August 2012

Posts no mês August 2012.

31 Aug 2012

O que eu fiz em agosto

Agosto foi o mês mais lento do ano para mim. Aconteceu MUITA coisa e eu fico feliz com a chegada de setembro. É o mês da primavera E do meu aniversário, além de eu entrar de férias. “Férias” com muitas aspas, porque quem é mãe sabe que não existe bem essa história. Então são férias do meu trabalho principal, digamos assim. Como eu tenho que entregar meu TCC em outubro, elas foram planejadas para que eu conseguisse me dedicar a ele exclusivamente. E, assim como vocês devem estar imaginando, é claro que eu vou precisar fazer uma série de outras coisas nesse período também.

Tudo o que eu posso dizer é que estou pronta para descansar um pouco, e precisando muito! Segue um resumo do mês de agosto para vocês entenderem o que eu estou falando:

Organizei o escritório

Eu sei que ainda não fiz um post final mostrando, mas a organização do escritório tomou o meu mês inteiro e foi feita bem devagar porque eu não estava muito bem de saúde (conto mais abaixo). Ainda faltam alguns detalhes que não tive disponibilidade para comprar, mas com o passar dos meses vou complementando. Em setembro vamos organizar a sala (medo!).

Estudei, li, pesquisei e escrevi (grande parte do) meu TCC

Preciso apresentar minha primeira versão do TCC na próxima segunda, mas a minha orientadora pediu para enviar por e-mail três dias antes – hoje! Por esse motivo, em agosto eu dediquei pelo menos uma hora do meu dia para pesquisar, ler muito, mas principalmente escrever. Foram 53 páginas e ainda falta tanta coisa…

Fiquei doente

No final de julho, comecei a sentir dores pelo corpo e, no início de agosto, fui parar no pronto-socorro. Eu estava com uma infecção que estava generalizando e quase precisei ser internada. Resultado? Antibióticos, antiinflamatórios, medicação na veia, exames, consultas, visitas ao hospital quase que diariamente. Os remédios, além da própria infecção, me deixavam com fraqueza e muita sensação de desmaio. Em alguns dias, não consegui sair na rua. Na semana passada, desmaiei no consultório médico. Fico imaginando como eu faria com os exames e as consultas se eu não fosse organizada. A previsão para as próximas duas semanas são mais consultas e exames, porque são tantas datas, autorizações, agendamentos! O que eu sinto? Muita dor, no geral. Isso é o pior.

Vocês não notaram porque, quando estou malzinha ou vou ficar alguns dias fora, eu escrevo uns dez posts de uma vez e deixo agendados para que vocês não fiquem sem os posts diários, mas vale dizer que foi bem corrido fazer isso este mês. Por isso atrasei as respostas aos comentários também.

Organizei um evento no trabalho

Paralelo a tudo isso, imaginem que eu estava organizando, desde o início do ano, um evento do trabalho, que aconteceria no final de agosto. Eu fiquei tão, mas tão cansada depois do evento, que não conseguia nem me mexer, quando deitei na cama. No dia seguinte, direto pro hospital, por causa da dor. E é claro que trabalhar MUITO nos dias anteriores o evento me deixou com muito mais dor do que eu estava e me obrigando a descansar.

Acho que o pior de tudo foi ter organizado o evento tão bonitinho e ter ficado mal no último mês, no olho do furacão. Tive que coordenar muitas coisas remotamente, nos intervalos entre uma consulta e outra. Foi bem difícil. O evento foi um sucesso, mas fico feliz que ele tenha passado porque me esgotou completamente. E não sei o que seria de mim se minha amiga no trabalho não tivesse assumido grande parte das tarefas que eu precisava ter feito quando não estava disponível.

Esvaziamos a despensa

Bem na semana em que eu fiquei doente, meu marido descobriu uma minhoquinha na área de serviço. Depois de uma longa busca (pensamos que fosse do ralo, inicialmente), descobrimos que o pacote de arroz integral que tínhamos comprado no final de semana estava furado e com ovos (ugh). Eu nem olhei. Meu marido jogou fora e eu estava doente, sem poder abaixar ou fazer esforço. Resultado? Marido obcecado por limpeza tirando tudo de dentro da despensa, limpando pacote por pacote com álcool, desinfetando a estante, tirando tudo do lugar na área de serviço para limpar etc.

