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Quando não estiver em um dia muito produtivo, faça uma coisa de cada vez

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Uma dica que costuma sempre funcionar é pegar leve, não se cobrar tanto, não pensar no montão de coisas que se tem para fazer e começar uma a uma.

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Às vezes estamos doentes, com mal-estar, num astral não muito legal, meio sobrecarregados, com muitas interrupções ou qualquer outro estado que nos deixe com a sensação de baixa produtividade.

Quando isso acontece, o que eu procuro fazer é realmente pegar minhas listas de tudo o que tenho para fazer no dia e ir uma a uma, sem olhar o montante. Começo pela primeira e vou, uma a uma, e assim surpreendentemente acabo completando tudo.

Isso deve acontecer porque, quando já não estamos muito bem, ver aquele monte de coisas para fazer pode nos deixar mais estressados ainda.

No meu caso, eu faço assim:

  1. Vejo o que tenho na minha agenda, que são as atividades pontuais e os prazos do meu dia. Por exemplo, cinco itens ali. Eu começo com o primeiro, depois vou para o segundo etc. Sem estresse, sem pensar no total.
  2. Então acesso meu Todoist, onde tenho listas de coisas a fazer que vencem em determinado dia. O Todoist me mostra tudo o que eu tenho com vencimento hoje. Igualmente, trabalho em uma coisa de cada vez, tendo três ou tendo 15.
  3. Se ainda sobrar tempo e eu estiver afim, dou uma olhada no que vence nos próximos dias para ver se consigo adiantar alguma coisa. Isso é uma vitória!

Outra coisa que me ajuda muito quando estou me sentindo nesses dias é esvaziar a minha mente. Pego papel e caneta e começo a escrever o que está me preocupando. No geral, só de colocar no papel eu já fico mais tranquila. Então vejo aquelas anotações e analiso para ver se preciso tomar alguma providência.

É isso. Pode te ajudar em uma sexta-feira.

Organizando uma nova mudança

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Estamos organizando uma nova mudança de residência, desta vez por ótimos motivos. Quando nos mudamos de São Paulo para Campinas em 2011, a mudança foi planejada com bastante antecedência, muito organizada e deu tudo certo. As outras mudanças que precisamos fazer depois não foram tão felizes assim, pois foram motivadas por decisões premeditadas (quis mudar para um apartamento menor mas pouco tempo depois mudei de trabalho, precisando do cômodo que faltava para o home-office) e duas mudanças feitas às pressas (primeiro quando precisamos mudar para São Paulo muito rapidamente e em meio a muitos eventos que eu estava trabalhando e a segunda porque precisamos desocupar um imóvel e encontrar outro em menos de um mês).

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Somos muito gratos à casa em que estamos hoje. Ela nos abrigou quando precisávamos de um lugar rapidamente para nos mudarmos, fica perto da minha sogra (que nos ajuda muito com o filhote) e o valor do aluguel é muito bom. Estamos aqui há um ano e meio e sabíamos que seria temporário, até nos estabilizarmos financeiramente (o suficiente) para procurar algo que nos atendesse melhor e também entrássemos novamente em clima de mudança. Alguns fatores que nos levaram a sair da casa onde estamos hoje:

  • Segurança, principalmente. É uma casa de rua, com muro alto, mas sempre ficamos um pouco inseguros nela.
  • A casa não tem garagem. Precisamos deixar nosso carro em uma garagem locada, na mesma rua, o que foi super ok durante esse tempo mas sempre pesou um pouco.
  • A casa tem problemas de umidade e uma infiltração bem no meu home-office, o que desconfiamos que possa ter contribuído com o meu estado de saúde ano passado e desde então (fiquei internada com pneumonia e até hoje tenho uma tosse que persiste). Nosso filho também teve pneumonia este ano.

Começamos a procurar uma casa que nos atendesse bem, e encontramos uma legal, em um condomínio fechado, com espaço aberto para os cachorros, espaço suficiente e bastante arejada, e estamos organizando a mudança. Tem sido bastante tranquilo fazer a mudança com antecedência e aos poucos, ajustando as coisas na casa nova, encomendando alguns móveis etc.

Vamos permanecer na mesma região onde moramos porque precisamos ainda do apoio da nossa sogra enquanto o filhote for pequeno, mas vamos morar alguns quilômetros mais longe dela. A residência também fica perto da escola e têm mais opções de transporte público, por ser perto do metrô. Nossa ideia então é ficar na nova residência durante o contrato do aluguel (30 meses) pelo menos, e então mudarmos para outra região. Eu gostaria de voltar a morar em uma região mais central de São Paulo, como eu morava antes, mas quero esperar o filhote mudar para o Ensino Fundamental II para trocá-lo de escola. Ele passou por muitas mudanças nos últimos anos e gostamos muito da escola onde ele está. Essa decisão está bem fundamentada e conversada por aqui e estamos felizes com ela. Até por isso preferimos alugar um imóvel a comprar, assunto que já expliquei melhor aqui.

Por isso, vou postar aqui no blog o andamento dessa nova mudança para ajudar quem estiver passando pelo mesmo processo. Já temos muitos posts sobre mudanças aqui, mas eu penso que este será um processo muito mais maduro e creio ter coisas legais para compartilhar.

Também estou em contato com algumas personal organizers que trabalham especificamente com mudanças, que contribuirão com dicas para vocês e ainda terão a oportunidade de divulgar os seus trabalhos.

Eu não estou cansada ou estressada por fazer essa nova mudança. Como a mudança que fizemos em 2011, ela representa uma série de outras mudanças na nossa própria vida – o fim de uma era e o começo de outra. Estou deixando para trás um monte de coisas e sentimentos, uma oportunidade maravilhosa que as mudanças nos trazem. Meu marido está em uma nova fase profissional da vida também. Estamos celebrando!

Nos próximos posts vou contar como estamos nos organizando e fazer reflexões diversas sobre o processo em si da mudança, da limpeza, da decoração e da organização da casa nova. Eu quero inclusive aplicar o Feng Shui da maneira mais linda possível e tornar a nossa casa um espaço sagrado de verdade, construído aos poucos, mas sempre com muito amor.

Que venha essa nova fase. <3

Obrigada por tudo, pessoal.

Guia do blog para começar a se organizar

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Um dos grandes desafios que nós enfrentamos por aqui é montar algo simples e didático para ajudar as pessoas a se organizarem. Por isso, no blog você encontra uma seção Comece a se organizar, que fica de maneira permanente no menu superior, e há algumas semanas eu estava trabalhando em uma versão legal da página para trazer esse guia como eu comentei.

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Essa página será constantemente atualizada para ser um guia mesmo para você começar a se organizar, passo a passo, com orientações, dicas e recomendações de textos aqui no blog.

Clique aqui para acessar!

Resultados que a organização me proporcionou até hoje

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Quando eu paro para pensar em tudo o que eu consegui apenas porque me organizei com relação a cada uma das coisas, fico muito feliz por ter conquistado tanto. Ao mesmo tempo, me dá ânimo para aperfeiçoar esse planejamento e conquistar outras coisas legais.

Não que o objetivo seja sempre conquistar mais e mais. A gente tem que curtir as coisas que já conquistou. Mas, às vezes, uma conquista nova não significa nenhuma mudança radical, mas sim “deixar as minhas finanças um pouco mais tranquilas” ou “aperfeiçoar um idioma que vai me ajudar no trabalho que eu tenho agora”.

