January 2013

Posts no mês January 2013.

31 Jan 2013

Dúvida da leitora: o que fazer com presentes que não gostamos?

Olá, Thais!
Acompanho o vida organizada há um bom tempo, e posso dizer com toda a certeza que contribuiu e muito para eu me motivar quanto à organização.
Gostaria de ajuda pra um probleminha que muitas pessoas têm: presentes que ganhamos e que não tem a ver com o estilo da casa ou com o nosso estilo mesmo.. Eu por exemplo, ganhei um relógio em forma de sapo esses tempos, bem bonitinho… pra quem gosta de sapos, ou pra quem gosta de verde.. e sempre fico louca pra me desfazer mas sempre tem aquela coisa de “nossa, seria muito indelicado da minha parte com a pessoa que me presenteou”..
Enfim, gostaria de uma luz pra esse problema.
Tudo de bom pra você e pra sua família!
Abraço :)

Olá querida leitora,

Esse assunto é mesmo muito delicado.

Eu faria o seguinte: se, e somente se, essa pessoa fosse muito importante para mim, eu manteria o objeto. Especialmente se eu tiver lugar em casa para guardá-lo. Em todo o resto dos casos, eu doaria sem remorso. Não vale a pena manter em casa um objeto que não usamos ou muito menos que não gostamos, pois vira tralha. Nossa casa deve ser vista como um espaço sagrado, onde guardamos somente aquilo que gostamos e usamos, pois faz parte da nossa vida.

Muitas vezes, uma pessoa dá um presente qualquer para “se livrar” da obrigação de comprar o presente. Essa mesma pessoa pode visitar sua casa tempos depois e sequer se lembrar do presente. Ou ela mesma pode já ter repassado um presente que ganhou e não gostou.

Portanto, não se sinta culpada em doar o dito cujo. Se essa pessoa for à sua casa e tiver a indelicadeza de perguntar onde você guardou o tal presente, diga que quebrou, infelizmente. Coloque a culpa no gato, no bebê, diga que você é desastrada e deixou cair, mas livre-se desse fardo.

Não vale a pena manter em nossa casa algo que não amamos e que poderia estar sendo usado por outras pessoa. Não se sinta mal por isso, de verdade.

30 Jan 2013

Como viver uma vida mais simples

Imagem: Pinterest

Imagem: Pinterest

Já postei diversos textos aqui no blog sobre simplicidade voluntária, pois gosto muito do tema. No entanto, vivo me perguntando como ter uma vida mais simples, mesmo já tendo feito tantas coisas relacionadas a isso. Acho que é um exercício diário mesmo.

E é engraçado porque nossas prioridades mudam, não é verdade? Este ano eu comprei um móvel de apoio para o meu escritório, cuja principal função seria armazenar as minhas revistas. Tirando as revistas de casa e decoração, que uso muito de inspiração para decorar o nosso apartamento e trazer dicas para o blog, vivo me perguntando por que eu guardo algumas revistas. Mas não consigo me desfazer delas porque uma vez fiz isso e me arrependi enormemente depois. Ao mesmo tempo, não quero mais comprar revistas de moda para não ter mais uma revista para guardar, entendem? Ai, que difícil. Mas a verdade é essa: no fundo, todos nós sabemos como simplificar a vida, mas optamos por deixá-la um pouquinho mais complicada. Por quê?

Porque temos em mente que, para ter uma vida simples, precisamos nos desapegar das coisas e viver com menos. Mas será isso mesmo? Claro que ter menos coisas, morar em uma residência menor e ter menos projetos na vida facilitam e muito o dia a dia. Afinal, perdemos menos tempo limpando e fazendo outras coisas. Mas não é só disso que se trata a vida. A gente gosta de ter certas tranqueirinhas – coleções, suprimentos para hobbies, esse tipo de coisa. Vou lá eu jogar fora todos os pedais de guitarra do meu marido? Claro que não. Faz parte de quem ele é, e de mim também (metade dos pedais são meus, hihi). O mesmo vale para qualquer coisa na sua vida que você valorize. Isso é muito diferente de tralha. Tralha seria, usando o exemplo acima, cabos que não funcionam e estão desencapados, por exemplo. Aí não vale mesmo a pena ter, precisa tomar uma providência.