E agora vamos colocar todos os grãos etc em potes herméticos, quando comprarmos. Já colocamos algumas coisas, mas esses potes são mais caros, por isso não usávamos para tudo. Agora vamos ter que comprar aos pouquinhos e, enquanto isso, comprar somente o que vamos comer em curto-prazo.

Doei roupas

Doei seis sacolas médias com roupas que não me servem mais, que eu não estava usando, que o filhote perdeu, que o marido perdeu, sapatos velhos, brinquedos e outros. Lembram da tv que quebrou? Também doamos. Foi tudo para uma instituição de caridade.

Viajei a trabalho

Como estava organizando o evento, mesmo doente precisei viajar a trabalho e ficar alguns dias fora. Levei o livro “Não sei como ela consegue” de propósito para ler nos dias em que fiquei longe da minha família, e como é difícil. Depois falarei sobre o livro (já vi o filme também). Ficar longe de casa, doente, morrendo de saudades do filhote, realmente não é para qualquer um. Tem que ser muito forte para conseguir, pensar em todos os motivos pelos quais eu estou fazendo isso e seguir em frente.

Para mim, agosto foi um mês demorado e difícil, como manda a tradição. Espero que setembro venha leve e lindo como sempre.

E você, o que fez em agosto?

30 Aug 2012

Um pouco sobre o meu emagrecimento

Gostaria de começar esse post com algumas premissas importantes:

1 – Não sou profissional da área de saúde, portanto não estou apta a responder dúvidas que possam surgir sobre a dieta ou efeitos no corpo. Recomendo a todas(os) que consultem seus médicos sempre. Eu estou fazendo acompanhamento direto.

2 – Aos 30 anos de idade, eu aprendi o que funciona e o que não funciona para o meu corpo mas, acima de tudo, aprendi que cada pessoa tem um metabolismo diferente e o que funciona para uma não necessariamente funciona para outra.

3 – Eu exponho muito a minha vida no blog, porque ele é uma extensão dela mesmo. Estou apenas compartilhando com vocês como faço com tudo da minha vida que possa ser interessante aos leitores.

Histórico

Eu fui uma criança magra (saudável), em grande parte pela boa alimentação que a minha mãe sempre me deu. Ela é toda natureba e sempre comi muitas frutas, grãos, vegetais. Na adolescência, no entanto, engordei cerca de 15kg e fiquei “gordinha”. Isso durou uns dois ou três anos. Como eu gostava muito de praticar esportes, estava nos times de vôlei, handball, futebol e basquete da escola. Paralelo a isso, comecei a ler muito sobre dietas e fiz uma por mim mesma, que basicamente é a famosa reeducação alimentar que todos os nutricionistas pregam. Era mamão, leite desnatado, pão integral light, tudo diet. De noite, diet shake ou similar. Emagreci os 15kg necessários e voltei a me alimentar normalmente: arroz, feijão, massas, chocolate, substituindo o que pudesse por coisas diet. Não comia besteiras como salgadinhos, miojo, refrigerante (este, muito raramente). E assim me mantive magra durante toda a adolescência.

Aos 17 anos, comecei a namorar o meu atual marido, que tinha uma alimentação radicalmente diferente da minha. Ele comia salgadinhos e tomava muita Coca-Cola o tempo todo. Nos finais de semana, pedíamos pizza ou x-saladas e ficávamos vendo filmes. Eu mudei completamente. Em seis meses, já tinha engordado uns 5kg. No ano seguinte, fiz cursinho. Quando entrei na faculdade, eu já estava cerca de 12kg mais gorda que o meu peso inicial, e aí eu desencanei completamente. Comecei a trabalhar em paralelo à faculdade e comia o que tinha a possibilidade de comer, pois não parava em casa. Quando me formei e estava somente trabalhando, resolvi retomar meus hábitos saudáveis para emagrecer. Eu estava 20kg acima do meu peso!