Listo aqui então as grandes conquistas que eu já tive na vida e que atribuo ao fato de ter me organizado minimamente para cada uma delas. O objetivo é mostrar o poder de transformação que a organização tem e inspirar vocês a se organizarem também.

  • A primeira conquista que eu atribuo ao fato de começar a me organizar foi perceber, no terceiro colegial (hoje Ensino Médio), que o ensino da escola que eu estudava não era suficiente para eu passar no vestibular, e me organizar de acordo com o edital e simplesmente correr atrás do que deveria ser feito. Sem conhecer qualquer método de organização, desenvolvi algo pessoal e consegui passar no curso e na faculdade que eu queria. Foi rápido? Não. Estudei durante o terceiro ano inteiro, depois fiz prova para conseguir bolsa no cursinho, abri mão de muitas atividades nessa época e, então, passei. Nada acontece por milagre. Muitas oportunidades apareceram naquela época (emprego de domingo a domingo, bandas, concurso público interessante), mas eu estava focada.
  • Fazer uma recolocação de carreira ao perceber que não estava feliz na área que eu escolhi. Cursei dois anos de Jornalismo e mudei para Publicidade, acreditando que tinha mais a ver comigo somente quando comecei a trabalhar na área, e foi uma decisão acertada. Eu me organizei para fazer a transição, comecei a trabalhar na área que eu gostava como estagiária e, antes de terminar o curso, eu já era coordenadora de projetos. Todo esse processo foi muito importante para mim e eu atribuo essencialmente a me conhecer, ter metas e me organizar para alcançá-las.
  • Conhecer o GTD deu um modo turbo em tudo isso. Eu conheci o GTD justamente quando fui promovida, porque eu descobri que não bastava ser uma pessoa organizada – precisava cuidar da organização dos outros também. Começar a usar o método que hoje é considerado o melhor método de produtividade do mundo mudou completamente a minha vida e me deu uma visão geral de tudo o que eu tinha e do que eu ainda queria fazer.
  • Criar um blog para falar sobre organização, como hobby, para compartilhar o que eu estava aprendendo depois de começar a usar o método GTD e a ser mais focada em minha organização pessoal.
  • Aprender a respeitar as pessoas que moram comigo. Morei muitos anos com a minha avó e o meu pai, que tinham/têm estilos de organização diferentes dos meus. Quando fiquei apaixonada por organização, queria organizar tudo – as minhas coisas e as deles. Isso não funciona. Hoje sei que o importante é eu cuidar das minhas coisas, que sempre vou ter melhorias a fazer, e eles, se quiserem, entrarão no ritmo comigo. E entram. Toda vez que inicio um destralhamento, meu marido e meu filho querem fazer também porque vêem benefício nisso.
  • Aprender a tocar mais um novo instrumento (bateria).
  • Casar e planejar minha gravidez. Tudo foi planejado. Meu marido assumiu dois trabalhos (porque ele quis), eu comecei a construir uma cartela de clientes para trabalhar em casa durante os primeiros meses da gravidez e do nosso filho bebê, quando parar de tomar anticoncepcional, me informar, conhecer um bom obstetra e tudo o mais. Eu tive complicações de saúde no final da gravidez, e não consigo imaginar como teria sido se eu não tivesse me organizado.
  • Ensinar nosso filho a ter uma rotina. Estudei, testei, respeitei as necessidades dele e, mais do que isso, me dediquei completamente à maternidade nos meses seguintes ao seu nascimento. Quando vi que ele estava com uma rotina mais estável, vi que era hora de voltar a investir na minha carreira.
  • Conseguir todo emprego que eu desejasse. Isso sempre foi maravilhoso. Eu decidia especificamente o que queria fazer (ex: coordenar a área de mídias sociais em uma agência de médio porte) e ia atrás disso fazendo o que precisa ser feito para cada cargo – o que eu deveria saber, com quem eu deveria falar, que tipo de conteúdo precisava criar para gerar auto-relevância, quanto tempo levaria, onde encontrar as vagas. Todos os meus empregos foram assim e eu sei que foi porque eu me organizei e me planejei.
  • Mudar para uma cidade do interior. Em um determinado momento, nos bateu a necessidade de sair de São Paulo para promover mais qualidade de vida no nosso dia a dia e para criarmos o nosso filho. Essa transição não foi fácil – envolveu ir e voltar de ônibus fretado durante quase seis meses, acordando muito cedo e dormindo muito tarde, mas quando nos mudamos valeu a pena durante algum tempo. Depois de três anos, sentimos vontade de voltar e já sabíamos como ter essa mesma qualidade de vida mesmo em uma cidade grande como São Paulo (onde deveríamos morar, o tipo de imóvel etc).
  • Escrever um livro. A partir do momento que coloquei a meta de escrever e publicar um livro, fui fazendo acontecer da mesma maneira. Pouco tempo depois, estava com o contrato assinado de uma grande editora brasileira e, hoje, tenho dois livros publicados por ela.
  • Conciliar uma pós-graduação morando em uma cidade diferente. Ganhos e perdas, sacrifícios e recompensas. Foi uma das épocas mais difíceis da minha vida, mas deu tudo certo porque eu me dediquei a isso.
  • Descobrir a minha missão pessoal. Quando você vai dando sentido à sua vida, se conhecendo e descobrindo o que realmente gosta de fazer, você pode descobrir sua missão pessoal. Quando ela ficou clara, eu descobri que não poderia mais ignorá-la. O que nos leva ao próximo tópico…
  • Começar a trabalhar integralmente com aquilo que eu amo. Formatar toda uma vida, sendo a provedora da família, com um filho pequeno, para viver do que ama não é fácil. Tive medos e dúvidas, todos sanados por planejamento. O que seria suficiente para tranquilizar esse medo? E fui atrás disso. Consegui.
  • Trabalhar com GTD. Costumo brincar dizendo que trabalhar com GTD estava na minha lista de algum dia / talvez, como tantos outros projetos. Se tornou real também, mas nunca teria se tornado se eu não tivesse construído uma série de coisas para chegar ao ponto de ser finalmente chamada para viver disso.
  • Ser professora. Algo que eu sempre quis ser foi virar professora. Achei, erroneamente, que precisava estar em uma escola para fazer isso. Descobri que o que me apaixonava era ensinar algo às pessoas, ajudando-as de alguma maneira através do que eu estava ensinando. Já ministrei aula em pós-graduação, depois passei a fazer cursos com o blog e a ministrar treinamentos em empresas. Tudo gira em torno de um mesmo bem comum.
  • Ter o meu próprio negócio. Esse é um dos principais. Isso mudou a minha vida não apenas pela questão da remuneração, mas pelo poder criativo e a autonomia.
  • Viajar para fora do país. Foi muito legal conhecer os Estados Unidos e a Europa. Eram coisas que eu não imaginaria fazer com meu próprio planejamento quando eu era mais novo, e foi possível porque eu quis que fosse.
  • Conhecer o David Allen, autor do método GTD, e tirar as certificações. Uma coisa constrói a outra, mas essa foi uma das conquistas mais importantes.
  • Poder fazer investimentos e organizar os anos seguintes. Essa é uma conquista que pode parecer boba para alguns de vocês, mas para mim foi muito importante aprender a me organizar financeiramente e começar a pensar no futuro de maneira mais concreta, sem deixar de curtir o presente.
  • Pagar uma escola legal para o meu filho estudar e proporcionar ao meu marido a oportunidade de se dedicar à carreira que ele descobriu quando era mais velho.
  • Ter uma casa legal, onde não falte nada, e estarmos todos bem.
  • Adotar cachorros.

