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Imagem: Pemaily.com

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Como comentei outro dia com vocês, eu agora tenho mais de um trabalho. Na verdade, além do meu emprego, do meu trabalho com a Call Daniel e do blog, também estou escrevendo meu primeiro livro e vou começar a dar aulas na pós-graduação em setembro (estou na fase de planejamento das aulas). Resumindo, tenho muita coisa para fazer! Por isso, nossa rotina em casa mudou drasticamente em diversos setores, e um deles foi a alimentação.

Não vou dissertar muito nesse post, porque a ideia é mostrar como estamos fazendo atualmente.

Meu marido sempre fez sua própria versão do menu semanal que eu sugiro aqui no blog, e nós entrávamos em um acordo quanto a isso. Eu definia junto com ele os pratos da semana, fazíamos as compras, mas ele cozinhava um dos pratos no dia em que quisesse. Como fazemos compras para uma semana, isso dá certo para a gente.

Atualmente, estamos fazendo da seguinte forma:

Eu faço uma dieta diferente da dele e do nosso filho, então comecei a planejar minha alimentação mais individualmente. Com isso, planejo o menu da semana (para jantar e levar para almoçar no trabalho) e vou deixando pronto no dia a dia. Isso dá certo algumas vezes, mas há finais de semana que não fico em casa (vou viajar, trabalhar ou fazer qualquer outra coisa longe). Quando isso acontece, meu marido cuida das minhas refeições também.

No geral, quando preparo as minhas comidas, faço mais ou menos o seguinte:

  • Defino uma base principal, que geralmente é alguma proteína. Minhas preferidas são: carne moída, frango em cubos, ovos, filé de frango e carne em cubos. Já são cinco opções para a semana inteira.
  • Compro alface já higienizada para facilitar no dia a dia. Compro um pacote por semana.
  • Quando não como alface, como salada de outra coisa, como pepino e tomate.
  • Tento fazer algo diferente, como um molho de queijo, para não ficar sempre no grelhado. Abuso de temperos, ervas e condimentos no geral.

Exemplo de uma refeição: hambúrguer caseiro com recheio de mussarela, salada de alface e tomate e queijo gorgonzola. Outro exemplo: filé de frango grelhado com pedacinhos de bacon e salada de pepino. Alcatra em cubos com berinjela assada. Minhas refeições são sempre nesse estilo. Quando não preciso levar comida no dia seguinte (finais de semana), gosto de fazer omeletes e ovos mexidos.

O que acontece é que meu marido segue isso (ou não). No geral, comemos a mesma base (de proteína, verduras e legumes) e ele adiciona outros complementos, como purê de batata ou macarrão. Arroz e feijão fazemos uma ou duas vezes por semana, e congelamos. Sopa para o filhote, idem. Então, no dia a dia, preparamos o que for fresquinho, como legumes e carnes grelhadas, e as saladas. O trabalho maior, que é o de picar alho, cebola, cozinhar feijão, fica para um único dia. Aí, dessa parte, ele que cuida. Às vezes, quando estou inspirada, preparo alguma coisa diferente no final de semana para ele e para o filhote, mas no geral é ele que cozinha em casa. Ele gosta, eu não tenho tempo – a combinação perfeita.

Então o planejamento do menu semanal continua sendo feito por mim, mas ele gosta de ter a liberdade de fazer outras coisas. Se eu cuidasse da nossa alimentação diária 100%, usaria o menu semanal sempre, sem dúvidas, porque facilita muito. Mas como é ele que cuida da maioria das refeições, deixo a cargo dele.

Por fim, tem facilitado demais:

  • Congelar algumas coisas, mas manter outras fresquinhas no dia a dia;
  • Fazer compras semanalmente (dá para controlar melhor que mensalmente);
  • Planejar as refeições do dia a dia;
  • Comprar algumas coisas prontas (saladas já lavadas, por exemplo);
  • Fazer comida para o almoço e a janta de uma vez;
  • Levar comida de casa para o trabalho;
  • Ter duas pessoas cozinhando em casa!

Também tenho deixado um dia da semana para almoçar com meus colegas de trabalho, para me distrair e socializar com o pessoal. E, em casa, também gostamos de jantar ou almoçar fora uma vez por semana, para passearmos juntos e dar uma folga para o fogão.

Precisamos fazer as coisas da forma mais prática possível porque nossa vida está bem corrida atualmente e eu tenho consciência disso (não estou reclamando). É uma fase de transição, entendo que é passageira, e estamos tentando fazer o melhor possível. O importante é que o nosso filho tenha uma alimentação balanceada e saudável, e nós estejamos bem. Precisamos simplificar bastante o processo porque ninguém merece se estressar no dia a dia por causa de (falta de) comida. Então é isso, e tem funcionado.

Thais Godinho
26/08/2013
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