Nutricionista + esportes? Nem sempre

Fui a uma (várias) nutricionista, então fiz o acompanhamento direitinho. Voltei a praticar esportes (academia de três a cinco vezes por semana + hiking, que é trilha com acampamento). Durante um ano, fazendo uma dieta super restrita e praticando esportes, eu não cheguei a emagrecer 3kg. Fiz exame de tireóide, tudo normal. Troquei de anticoncepcional. Nada. Remédio para emagrecer. Nada. A médica brincava comigo que eu era caso para o Fantástico.

No mais, continuei me alimentando de forma natural, substituindo arroz branco por integral, por exemplo, e bebendo mais sucos naturais, aquela coisa que sabemos. Eu pensava: “estou acima do peso, mas pelo menos estou saudável, e é isso o que importa”.

Gravidez

Quando eu engravidei, cheguei até a emagrecer um pouquinho no início, mas depois engordei como o esperado. Ganhei 15kg na gravidez, com o bebê, o que é considerado até saudável. Quando ele nasceu, perdi 10kg nos primeiros quinze dias, pois estava doente, além de estar amamentando. Depois de cerca de três meses depois do parto, eu voltei a engordar bastante, sem nem perceber. Como eu ficava em casa cuidando dele, dormindo mal e comendo besteiras (mandei ver nos doces no pós-parto, porque meu marido me via triste e trazia um bolo de chocolate para me agradar, ou comprava uns bombons, essas coisas), engordei tudo de novo. Resumindo, um ano depois do nascimento do meu filho, eu estava pesando a mesma coisa que eu pesava no dia em que ele nasceu, com ele dentro da minha barriga. A grande diferença é que ele não estava mais lá!

Rotina doida

No ano passado, quando comecei a trabalhar em outra cidade, chegava depois das 21h em casa. Meu marido é músico, então era coisa de ficarmos meia hora juntos por noite, nos dias em que ele tocava. O que nós comíamos? Pizza. Quatro vezes por semana, em média. Quatro pedaços tranquilamente. Aí não tem como a pessoa emagrecer mesmo.

Conheci a dieta Atkins nos anos 1990, quando a minha avó fez. Ela emagreceu muito, muito mesmo, mas não conseguiu levar a dieta adiante porque gosta de comer pão de manhã, e engordou tudo novamente. Minha família inteira por parte de pai era obesa. Eu já estava até desistindo de emagrecer. Conversava com algumas colegas de trabalho também gordinhas e elas sempre diziam “ah, nunca mais ficaremos magras como éramos na adolescência”, e eu realmente acreditava nisso. Meu corpo havia mudado muito depois da gravidez. Depois que nos mudamos, em dezembro, voltei a fazer academia e mudei minha alimentação, de acordo com o que eu comia quando era magra. Muitas frutas, grãos, carnes brancas, fibras, legumes, verduras. E engordei 1kg. Tudo isso me deixava extremamente desanimada.

Por outro lado, pela primeira vez eu estava me sentindo realmente mal por estar gorda. Sinceramente? Antes eu não ligava. Enquanto cabia em roupas 46, estava tudo certo. Usava vestidinhos, me achava bonita. Mais de 15kg acima disso e o manequim 50 começando a apertar me deixaram mal. Não somente pela estética, mas porque eu não conseguia sequer levantar do sofá sem fazer um esforço tremendo. Andava 100m a pé e precisava parar para respirar. Subir escadas era um martírio. Então eu comecei a ler cada vez mais sobre a dieta de Atkins, me informar bastante, e só quando eu consegui ter uma visão completamente diferente sobre a comida no geral foi que eu consegui fazer a dieta. E começar a emagrecer.

Atkins

Para conhecer a dieta Atkins, eu recomendo a leitura do livro “A Revolucionária Dieta do Dr. Atkins”, do autor de mesmo nome, e “A Dieta do Dr. Atkins no Dia-a-Dia”, também dele. Existem alguns links na Internet, mas tem tanta besteira por aí que eu sequer recomendo. Uma boa fonte confiável é o grupo União Atkins Brasil, no Yahoo Grupos. Lá eles têm muitas informações, mas nada substitui a leitura dos livros – só complementa. Eu acredito que eles tenham o livro para download nos arquivos do grupo.