O que me permitiu fazer tudo isso foi não apenas o meu poder de fazer acontecer como o suporte de pessoas maravilhosas que eu conheci em meu caminho, e a todas elas eu agradeço. Inclusive vocês, leitores. Vocês fazem parte disso. Demais! Obrigada.

Espero que o post os inspire a correr atrás do que vocês querem também. Com foco e organização a gente consegue qualquer coisa.

Listas são complicadas?

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Gravei um vídeo no YouTube falando sobre a questão de listas para se organizar darem trabalho ou serem complicadas. Espero que gostem:

Se não estiver visualizando o vídeo acima, clique aqui.

Aproveite e inscreva-se no canal no YouTube para ver em primeira mão um vídeo novo. Obrigada!

Resenha: Isso me traz alegria (Marie Kondo)

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Alguns livros acabam passando na frente dos outros na fila de livros que quero ler porque eu sei que a resenha deles é importante para os leitores do blog. E, quando se fala em Marie Kondo, hit total do momento, os pedidos aumentam cada vez mais, então eu priorizei a leitura desse livro este mês, já adiantando que gostei bastante.

Kit viagem: pashmina, bloquinho e caneta para fazer uma super captura e esvaziar a mente, e a leitura atual. #vidaorganizada

Uma foto publicada por Vida Organizada 🕐 (@blogvidaorganizada) em

Fui viajar e aproveitei para ler o livro. A leitura demorou dois dias. O livro é grande (270 páginas), mas a leitura flui de forma leve. Esse livro é o segundo livro da Marie Kondo. O primeiro, “A mágica da arrumação”, já teve resenha aqui no blog e é um sucesso de vendas no mundo todo. Ela vendeu cerca de 5 milhões de livros até então (mais que o GTD, minha gente, que vendeu 4 milhões em mais de 20 anos), e um sucesso desses não pode ser ignorado.

Quando eu li o primeiro livro da Marie, eu o achei muito radical. Queria ler em inglês para ver se alguns termos traduzidos é que podem ter passado essa impressão (se eu fizer isso futuramente, atualizo aqui no post). Porque, lendo o segundo livro, ela não me soou tão radical. É um livro muito mais empático e esclarecido que o primeiro, sobre o seu método.

Muitas profissionais de organização torcem o nariz para a Marie porque ela, na verdade, diz que o único método de organização que funciona é o dela. E o fato de o método dela funcionar não significa que outros não funcionem. Trata-se apenas de encontrar aquilo que combina mais com você e com a fase da sua vida nesse momento. Mas os fãs da Marie, que curtem seu método, reafirmam o que ela diz, e torna-se uma discussão quase interminável na Internet. O jornal New York Times publicou outro dia uma reportagem super polêmica com a Marie, onde rolam altas alfinetadas na NAPO (associação americana de personal organizers – uma verdadeira instituição respeitada nos Estados Unidos), e isso causou furor entre as profissionais norte-americanas do mercado de organização. Eu fico com um pouco de pena da Marie nessa história, porque ser uma pessoa com a visibilidade dela não deve ser fácil. Devem empurrar todo tipo de polêmica e palavras para cima dela, e então qualquer tipo de reportagem como essa suscita mil reações agressivas, o que gera todo um bolo muito errado de acontecimentos.

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O fato é que a Marie vem causando transformações na vida das pessoas através da organização, e não é isso o que todas as profissionais de organização se propõem a fazer e fazem tão bem? Sim. Ela tem a maneira dela de fazer isso, assim como eu tenho a minha, a personal X tem a dela e cada pessoa tem a sua. O que acontece é que nem todo mundo teve a oportunidade de publicar um livro e ser lido por milhões, e isso confere mais credibilidade a uma maneira de se fazer as coisas – o que as pessoas precisam saber, com bom-senso, que não significa que é a única maneira certa de se fazer.

Mas, sobre o livro, eu gostei muito. Uma pergunta que sempre surge é se vale a pena comprar esse livro se você já comprou o primeiro. Gente, essa pergunta é muito esquisita. São livros diferentes. Se você gosta do autor, claro que vale a pena comprar. Não existe essa coisa de “compre esse ou aquele”. Siga o conselho da Marie e, depois de lido, doe ou mantenha se te traz alegria. Mas, como autora, acho complicado sugerir que você escolha entre um e outro, porque os livros são textos diferentes. Apesar de serem ambos sobre o mesmo método, “Isso me traz alegria” é um livro depois do furor, que busca esclarecer as pontas deixadas abertas pelo primeiro. Fora que ele é ilustrado, e as ilustrações são lindas e bastante úteis para entender todo o conceito de dobras e outras coisas que ela ensina. Ele também é um livro mais detalhado, mas bem estruturado entre as sessões – um guia mais prático, digamos assim. Mas, se você não leu o primeiro, provavelmente vai ficar “boiando” no que ela ensina. Então recomendo a leitura dos dois, na ordem de lançamento.

O grande propósito da Marie ao escrever esse segundo livro foi trazer um guia ilustrado (eu diria mastigado) do seu método, esclarecendo quaisquer dúvidas que possam existir. Serve para quem leu o primeiro, começou a organização de acordo com o método dela, mas precisa de uma forcinha. Também serve para quem leu o primeiro, mas não sabe por onde começar. E também é muito legal para quem já é organizado e quer dicas adicionais.

O método todo da Marie é bastante simples: descarte aquilo que não te traz alegria e, o que sobrar, arrume um lugar certo para cada coisa. No final das contas, isso é organização pura e simples, não “o método da Marie”. Mas eu gosto muito do tom de simplicidade que ela traz a todo momento, e acredito que isso seja o que faz seus livros fazerem tanto sucesso.

Se selecionar pelo que te traz alegria é o mais correto ou não, se fazer um descarte radical funciona, se jogar fora recordações dá certo, isso é assunto para outro post, e também já adianto que nunca vai existir essa coisa de certo ou errado na organização, mas sim aquilo que funciona para você, em cada momento da sua vida. Tem vezes que vale a pena ser radical, tem vezes que você vai querer fazer aos poucos. O mais importante é respeitar o processo, porque respeitar o processo é respeitar a si mesmo(a). E isso a Marie passa também, independente da forma que ela use para demonstrar isso.

É um bom livro, que recomendo ter na estante, e achei melhor que o primeiro.

Bate-papo online sobre cartela de cores

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Segunda-feira a Ana Soares (do blog Hoje Vou Assim OFF) e eu decidimos fazer um bate-papo ao vivo e público a todos que quiserem participar via Google Hangouts sobre cartela de cores. Inscreva-se aqui!