No mais, hoje, eu acredito que, para viver a vida de forma mais simples, não é só destralhar a casa e a vida. Ok, eu continuo acreditando nisso. Porém, acho que há atitudes mais importantes. São elas:

1. Ter bom-humor

Praticamente tudo na vida pode mudar de cara se a gente alterar a nossa própria perspectiva. Um trabalho chato pode se tornar suportável se você encarar os fatos do dia a dia com um pouquinho de bom-humor. Levar menos coisas a sério para manter a sanidade mental mesmo, não se estressar por pouco.

2. Ser uma pessoa honesta

Ter honestidade nos traz uma paz interior que não é possível descrever.

3. Saber dizer não

Isso é tão importante e fazemos tão pouco! Se conhecemos nossas prioridades na vida, é só dizer não para todo o resto. Sempre que alguma solicitação chegar a você, pergunte-se se ela tem a ver com o alcance dos seus objetivos. Se não tiver, diga não!

4. Controlar a ansiedade

Eu tenho tendência a ser muito ansiosa. Toda vez que me sinto assim, me pergunto o por que da ansiedade e tento ficar mais tranquila de alguma forma. Levanto, bebo água, dou uma volta, respiro. Deixo um caderno ao lado da cama, caso não esteja conseguindo dormir, cheia de ideias na cabeça, e por aí vai. A ansiedade pode nos levar a uma situação de estresse desnecessária, então por isso é bom controlá-la.

5. Aproveitar o momento

Planejar é excelente, mas precisamos lembrar que o presente é o futuro de ontem. Estamos vivendo hoje o que planejamos há algum tempo, e esse momento precisa ser aproveitado.

6. Focar no necessário

Sempre ter em mente as prioridades na vida!

7. Cuidar da saúde

Se a gente não se organizar nesse sentido, podemos ser surpreendidos com um problema de saúde inesperado. Por isso, é importante agendar consultas, fazer exames de rotina, praticar atividade física e cuidar da alimentação. Sem saúde, não conseguimos fazer mais nada.

Essas foram as atitudes que eu passei a adotar para deixar a minha vida mais leve. E você, o que acha que deixa a vida mais tranquila? Compartilhe nos comentários!

29 Jan 2013

Lidando com arquivos e agenda atualmente

No mês passado, eu comentei que, apesar de ter me acostumado a usar a agenda do Google, eu queria fazer novamente o teste com a agenda de papel em 2013, que foi minha boa companheira de tantos anos. Pois bem. Janeiro mal acabou e eu estou aqui para dizer que voltei à agenda do Google por vários motivos:

  1. Eu fico o tempo inteiro no computador, ou pelo menos quando preciso atualizar a agenda, então para mim é muito fácil atualizá-la;
  2. No meu trabalho, utilizamos a agenda do Google para agendar reuniões, então eu centralizo tudo em um mesmo lugar. Além do mais, se alguma reunião for alterada, a atualização é automática – eu não preciso passar para o papel ou, pior, correr o risco de perdê-la porque não vi a alteração de última hora;
  3. Meu marido também usa a agenda do Google;
  4. Também temos uma agenda do nosso filho, controlada por nós dois;
  5. Eu uso várias agendas lá ao mesmo tempo, dividindo por categorias, e isso é muito útil quando quero visualizar somente o que eu preciso.

O principal motivo pelo qual eu queria voltar à agenda de papel era ter sempre comigo a agenda, independente de baterias de celular ou conexões 3G. Porém, durante esse mês inteiro, eu precisei dessa disponibilidade somente uma vez. Será que vale a pena prejudicar toda a praticidade da agenda do Google em detrimento de situações que são exceção? Eu acho que não, e por isso voltei à agenda do Google.