Eu já tinha tentado a dieta uma vez, quando meu filho estava com uns cinco meses. Em uma semana, emagreci mais de 4kg. Me animei mas, como estava fazendo muita coisa errada, me senti muito mal e acabei desanimando depois de comer um alimento que tinha açúcar sem querer, e parei. Engordei tudo de novo. Primeiro aprendizado fundamental para quem quer emagrecer: dieta é para a vida inteira. Se você tem facilidade para engordar, pode emagrecer o quanto for que, se voltar a comer como comia antes, engordará tudo de novo. Aceite isso e seja feliz. Foi o que eu fiz.

Ler sobre a dieta foi importante porque, da primeira vez, falhei por não ter tanta informação. Desta vez eu já tinha modificado completamente minha visão sobre a comida, porque tinha lido muito a respeito.

O que eu aprendi

1 – Comida é só comida, alimento. Não é conforto.

2 – Açúcar é o pior veneno que existe para o meu corpo.

3 – Carboidratos simples também, especialmente porque eu não pratico esportes (no momento).

4 – Vontade de comer um brigadeiro? Eu já comi isso a vida inteira e sei o gosto que tem. Não preciso experimentar de novo.

5 – Depois de tanto tempo fazendo a dieta, não vou colocar tudo a perder.

Bem, eu poderia falar mais de cem aprendizados que tive com essa dieta. E eu queria esperar até um pouco mais para postar sobre ela, mas sei que vocês queriam ler logo. A verdade é que, em menos de 3 meses, eu emagreci 16kg (ou mais, porque chegou uma hora que eu estava tão gorda que parei de me pesar para não ficar triste). No primeiro mês, foram 9kg. É claro que, quanto mais você tem a perder, mais perderá no início, e depois vai perdendo devagar. Atualmente, estou pesando o que eu pesava antes de engravidar. Ou seja, ainda estou acima do meu peso, mas não me sinto mal de saúde. Me sinto extremamente bem, com pique novamente para tudo. Vou até voltar a praticar um esporte, o que antes era impossível porque eu mal conseguia andar até a cozinha sem passar mal. Eu ainda pretendo perder mais 15kg, pelo menos. O que eu perder, daqui em diante, para mim é lucro.

Como fazer qualquer dieta

O que tem sido fundamental para dar andamento a essa dieta foi uma série de coisas:

1 – Força de vontade. Não é fácil pedir uma salada com galeto quando sua amiga faz aniversário em uma cantina italiana e todos pedem lasanha quatro queijos e tiramissu de sobremesa. Eu não quebrei a dieta uma única vez justamente porque mudei minha visão completamente com aquilo que eu escrevi ali em cima (os cinco tópicos).

2 – Organização. É fundamental fazer as compras certas no mercado e se alimentar direitinho para nunca ficar “morrendo de fome”, pois isso aumenta o risco de comer o que tem por perto. Confesso que nem assim eu comi besteiras, mas com certeza evitar essa situação ajuda muito.

3 – Força de vontade II. Meu marido come besteiras o tempo todo. Nesses últimos anos, eu comi a mesma coisa que ele e cheguei a essa situação. Ele é magro, eu não. Cada um tem o seu metabolismo. A questão é que a gente pode ficar esperando que nosso marido, nossa esposa, nossa mãe ou sei lá mais quem nos dê apoio para que a gente consiga fazer uma dieta, mas a verdade é que a força tem que partir de nós mesmas(os). Depois de ver que eu estava levando realmente a sério, meu marido passou a me apoiar como nunca, procurando até receitinhas que eu poderia comer. E ele mesmo parou de ingerir tanto carboidrato.

4 – Todos os dias, em todos os momentos, haverá oportunidades para você quebrar a dieta. Dizer “ah, só hoje” é o beijo da morte, porque sempre existirão situações similares que nos tirarão do caminho. Eu já passei por festas de aniversário, festas juninas e todo o tipo de situação absurda e sobrevivi ilesa. Para que eu sairia da minha dieta? Para comer um doce qualquer? Compensa? Claro que não. Então me mantive firme.

Que dieta?

Eu penso o seguinte: não existe dieta certeira nem reeducação alimentar perfeita com regras fixas. Existem pessoas diferentes, com metabolismos diferentes e graus de maturidade diferentes. Eu passei toda a minha década dos 20 anos sem essa consciência da alimentação que eu tenho hoje. Se tivesse essa maturidade com 25 anos, jamais chegaria ao peso que cheguei. Mas a vida é feita de erros e acertos e eles nos trazem ao ponto onde estamos hoje.