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A ideia é falar um pouquinho sobre o impacto que esse tema tem na vida das pessoas. A Ana vai trazer toda a experiência dela como consultora de estilo e especialista no tema e eu vou levar a minha experiência pessoal – fiz essa análise de cores no ano passado e isso trouxe muitas transformações na minha auto-estima, nas compras que eu decidi ou não fazer em termos de roupas novas, o que eu deveria manter no meu guarda-roupa, as melhores combinações e muito mais. Enfim, é um assunto super rico que vale a pena participar!

Inscreva-se gratuitamente aqui e, no dia, basta acessar no horário certinho. Será segunda, dia 25/7, das 19 às 20 horas, no horário de Brasília.

Caso você não possa participar no dia e horário, não se preocupe, pois o bate-papo será disponibilizado no YouTube posteriormente.

Vejo você lá!

Achados do Mês – Julho 2016

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Uma compilação dos favoritos do mês, onde nós estivemos, o que fizemos, o que vimos, para onde vamos e outras ideias bacanas. <3

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(1) As próximas turmas abertas de GTD acontecerão em Maringá (30/07 – outro instrutor), Brasília (13/8), Curitiba (20/8), São Paulo (27/08) e Porto Alegre (24/09). Podemos formar turmas em outras cidades se houver interessados, então entre em contato ou inscreva-se aqui; (2) Uma das coisas que mais tenho usado este mês para reuniões e eventos é a minha garrafa térmica, sempre com chá ou café. Esta é da Uatt; (3) Aqui em casa, toda terça de Masterchef é noite de bruschetta! Você pode ser mais criativo além do modelo original com este livro maravilhoso com ideias de torradas irresistíveis. Na Amazon; (4) No frio, nada melhor que uma boa caneca de chá a qualquer momento. Estou apaixonada por esse modelo da Tok&Stok; (5) Companheira de todas as horas, a pashmina vai do verão ao inverno para nos prevenir em salas com ar condicionado gelado e ainda proteger o peito em dias muito, muito frios. Esta é da Pashminas; (6) Faça bonito recebendo amigos ou familiares em casa com uma senhora tábua de queijos. Esta é da Tok&Stok; (7) Se você gosta de plantas, mas não tem muito tempo para cuidar, uma boa ideia são as suculentas. Esta você encontra na Leroy Merlin; (8) Não consigo mais viver sem aromatizadores de ambiente. Tenho testado vários e tenho meus preferidos, mas o aroma sempre é de lavanda. Este é da Granado; (9) Em um ano tão complicado, pode valer a pena ter uma plaquinha feliz em casa para nos lembrar de fazer coisas básicas. Da Meu Móvel de Madeira; (10) Aproveite que a Bienal do Livro de São Paulo está chegando e invista em uma sacola ecológica legal para carregar suas compras. Esta linda, estampada com livros, é da Saraiva; (11) O novo livro do Mario Sérgio Cortella vem trazendo uma reflexão como sempre bastante pertinente. Este você encontra na Saraiva também; (12) Nada de passar frio depois do banho ou ao acordar! Tenha um roupão quentinho e felpudo sempre perto de você. Este é da Zelo.

Este post não é um publieditorial. 😉 Trata-se apenas de um compilado de coisas que eu gosto muito e recomendo. São apenas ideias e os links servem como referência.

Aconteceu por aqui

  • O mês começou com o meu maravilhoso curso de coaching, que mudou bastante a minha vida. Falei mais sobre essa experiência aqui.
  • Estive em Fortaleza e em Belo Horizonte ministrando turmas abertas de GTD. Foi incrível! Obrigada a todos que participaram.
  • A Carol está trabalhando no nosso modelo de consultoria e esse tem sido um dos trabalhos mais bacanas que já fizemos.
  • O lançamento do livro Casa Organizada aconteceu no início do mês, e o evento oficial foi dia 21 de julho, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional! Foi maravilhoso e agradeço a todos que estiveram lá.

Onde encontrar a turma do VO

  • Dia 30 de julho acontecerá a nova edição do workshop Construa seu estilo e organize seu armário, em parceria com a consultora de estilo Ana Soares, do blog Hoje Vou Assim OFF. Últimas vagas e você pode se inscrever aqui!
  • Consulte todas as datas das turmas abertas de GTD para julho e agosto! Como eu comentei acima, Brasília, Curitiba, São Paulo e Porto Alegre já estão no radar!
  • Vamos realizar um workshop de Todoist em São Paulo em setembro! As inscrições ainda não estão abertas mas você pode manifestar seu interesse e também solicitar que seja feito em sua cidade! Clique aqui para enviar.
  • O Vida Organizada estará na Bienal do Livro de São Paulo! Assim que tivermos a data correta postarei aqui no blog.
  • Wanice Bon’Ávigo está com as inscrições abertas para seu curso de Reiki. Inscrições aqui!
  • Tadeu Motta abriu novas turmas para seu curso de Organização de arquivos para personal organizers em Brasília, São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro. Inscreva-se aqui!
  • Use a hashtag #vidaorganizada no Instagram para postar fotos do seu cantinho organizado e compartilhar conosco! <3

Meu sistema GTD atual – Julho 2016

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Regularmente eu gosto de postar aqui no blog como está o meu sistema GTD para mostrar para vocês. A última vez que postei foi em fevereiro, então achei que era o momento de postar novamente.

O sistema GTD é algo que está constantemente em construção. Já há mais de um ano tenho utilizado as mesmas ferramentas e o que tenho trabalhado mais atualmente tem sido o meu arquivo de referência, que nem vou pontuar muito hoje justamente porque está em transição (vou falar mais adiante).


Calendário

Lembrem-se que, para o GTD, calendário é uma lista de tudo o que tem data, não a ferramenta calendário apenas. Isso inclui agenda, tickler e outros usos que você possa inventar, como bullet journal, um calendário de parede feito com post-its ou um calendário da família pendurado na geladeira.

Para agenda, uso há anos a agenda do Google com o esquema de duas cores que já comentei aqui no blog. Eu tive algumas tentativas de voltar para o papel aqui, mas gosto muito das funcionalidades de usar uma agenda eletrônica (e uso muito por causa dos convites para reuniões e a mobilidade das informações). Para mim, uma agenda eletrônica funciona melhor. No celular (uso iPhone), utilizo o próprio aplicativo da agenda do Google.

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De verdade, o que fez muita diferença no meu uso da agenda foi ser “caxias” no que entra nela, seguindo as orientações do David no livro novo. Ele dá boas ideias não só com relação ao que deve entrar no calendário (veja aqui) como usos criativos para o calendário (para gatilhos diversos). Nossa, isso tem me ajudado enormemente. E, no dia a dia, o calendário é o que eu foco pela manhã: trabalhar nos prazos dele. Tenho isso em minha checklist diária (que também vou citar mais adiante) e nunca me arrependi de ter feito, mesmo que tenha um dia mais livre pela frente. “Matar” prazos logo cedo dá uma tranquilidade enorme e uma sensação de dever cumprido muito legais.

Para o tickler, tenho dois usos: o físico e o eletrônico. Vamos lembrar que o conceito de tickler é basicamente uma informação incubada em uma determinada data, e isso você pode fazer na sua própria agenda (e eu faço na agenda do Google) ou em um arquivo físico, quando se tratarem de coisas físicas, como pastas, papéis, livros. Tenho usado cada vez menos o arquivo físico, apesar de ainda usá-lo. Hoje eu tenho um móvel de arquivo com três gavetas, que quero deixar apenas para arquivo de referência, e liberar o tickler para outro compartimento em breve, então na próxima atualização desse post vocês provavelmente verão essa mudança.