Mas não tem problema, pois a minha agenda de papel está funcionando como uma excelente caixa de entrada. Não será desperdiçada.

Outra coisa que eu queria organizar há tempos era o nosso arquivo. Na nossa outra casa, eu costumava organizar a papelada por pastas, pois achava mais prático e com poder de armazenamento melhor (cabem mais coisas). Desta vez, com o espaço reduzido no apartamento, decidi voltar para as pastas suspensas e reduzir ao máximo. Comprei as pastas e o compartilhamento na Kalunga e ficou assim:

arquivos

Dentro de cada pasta (12 categorias, no total), eu coloquei divisórias de fichário transparentes para servirem como sub-divisórias. Então, em carro, por exemplo, tem: IPVA, seguro, acessórios, financiamento etc. Cada categoria tem suas sub-categorias próprias. Todas estão etiquetadas.

Gostei bastante do sistema, mas acredito que o ideal seja usar pastas em vez de divisórias de fichário, pois as folhas ficam mais presinhas. Como eu estava com o orçamento bem limitado, acabei optando pelas divisórias e elas funcionam bem também. Só não são o ideal. Por enquanto, elas são o suficiente.

Para quem não tem um arquivo organizado em casa, recomendo que faça o quanto antes. A sensação de saber onde estão todas as papeladas importantes é única!

Também mudei o meu esquema das 43 pastas do GTD:

43pastas

Utilizei o mesmo tipo de compartimento usado para os arquivos, para padronizar. Só as pastas suspensas que são de cores diferentes – as dos arquivos são pretas e as das 43 pastas, cor de rosa.

Já falei muitas vezes desse esquema de 43 pastas do GTD, também conhecido como arquivo de referência rápida. Eu não sei mais viver sem ele, basicamente. É uma das técnicas mais úteis do GTD. Todos os dias, eu vejo na pasta do dia em questão o que há de papelada para lidar ou levar para a rua, quando eu sair para o trabalho. E é incrível como em todas as vezes que eu vou pegar a pastinha do dia eu me deparo com algum papel que me faz pensar: “nossa, tinha me esquecido completamente!”. Se não fosse por esse sistema, certamente teria esquecido e ai de mim.

Eu tenho uma pasta fina de plástico transparente que levo todos os dias para a rua, e é nela onde eu coloco toda a papelada que preciso levar e depois trazer de volta. Fiz isso porque não gosto de deixar papel dobrado e misturado com o resto das coisas na bolsa. Quando eu chego em casa, o que está na pasta vai para a caixa de entrada e, sempre que eu tenho um tempo, eu processo esse material, arquivando o que for necessário, e cada coisa em seu lugar.

Este post resume bem como eu tenho lidado com a papelada atualmente.

28 Jan 2013

Primeiro lugar no prêmio Top Blog 2012

Prêmio Top Blog

Prêmio Top Blog

O Prêmio Top Blog é um sistema interativo de incentivo cultural destinado a reconhecer e premiar, mediante votação popular (júri popular) e acadêmica (júri acadêmico), os blogs brasileiros mais populares que possuam a maior parte de seu conteúdo focado para o público brasileiro, com melhor apresentação técnica específica a cada grupo (Pessoal e Profissional ) e suas respectivas categorias.

O Vida Organizada foi inscrito por leitores no prêmio e, no último sábado, venceu na categoria Casa e Decoração, através do júri popular.

Eu não pude comparecer à cerimônia de entrega do prêmio, por morar em outra cidade, mas uma amiga que estava lá presente me avisou. Eu gostaria apenas de agradecer todos os leitores do blog, que não só inscreveram o blog no prêmio como votaram nele até o fim! MUITO OBRIGADA! Esse prêmio eu devo a vocês.

27 Jan 2013

Linkagem de domingo {35}

Links da semana que eu li, gostei e gostaria de compartilhar com vocês:

 

Boa semana!