Todo mundo que me vê quer conversar sobre a minha dieta, porque fica impressionado com o meu emagrecimento rápido (sério pessoal, eu também gosto de conversar sobre outras coisas, haha). Em um segundo momento, todos querem tentar a dieta, mas dizem “eu não consigo ficar sem feijão” ou “não consigo ficar sem o docinho depois do almoço”. Então gente, faça outra dieta. Descubra como o seu corpo funciona. Com 30 anos de idade, acredito que todas as mulheres e homens já sabem o que engorda, o que incha, o que dá azia etc. Basta ter força de vontade e se organizar para fazer acontecer, independente da dieta que você for seguir. Toda dieta, se feita da forma correta (conhecer o corpo, não ingerir o que faz mal etc) é uma forma de reeducação alimentar.

Meu cardápio

Sei que muitos de vocês perguntarão sobre o meu cardápio, então já vou me adiantar e escrever aqui. Minha rotina alimentar é bem parecida com a de todos vocês, com a diferença que não como açúcar e carboidratos livres (só 20g por dia no máximo). Se nosso jantar é filé de frango grelhado, salada de rúcula e arroz branco, eu como tudo, menos o arroz. Basicamente isso. Pela manhã, se meu marido come um sanduíche de pão integral com requeijão e presunto, eu como só o requeijão e o presunto. Como, hoje, muito mais legumes e verduras do que antes de fazer a dieta. Quando paro para pensar em tudo o que eu comia (leite com Nescau no café-da-manhã, bisnaguinha com manteiga, purê de batata, chocolatinho depois do almoço), eu entendo porque engordei tanto. Não há como emagrecer comendo farinha e açúcar, a não ser que você coma em quantidades ínfimas – o que eu acho melhor não comer nada, enfim. Cada um, cada um.

Outro dia meu marido estava com vontade de comer pizza. Ele fez uma pizza para ele e, para mim, um omelete com o recheio da pizza em cima. =) Faço essas substituições o tempo todo e tem dado certo.

Fotos

Infelizmente, eu não fiz um acompanhamento das fotos. Fiquei com muito medo de começar a dieta e não conseguir emagrecer e ficar frustrada vendo as fotos que eu tirei. Mas peguei uma foto de agosto do ano passado, em que estou imensa (e fiquei terrivelmente surpresa quando a vi pela primeira vez) e uma de agosto deste ano, 16kg (ou mais) a menos. Ficou assim:

É aquilo, ainda preciso (e quero!) emagrecer mais uns 15kg, mas o que vier é lucro, pois me sinto bem. Eu sei que, agora que mudei minha visão com relação à alimentação, não tem porque não emagrecer mais um pouquinho, mesmo que demore. O emagrecimento deve ficar mais lento agora, pelo que eu li, mas sempre constante, se eu fizer tudo certinho.

No mês que vem vou voltar a praticar um esporte que eu adoro (kung fu), e então poderei inserir alimentos novos na minha alimentação para a saúde do corpo. Continuo com o mesmo pensamento: independente da estética, o legal é estar saudável. Quero ver meu filho crescer! E é isso.

29 Aug 2012

4 motivos para ter um escritório em casa

Você não precisa de um cômodo exclusivo para ter um escritório em casa. Uma mesinha na sala de jantar, um cantinho do quarto, da cozinha, podem servir. Basta usar a criatividade e aproveitar o espaço que tiver! Você precisa de motivos para criar um pequeno escritório em casa? Veja esses:

1. Um lugar para você organizar suas contas

Nada como ter suas contas organizadas, um lugar para sentar, analisar suas finanças, atualizar planilhas no computador e o que mais for necessário para colocar as contas em dia. Onde você guarda as suas contas? Considere um cantinho da casa para chamar de “seu escritório” e deixe tudo o que for relacionado ali guardado junto.

Sugestão: Uma pasta para as contas a pagar e uma pasta com divisórias para guardar as contas já pagas.

2. Um lugar para guardar arquivos importantes

Onde você guarda seus documentos e outros arquivos importantes? Se você tiver um pequeno espaço reservado para essas atividades administrativas, você já tem um escritório.