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Listas de próximas ações

Todas as minhas listas acionáveis e algumas listas de referências estão no Todoist. Hoje tenho uma única lista de próximas ações no Todoist, que organizo via etiquetas para atribuir contextos. Tenho procurado diminuir cada vez mais meus contextos, mas isso varia muito. Eles são bem dinâmicos e adiciono e excluo contextos sob demanda.

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Já comentei aqui em algum post que a regra para cores nas etiquetas de contextos é a mais banal e infantil possível: verde é a cor da minha casa, azul é cor do céu (contextos de rua), e azul para agendas porque azul facilita comunicação entre pessoas.

Eu trabalho na minha lista de próximas ações da seguinte maneira:

  • A diferença entre o que entra na agenda do Google e o que entra no Todoist (mesmo com prazo) é que o que entra na agenda só pode ser feito naquele dia em específico. O que entra no Todoist é uma próxima ação – ou seja, eu posso fazer dependendo apenas de estar no contexto adequado – é uma ação que eu posso adiantar, não preciso esperar o prazo para fazer.
  • As próximas ações devem ser trabalhadas nos intervalos do seu calendários, dos seus compromissos. O objetivo é aproveitar as janelas de tempo do seu dia a dia, sejam 5 ou 90 minutos, de acordo com o contexto onde você está. Você consegue mover adiante suas ações e seus projetos rapidamente.
  • Trabalhar nas minhas ações no Todoist também está na minha checklist diária, na parte da tarde.
  • Os contextos são aplicados às ações avulsas e às ações que fazem parte de projetos. Assim, quando estou no contexto adequado, apenas acesso a etiqueta apropriada e vou executando as ações.

Lista de aguardando resposta

Tenho uma pasta no Todoist para tudo o que estiver aguardando resposta avulsamente (ou seja, que não pertence a um projeto) e uma etiqueta de aguardando resposta que aplico nessas e nas ações que estão aguardando resposta de outras pessoas mas que pertencem a projetos.

Gosto de inserir o que está aguardando resposta no seguinte formato: Nome da pessoa – O que está aguardando resposta – desde quando. Se tiver um prazo, coloco um prazo.

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Assuntos a tratar

Em inglês, usa-se o termo “Agendas”, que também gosto, mas em português acaba confundindo, então eu uso “assuntos a tratar” para deixar mais didático. No livro em português sugerimos à editora deixar assim também.

Trata-se de uma categoria específica de contextos relacionados a pessoas ou reuniões com as quais você tem assuntos a tratar. E é legal ter uma categoria específica para manter um histórico (pelo menos eu gosto) e fazer um planejamento diferente.

Eu tenho uma pasta no Todoist para pessoas e reuniões e isso me permite pensar e planejar bem cada conversa com determinadas pessoas com as quais me reúno frequentemente para conversar (trabalho e vida pessoal).

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Dentro de cada uma, a dinâmica é diferente, e eu listo o que gosto de conversar sempre com cada uma dessas pessoas ou abordar em cada uma das reuniões. Além do que, quando surgem assuntos pontuais, sempre que o assunto for tratado, basta marcar como concluído que o Todoist mantém o histórico. Eu acho isso bastante útil e, por isso, gosto de fazer assim.

E-mails

Continuo usando do mesmo modo que postei em fevereiro.


Projetos

Tenho uma pasta para listar todos os títulos de projetos. Isso é muito útil para ver de uma só vez todos os meus resultados desejados e também a quantidade de projetos em andamento. Eu também gosto de, sempre que concluo um projeto, colocar o ano na frente do título antes de marcá-lo como concluído, para registrar assim. A ideia é ter um histórico para anos adiante com todos os meus projetos concluídos nessa pasta.

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Tenho me disciplinado a manter menos de 50 projetos em andamento. Sei que é subjetivo, mas já percebi que, sempre que passo de 50 projetos, me sinto sobrecarregada. O David Allen diz que não tem nada a ver, que basta que todos os projetos estejam bem gerenciados, e eu sei que ele está certo. Mas, para mim, existe uma mudança sutil que eu identifico, e prefiro seguir minha intuição.

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Você consegue visualizar todos os itens concluídos clicando no reloginho que aparece no canto inferior direito abaixo de todas as listas de tarefas do Todoist.

Uma coisa diferente que tenho feito desde o curso de coaching foi criar tags para visualizar os projetos por áreas. Eu sentia falta dessa visualização, quando necessária. Por isso, criei tags específicas que atendessem essa revisão específica dentro de um planejamento que fiz depois do curso de coaching, e aplico nos projetos.

Tags:

tags-projetos

O objetivo é realmente ver os projetos por área. Só isso. Na lista de projetos eles aparecem assim:

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Eu tenho um sincero sentimento de tentar não complicar meu sistema, mas faço modificações de acordo com as minhas necessidades do momento. E, no momento, eu sentia necessidade de ver meus projetos por área. Tem ajudado bastante a manter meu foco, mas eu não recomendo a ninguém que copie como eu faço, a não ser que sinta a mesma necessidade. Eu já fiz muitas coisas apenas porque vi outras pessoas fazendo e não via muito sentido, e aquilo só complicou a minha vida. Deixo sempre como sugestão, mas estou aqui para mostrar como faço e facilitar a vida de vocês, nunca complicar. O que funciona para um pode não funcionar para outro.

Planos de projetos

Eu fiz algumas tentativas diversas de organização dos planos de projetos nesses últimos meses. Atualmente, voltei ao formato que eu estava usando no último post de fevereiro, que acho um pouco trabalhoso de manter (são muitas pastas), mas a organização é efetiva e me ajuda bem no controle dos projetos. Não considero a solução ideal mas, mais uma vez, o que é ideal, sinceramente? Vamos que vamos. O que importa é que funcione e que os projetos caminhem.

Desse modo, toda vez que eu identifico um novo projeto, eu crio uma pasta com o nome do projeto, para que eu possa inserir o plano do projeto. Dentro do plano do projeto, insiro as informações necessárias dele. Varia de acordo com a complexidade do projeto. Tem projeto que tem o planejamento completo (vide Modelo de Planejamento Natural no livro do David Allen), enquanto outros têm apenas as próximas ações.

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Exemplo de projeto mais simples:

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Exemplo de projeto com todos os elementos do planejamento:

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Quando um projeto é concluído, eu arquivo a pasta do projeto apenas se eu achar que ele pode servir como referência futura. Se for um projeto mais simples, eu excluo a pasta.

Algum dia / talvez

Eu categorizo enormemente a minha lista de algum dia / talvez porque comecei a usá-la com um pouco mais de substância depois que me formei no curso do Nível 2 em Amsterdam.

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E essas listas ainda nem estão completas porque tenho muitos itens que ainda estão no meu Evernote, que estou passando para cá (especialmente ideias para posts, passeios com a família, viagens e outras).

A lista de algum dia / talvez é a melhor maneira de tirar a pressão da lista de projetos, então ela serve tanto para ideias criativas, ousadas e para algum dia, como também para projetos que simplesmente não estão em andamento agora, mas virão a seguir. Então estou sempre de olho nela.


