabalho em dia e tudo certinho. Muita gente ficava o dia inteiro enrolando e depois já era hábito ficar lá depois do horário fazendo cara de ocupado… por isso que não tenho mais paciência pra esse mundo corporativo e mudei de área. Adorei o texto!

  15. Claudia 28/07/2014

    Thais, voce e o Tim poderiam se dar as mãos!!! Que post fantástico. Eu li esses capítulos quando estava viajando para o Chile, curtindo minha “micro aposentadoria” de 5 dias. Voltei revitalizada, cheia de idéias. Engraçado é que eu trabalho auxiliando as pessoas a se aposentarem pelo INSS. Vejo que muitas, trabalharam a vida inteira e quando se aposentam ficam transtornadas com o valor. Alguns até morrem logo depois. Atendo pessoas que comentam que nunca curtiram a vida, nunca viajaram, só trabalharam, trabalharam e trabalharam. Esse livro é libertador, acaba com essas crenças terríveis (“Deus ajuda a quem cedo madruga”, “O olho do dono é que faz engordar o gado”) e por aí vai! Estou devorando o livro enquanto faço esteira e que delicia ler suas considerações a respeito!!!

    • Thais Godinho respondeu Claudia 28/07/2014

      Amei!

      • Claudia respondeu Thais Godinho 29/07/2014

        Thaís, estou lendo a página 84 e não entendi o conceito da regra de pareto e lei de parkinson na prática. Te dou um Lindt se você comentar sobre isso no post número 3!! Levo na Bienal, juro!!! Kkkkk! Aí to adorando!!! Beijos!

        • Thais Godinho respondeu Claudia 29/07/2014

          Estou comentando capítulo por capítulo. Espero que goste quando eu escrever sobre. 🙂
          Bjo

  16. Arilene 30/07/2014

    olá bom dia, acabei de ler e como sempre tudo muito bom e produtivo. parabéns

    queria ajuda na conta da hora trabalhada, nao consegui entender, sou professsora, trabalho oficialmente 25 horas semanais no caso 5 horas por dia, como devo fazer pegar meu salario e dividir por dias e depois por horas? me ajude por favor.

    beijus

    • Thais Godinho respondeu Arilene 30/07/2014

      Olá Arilene,

      Se você trabalha 25 horas semanais, você trabalha 100 horas por mês. É uma média.

      Divida o seu salário por essa quantidade de horas (100). Por exemplo, se você ganha R$3.000,00, seu salário/hora é de R$30.

  17. Erica Cardial 30/07/2014

    Oi Thais,
    estou adorando seu blog, você tem me ajudado muito a organizar minha vida. E esta serie veio num momento em que estou procurando sair do meu atual emprego e que realmente preciso de mais tempo.

    Muito obrigada pelas dicas!!!!

    Sucesso!!! Bjo

  18. Elizandra 31/07/2014

    Eu estou amando e já comecei a ler o livro, tenho certeza que me ajudará a tomar atitudes melhores na vida.

    Obrigada por compartilhar tantas coisas boas.

  19. […] – Tim Ferris é o cara e a Thais fez um post bem bacana no Vida Organizada reunindo tudo o que ela aprendeu sobre produtividade, vida e t… 🙂 […]

  20. Fabiola 02/08/2014

    Olá, Thais!
    Estou lendo o livro do Tim em PDF, ainda não terminei, me deu uma canseira aquela coisa toda de vendas e tal. Muitas ideias são ótimas, mas tem bastante coisa que não se aplica à realidade brasileira, na minha opinião.
    Vou terminar de ler e aguardo seus próximos posts sobre o assunto.
    Bom domingo,

  21. Samaya 12/08/2014

    Estou adorando!

  22. ka 13/08/2014

    Minina, lendo os comentários que me toquei que comecei a ler esse “Trabalhe 4 horas por semana”, ainda não terminei por que acabei lendo outros livros nesse meio tempo, mas gostei muito e pretendo terminar.
    Foi o primeiro livro que me fez pensar mais nas alternativas para a mudança que eu tanto queria.
    Hoje estou um pouco mais perto disso e me sinto muito mais livre!
    Vou procurar esse 4 horas para o corpo també, ótima dica!

  23. Malu 13/10/2014

    Thais esse é o último post ou tem mais?

    • Thais Godinho respondeu Malu 13/10/2014

      Tem mais. É que estou terminando a série do GTD/Evernote primeiro a pedido dos leitores. 🙂

  24. Eliane 21/04/2015

    Thais, não sei porque só agora achei esta série no seu blog, e justamente agora estou lendo simultaneamente este livro do Tim Ferris e o Getting thigs done. Coincidência?

    Bom, um ponto interessante que me chamou a atenção, referente ao seu tópico 6, foi quando o Tim diz que coisas em excesso tornam-se o oposto, mesmo coisas de que gostamos muito. Acabo de passar por uma situação em minha vida profissional que retrata exatamente isto.

    Há quatro anos iniciei um hobby de forma despretensiosa, paralelamente à minha profissão, e esse hobby logo tornou-se minha paixão… a demanda foi tanta que acabei abandonando minha profissão e transformei meu hobby em uma empresa, e passei a viver dele. Porém, após 4 anos, muitos problemas e desgastes, essa nova atividade perdeu totalmente o sentido para mim, e uma coisa que me dava tanto prazer e realização tornou-se um fardo. Estou voltando para a minha profissão antiga neste momento…

    Acho que nunca tinha comentado antes, mas seu blog é sempre um norte em minha vida nesses momentos! Obrigada!

    • Thais Godinho respondeu Eliane 27/04/2015

      Muito importante você compartilhar. A vida é feita de mudanças, não é?
      Obrigada!