Sugestão: Um arquivo para pastas suspensas geralmente atende bem todas as necessidades de arquivamento de documentos. Você pode usar um gaveteiro que tenha uma gaveta para pastas suspensas.

3. Um lugar para administrar a papelada

Se você é uma pessoa normal, deve receber uma boa quantidade de papéis todos os dias, das mais diversas fontes. Mesmo que você não guarde nada (eu duvido… porque infelizmente sempre temos coisas a guardar), é importante ter um centro de administração desses papéis todos.

Sugestão: Uma caixa de entrada física cuida do que chega e do que deve sair. Todos os outros papéis podem ser guardados em caixas e pastas.

4. Um lugar para gerenciar a casa

Se você tem ou pretende ter uma casa organizada, pode querer ter listinhas diversas, arquivos de referência, lista de endereços e telefones importantes, manuais de aparelhos eletrônicos, garantias e todo um mundo de informações relacionadas à manutenção da casa. Ter um canto onde você possa guardar tudo isso e verificar diariamente pode ajudar e muito.

Sugestão: Um fichário para colocar todas as informações e listinhas é o suficiente. Pastas para manuais e outros papéis específicos.

Independente do espaço que você tem em casa, ter um escritório traz inúmeras vantagens. Se você pode dedicar um cômodo exclusivamente para isso, então, melhor ainda! Mas é importante termos um cantinho para organizar a vida, e nenhum lugar melhor que o seu próprio escritório para fazer isso!

28 Aug 2012

Minhas aquisições do mês de agosto

Como vocês sabem, eu tenho uma planilha de controle de compra de roupas e todos os meses compro alguns itens da lista para montar o que eu chamo de “guarda-roupa clássico perfeito” para trabalhar. Em agosto, comprei até mais do que eu costumo comprar mensalmente, e minhas escolhas foram:

Calça jeans escura, corte clássico (Renner)
Bom, não estava nos meus planos comprar uma calça jeans este mês por motivos de: dinheiro. O problema é que as minhas outras calças jeans estavam caindo pelas pernas. Estava me sentindo o Pereirão e não tinha condições de usar roupas daquele jeito. De modo que, quando fui fazer minhas comprinhas de roupas do mês, se eu achasse uma boa calça, não tão cara etc, eu acabaria levando. E foi o que aconteceu. Se não me engano, essa calça custou R$69,90.
* compra programada para setembro, então foi antecipada, mas estava nos planos

Calça de alfaiataria preta (Renner)
Você, que também trabalha em escritório, consegue se imaginar sem uma calça e uma saia preta? Pois essa era eu. O pior de tudo foi ter comprado uma calça preta recentemente (junho), que hoje parece calça de kung fu, de tão larga que está. Dá para usar em casa, aquelas coisas, mas para trabalhar, sem chance. E eu preciso fazer uma pequena confissão: o que eu mais detesto na hora de comprar calças para o trabalho é ter que mandar fazer a barra. Ok ok, pretendo comprar uma máquina de costura ano que vem mas, até lá, dependo de uma costureira. E eu sou chata, acho que uma perna vai ficar mais curta que a outra, essas coisas. Por esse motivo, eu já procuro calças modelo cigarrete, mas com caimento e tecido bons. Acabei encontrando na Renner. Foi mei-carinha (R$89,90), mas a relação custo-benefício compensa.
* compra programada para este mês mesmo

Vestido preto básico, manga longa (Marisa)
Um dos motivos de agosto ser um mês extremamente complicado para mim foi a organização de um evento no trabalho e, junto com ele, um jantar de negócios importante e em um lugar chique. Para não gastar em uma roupa que eu não usaria mais, ou que ficasse muito marcada somente para saídas, investi no básico: um vestido preto mais encorpadinho e que também possa ser usado no dia-a-dia, para trabalhar, com os acessórios certos. Achei na Marisa por R$89,90. Tinha outro do mesmo modelo, mas cáqui, que só não levei porque não estava na minha lista. Vejam só que útil ter uma lista.
* comprar um vestido para o jantar estava programado para este mês