Áreas de foco

No post de fevereiro, minhas áreas de foco já estavam no Todoist também. Me acostumei com o formato de listas para elas, o que é bem engraçado, porque durante anos gerenciei áreas de foco com mapas mentais. Acho que usar uma ferramenta legal ajuda muito nesse processo.

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Tenho tentado simplificar aqui. As listas de áreas de foco servem simplesmente para se tornarem listas de pendências personalizadas para você, e isso é construído aos poucos, com cuidado. Então, para mim, por hora basta ter o primeiro nível bem definido, e aos poucos vou adicionando os outros níveis. Elas servem como listas de verificação, que eu analiso uma vez por mês, em média, ou sempre que me sinto sobrecarregada de alguma maneira e sei que preciso equilibrar as minhas atividades (essa análise proporciona isso).

A grande verdade é que o curso de coaching (mais uma vez ele) me ajudou a encarar as áreas de foco de uma maneira mais focada mesmo, e agora eu tenho usado isso como gancho até nas minhas revisões semanais, através das tags das áreas (vejam como uma coisa conversa com a outra).

Checklists

Checklists me ajudam a fazer as coisas da minha vida bem feitas – ou garantir que os padrões que eu quero manter em todas as áreas da minha vida sejam mantidos. Por isso as checklists fazem parte do Horizonte 2 no GTD. Ela servem para checagem, não como lembretes. Veja mais sobre checklists aqui.

No Todoist, categorizo em três tipos de checklists:

checklists

Ainda tem bastante coisa a explorar aqui, porque estou trazendo checklists que estavam em outras ferramentas (como no Evernote), mas por hora estão assim:

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Nas checklists por frequência, tenho gatilhos no calendário para verificar sempre que não for diariamente. Tenho postado aqui no blog cada uma delas – basta procurar por checklist diária, checklist semanal etc.

Nas checklists por situação, coloco checklists para verificar sempre que me encontro em determinadas situações. É quase o mesmo raciocínio de contextos, levando em conta que não estamos falando de lembretes. “Pela casa” traz minhas listas de limpeza, arrumação e tudo o que tenho que fazer para manter a casa em ordem. Listas da FLY Lady, aquela coisa. “Viagens” traz todas as checklists úteis para viagens, como o que eu costumo levar na mala, o que fazer antes de uma viagem internacional, o que levar na mala de bordo etc. “Próxima vez em…” serve para listar lugares e coisas para fazer em lugares que vou de vez em nunca, como praias, Estados Unidos e outras viagens do tipo. Quando for da próxima vez, o que quero fazer, comprar ou visitar?

Nas checklists de referência, vou inserindo informações úteis para o meu dia a dia, como o número que meu marido usa para camisas, materiais que preciso ter como instrutora, listas de mercado e outras mais. Tem sido bem útil e divertido fazer assim, e estou testando usos diversos.


Metas e objetivos

São resultados desejados assim como projetos, com a diferença que o horizonte de alcance é um pouco mais à frente. Aqui o que tenho trabalhado nos últimos meses é aplicar o modelo de planejamento natural neles também, o que tem sido muito eficaz.

No Todoist, estão assim:

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Aqui as coisas estão BEM em construção porque, depois do curso de coaching, eu saí com muitos objetivos e ainda estou refinando a maioria deles. Me dou por feliz por ter conseguido colocar tudo no meu sistema, porque a minha cabeça estava tão a mil que não estava nem conseguindo processar tudo na época.

Para mostrar como eu estou trabalhando, mas sem expôr muito meus objetivos mais íntimos, vou mostrar como tenho feito:

objetivos

O último item, em negrito, é o que está processado direitinho, e ele tem nove objetivos claros e com planos de objetivos mais detalhados embaixo. Os outros (julho/17 e julho/18) são frutos do curso de coaching, e ainda estou estudando. Estou no meio desse processo, então quis compartilhar essa construção com vocês. As coisas têm acontecido bem rápidas por aqui!

Nos planos de objetivos, não tem nada de muito diferente do planejamento de projetos. A única coisa diferente é que eu insiro também outros níveis, como projetos relacionados e qual a visão que eu tenho para aquele objetivo – por ex: se o objetivo for alcançado, ele contribui com que visão? É um exercício que me ajuda com o horizonte acima. Também me ajuda a identificar projetos um horizonte abaixo e trazer o objetivo mais para a realidade. Todos os meus objetivos têm projetos relacionados.

Essa parte de metas para 2016 só existe porque, na Call Daniel, na reunião de planejamento, decidimos metas para 2016 e aqui é o horizonte certo para se organizar esse tipo de informação. Também temos metas definidas para o Vida Organizada. Então se na sua empresa você tiver metas, ou seu setor, saiba que, no GTD, você organiza no Horizonte 2. rs

No estratégia para 2016, acho legal falar mais:

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Eu listo cenários, apenas para ter foco. Tudo isso é Horizonte 3. Me ajuda revisar isso sazonalmente, ver como estão as coisas, se o foco precisa ser reajustado, se eu identifico projetos. É bem simples, mas me mantém nos trilhos.


Visão

Aqui nós falamos sobre a visão que temos da nossa vida para médio e longo prazo. Como se trata de algo que não esteja acontecendo neste exato momento, então não temos tanto controle – por isso o David Allen chama de visão.

No meu Todoist está assim:

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Não tenho planos de objetivos aqui porque não senti necessidade de tanto planejamento ainda. Os objetivos de médio e longo prazo servem apenas como norte e, a partir dele, nascem objetivos de curto prazo e projetos.big-picture

Aqui eu listo o cenário da minha vida dentro desses anos. É uma revisão que faço anualmente ou quando sinto necessidade de ter esse norte que comentei.

Na pastinha “Dreamlist”, eu coloquei o que defini no curso de coaching. Foi um exercício feito lá, que ainda estou trabalhando, semelhante ao que comentei na parte de objetivos.


Propósito e princípios

No Todoist, tenho uma pasta única que está assim:

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A grande mudança foi ter descoberto que a minha missão pessoal é diferente da missão do Vida Organizada depois do que mesmo? Do curso de coaching, claro.

Visão geral de todas as pasta do Todoist:

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Arquivos de referência

Atualmente utilizo o Evernote, Dropbox, Google Drive e arquivamento em papel, mas está tudo em transição. Estou vendo se compensa manter o Google Drive e o Dropbox, assim como o que vou colocar em cada uma das ferramentas. Estou reorganizando meus documentos em papel etc. Estou nessa fase. rs


Este post serve única e exclusivamente como fonte de referência para mostrar como está meu sistema GTD atualmente, porque muitos leitores me perguntam. Não estou aqui para impôr modelos ou dizer qual a maneira certa de usar GTD, apesar de ter qualificação para ensinar sobre o método. Este é o meu uso pessoal e cada pessoa deve adaptar o método para si.

Também é um post que eu levo dias para escrever e montar, então espero que ele seja útil de alguma maneira para vocês. Obrigada por tudo, pessoal.

Dica do feng shui: ame a sua casa!