Vestido azul marinho, manga longa (Renner)
Esse vestido foi caso de amor à primeira vista. Eu o vi, ele me viu, experimentei, ficou perfeito e me apaixonei. Eu acho que marinho é a minha cor preferida para roupas porque, como sou bem branquinha e tenho cabelos castanhos, combina comigo. Acho que vai bem com tudo e não é pesado como o preto. Esse vestido eu comprei na Renner e não me lembro de quanto custou porque comprei no início do mês e não anotei quanto foi.
* compra não programada para este mês

Camisa branca, manga longa (Marisa)
Camisa branca é item básico e não precisa de explicação. Comprei na Marisa por R$39,90.
* compra programada para este mês

Camisa azul pastel, manga longa (Marisa)
Mesmo modelo da branca, na Marisa.
* compra programada para meses seguintes, mas o modelo vestiu tão bem que achei que valia a pena levar

Saia preta básica (Renner)
Eu uso muito saias e vestidos com meia-calça. Depois da reviravolta do guarda-roupa, fiquei sem uma única saia preta. Eu procurei durante mais de um mês até encontrar uma básica e que fosse de um bom tecido, para durar. Na Renner por R$69,90.
* compra programada para este mês

Saia cinza claro (Riachuelo)
Já pensando no verão, quis comprar uma saia cinza claro. Fui até a Riachuelo comprar algumas roupas para o filhote e experimentei essa saia. Na hora, fiquei tão contente por ter me servido que não atentei para diversos detalhes. Chegando em casa, ao experimentar, achei ela meio curta (um pouco acima dos joelhos). Não estou acostumada. De qualquer forma, quando eu emagrecer mais, conseguirei descê-la um pouco. Custou R$29,90.
* compra programada para este mês

Camiseta listrada branca e azul, manga 3/4 (C&A)
Acho que o item mais básico e frequente do meu guarda-roupa é a boa e velha camiseta branca listrada, tipo de marinheiro. Eu tinha comprado uma de manga curta este ano, em maio, mas ela está larga. Ainda dá para usar, mas tenho que tomar cuidado na hora de abaixar para não mostrar mais do que deveria. Essa eu já comprei com tecido em elastano que é para durar muito mais.
* compra programada para este mês

Os acessórios foram: cinto fino de oncinha (Riachuelo, R$19,90), meia-calça preta, meia-calça azul marinho, meia-calça grafite (todas Lupo).

Esse mês eu comprei bastante roupa por alguns motivos:

1 – Perdi cerca de 80% do meu guarda-roupa desde que comecei a fazer minha dieta;
2 – A maioria das peças perdidas eram as roupas que eu usava para trabalhar;
3 – As peças restantes não combinavam. Eram blusas estampadas com saias risca de giz, por exemplo;
4 – Eu não tinha peças básicas. Camisa branca, calça preta, não tinha nada disso. Estava complicado;
5 – Era gastar um pouco mais agora ou não ter roupa para sair de casa. Essa é a verdade.

Vou tentar, no próximo mês, tirar fotos usando as roupas que eu comprei. Eu gosto de montar um guarda-roupa clássico para ir trabalhar porque as peças combinam umas com as outras. Ao mesmo tempo, gosto de ter algumas coisinhas que estejam na moda (desde que combinem comigo) para modernizar um pouco o visual.

E em setembro vou compensar comprando menos, já que comprei a mais em agosto.

PS - Eu sei que vocês querem ler um post sobre a minha dieta. =) Ele já está pronto e vai entrar no ar logo logo.

27 Aug 2012

O que a segunda-feira significa para você?

Acho engraçado como o domingo não está nem na metade e o Facebook já começa a pipocar de imagens como “amanhã é segunda-feira”, geralmente com a carinha de um cachorro exausto ou o Garfield (representante-mor do ódio às segundas) fazendo qualquer reclamação sobre a semana que começa. Por volta da quarta-feira, começam a aparecer as imagens fazendo contagem regressiva para sexta e, na sexta, um verdadeiro Carnaval comemorativo por parte de todos.

Eu entendo o sentimento. Também adoro quando chega o final de semana, quando posso passar mais tempo com a minha família, descansar um pouco mais que nos dias em que trabalho fora, passear, fazer outras atividades. Mas, desde que comecei a trabalhar, eu aprendi a identificar certos sinais de desânimo com relação ao que fazemos da vida, geralmente pela forma como nos comportamos quando chega a segunda-feira.

Se você costuma ficar desanimado com a chegada da segunda, eis algumas dicas para você tentar mudar a sua perspectiva:

1. Veja a segunda-feira como o primeiro de cinco dias em que você precisa resolver projetos. “Er… Thais, e qual a novidade nisso?”. Oras, o simples fato de você organizar suas tarefas para cinco dias seguidos, sendo a segunda o primeiro, já muda um pouco a forma de encarar a segunda. Porque, vamos combinar? Que levante a mão quem nunca acordou atrasado, cansado, desanimado e se arrastou até o trabalho em uma segunda-feira? Passou o dia todo bebendo café, chegou em casa exausto, tomou banho, comeu qualquer besteira e foi dormir. Vai empurrando os dias com a barriga até comemorar a chegada de sexta e o final de semana de novo. É assim que você gostaria de passar o resto dos seus dias? Sejamos francos: seja qual for nossa profissão, precisamos encarar o dia-a-dia. Se você passa a semana inteira desejando chegar sexta-feira, talvez seja um sinal muito importante do seu cérebro para você mudar algumas coisas na sua vida. Sobreviver desse jeito é um desperdício de vida e tanto.

2. Tenha objetivos de longo, médio e curto prazo. Sabe por que ter esses objetivos é importante? Porque eles te dão foco no dia-a-dia. Se você souber que pretende comprar um carro daqui a seis meses, vai ficar mais fácil economizar dinheiro, por exemplo. Se você está fazendo estágio em uma empresa há três meses, mas vive cansada(o), pense no motivo pelo qual está fazendo isso. Você sabe que é bom para a sua carreira fazer esse estágio, que é bom ganhar seu próprio dinheiro (mesmo que mínimo) e que você aprende muita coisa no dia-a-dia que sempre vai fazer parte da sua experiência profissional. Ter tudo isso em mente faz a gente encarar toda a situação de uma forma um pouco mais leve. Se estiver extremamente cansativo ou desanimador, você pode estabelecer prazos, como: “preciso ficar um ano neste estágio e depois procurarei outra coisa” ou “ficarei neste emprego até terminar minha pós-graduação” ou “aguentarei esse chefe só até terminar meu curso de inglês”. Ter objetivos é essencial para que você não perca tempo na vida fazendo algo que não lhe acrescentará nada. É o seu parâmetro.

3. Pare de pensar só em trabalho. Nem todos temos o emprego dos sonhos, mas nem por isso devemos resumir nossa vida ao nosso trabalho. Se o seu trabalho não te motiva o suficiente, ou te deixa cansada(o) – enfim, sabemos os motivos que nos fazem odiar as segundas-feiras -, se isso acontece, valorize mais as outras atividades da sua vida, as coisas que você gosta de fazer. De repente a segunda-feira pode ser o dia em que você fará um artesanato novo em casa, por exemplo, ou irá ao cinema com uma amiga. Procure encontrar motivações além do trabalho.

Algumas pessoas fazem da vida seu trabalho porque realmente amam o que fazem e se sentem completas dessa forma. Essas pessoas, no entanto, não odeiam as segundas-feiras. Eu acredito que o seu objetivo deva ser parecido com o que elas fazem, independente do trabalho que você executa: escritório, agência de publicidade, consultório médico, clínica de estética, faxina, dona de casa, artesanato, costura, esportes, estudos etc! Seja qual for sua atividade, valorize a sua vida e busque fazer o que você realmente ama. Pode demorar, pode ser rápido, mas tenha um ideal. Transforme esse ideal em objetivos, com metas e prazos. Viver com significado é o jeito mais fácil e verdadeiro de encarar as segundas-feiras e chegar naquele estado de “nossa, mas já é sexta?” em que você desejaria continuar trabalhando mais.

Mesmo o trabalho mais chato pode ser visto de outra maneira se ele tiver um significado para você. Busque esse significado! Todos os dias quando acordamos temos a oportunidade de fazer algo extraordinário em nossas vidas, nem que seja somente para celebrar o fato de estarmos vivos e abertos a mil possibilidades! A segunda-feira é o início da semana – não desperdice sua vida!