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Eu já havia planejado esse post, mas a tarde caindo juntamente com a temperatura despertou em mim um amor súbito, uma gratidão sem fim por minha casa, meu casulo, lugar que me confere autenticidade e proteção. Então eu pergunto: você AMA a sua casa? É sério…

Eu vinha estudando várias correntes de Feng Shui, me identificando mais com algumas, mas tudo mudou subitamente, quando caiu em minhas mãos o livro “A alma da casa”, de Jane Alexander. Eu, uma aficionada por Mitologia e Feng Shui, encontrei algo que veio complementar os meus estudos. Sim, a casa tem alma… A casa tem aspectos femininos e sagrados, é governada pela Deusa Héstia (para os gregos) ou Vesta (para os romanos) e certamente por isso, ao nos conectarmos com ela através de nosso coração, torna-se o nosso santuário.

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A casa é como uma bela dama, gosta de ser agradada, presenteada com flores, objetos decorativos, artísticos e faz uma diferença imensa o presente vir revestido de carinho. Custa dizer “trouxe essas flores para você”? Ou sussurrar “obrigado por me aceitar do jeito que realmente sou”. Ah! Tem tanto jeito de declarar amor à sua casa…

E como uma mulher sensível, ela tem sob a sua pele muitas lembranças. Paredes que abrigam memórias: risos, palavrões, gritos desesperados, ofensas, gargalhadas frenéticas, vozes, rostos, gente que chegou e que foi embora. Um coração cheio de histórias e que muitas vezes precisa falar com você. Ouça a sua casa. Experimente acender um incenso bem gostoso e caminhar por ela, a partir da porta de entrada, no sentido horário, passando por todos os cômodos, e terminando onde começou. Se puder, esteja descalço, beba um copo de água mineral antes de começar a caminhada e livre-se de todo tipo de adorno, relógio, enfim, vá da forma mais simples e natural que conseguir. Depois pare no centro da casa, ali está o coração dela! Agradeça sinceramente. Fique de olhos fechados, faça longas inspirações e você poderá sentir a sua casa conversando com você. Se isso (ainda) não acontecer, saiba que ela estará feliz e isso trará felicidade a todos que nela habitam.

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Amar é um exercício! Muitas vezes não estamos bem nos relacionamentos afetivos, porque não estamos emanando energia de amor. É física quântica: o nome disso é ressonância energética. Atraímos exatamente o que estamos vibrando e o epicentro é o nosso velho coração.

Vamos trazer AMOR para a nossa vida? Começamos com esse exercício tão modesto, amando a nossa moradia. Algumas ações amorosas que podemos ter com a casa e conosco:

– Manter no nosso ambiente somente aquilo que nos faz bem, nos traz boas sensações, lembranças, emoções. Tudo o mais precisa sair do circuito, ok? Fotos detestáveis, presentes “mico” (aqueles que você mantém porque a pessoa pode chegar em sua casa e…), tudo o que você não gosta e não traz contentamento – descarte imediato.

– Você merece o melhor e sua casa é você, portanto, bugigangas em geral, “inutilidades” domésticas, móveis dispensáveis (muitas vezes heranças compulsórias), plantas mortas, flores secas, objetos sem função, aparelhos quebrados, louça trincada…tudo isso obstrui o seu fluxo de energia e mostra ao universo que, mantendo todo essa tralha toda próxima a você, você não está se priorizando.

QUANDO VOCÊ OFERECE A SI PRÓPRIO O MELHOR QUE PODE, PASSA A EMITIR ESSA ONDA DE ENERGIA E COMEÇA A ATRAIR O MELHOR EM TODAS AS ÁREAS DA SUA VIDA, ENTRE ELAS A ÁREA DO AMOR.

– Por fim, acostume-se a devotar AMOR e GRATIDÃO à sua casa, que é o seu templo, abençoando tudo que você tem. A energia da bênção nos coloca na frequência da multiplicação.

6 maneiras infalíveis de trazer o amor para a sua casa e sua vida:

– Tenha sempre em casa flores vivas, preferencialmente vermelhas ou brancas.

– Corações: estamparia, almofadas, papel de parede, decor em geral.

– Adesivos de LOUSA para deixar recados amorosos.

– Fotos do casal feliz (para quem está pareado) ou de casais apaixonados para fazer uma “modelagem básica”…

– Adesivos de parede ou pôsteres com frases de amor. Faça da sua casa uma pequena Paris, ancore a energia do amor. Existe uma praça na capital francesa (Place des Abesses-Montmartre), onde há o famoso “mur des je t’aime” (muro do eu te amo). A frase é escrita em 311 idiomas e dialetos e é repetida por mais de mil vezes. Magia e força das palavras!

– Siga as nossas DICAS DE FENG SHUI para aquecer o seu relacionamento ou atrair aquele amor que você busca há tempos.

Se você pudesse estampar uma ou mais frases de amor em sua casa, o que você usaria?

(Valem também versos e trechos de músicas… o amor está no ar!)

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Lições de vida que eu aprendi no curso de coaching

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Gostaria de compartilhar com vocês algumas das muitas lições que eu aprendi quando eu fiz meu curso de coaching, há poucas semanas. Eu acredito que sejam aprendizados que façam grande diferença na vida de qualquer pessoa.

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Nunca é tarde para começar

Eu sinceramente sempre soube disso, porque tenho exemplos na minha família, entre amigos e vendo em noticiários de pessoas que começaram muito depois “do esperado” a empreender, a fazer uma nova faculdade, tentar outra carreira, e ficaram super bem e felizes. Não importa a sua idade: nunca é tarde para começar o que quer que seja. Nossa professora no curso deu o exemplo de um cliente dela que queria ser jogador de futebol porque amava muito o esporte, mas ele em teoria já tinha passado da idade. Ele descobriu outras maneiras de satisfazer essa vontade, jogando com amigos por hobby e trabalhando como comentarista de jogos esportivos. O que não pode é deixar um sonho ou uma vontade de lado por limitações etárias que podem não existir. Adapte-se, seja criativo(a) e corra atrás!

Ser negativo é natural – enfrente o mundo sendo positivo(a)

O mundo é negativo. Você liga o jornal na TV, e as notícias são negativas. Até mesmo a nossa família, na tentativa de nos proteger, pode jogar um balde água fria em nossos planos. O mundo naturalmente vai te puxar para baixo, então colocar um sorriso no rosto e pensar positivo são as maiores formas de empoderamento e enfrentamento que você pode incorporar daqui para a frente. Ser negativo e começar a reclamar é natural – o caminho mais fácil. Passar por cima de tudo isso, botar um sorriso no rosto e seguir em frente é para os fortes. Seja essa pessoa.

Foque no futuro

Somos humanos e cometemos erros. Se você fez alguma besteira, foque no futuro. Não fique se torturando com o que fez antes de hoje. O que quer que tenha sido, não pode ser mudado. Pense no que está em suas mãos e que pode ser mudado a partir de hoje. Foque sempre no futuro, e não no “oh deus, por quê?” das situações. Não vale a pena. Definir próximas ações vale a pena.

Você influencia outras pessoas

Você dá exemplo pelo que você fala e pela forma como age no dia a dia. Isso vale para a sua família, para as pessoas que trabalham com você, para o atendente da loja que você está tratando da compra de um produto, para as pessoas que te vêem na fila do banco. Tudo aquilo que você acredita, seus valores, aquilo que você – será que tudo isso está refletido na pessoa que você imprime para o mundo?

A responsabilidade sempre é sua

Tudo o que você tem hoje na sua vida (e não tem) é responsabilidade sua. Assuma isso. Em toda e qualquer situação, você deve pensar: qual o meu papel e o que eu posso fazer, o que está no meu círculo de influência nesse momento e que eu posso efetivamente mudar? E esse é o seu papel. Assuma o assento do motorista na sua vida, pare de reclamar dos outros, pare de culpar outras pessoas e situações externas por qualquer coisa. Veja o que pode fazer, vá lá e faça.

Mira na lua!

Sonhar grande dá o mesmo trabalho que sonhar pequeno. Para qualquer meta que você tiver, tente ampliá-la, nem que seja pelo exercício mental de ver como se planejar para alcançá-la. Muitas vezes, nos limitamos a certos padrões que nem percebemos. Isso vem de crenças limitadoras, ideias fixas e outras experiências. Faça isso nem que seja como exercício. Como você pode chegar onde você quer? E como você pode trazer aquela meta lá na frente para o hoje? Que caminho você vai percorrer? Tudo isso é planejamento na prática.

Eu aprendi muita coisa nos quatro dias de curso que eu fiz, e continuo aprendendo, porque o esforço é contínuo e não tenho parado de estudar desde então. Mas eu acredito que essas tenham sido as principais lições que eu considero essenciais para a vida de qualquer pessoa, e o coaching ajuda a potencializar todas elas.

As minhas 3 melhores dicas de organização para o guarda-roupa

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Este post faz parte de uma blogagem coletiva organizada pelo blog Transformando Espaços. Confira aqui o post que originou a blogagem.

Minhas três melhores dicas organização para guarda-roupas e closets, hoje, são:

1. Conheça seu estilo

A organização não se trata apenas de colocar as coisas no lugar certo (apesar de que esse conceito, por si só, engloba bastante coisa – o que significa “lugar certo”?). Mas, no caso dos guarda-roupas, um dos maiores fatores que contribuem com a sua super lotação e desânimo que origina a famosa frase “não tenho o que vestir!” vem do fato de comprarmos peças de roupas sem conhecermos o nosso próprio estilo. Por isso, para ter um guarda-roupa legal e manter nele apenas aquilo que você gosta e que tenha a ver com você, você precisa conhecer o seu estilo.

E conhecer o estilo significa também uma série de coisas, como: que estilo de vida você leva em casa, seu trabalho, as cores que combinam mais com você, as roupas que você gosta de vestir, as peças que caem melhor em você, conhecer o formato do seu corpo, os materiais que se encaixam no estilo de vida que você tem, entre outros pequenos detalhes que, no dia a dia, ao fazer compras, talvez nem todo mundo leve em consideração.

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Muitos guarda-roupas lotados estão cheios de roupas que eram da irmã mais velha, roupas ainda com etiquetas e aquelas famosas peças compradas em liquidação apenas porque estavam uma pechincha. Um guarda-roupa assim, composto por peças que não são extraordinárias, apenas “para constar”, é um guarda-roupa com tralha. Então, quando digo que conhecer seu estilo é a primeira dica para ter um guarda-roupa organizado, é porque realmente é importante.

Veja, destralhar não significa focar no que você vai jogar fora, e sim naquilo que você vai manter. E, no caso do guarda-roupa, como saber o que deve ser mantido se você nunca pensou com carinho nas peças que têm a ver com o seu estilo pessoal?

2. Destralhe o que não tem nada a ver

A segunda dica vem para complementar a primeira mesmo. Uma vez que você descubra o seu estilo (e não se engane: é uma construção para a vida mesmo – não dá para fazer uma única vez e achar que nunca mais vai fazer essa seleção, pois as coisas mudam, você muda, a vida muda), fica mais fácil entender aquilo que não tem mais nada a ver com você.

Para o guarda-roupa, existem algumas técnicas para fazer esse destralhamento:

  • Essa roupa fica maravilhosa em mim? Isso tem até um pouco a ver com o conceito da Marie Kondo de se perguntar se aquela peça de roupa te traz alegria. Na verdade, se uma peça fica maravilhosa em você, em termos de cor, corte, e você ama muito, isso é um indicativo de que você deve mantê-la.
  • Eu usei essa peça no último ano? Pensar em termos de “último ano” é certeiro porque te obrigou a pegar todas as estações. Se você não usou a peça no último ano, seja honesta(o) consigo mesma(o) e doe. A chance de você usar no próximo ano é mínima.
  • Essa peça está em bom estado? Se a peça estiver com bolinhas, puída, sem botões, descosturada, sem botão e com outros problemas, questione se vale a pena realmente mantê-la.
  • Quantas peças semelhantes eu tenho? Separe suas roupas em categorias (blusas, calças, vestidos, saias, sapatos etc.) e avalie as quantidades. Adianta ter 12 calças brancas? O objetivo aqui é realmente reduzir ao essencial para que você possa aproveitar melhor o que você tem.
  • Essa peça combina com outras que eu tenho? Uma peça precisa combinar com outras no seu armário, e quanto mais combinações variadas ela promover, melhor. Uma peça que só pode ser usada com uma única outra peça provavelmente não é muito versátil e, por isso, será que vale a pena manter? Não valeria mais a pena abrir espaço para uma peça um pouco mais versátil e que você vai usar mais vezes, gerando mais combinações?

Não existe nada melhor que tem um guarda-roupa com seu acervo pessoal de roupas, refletindo o estilo que você tem, versátil e prático para o dia a dia. Ninguém precisa de um armário-cápsula se tiver um guarda-roupa assim, porque todas as roupas serão legais, necessárias e que te deixem com a auto-estima legal.

3. Arrume no espaço que você tem

Toda vez que alguém reclama da falta de espaço para as suas coisas, eu sei que na verdade a pessoa tem coisas demais. Isso vale até para mim! Eu busco na humildade de um morador de rua que quase não tem pertences o que é essencial uma pessoa ter para viver os seus dias. Sinceramente, todos nós temos coisas demais e podemos diminuir. Não se trata apenas de espaço, mas de ter em casa (e no guarda-roupa) apenas as coisas que têm a ver com a gente, que a gente gosta e usa efetivamente. Dar mais valor ao que cada um tem.

Isso vale inclusive para os móveis que você já tem casa. Um armário, embutido ou não, tem seu espaço. Espaços são limites – veja o que você tem. Você não precisa comprar coisas novas para se organizar, a não ser que esteja se mudando agora para a sua primeira casa e obviamente precise estruturar com móveis.

Otimizar o espaço que tem significa aproveitar aquela área alta do guarda-roupa com um gaveteiro de plástico embaixo, ampliando o espaço. Significa guardar as roupas dobradas, para que caibam mais peças do que se estivessem apenas penduradas. Você precisa fazer o melhor com o espaço que já tem, e isso pode ser feito através do destralhamento e depois de técnicas simples de arrumação. Porém, todo o assunto arrumação do guarda-roupa daria um post por si só (o que nós já temos – leia aqui).

Se você gostou dessas dicas e quer aprender muito mais na prática, conheça nosso workshop com esse tema:

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Espero que as dicas tenham sido úteis para você aplicar hoje mesmo! Boa semana a todos.

Esta semana

Quando não estiver em um dia muito produtivo, faça uma coisa...

Uma dica que costuma sempre funcionar é pegar leve, não se cobrar tanto, não pensar no montão de coisas que se tem para fazer...